4 de junho de 2026

Fora de Pauta

O espaço para os temas livres e variados.

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

18 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. Andre Araujo

    5 de agosto de 2015 3:36 am

    https://c2.staticflickr.com/8

    https://c2.staticflickr.com/8/7428/8900289002_a2b3f51682_b.jpg

    CALOUSTE GULKENKIAN – LOBISTA DO PETROLEO  Armenio nascido no Imperio Otomano e com nacionalidade birtanica, residente em Portugal, onde faleceu em 1955, legando uma das maiores coleções de arte do mundo, hoje museu.

    Notavel lobista e corretor, responsavel por boa parte do desenvolvimento do petroleo no Oriente Medio. Nascido em 1869,

    Gulbenkian foi o principal responsavel pelo descobrimento e extração de petroleo no Iraque, então tres provincias turcas (vilayets de Mossul, Bagdah e Basra). Levou anos negociando e molhando a mão de cortesãos do Sultão até conseguir a concessão, que revendeu à Deutsche Petroleum,  Shell, Cia.Française des Petroles (hoje Total) e Anglo Persian Oil (hoje BP). Como sua comissão pelo trabalho ficou com 5% das ações. Viabilizou outros campos pelo Oriente Medio e foi corretor da fusão da Royal Dutch com a Shell e da compra da Mexican Eagle pela Royal Dutch Shell. Tambem foi corretor da venda das concessões dos Rothschild de petroleo em Baku, no Mar Negro para a Royal Dutch, que perdeu os poços com a Revolução Sovietica.

    Com a Primeira Guerra a fatia da Deutsch Petroleum, de 22.75% na Turkish Petroleum, concessionaria do Iraque foi tomada

    pelos demais socios. Pelos dividendos de seus 5% Gulbenkian acumulou imensa fortuna e passou a Segunda Guerra em Lisboa onde morava no Hotel Aviz, foto acima,  seu palcio na Avenida de Iena em Paris foi fechado e respeitado pelos alemães.  Não se dava com o filho Nubar, a quem deserdou. Deixou sua fortuna de  400 milhõs de Libras para a Fundação Gulbenkian, hoje a maior instituição cultural de Portugal.

    No Brasil hoje um tipo desses estaria preso em Curitiba para purgar seu aventureirismo de fazer lobby com petroleo,

    juntar concorrentes (seria cartel), lavar dinheiro, corromper autoridades, traficar influencia e o que mais desse.

  2. Eduardo Ramos

    5 de agosto de 2015 6:25 am

    Quando o absurdo vira todo dia…..

    Quando o absurdo vira todo dia…

    Se feliz ou infelizmente, não sei… mas o fato é que temos, pessoas e sociedades, uma capacidade extraordinária de nos adaptarmos às realidades que fazem parte do nosso dia a dia, mesmo as mais tenebrosas ou desprovidas de esperança.

    Há relatos de presos nas prisões do Holocausto, que mesmo tendo perdido toda a família, submetidos a um terror permanente, miséria absoluta, que construíam uma espécie de “cotidiano normal” em meio àquele horror.

    Milhões de alemães passaram a achar normal, legítimo, ter um louco assassino como seu líder, provedor dos ideais de toda a nação. Incorporaram aqueles valores, infelizmente, é tendência humana essa fraqueza, uma espécie de “teatro insano”, onde todos fingem que o que estão vivendo naquele tempo, naquele espaço, é isso, “normal”…. – quando as consciências, cauterizadas, bloqueadas para a verdade trágica do absurdo que estão a viver, cegam a si mesmas, justamente para esse objetivo: o de sobreviverem, num cotidiano que seja mais satisfatório do que o horror da realidade. O velho e humano mecanismo de fuga, útil à nossa sobrevivência, e trágico no sentido de prover farsas sociais tremendas ao longo da História.

    Penso estarmos vivendo algo assim, hoje, no Brasil. Um processo extremamente perverso, intencionalmente fabricado por um grupo pequeno de pessoas detentoras de gigantesco poder, e que atirou a todos nós, lúcidos ou não, num lamaçal de paroxismos brutais, que roubaram muito da nossa humanidade, nossos valores, nossa decência, nossa capacidade de diálogo e mesmo de luta, enquanto sociedade civil. Somos mais espectadores do sujo e grande jogo pelo poder, do que agentes. Tentando, cada um ao seu jeito (muitos, atordoados, fugindo do problema como o diabo da cruz, como se a omissão proposital fosse saída para algo…), “tornar normal o cotidiano”, validando cada qual suas posições, seus territórios, e desprezando os demais. Definitivamente, fraturados, para sorte nossa, muitos mantendo amizades, ternuras, apesar das fraturas expostas e dolorosas causadas na nação desde o primeiro dia que Lula assumiu a presidência.

    Acredito que a grande mídia responde muito por esse caos, esse estado deprimente, doentio de nossa sociedade. Claro, ajudado por nossa secular falta de Educação, que inclusive engana miseravelmente aos setores mais abastados da sociedade, elite e classe média, que até por uma “comparação direta com o andar de baixo”, se acreditam num nível extremamente elevado, o pensamento comum: “eu não sou um favelado, um morador de periferia, para me deixar manipular, eu tenho faculdade, leio os jornais” – e etc. etc. etc, como se todas essas coisas fossem necessariamente, Educação, no sentido de capacidade plena de formar opiniões baseadas na realidade – e, de fato, não são. Somos um país paupérrimo nesse aspecto, conservador, lê-se desgraçadamente pouco no Brasil, somos pouco afeitos ao debate aprofundado das ideias, ideologias, política, etc. Somos um prato cheio para quem detém o poder da comunicação, nos manobrar, desde sempre.

