
Jornal GGN – O Ministério da Saúde emitiu uma nota à imprensa esclarecendo que o programa Farmácia Popular do Brasil passará por reajuste orçamentário, e não corte definitivo da política, conforme ventilado por opositores do governo federal neste semana. Segundo o informe, este ano o programa terá R$ 2,8 bilhões para implementação, mas o número deve ser reduzido em 2016, em até R$ 578 milhões.
Leia a nota completa abaixo:
O Ministério da Saúde esclarece que o Programa Farmácia Popular do Brasil segue funcionando regularmente, tendo garantido orçamento para este ano na ordem de R$ 2,8 bilhões. As informações sobre possíveis reduções das verbas destinadas à iniciativa se referem à Proposta de Lei Orçamentária Anual para 2016 (PLOA 2016) que foi enviada pelo poder executivo ao Congresso Nacional. Desta forma, é importante frisar que este cenário não é definitivo, uma vez que a proposta tem de ser discutida e aprovada pelo Congresso.
Cabe informar ainda que o Ministério da Saúde vem trabalhando de maneira transparente para a recomposição de seu orçamento para 2016 com a apresentação de propostas como a recomposição do DPVAT para garantir um aporte adicional de recursos para a saúde – diálogo que está sendo feito junto ao Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão.
É importante ressaltar que não há nenhuma proposta do governo federal no sentido de acabar com o Programa Farmácia Popular. Caso o orçamento seja aprovado da forma como foi encaminhado ao Congresso, serão mantidos os 14 medicamentos para tratamento de hipertensão, diabetes e asma, cuja oferta é gratuita ao cidadão. Esses produtos respondem por mais de 85% dos pacientes atendidos mensalmente pelo Programa. Pela PLOA 2016, há uma redução de R$ 578 milhões para esta iniciativa.
Sergio Saraiva
1 de outubro de 2015 6:32 pmQuem escreve esses textos?
Pelo que está escrito:
o Farmácia Popular acaba em 2016 porque não haverá dinheiro no orçamento. O governo tioru 2,8 bilhões de reais do programa e agora ele só tem 578 milhões. A solução seria aumentar o valor do licenciamento dos automóveis, mas isso não passa no Congresso.
Certo?
Errado.
Mas é isso que está escrito.
BrunoFerreira
1 de outubro de 2015 7:59 pmDesculpa, amigo, não é não.
A
Desculpa, amigo, não é não.
A nota diz que o programa terá orçamento de 2,8 bilhões, mas que haverá cortes nos programas de distribuição de remédios para asma, hipetensão e diabetes da ordem de 578 milhões, segundo o que consta na PLOA.
E que o governo está tentando recompor o orçamento global do programa através de outras ações arrecadatórias, usando como aporte recursos do DPVAT.
É isso.
Sergio Saraiva
1 de outubro de 2015 9:32 pmVeja como é fácil.
Frente às noticias sobre o fim do Farmácia Popular, o Ministério da Saúde vem a público esclarecer:
as notícias não são vedadeiras
o programa está mantido e continuará mantido pelo Governo Federal
os recursos financeiros para o ano de 2015 estão garantidos
qualquer corte no orçamento só ocorrerá a partir de 2016
a distribuição de medicamentos para hipertensão, diabetes e asma não será afetada, mesmo com os possíveis cortes,
a distribuição desses medicamentos cobre 85% dos beneficiários do programa
o Ministério da Saúde está trabalhando em alternativas orçamentárias para que os cortes não sejam necessários.
eduardoback
1 de outubro de 2015 7:19 pmFaltou na aula de interpretação de texto?
Amigo, Você interpretou os números ao contrário. Está escrito que “…há uma redução de R$ 578 milhões para esta iniciativa.” ou seja, o orçamento será de 2,8bi (2800mi) – 578mi = 2,22bi. Ou seja, redução de 20% no orçamento.
NNN
1 de outubro de 2015 7:21 pmConfusão…
Estas notas do governo são impressionantes. Afinal de contas, a verba para 2016 será de 578 milhões ou será reduzida deste valor?
É mais ou menos como o corte de um terço das verbas da universidades federais, feito no início do ano. Ninguém fala “um terço” (ou 33%): inventaram a expressão “15 parcelas de 1/18 do orçamento anual a serem pagas no decorrer do ano” (ou algo parecido).
É enrolation demais…
NNN
1 de outubro de 2015 7:26 pmErrata…
Sorry: ao invés de “15 parcelas de 1/18…” quis dizer “”12 parcelas de 1/18…”.
Bruno Guerra
6 de janeiro de 2016 7:27 pmCortes e mais cortes.
Sérgio é fácil obersevar como em muitas outras pastas da saude e educação que terá cortes no programa da farmácia popular de mais de 500 milhões em 2016, agora como irão manter a distribuição como é feita hoje com menos dinheiro não sei, quem sabe o mago de quatro dedos resolve. Mas é isso aí, corte na saude, na educação. As federais a cada dia mais estão passando pelo desmonte do governo PT, arrocho? Greve já é rotina a muitos anos, estão acabando com a pós aqui na UFAL…
Vamos torcer por um 2016 iluminado!
Abraços e Fora Dilma