Jornal GGN – O governo Bolsonaro acordou nesta quinta (14) em expectativa sobre qual será o desfecho da crise envolvendo o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, suspeito de ter participado de um esquema de candidaturas laranjas do PSL.
A crise foi inflada com a interferência de Carlos Bolsonaro, que acusou Bebianno de mentir quando o ministro disse que já havia conversado com o presidente Jair Bolsonaro sobre as acusações acerca do laranjal do partido.
Nos bastidores, a eventual demissão de Bebianno por Jair Bolsonaro será uma demonstração do nível de influência e poder de Carlos Bolsonaro, que é apenas vereador no Rio de Janeiro e não tem cargo no Executivo, sobre o governo central.
Segundo O Globo, a postura de Carlos não agradou membros do governo e partido.
“Alvo de um ataque público do filho do presidente, Bebianno passou a ter ao seu lado militares, que consideram um “erro” do presidente o modo como deixou a crise se instalar no Palácio do Planalto.
Integrantes do governo analisam que a demissão de Bebianno dará “superpoderes” no Executivo a Carlos, que é apenas vereador no Rio e não ocupa cargo no governo. Reservadamente, Bolsonaro vem sendo criticado por, ao ter replicado as mensagens do filho, ter endossado o ataque ao ministro , um dos seus mais antigos aliados e coordenador de sua campanha”, escreveu o jornal.
A Folha de S. Paulo revelou que o PSL sob Bebianno destinou R$ 400 mil do fundo partidário para a candidata Maria de Lourdes Paixão, de 68 anos, que concorreu a deputada federal em Pernambuco. Ela ganhou mais verba eleitoral que Jair Bolsonaro e recebeu apenas 274 votos, um indicativo de que a candidatura era de fachada.
Luis Armidoro
14 de fevereiro de 2019 3:58 pmNão fica um ,meu irmão
Rui Ribeiro
14 de fevereiro de 2019 4:22 pmSe exonerar é ruim, se não exonerar, é pior.
A mentira tem pernas curtas.
Por falar nisso, cadê o Queiroz?
Marcelo Luiz Correa
14 de fevereiro de 2019 9:38 pmA melhor coisa a fazer com Bebiano, Mourão e outros macacos mais deste ZOO é dar-lhes o desprezo, já que o ostracismo, infelizmente, não faz parte desse lixo de Constituição de 88, que é outra excrecência da qual o governo devia se livrar juntamente com esse STF bolivarirranço!
Lenice Gusman
15 de fevereiro de 2019 9:57 amAfinal, o Brasil criou uma nova forma de presidencialismo. Temos hoje quatro presidentes da República. Onde está o judiciário pra fazer valer a Constituição?
Que vergonha um país apresentar seus farrapos humanos como gestores!…