    Então, temos um paradoxo triste, deplorável no nosso Brasil!
    Demos a sorte INFINITA, como ganhar na loteria, de termos um Lula, a representar os legítimos interesses dos pobres, dos miseráveis, dos trabalhadores, APAZIGUANDO DESDE A DÉCADA DE 80 os ânimos mais acirrados, entrando no jogo democrático, fundando um partido, e afirmando PERMANENTEMENTE, que não era de seu interesse a cisão social, a confusão, o revanchismo, ou mesmo “depenar ricos e classe média”, para dar aos miseráveis do país um quinhão de dignidade e acabar com o flagelo mais indigno de todos: a fome!

    Fez isso em oito anos, APESAR DO MASSACRE do mensalão, quando por um fio, não lhe tiraram a presidência pelo impeachment, rejeitado por Fernando Henrique Cardoso, que teria usado a expressão: “deixemos o porco sangrar até as eleições de 2006” – Quando Alckimin venceria o desgastado Lula, devolvendo o poder ao tucanato, como queriam os ricos, a mídia, e boa parte da classe média, ainda desconfiada do operário-presidente.

    No segundo mandato, Lula cresceu, agigantou-se, e foi exatamente aí, que provou ser o estadista que o mundo aplaude, e muitos de nós desejamos ver preso, humilhado, como “o chefe da quadrilha de ladrões petralhas…”

    Lula esqueceu a crise, esqueceu o mensalão, esqueceu de sentir ressentimentos inúteis, não aparelhou polícia federal ou qualquer outro aparato estatal para perseguir quem quer que fosse.

    Criou 15 milhões de empregos, investiu pesadamente no Nordeste, onde o PIB crescia ano a ano, mais que no resto do país, criou dezenas e dezenas de universidades federais, escolas técnicas, ampliou o bolsa família, o prouni, o fies, dando oportunidade, pela primeira vez na História, a milhões de estudantes de famílias pobres, de chegarem ao curso superior.

    O país cresceu, foi reconhecido lá fora, e toda essa obra portentosa, sem mexer em praticamente nenhum lucro costumeiro de classe média e ricos, ao contrário, permitiu que rentistas e banqueiros lucrassem como nunca. Era um Brasil onde todos ganhavam, as viagens internas e ao exterior se multiplicaram, montadoras de vários países vieram aos montes, o Brasil era “a bola da vez no mundo”, junto com China e mais uns três, quatro países.

    Porque, então, esse ÓDIO descomunal, esse nojo, essa repulsa, que percebemos na voz, nos escritos, no “jeito” das pessoas à nossa volta, quando falam em Lula? Como se as práticas ruins do PT não tivessem sido as mesmas de TODOS OS PARTIDOS ANTES DO PT ASSUMIR O PODER?

    Aí entra o trabalho cotidiano, massacrante, perverso, dos barões da grande mídia, que com um medo maior que tudo, que seu cartel um dia fosse mexido por Lula, e mesmo uma certa raiva surda, por Lula não ter lhes beijado as mãos como fizeram os antecessores, esta grande mídia, essas cinco, seis famílias que detêm esse poder nas mãos, por medos, preconceitos, e depois, hábito, e um ódio crescente, formaram essa frente de propaganda anti PT, anti Lula, a manipular os pensamentos e sentimentos dos brasileiros suscetíveis a essa manipulação.

    Não é difícil levar alguém a odiar um terceiro, se em sua mente já há um pouco de medo e preconceitos em relação a essa pessoa. Lula nunca teve nada que nossa elite preconceituosa e tosca, considerasse aceitável, palatável, confiável. Transformar essas inclinações instintivas em ódio e nojo, no fundo, nem difícil foi, bastava – como bastou – o tempo, o massacre diário com imagens, textos, deboches, a própria sociedade fez o resto, retroalimentando em si mesma, esse esgoto, esse caldo difuso de sentimentos, todos levando ao que hoje chamo de “nojo de PT”, ou “nojo de Lula”, o que dá no mesmo.

    Tivesse parado aí a obra indigna e sórdida da mídia, o país teria sobrevivido, não se chega à beira do abismo social apenas porque elite e classe média sentem nojo de seu líder mais popular.

    Mas a coisa foi além, foi ganhando corpo, agigantando-se, à medida que as derrotas nas urnas se sucediam. Pela primeira vez na História, um julgamento do STF virou um espetáculo televisivo nacional, em 2012, quando o PT cresceu nas eleições, apesar de vários líderes presos, no julgamento, inclusive um de seus ícones, José Dirceu.

    Foi nesse ponto que os brasileiros mais conscientes se deram conta, que um ambiente diferente fora criado no país, um estado de PAROXISMOS, em que não bastava desacreditar Lula e o PT, agora haveria o enfrentamento direto, força máxima, para aniquilar os odiados inimigos.

