18 de junho de 2026

Abril é processada por edição de Veja com Lula vestido de presidiário

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Jornal GGN – O Instituto Lula divulgou na tarde desta quarta-feira (4) uma nota informando que o ex-presidente protocolou ontem no Foro Regional de Pinheiros (SP) uma ação de reparação por danos morais contra a editora Abril, responsável pela revista Veja. No final de semana, o semanário publicou em sua capa uma montagem de Lula com uma espécie de camisa de presidiário. Para formar as listras negras do traje, o veículo usou nomes de pessoas ligadas ao governo Lula, que viraram alvo do Ministério Público Federal e da Polícia Federal em casos como Mensalão e Lava Jato.

“A edição de nº 2450 da publicação exibe na capa uma montagem mentirosa, ofensiva e grotesca do rosto de Lula sobre corpo vestido com uniforme de presidiário”, descreveu o Instituto Lula. “Não há nenhuma ação penal em curso no país contra o ex-presidente, ao contrário do que a capa faz parecer. (…) A imagem que a capa da VEJA pretendeu sugerir aos seus leitores e à sociedade em geral, portanto, não possui qualquer lastro na realidade fática ou jurídica. Independentemente das afirmações e críticas contidas no interior da própria revista — sempre com evidente manipulação e falta de critério jornalístico — não poderia ela estampar em uma capa uma imagem falsa e ofensiva, como se verifica no vertente caso.”

No texto, o Instituto destacou ainda que a exibição da imagem não se deu apenas nas bancas de revistas, mas também em pontos de publicidade espalhados pelo país, reafirmando a intenção da revista de denegrir a honra e a imagem de Lula. “(…) não há qualquer situação jurídica que possa permitir que a ré [Abril] possa difundir à sociedade uma imagem do autor [Lula] vestindo trajes peculiares àqueles que foram condenados pela Justiça e estão cumprindo pena privativa de liberdade”, apontou.

Os advogados do ex-presidente já entraram com outras duas queixas-crime, uma interpelação criminal e uma ação de indenização contra jornalistas da revista, além de queixa-crime específica contra a apresentadora da TVeja, Joice Hasselman, por conta da prática recorrente da revista de atentar contra a honra do ex-presidente. 

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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17 Comentários
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  1. jasantos

    4 de novembro de 2015 7:44 pm

    VAI FUNDO
    Vai fundo e quebra as pernas desse pessoal.

    Não vou ter dó quando decretarem FALÊNCIA.

    Não vão deixar saudades.

    1. Frederico69

      4 de novembro de 2015 11:49 pm

      foram tarde!!

      será a inscrição na lápide..

  2. Luciano Lira

    4 de novembro de 2015 7:53 pm

    Essa revista causa asco.

    Essa revista causa asco. Nunca vi algo tão mórbido e sórdido. É a mesma cantilena facista de sempre: atacar sempre a imagem do Presidente Lula. Não leio veja há mais de 20 anos e não perdi nada. Que a justiça não tema pessão da mídia e assuma o seu papel de guardiã da justiça….

  3. Eduvaldo

    4 de novembro de 2015 8:00 pm

    Romario ganhou um processo,

    Romario ganhou um processo, agora está na hora do PT e Lula e Dilma começar a ganhar dinheiro processando, a veja, época, folha, estadão se necessario quando falar uma inverdade, pois eles faz comunicação sem responsabilidade.

    1. Renato Lazzari

      4 de novembro de 2015 9:26 pm

      Por muito menos do que a

      Por muito menos do que a Abril (especificamente mas o Instituto Millenium como um todo) tem feito Gilmar Mendes teve sucesso contra a Carta Capital. Agora… ganhar dinheiro assim? Não, não é a cara do PT, isso. Acho que o objetivo é tanto a retratação pública quanto tentar preservar o estado de direito.

  4. EGSA2000

    4 de novembro de 2015 8:04 pm

    Pinheiros!!!!
     
    Putz!, Nassif

    Pinheiros!!!!

     

    Putz!, Nassif acho que você deve dar consultoria sobre esta ação do IL no famoso Forum de Pinheiros, né não?????? Agora é esperar 20 anos pra sair de lá e ir para segunda instancia!!!!

     

  5. José Carlos - Spin

    4 de novembro de 2015 8:24 pm

    Pegaria bem um traje desse no

    Pegaria bem um traje desse no caluniador Civita

  6. MarFig

    4 de novembro de 2015 8:34 pm

    A vesga não será julgada, se

    A vesga não será julgada, se for julgada não será punida, se for punida não pagará a indenização (Alckaedamin comprará quantas assinaturas forem necessárias).

