4 de junho de 2026

Ministério da Saúde nega fim do programa Farmácia Popular

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Jornal GGN – O Ministério da Saúde emitiu uma nota à imprensa esclarecendo que o programa Farmácia Popular do Brasil passará por reajuste orçamentário, e não corte definitivo da política, conforme ventilado por opositores do governo federal neste semana. Segundo o informe, este ano o programa terá R$ 2,8 bilhões para implementação, mas o número deve ser reduzido em 2016, em até R$ 578 milhões.

Leia a nota completa abaixo:

O Ministério da Saúde esclarece que o Programa Farmácia Popular do Brasil segue funcionando regularmente, tendo garantido orçamento para este ano na ordem de R$ 2,8 bilhões. As informações sobre possíveis reduções das verbas destinadas à iniciativa se referem à Proposta de Lei Orçamentária Anual para 2016 (PLOA 2016) que foi enviada pelo poder executivo ao Congresso Nacional. Desta forma, é importante frisar que este cenário não é definitivo, uma vez que a proposta tem de ser discutida e aprovada pelo Congresso.

Cabe informar ainda que o Ministério da Saúde vem trabalhando de maneira transparente para a recomposição de seu orçamento para 2016 com a apresentação de propostas como a recomposição do DPVAT para garantir um aporte adicional de recursos para a saúde – diálogo que está sendo feito junto ao Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão.

É importante ressaltar que não há nenhuma proposta do governo federal no sentido de acabar com o Programa Farmácia Popular. Caso o orçamento seja aprovado da forma como foi encaminhado ao Congresso, serão mantidos os 14 medicamentos para tratamento de hipertensão, diabetes e asma, cuja oferta é gratuita ao cidadão. Esses produtos respondem por mais de 85% dos pacientes atendidos mensalmente pelo Programa. Pela PLOA 2016, há uma redução de R$ 578 milhões para esta iniciativa.

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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7 Comentários
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  1. Sergio Saraiva

    1 de outubro de 2015 6:32 pm

    Quem escreve esses textos?

    Pelo que está escrito:

    o Farmácia Popular acaba em 2016 porque não haverá dinheiro no orçamento. O governo tioru 2,8 bilhões de reais do programa e agora ele só tem 578 milhões. A solução seria aumentar o valor do licenciamento dos automóveis, mas isso não passa no Congresso.

    Certo?

    Errado.

    Mas é isso que está escrito.

    1. BrunoFerreira

      1 de outubro de 2015 7:59 pm

      Desculpa, amigo, não é não.
      A

      Desculpa, amigo, não é não.

      A nota diz que o programa terá orçamento de 2,8 bilhões, mas que haverá cortes nos programas de distribuição de remédios para asma, hipetensão e diabetes da ordem de 578 milhões, segundo o que consta na PLOA.

      E que o governo está tentando recompor o orçamento global do programa através de outras ações arrecadatórias, usando como aporte recursos do DPVAT.

      É isso.

       

      1. Sergio Saraiva

        1 de outubro de 2015 9:32 pm

        Veja como é fácil.

        Frente às noticias sobre o fim do Farmácia Popular, o Ministério da Saúde vem a público esclarecer:

        as notícias não são vedadeiras

        o programa está mantido e continuará mantido pelo Governo Federal

        os recursos financeiros para o ano de 2015 estão garantidos

        qualquer corte no orçamento só ocorrerá a partir de 2016

        a distribuição de medicamentos para hipertensão, diabetes e asma não será afetada, mesmo com os possíveis cortes, 

        a distribuição desses medicamentos cobre 85% dos beneficiários do programa

        o Ministério da Saúde está trabalhando em alternativas orçamentárias para que os cortes não sejam necessários.

         

  2. eduardoback

    1 de outubro de 2015 7:19 pm

    Faltou na aula de interpretação de texto?

    Amigo, Você interpretou os números ao contrário. Está escrito que “…há uma redução de R$ 578 milhões para esta iniciativa.” ou seja, o orçamento será de 2,8bi (2800mi) – 578mi = 2,22bi. Ou seja, redução de 20% no orçamento.

  3. NNN

    1 de outubro de 2015 7:21 pm

    Confusão…

    Estas notas do governo são impressionantes. Afinal de contas, a verba para 2016 será de 578 milhões ou será reduzida deste valor?

    É mais ou menos como o corte de um terço das verbas da universidades federais, feito no início do ano. Ninguém fala “um terço” (ou 33%): inventaram a expressão “15 parcelas de 1/18 do orçamento anual a serem pagas no decorrer do ano” (ou algo parecido).

    É enrolation demais…

    1. NNN

      1 de outubro de 2015 7:26 pm

      Errata…

      Sorry: ao invés de “15 parcelas de 1/18…” quis dizer “”12 parcelas de 1/18…”.

  4. Bruno Guerra

    6 de janeiro de 2016 7:27 pm

    Cortes e mais cortes.

    Sérgio é fácil obersevar como em muitas outras pastas da saude e educação que terá cortes no programa da farmácia popular de mais de 500 milhões em 2016, agora como irão manter a distribuição como é feita hoje com menos dinheiro não sei, quem sabe o mago de quatro dedos resolve. Mas é isso aí, corte na saude, na educação. As federais a cada dia mais estão passando pelo desmonte do governo PT, arrocho? Greve já é rotina a muitos anos, estão acabando com a pós aqui na UFAL…

     

    Vamos torcer por um 2016 iluminado!

     

    Abraços e Fora Dilma

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