    Mais do que nunca, criou-se ao longo de 2013 e 2014, ano das eleições, um clima de terror, já sobre as ações de Sérgio Moro, e o escândalo da Petrobrás, onde Dilma e Lula foram mostrados ao povo brasileiro como “os chefes da quadrilha de ladrões da Petrobras”. A capa da Veja às vésperas da eleição já é histórica, de tão vil: “Eles sabiam de tudo….” – a pretensa declaração do doleiro Youssef, sobre os roubos na estatal.

    A vitória de Dilma, depois do otimismo sem fim dos aecistas nos últimos dias, trouxe à tona TODO O ÓDIO REPRESADO POR ESSA ESPERANÇA, um ressentimento infinito, algo do tipo: “Agora chega, vamos tirar essa gente do poder, custe o que custar!” = eis o que estamos vivenciando no Brasil, hoje.

    As ilegalidades de Sérgio Moro, aplaudidas pela mídia, têm essa intenção. Todo o país tenso, sem saber quem será “o preso do dia….”, sem saber qual será o vazamento bombástico, de algum procurador, ou um policial federal, ou o próprio Moro…. O que se sabe, é que nunca jamais, um tucano será incomodado, todos os vazamentos serão contra o PT, e os presos, ou petistas ou pessoas que possam, através das pressões desumanas, “entregar mais bandidos petistas inseridos no sistema”.

    E esse estado de ilegalidades, onde importantes direitos humanos são pisoteados, vem apenas da caneta de um homem, que na Justiça brasileira, age como um imperador de si mesmo e da nação, sem que autoridade alguma o questione.

    Dezenas de empresas quebraram, centenas de milhares de empregos se perderam, a Petrobras está com sua imagem arruinada, e as grandes empreiteiras levarão anos para se reerguerem, se é que isso será possível a todas, tudo isso em nome do combate à corrupção, eis o trágico, tudo é uma grande e gigantesca armação, para se chegar a Lula, o grande alvo final, o sonho maior, o objeto do ódio vulgar dos que carregam preconceitos e fanatismos na alma. O nojo, do grande rebanho fascista brasileiro.

    Somos a nação onde o absurdo, o nonsense, o inacreditável, tornou-se o pão nosso de cada dia.

    Angústia brutal, porque o mais genial de nós não pode prever o que acontecerá.

    Tivemos a chance de UNIR os dois Brasis secularmente separados, o da opulência e o da miséria. Tivemos a MELHOR pessoa para fazer isso, esse processo, PACIFICAMENTE. Estamos destruindo essa pessoa, por ódio e medo, e destruindo com ela, todo o processo iniciado há treze anos.

    Nem uma guerra faria melhor. É o Brasil, acabando com o Brasil.

    Por puro ódio.

  3. anarquista sério

    5 de agosto de 2015 9:13 am

       Come
     
    Foto de Roberto Carlos Oliveira.   Come

     

  4. anarquista sério

    5 de agosto de 2015 9:14 am

     
    Foto de Michele Eva.

     

  5. anarquista sério

    5 de agosto de 2015 9:15 am

     
    Foto de Viva! Mais.

     

  6. anarquista sério

    5 de agosto de 2015 9:18 am

     
    Foto de Terapia Tcc.

     

  7. anarquista sério

    5 de agosto de 2015 9:23 am

     
    Foto de Déo Batista.

     

  8. anarquista sério

    5 de agosto de 2015 9:26 am

     
    Foto de Ricardo Abilel.

     

  9. Diogo Costa

    5 de agosto de 2015 10:55 am

    Os ciclos econômicos do Brasil entre 1981 e 2014

    RECESSÕES E EXPANSÕES DA ECONOMIA BRASILEIRA – O IBRE (Instituto Brasileiro de Economia), em parceria com a FGV (Fundação Getúlio Vargas), faz um belo trabalho a respeito dos ciclos econômicos do Brasil, através do CODACE (Comitê de Datação de Ciclos Econômicos). O CODACE publicou ontem um comunicado onde demonstra e analisa os ciclos econômicos do Brasil, desde 1981 até 2014, com avaliações trimestre a trimestre dos períodos de recessão e de expansão da economia. 

     

    A recessão atual foi precedida por um ciclo de expansão econômica que durou 20 trimestres. Antes deste ciclo houve também uma recessão, entre 2008 e 2009 (Crash de 2008), precedida por uma expansão ainda maior, de 21 trimestres consecutivos. Para quem gosta de economia e política o trabalho é um prato cheio. E para quem, como eu, é um adepto da tese dos ciclos econômicos do capitalismo, é um prato mais cheio ainda. Os ciclos econômicos não são nenhuma novidade e já foram pesquisados e defendidos há mais de 150 anos por Karl Marx e posteriormente por Rosa Luxemburgo, Nicolai Kondratiev, Joseph Schumpeter, Ignacio Rangel, Ernest Mandel e tantos outros. 

