6 de junho de 2026

Desfecho da crise Bebianno mostrará nível de influência de Carlos Bolsonaro

Mídia espera decisão de Bolsonaro sobre eventual demissão do ministro Gustavo Bebianno, suspeito de atuar em esquema de candidatos laranjas do PSL

Jornal GGN – O governo Bolsonaro acordou nesta quinta (14) em expectativa sobre qual será o desfecho da crise envolvendo o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, suspeito de ter participado de um esquema de candidaturas laranjas do PSL.

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A crise foi inflada com a interferência de Carlos Bolsonaro, que acusou Bebianno de mentir quando o ministro disse que já havia conversado com o presidente Jair Bolsonaro sobre as acusações acerca do laranjal do partido.

Nos bastidores, a eventual demissão de Bebianno por Jair Bolsonaro será uma demonstração do nível de influência e poder de Carlos Bolsonaro, que é apenas vereador no Rio de Janeiro e não tem cargo no Executivo, sobre o governo central.

Segundo O Globo, a postura de Carlos não agradou membros do governo e partido.

“Alvo de um ataque público do filho do presidente, Bebianno passou a ter ao seu lado militares, que consideram um “erro” do presidente o modo como deixou a crise se instalar no Palácio do Planalto.

Integrantes do governo analisam que a demissão de Bebianno dará “superpoderes” no Executivo a Carlos, que é apenas vereador no Rio e não ocupa cargo no governo. Reservadamente, Bolsonaro vem sendo criticado por, ao ter replicado as mensagens do filho, ter endossado o ataque ao ministro , um dos seus mais antigos aliados e coordenador de sua campanha”, escreveu o jornal.

A Folha de S. Paulo revelou que o PSL sob Bebianno destinou R$ 400 mil do fundo partidário para a candidata Maria de Lourdes Paixão, de 68 anos, que concorreu a deputada federal em Pernambuco. Ela ganhou mais verba eleitoral que Jair Bolsonaro e recebeu apenas 274 votos, um indicativo de que a candidatura era de fachada.

Redação

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10 Comentários
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  1. Luis Armidoro

    14 de fevereiro de 2019 3:58 pm

    Não fica um ,meu irmão

  2. Rui Ribeiro

    14 de fevereiro de 2019 4:22 pm

    Se exonerar é ruim, se não exonerar, é pior.
    A mentira tem pernas curtas.
    Por falar nisso, cadê o Queiroz?

  3. Marcelo Luiz Correa

    14 de fevereiro de 2019 9:38 pm

    A melhor coisa a fazer com Bebiano, Mourão e outros macacos mais deste ZOO é dar-lhes o desprezo, já que o ostracismo, infelizmente, não faz parte desse lixo de Constituição de 88, que é outra excrecência da qual o governo devia se livrar juntamente com esse STF bolivarirranço!

  4. Lenice Gusman

    15 de fevereiro de 2019 9:57 am

    Afinal, o Brasil criou uma nova forma de presidencialismo. Temos hoje quatro presidentes da República. Onde está o judiciário pra fazer valer a Constituição?
    Que vergonha um país apresentar seus farrapos humanos como gestores!…

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