10 de junho de 2026

Depois de homologar fundo para Lava Jato, Gabriela Hardt começa a dar palestras

DCM revela que juíza participará de fórum sobre crimes econômicos e financeiros em Curitiba, no lugar de Sergio Moro. Magistrada que condenou Lula no caso Atibaia é um dos assuntos mais comentados no Twitter, neste sábado (9), depois da notícia de que ela homologou a fundação privada e bilionária da Lava Jato

Jornal GGN – A juíza Gabriela Hardt é um dos assuntos mais comentados no Twitter, neste sábado (9). Entre as novidades está a notícia, do DCM, sobre a possível entrada da magistrada no mercado de palestras. Hardt foi convidada para participar do “Fórum Nacional sobre crimes econômico financeiros”, em Curitiba, ainda neste mês, diz o portal.

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“No painel intitulado ‘Do Caso Banestado à Operação Lava Jato’, Gabriela estará ao lado de Fábio Salvador (chefe da perícia da PF na capital do Paraná) e da delegada Erika Mialik Marena, famosa pelo caso Cancellier — o reitor da UFSC que se suicidou após denunciar o vexame e a humilhação a que foi submetido após operação da Polícia Federal”, destacou o DCM. O ex-juiz Sergio Moro foi cotado para o evento, mas desistiu depois de assumir o Ministério da Justiça de Jair Bolsonaro.

Na noite de sexta (8), o GGN mostrou que Hardt homologou o acordo entre Petrobras e Ministério Público Federal no Paraná, abrindo mão de uma das atribuições da 13ª Vara Federal previstas no contrato: selecionar os 5 fiscais que vão acompanhar a criação da fundação privada que vai administrar R$ 2,5 bilhões. Declarando-se incompetente, a juíza entregou o poder de definir os fiscais à equipe do MPF em Curitiba.

Juíza Gabriela Hardt, que fez copia e cola na sentença de Lula alegando “excesso de trabalho”, vai palestrar sobre a Lava Jato

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7 Comentários
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  1. Fabio de Oliveira Ribeiro

    9 de março de 2019 2:37 pm

    O que ela tem a ensinar além dos preconceitos senhoriais? Técnicas de como copiar e colar sentenças?

  2. Anônimo

    9 de março de 2019 3:39 pm

    Quem paga a palestra que ela dará?

    1. Geraldo Delfim

      10 de março de 2019 11:39 am

      Interessante ver o trecho do livro de Jessé Souza, a Classe média no espelho. no capitulo: “Sérgio: O CEO de um banco explica como se compra o mundo”.

  3. peregrino

    9 de março de 2019 3:39 pm

    Eis que a modo próprio vão alterando o campo de aplicação do dinheiro público…

    se der certo, futuramente estarão escolhendo destinatários, se já não estão a garantir um lugar na fila

    e o TCU ainda garante que o controle de dinheiro público é popular

  4. weez

    9 de março de 2019 4:42 pm

    Esses “brancos” brasileiros com pele amarelada, olhos e cabelos pretos… Tão mais para árabes

  5. Sidnei

    9 de março de 2019 4:56 pm

    Ela não é fofa???
    Fala a verdade…

  6. Irnac Valadares

    9 de março de 2019 7:20 pm

    Então o suposto “réu” não era o ladrão e menos corrupto como eles afirmaram❗
    “O ex-juiz mercenário e seus aceclas de Curitiba” que se propuseram à fazer parte de um esquema internacional de corrupção dentro da operação da lava jato, para retirar o excelentíssimo sr. ex-presidente da república Luis Inácio Lula da Silva da disputa eleitoral e torna-lo preso politico, e assim favorecer à entrega das nossas riquezas da petrobras ão imperialismo (EUA). Eles nunca combateram à ”corrupção de fato”, sempre foi esse o principal objetivo desta mega operação! É isso mesmo que entendi, ou estou equivocado? ???

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