     

    De acordo com o CODACE, temos agora 05 trimestres de recessão – iniciada no 2º trimestre de 2014 – e é bastante provável que um novo ciclo de expansão tenha início no começo do ano que vem. Segue o comunicado (file:///C:/Users/Diogo/Downloads/Comite%20de%20Datacao%20de%20Ciclos%20Economicos%20-%20Comunicado%20de%204_8_2015%20(1).pdf):

     

    O Comitê de Datação de Ciclos Econômicos (CODACE), reunido em 30 de Julho de 2015, identificou a ocorrência de um pico no ciclo de negócios brasileiro no primeiro trimestre de 2014. O pico representa o fim de uma expansão econômica que durou 20 trimestres — entre o segundo trimestre de 2009 e o primeiro de 2014 — e sinaliza a entrada do país em uma recessão a partir do segundo trimestre de 2014. * Crescimento medido de acordo com o PIB trimestral dessazonalizado a preços de mercado (Fonte: IBGE, Sistema de Contas Nacionais – Referência 2000 até o quarto trimestre de 1995 e Sistema de Contas Nacionais – Referência 2010 a partir do primeiro trimestre de 1996). A ilustração abaixo representa graficamente a cronologia dos ciclos de negócios brasileiros desde 1980. A curva reproduz a evolução do PIB Trimestral, com ajuste sazonal, em nível, considerando-se um encadeamento das séries antiga e nova das Contas Nacionais. CRONOLOGIA TRIMESTRAL DO CICLO DE NEGÓCIOS BRASILEIROS – DURAÇÃO E AMPLITUDE * Recessões Expansões Período Duração em trimestres Cresc. % Acumulado de Pico a Vale Cresc. % Trimestral Médio (anualizado) Período Duração em trimestres Cresc. % Acumulado de Vale a Pico Cresc. % Trimestral Médio (anualizado) Do 1º trimestre de 1981 ao 1º trimestre de 1983 9 -8.5% -3.9% Do 2º trimestre de 1983 ao 2º trimestre de 1987 17 30.0% 6.4% Do 3º trimestre de 1987 ao 4º trimestre de 1988 6 -4.2% -2.8% Do 1º trimestre de 1989 ao 2º trimestre de 1989 2 8.5% 17.7% Do 3º trimestre de 1989 ao 1º trimestre de 1992 11 -7.7% -2.9% Do 2º trimestre de 1992 ao 1º trimestre de 1995 12 19.2% 6.0% Do 2º trimestre de 1995 ao 3º trimestre de 1995 2 -2.8% -5.6% Do 4º trimestre de 1995 ao 4º trimestre de 1997 9 8.0% 3.5% Do 1º trimestre de 1998 ao 1º trimestre de 1999 5 -1.6% -1.3% Do 2º trimestre de 1999 ao 1º trimestre de 2001 8 7.3% 3.6% Do 2º trimestre de 2001 ao 4º trimestre de 2001 3 -0.8% -1.1% Do 1º trimestre de 2002 ao 4º trimestre de 2002 4 5.3% 5.3% Do 1º trimestre de 2003 ao 2º trimestre de 2003 2 -1.3% -2.6% Do 3º trimestre de 2003 ao 3º trimestre de 2008 21 30.0% 5.1% Do 4º trimestre de 2008 ao 1º trimestre de 2009 2 -6.2% -11.9% Do 2º trimestre de 2009 ao 1º trimestre de 2014 20 22.8% 4.2% Desde o 2º trimestre de 2014** – – – – – – – Rio de Janeiro, 4/8/2015 2 A duração da expansão de 2009-2014 foi semelhante à anterior, ocorrida entre o terceiro trimestre de 2003 e o terceiro trimestre de 2008 (21 trimestres). O crescimento médio trimestral de 4,2%, em termos anualizados, foi um pouco inferior ao observado nos dois períodos anteriores de expansão, ocorridos entre o primeiro e o último trimestres de 2002 (5,3%) e entre 2003 e 2008 (5,1%). O CODACE não se manifesta em relação ao atual período recessivo. Eventos recessivos podem ter extensões e amplitudes diferentes em cada ciclo, a depender de suas motivações e das condições macroeconômicas internas e externas ao país, que possibilitem a retomada de uma fase de expansão. Historicamente, a duração dos ciclos de negócios brasileiros vem mostrando uma tendência de diminuição a partir de meados dos anos 1990. A média de duração das três recessões ocorridas entre 1981 e 1992 foi de 8,7 trimestres, enquanto a duração média das cinco recessões a partir de 1995 foi de 2,8 trimestres. No período que vai do início da recessão ora datada pelo CODACE até o primeiro trimestre de 2015, observou-se uma taxa média de contração de 1,1% em termos anualizados, algo similar ao observado nas recessões de 1998-1999 e de 2001, taxa esta significativamente menor que a observada na curta e intensa recessão de 2008-9 (-11,2% ao ano). Levando-se em conta este 3 mesmo período hipotético, a extensão da atual recessão seria de pelo menos quatro trimestres, portanto mais longa que a duração média das cinco recessões anteriores. O CODACE e os Ciclos Econômicos O CODACE é um comitê criado em 2008 pela Fundação Getulio Vargas com a finalidade de determinar uma cronologia de referência para os ciclos econômicos brasileiros, estabelecida pela alternância entre datas de picos e vales no nível da atividade econômica. A fase cíclica marcada pelo declínio na atividade econômica de forma disseminada entre diferentes setores econômicos é denominada recessão. A fase entre um vale e um pico do ciclo é chamada expansão. O CODACE é formado por sete membros com notório conhecimento em ciclos econômicos. Embora tenha sido criado e receba apoio operacional da FGV, através de seu Instituto Brasileiro de Economia, as decisões do Comitê são independentes. A determinação de ciclos econômicos por um comitê independente contribui para dar maior eficiência às políticas econômicas governamentais e à alocação de recursos no âmbito privado, além de servir como referência para pesquisas acadêmicas. A forma de organização e método de trabalho do CODACE segue o modelo adotado em muitos países, com destaque para o Comitê de Datação norte-americano, criado em 1978 pelo National Bureau of Economic Research (NBER). Em julho de 2015, o Comitê era formado pelos seguintes especialistas: • Affonso Celso Pastore (Coordenador, Diretor da AC Pastore & Associados) • Edmar Bacha (Diretor, Iepe-Casa das Garças) • João Victor Issler (Professor, FGV/EPGE) • Marcelle Chauvet (Professora, Universidade da Califórnia) • Marco Bonomo (Professor, Insper) • Paulo Picchetti (Professor, FGV/EESP e IBRE) • Regis Bonelli (Pesquisador, FGV/IBRE) 4 As decisões do Comitê são tomadas com base na análise do conjunto mais abrangente possível das variáveis estatísticas disponíveis, considerando os pontos de vista de seus membros. A identificação de um ponto de máximo local do ciclo de negócios brasileiro no primeiro trimestre de 2014 foi realizada com base na análise cíclica de um amplo conjunto de variáveis e agregados econômicos de alta e média frequência, na realização de exercícios econométricos e em estudos adicionais realizados por membros do Comitê e especialistas convidados. 