  7. Walter Decker

    4 de novembro de 2015 8:55 pm

    Infelizmente, perda de tempo…

    Infelizmente, perda de tempo… Dez em dez juizes do Brasil são assinantes da VEJA. É uma juizada elitista e tacanha…

    01 / 11 / 2014

    Agente de trânsito que parou juiz sem habilitação em blitz é condenada a pagar R$ 5.000 de indenização

    Autoridade parada em blitz estava sem CNH, placa e documentos

     

    1. Fernando Cravo

      4 de novembro de 2015 10:16 pm

      Pois é…

      Relembrando: o caso aconteceu em novembro de 2014, o nome da agente de trânsito é Luciana Silva Tamburini e o da Sua Magnificência é João Carlos de Souza Corrêa. A Lucina foi condenada a pagar R$ 5.000,00 de multa por ter “desacatado” a Excelência Magnificiente e quem proferiu a sentença de condenação foi o desembargador José Carlos Paes, da 14ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que escreveu em sua sentença, entre outras coisas, que Luciana ”…agiu com abuso de poder, ofendendo o réu…”, já que ela ousou dizer que ele era juiz mas não era Deus. Uma vaquinha pela internet permitiu que Luciana arrecadasse o dinheiro da multa. A pergunta que não quer calar: esperar o que de um judiciário destes?

  8. JB Costa

    4 de novembro de 2015 9:17 pm

    Quem deveria estar mais

    Quem deveria estar mais indignada ainda  com a VEJA seria  a classe de jornalistas. Por que o silêncio? Por que aceitar calada uma publicação jogar na lama, no mais fétido dos esgotos, a reputação do indispensável para a democracia,  jornalismo  dito crítico?

    Claro que há exceções. Mas para um caso extremo como esse da prática de um jornalismo da espécie “bandido” essas não vão impedir que os eleitores façam distinções: todos inevitavelmente serão avaliados pela mesma régua.

    No futuro a atuação da VEJA com certeza será um “caso” para ser estudado nas faculdades de Comunicação. No presente, é um simples caso de polícia. 

     

  9. Sérgio Rodrigues

    4 de novembro de 2015 9:33 pm

    Avante!…

    Pra cima dos nazistas!….

  10. lenita

    4 de novembro de 2015 9:33 pm

    A veja

    Já foi uma revista, agora é um monturo de mentiras, falsidades e infâmias. Ficou “feio” e vergonhoso” ser assinante da dita revista . Até os consultórios médicos estão mudando, infelizmente para outra do mesmo naipe, das  org. Globo

  11. Universitário

    4 de novembro de 2015 9:43 pm

    Uma mensagem no Twitter diz:

    Uma mensagem no Twitter diz: “De 2003 a 2013 as reservas do Brasil foram de US$17 bi para US$370 bi”. Diante disso, a Abril ainda quer chamar Lula de ladrão?

  12. Renato Lazzari

    4 de novembro de 2015 9:45 pm

    Bem que ao dar a sentença o

    Bem que ao dar a sentença o juiz, seja quem for, pode aproveitar e chamar a imprensa como um todo à razão. Dizer, por exemplo, que não é proibido vender bosta, mas que, em querendo dar uma melhorada no nível, pode.

  13. Luiz Cesar 2

    4 de novembro de 2015 10:20 pm

    Se tivesse trocado o modelo

    Se tivesse trocado o modelo “Lulinha paz e amor” pelo eficaz modelo “Romário”, já na época (favor não confundir com a “semanal”) do mensalão, não estaria passando por esses constrangimentos, nem seus familiares.
    Qustão de escdolha…

     

  14. antonio francisco

    4 de novembro de 2015 10:43 pm

    Juíza já não comanda Zelotes

    http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/ju%C3%ADza-deixa-comando-de-processos-da-opera%C3%A7%C3%A3o-zelotes-1.1158844

     

    FOLHAPRESS

    A juíza substituta Célia Regina Ody Bernardes, da 10ª Vara Federal no Distrito Federal, deixou nesta quarta-feira (4) de comandar os processos relacionados à Operação Zelotes. A magistrada deixou o caso em função do retorno do juiz titular, Vallisney de Souza Oliveira, que assumirá o comando das ações oriundas da operação.

    Mais no link

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