     

    file:///C:/Users/Diogo/Downloads/Comite%20de%20Datacao%20de%20Ciclos%20Economicos%20-%20Comunicado%20de%204_8_2015%20(1).pdf

  10. maria rodrigues

    5 de agosto de 2015 11:27 am

    Caro Nassif, gostaria de

    Caro Nassif, gostaria de entender melhor os rumos dos presos na Lava Jato. Por exemplo: a prisão preventiva tem por princípio isolar o indiciado para que ele não atrapalhe as investigações, ou fuja. E depois? 

    Como se dará o julgamento dessas pessoas? Quem seria o juiz no julgamento? O foro será também em curitiba?

  11. Cláudio José

    5 de agosto de 2015 1:43 pm

    BELO EXEMPLO E INICIATIVA

    Projetos do Banco Mundial transformam quilombolas em empreendedores no Rio Grande do Norte

    Publicado em 04/08/2015 Atualizado em 04/08/2015   AUMENTAR LETRA DIMINUIR LETRA  

    Iniciativas beneficiarão um milhão de pessoas até 2019, inclusive os moradores de 27 quilombos do estado.

    A dança em louvor a São Gonçalo é um dos momentos mais emocionantes da visita aos Negros Felicianos do Alto. Foto: Banco Mundial/Mariana Kaipper Ceratti

    A dança em louvor a São Gonçalo é um dos momentos mais emocionantes da visita aos Negros Felicianos do Alto. Foto: Banco Mundial/Mariana Kaipper Ceratti

    Como muitos adolescentes de comunidades tradicionais na América Latina, as estudantes Maria Paula Teixeira, Juliana Bezerra e Edivânia Costa se equilibram entre dois mundos. Nasceram em um quilombo – nome dado aos assentamentos remanescentes dos tempos da escravidão –, mas estudam na cidade de Portalegre, no Rio Grande do Norte, a 20 minutos dali.

    A comunidade onde as meninas nasceram, chamada Negros Felicianos do Alto, ganhou do governo brasileiro em 2007 a certificação de quilombola. Isso deu aos moradores a titularidade da terra, uma luta constante para os descendentes de escravos fugidos, e abriu as portas para que projetos sociais atendessem os moradores.

    Até então, os Felicianos do Alto viviam quase esquecidos pela sociedade. Agora, aos poucos, eles buscam os objetivos das Nações Unidas para a recém-lançada Década de Afrodescendentes (2015-2024): reconhecimento, justiça, desenvolvimento e fim da discriminação.

    Identidade afro

    Desenvolvimento, em particular, é um tema que mobiliza os quilombolas deste pedaço do nordeste brasileiro. Quase todos os 80 lares da comunidade rural são apoiados por programas como o Bolsa Família, mas os moradores querem mais. Além da transferência de renda, eles vivem com o pouco que obtêm da agricultura e do artesanato. “O Bolsa Família é um incentivo importante, mas não tem o peso de um emprego, que te dá uma autoestima especial”, comenta a artesã Maria Joseília da Silva, 34 anos.

    Os moradores, no entanto, pedem mais. Em breve, novos empreendimentos do projeto RN Sustentável, financiado pelo Banco Mundial, mudarão esta realidade, entre eles uma minifábrica de lingerie e uma marca de moda e artesanato com identidade afro, ambas ideias das quilombolas. Os projetos beneficiarão um milhão de pessoas até 2019, inclusive os moradores de 27 quilombos do estado.

    “O projeto prioriza as comunidades tradicionais e grupos mais vulneráveis como afrodescendentes, indígenas, mulheres e jovens, favorecendo os recursos e a assistência técnica necessária para viabilizar atividades produtivas”, explica a gerente do projeto, Fatima Amazonas, do Banco Mundial.

    Leia mais em: http://bit.ly/1M3eQhw

     

     

  12. Paulo F.

    5 de agosto de 2015 1:57 pm

    Ciclistas NÃO estão desobrigados a respeitar as leis

    Ciclistas NÃO estão desobrigados a respeitar as leis de trânsito!

    Bicicletas também matam.

    Do New Yorker

    em: http://www.newyorker.com/news/news-desk/bicycle-crash-kills-another-pedestrian-central-park

    Tradução própria

    23 DE SETEMBRO DE 2014

    Colisão com bicicleta mata outro pedestre no Central Park

    POR 

     CRÉDITOFOTOGRAFIA DE FRANK HEUER / LAIF / REDUX

    Uma manhã fria em dezembro de 2003, eu estava no meio do caminho através da minha corrida diária no Central Park quando eu senti uma forte sacudida por trás. A próxima coisa que eu sabia, eu estava espalhado pelo asfalto, certo de que eu tinha sido atropelado por um carro. Mas, como eu próprio reuniram, gemendo, e verificado para o sangue e fraturas, eu vi o culpado sentado no chão ao meu lado: um ciclista com sua equipamento de exercício e capacete ainda no lugar. Eu fiz a coisa razoável, lançando sua bicicleta sobre uma cerca baixa, amaldiçoando-o profusamente, e exigindo o seu nome e informações de contato.Então, por eu não ter dinheiro comigo, eu mancai três milhas angustiados até minha casa.

    Em retrospecto, eu posso apreciar como afortunado eu era. Eu tinha caído para a frente, mantendo-se dentro da pista de corrida, em vez de diagonal, para o caminho de fuga carros. Eu tinha conseguido jogar meus braços para baixo antes  para que minha cabeça não bater na calçada. Porque era inverno, eu estava vestindo duas camadas de roupas de frio, absorvendo o pior do impacto.

    Meu near-miss, porém, deixou-me com uma maior consciência dos perigos representados por ciclistas. Seus números têm crescido dramaticamente, em Nova York, nos 11 anos desde a minha episódio, com os ciclistas  mais do que dobrando  nesse espaço tempo.

    Existem os ciclistas que se lançam ao longo  da ciclovia de seis milhas do parque, tratando-a como seu velódromo privado. Há os turistas que alegremente pedalam na contra mão, ou na pista errada, ou ambos ao mesmo tempo, apesar da sinalização claras nas pistas. Há os ciclistas habituais que ignoram os sinais de trânsito, sinais de parada, e faixas de pedestres. Nos raros casos em que vi um policial por perto, nada foi feito  sobre isso. Toda vez que eu tenho que correr nestes últimos anos, eu tive a sensação ansiosa de assistir a um jogo de roleta russa em que a câmara com a bala acabaria por escorregar no lugar e um ciclista iria mutilar ou matar um pedestre.

    Em 19 de setembro, um músico de trinta e um anos de idade em uma bicicleta de corrida atingiu uma mãe de cinqüenta e oito anos de idade, no Central Park. O acidente ocorreu às 4:30 da tarde, à luz do dia total. A vítima, Jill Tarlov, morreu três dias depois, na segunda-feira, de traumatismo craniano grave. O NYPD disse que o ciclista, Jason Marshall,  desviou para evitar um grupo de pedestres antes de colidir com Tarlov. Após a morte de Tarlov, Marshall disse que foi “um acidente inevitável.” Ainda não foi determinado o quão rápido ele estava indo, e ele não foi acusado de um crime.

    O incidente foi o segundo de tal gravidade nos últimos dois meses. Em 03 de agosto, novamente durante a plena luz do dia de uma tarde de verão, um ciclista de dezessete anos de idade, deu uma guinada para a pista de corrida, para evitar um pedicab, e atingiu um professor de setenta e cinco anos de idade que estava treinando para o New York Marathon. Aquele homem, o professor Irving Schachter, morreu dois dias depois.

    Essas tragédias vem desnudar duas realidades do que poderíamos chamar de cultura da bicicleta em New York. Em primeiro lugar, muitos ciclistas rotineiramente ignoram todas as leis de trânsito, indicações e sinais. Esforços insuficientes. Em segundo lugar, a cidade não tem feito o que lhe cabe nos últimos anos para fazer cumprir essas leis e, portanto, para proteger o resto de nós.

    Para colocá-lo estatisticamente, o Departamento de Transportes de Nova York registrou trezentos e nove acidentes entre ciclistas e pedestres  , em 2013 , um aumento de mais de vinte e cinco por cento dos 243 tais colisões  em 2012 . No entanto, a fiscalização parece ter em grande parte diminuído nos últimos anos. De acordo com dados NYPD citados no  Daily News , a polícia emitiu 11.442 intimações para ciclistas entre janeiro e maio de 2013, sob o prefeito Bloomberg, mas apenas 3.269 nos mesmos meses de 2014, com Bill de Blasio no escritório. A administração de Blasio fez lançar uma blitz,  a Operação Safe Cycle, de segurança, em agosto, mas que durou apenas duas semanas. Embora a  tempos  informou recentemente  que mais de três vezes o número de violações foram verificados nos ciclistas no Central Park em 2014 como no mesmo período de 2013, porém esses esforços são claramente insuficientes.

    Nem pode ser responsabilizado pela sinalização inadequada. A Loop Road no parque apresenta dezenas de semáforos, bem como símbolos grandes e visíveis que foram pintados durante os anos de Bloomberg, indicando quais as pistas são reservados para pedestres , bicicleta, e tráfego de carros, e usa-se tudo isso em um sentido anti-horário. No entanto, eu vi uma família inteira tomar a contra mão, para baixo, sentido centro da pista da bicicleta enquanto um veículo do Parks Department Enforcement estava observando.

    Eu não tenho nenhuma animosidade para com bicicletas em si mesmas. Eu tenho uma bicicleta nesses 31 anos em que eu  vivo ou trabalho em Nova York. Pontualmente, eu me deslocava para meu escritório na Universidade de Columbia de bicicleta. Eu pedalava ao longo do Hudson com os meus filhos, e  para o meu work out quando eu não podia de correr . E, sim, no meu passado ignorante, eu reconheço o prazer culpado de furar  uma luz vermelha da sinaleira quando não haviam carros ou pedestres  à vista. Eu também não tenho ilusões sobre o perigo de que os automóveis e caminhões são -quinze ciclistas morreram em acidentes de trânsito em Nova York até agora  este ano . Alguns anos atrás, um táxi  ao fazer uma curva brusca para a direita me cortou quando eu estava indo uptown na minha bicicleta ao longo Amsterdam Avenue. Eu preparei a minha queda com o meu braço direito, e levou meses antes que eu pudesse estica-lo totalmente.

    Parte do problema atual, eu acho, deriva da auto-percepção dos ciclistas como vítimas. Se você se sentir ofendido, se você foi ferido, se você chorar nos santuários ghost-bicicleta de ciclistas que foram mortos por carros, então você pode ter um  difículdade em  perceber que você pode ser ao mesmo tempo o agressor. O que eu vejo em minhas corridas no Central Park, no entanto, poderia muito bem ser chamado de agressão: ciclistas acelerando através de luzes vermelhas, dispersando aqueles na faixa de pedestres e deixando o resto dos pedestres perplexos e acuados no meio-fio.

    E há um outro elemento, suspeito eu, a auto-justiça  dos ciclistas e resposta inadequada da administração de Blasio. Para montar sob seu próprio poder sobre duas rodas é ser admiravelmente verde, para estar no lado sustentável dos anjos. Quatro rodas alimentadas por hidrocarbonetos são mais fáceis de ver como perigo em potencial que precisam ser controlados. Mas não há nenhum mandato do céu para colocar os transeuntes em risco mortal. E não há nenhuma lógica nas políticas públicas em dar um salvo conduto sobre segurança pública para alguém que não está poluindo o ar.

    Um dos pactos sociais de viver em uma cidade grande está em compartilhar o espaço público de uma forma consciente. É por isso que ouvir a nossa música em fones de ouvido em vez de nos boom boxes. É por isso que aguardamos na fila para comprar nosso café da manhã e nosso bagel. É por isso que damos o nosso assento no metrô para a mulher grávida e peça-se desculpas imediatamente se  pisamos nos pés de alguém entrar no elevador. Civilidade pode ser uma membrana frágil, substituída instantaneamente por confronto ou violência ou morte, mesmo em uma tarde iluminada, mesmo no parque.

    Samuel G. Freedman é colaborador freqüente do site do The New Yorker , é autor de sete livros, incluindo “Breaking The Line: The Year in Black College Football That Transformed the Game and Changed the Course of Civil Rights.”

     

  13. Odonir Oliveira

    5 de agosto de 2015 2:49 pm

    Clarice Lispector e seus mistérios

    Sugiro um bálsamo …  e a publicação dos posts do Gilberto Cruvinel sobre Clarice.

    Sugiro não. 

    Rogo.

    1. Anna Dutra

      5 de agosto de 2015 7:04 pm

      Tempos e Sensos …

      Deserto de Atacama perde para a frieza e aridez dessas paragens …

      Licancabur Volcano in San Pedro de Atacama, Chile

      https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Licancabur_Snow.jpg

       

      Qual será o personagem da próxima prisão espetacular ?  Aonde vamos afinal ?   Difícil …

  14. Cláudio José

    5 de agosto de 2015 6:19 pm

    PROJETO: MEDALHA DE HONRA (TITÂNIO)
    Rio de Janeiro, 5 de agosto de 2015 PROJETO: MEDALHA DE HONRA (TITÂNIO)  Caros amigos (as) falta um ano para a Olimpíada do Rio, o sonho de muitos atletas está ficando pertinho de se realizar, mas fico de coração cortado, quando um atleta chega tão perto e não ganha uma medalha, pois a disputa está cada vez mais acirrada, por isso, gostaria de sugerir ao COI, uma nova medalha, para esses guerreiros, a de quarto colocado, de Titânio. Com isso a disputa seria mais justa, pois teríamos uma valorização, para quem também é muito bom, e por um acaso ou uma fatalidade, não foi também premiado. Ser o quarto do mundo não é desmérito, para ninguém, pelo contrario, é um feito honrado, para ser comemorado.  Atenciosamente:
    Cláudio José, um amigo do povo e da paz. 

  15. Odonir Oliveira

    5 de agosto de 2015 8:15 pm

    Atenção, atenção! Finalmente um tucano preso ! Ah…!

  16. Odonir Oliveira

    5 de agosto de 2015 8:23 pm

    É tragédia a do palhaço Moro- portanto deve ser ridicularizado

    O SENSACIONALISTA

     

    Sérgio Moro lança CD: “você precisa de um homem pra chamar Dirceu, mesmo que esse homem seja eu”

     

     

     

    Para provar que seu negócio não é só prender, o juiz federal Sérgio Moro resolveu soltar a voz. Aproveitando o bom momento na mídia, Moro resolveu lançar um CD revisitando clássicos da MPB. O disco se chama “As melhores da Lava-Jato”, confira algumas canções que estão no álbum como esse clássico do Tremendão:

    “Você precisa de um homem
    pra chamar Dirceu,
    mesmo que esse
    homem seja eu…”

    Tem também um clássico de Jorge Ben imortalizado por Simonal:

    “Moro, um juiz federal
    Mandando mais que Deus
    E mandando a galera presa
    Cadê dinheiro? Cadê dinheiro?…”

    Os novos baianos também foram lembrados:

    “Catta Pretta, Pretta, Prettinha…”

    Nem o funk ficou de fora:

    “Tava com o Fuchs
    Encontrei o Eros Grau
    Sabe o que eu quero?
    Tribunal… Federal… É Federal…”

    O CD também conta com a participação de convidados como o Chiclete com Bahamas:

    “Sou doleiro, empreiteiro, mensaleiro,
    Quero mais o quê?…”

    E muitos outros convidados:

    Empreiteiros do Havaí
    Delação Urbana
    Zezé di Camargo Correia e Luciano
    E muito mais…

    O CD “As melhores da Lava-Jato” estão `a venda nas melhores casas do ramo (exceto nas lojas de conveniência dos postos Petrobras)

     

  17. Emanuel Cancella

    6 de agosto de 2015 10:55 am

    Dilma

      Quem praticou o estelionato eleitoral foi a Globo, Veja e o Lava Jato, em favor de Aécio Neves do PSDB

     

                                                                     

     

     

    Na véspera da eleição no 2º turno, dia 25/10, o Jornal Nacional da Globo faz reportagem de 15 minutos, comentando a notícia mentirosa de capa da revista Veja que dizia que Lula e Dilma sabiam da corrupção na Petrobrás.

    O TSE, por entender que a matéria era campanha de Aécio Neves proibiu a divulgação, mas mesmo assim a Globo botou no ar a matéria, com o agravante de ter sido no momento em que a lei proibia a propaganda eleitoral. 

    É importante lembrar que essa denúncia, melhor dizendo, armação, saiu da operação Lava Jato. A Veja, na reportagem, atribuiu a denúncia à delação premiada do doleiro Alberto Yussef. O advogado do doleiro negou a denúncia da Veja. É importante que a sociedade saiba que, mesmo se existisse a denúncia, ela não poderia ser divulgada sem a conclusão do processo. A delação premiada é uma importante ferramenta para a justiça, mas é só a palavra de um réu no intuito de diminuir sua pena, sem qualquer comprovação.

    E o que mais os revoltou, é que, mesmo assim perderam a eleição. Eles já davam como certa a vitória, já tinham discurso de posse, foto, imagem e tudo mais, mas deram com os burros n’água.        

    A sociedade precisa também saber que não é a primeira vez que a Globo aplica esse golpe, atropelando a lei eleitoral e o PT. Em 1989, a Globo, que apoiava Fernando Collor de Mello contra o candidato do PT, Luis Inácio lula da Silva, teve a cara de pau de colocar, também depois do encerramento da campanha, no Jornal Nacional e no Fantástico, passagens do último debate, só  que colocou os melhores momentos de Collor, e com essa manobra derrotou Lula. Na época, o diretor da Globo, Armando Nogueira, renunciou ao cargo por não compactuar com essa manobra. 

    Voltando a Dilma, que venceu Aécio, alguns dizem que ela mentiu em promessas de campanha. É importante lembrar à sociedade que, no período eleitoral, o barril de petróleo estava sempre acima dos cem dólares, quando Dilma assumiu o preço caiu para U$ 40. Nenhum analista de geopolítica de petróleo, no mundo, imaginava que o barril de petróleo caísse abaixo de cem dólares, e foi para quarenta dólares. Só para se ter uma idéia do impacto do petróleo em nossa economia, a Petrobrás, com os impostos que paga, financia 80% do PAC, as principais obras do país. Com essa queda no barril de petróleo, muitos países tiveram um revés em seu planejamento, e no Brasil não foi diferente.       

    Não se trata de defender Dilma ou criticá-la, a verdade tem que estar acima das disputas eleitorais.

    Na verdade, quem praticou o estelionato eleitoral foi a Globo, Veja, e o Lava Jato em favor de Aécio Neves do PSDB.

     

     

    Emanuel Cancella é coordenador do Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ) e da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP).

     

    Rio de Janeiro, 06 de agosto de 2015

     

    OBS.: Artigo enviado para possível publicação para o Globo, JB, o Dia, Folha, Estadão, Veja, Época entre outros órgãos de comunicação.

     

     

    http://emanuelcancella.blogspot.com.br/

     

                            

     

     

     

Recomendados para você

Recomendados