Presidente Dilma Rousseff anunciou que o contingenciamento não vai paralisar o funcionamento da máquina federal
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CONTIGENCIAMENTO ADEQUADO
“Nós vamos fazer uma boa economia para que o País possa crescer e ter sustentabilidade no crescimento.” Em entrevista coletiva, Dilma garantiu que o ajuste fiscal será adequado e não paralisará o governo. Confira no vídeo!
Posted by Dilma Rousseff on Quinta, 21 de maio de 2015
Jornal GGN – O tamanho dos cortes no Orçamento de 2015 da União será anunciado logo mais, nesta sexta-feira (22). Mas a presidente Dilma Rousseff quis adiantar, nesta quinta, que o contingenciamento no Orçamento de 2015 não vai paralisar o funcionamento da máquina federal. “Nenhum contingenciamento paralisa governo, o governo gasta menos em algumas coisas, é isso que acontece. Vamos fazer uma boa economia para que o País possa crescer e possa ter sustentabilidade no crescimento”, explicou.
“Tem gente que acha que o contingenciamento do governo vai ser pequeno. Não vai. Vai ser um contingenciamento – e eu dou o conceito, não o número – não grande, tão grande que não seja necessário, nem tão pequeno que não seja efetivo. Ele tem de ser absolutamente adequado”, disse a presidente no Palácio Itamaraty.
A equipe econômica do governo queria divulgar o corte ainda nesta quinta, para ser publicado no Diário Oficial na sexta. Entretanto, diante das negociações com o Congresso Nacional, o governo deixou para o fim da semana o anúncio do contingenciamento. Há a possibilidade de divulgação do dado em edição extra no Diário Oficial, para cumprir o último dia do prazo para o anúncio.
“As MPs 664 e 665, que são as duas medidas provisórias que fundam o ajuste e o PL da desoneração, nós trabalhamos para a aprovação. Nós somos um país democrático em que não existe a hipótese de o Executivo dizer ‘Olha, aprova, viu?’. O que se faz? Se dialoga. Então, a gente quer é justamente isso. Não posso fazer o prognóstico (sobre votação no Congresso) para você, eu tenho de respeitar como é que vai se dar a discussão, eu não sei se vai ter emenda”, disse Dilma, apresentando o cenário de dificuldade do ajuste fiscal ser aprovado no Congresso.
As medidas provisórias estão travadas no Senado, que precisa aprovar até o dia 1º de junho para não serem derrubadas.
Com isso, e com o projeto de lei que aumenta a contribuição sobre a folha de pagamentos também ter dificuldades de votação, elevou a perceção no governo de que o contingenciamento deverá ser mais expressivo. Joaquim Levy, ministro da Fazenda, defende um corte de R$ 78 bilhões, segundo informações do Estadão.
A presidente espera que o plenário do Senado destrave as Medidas Provisórias. “Eu quero a aprovação, eu espero a aprovação. […] Como é que a gente recompõe as contas fiscais? Com essas duas MPs (664 e 665) e com o PL da desoneração”, além do contingenciamento, completou Dilma.
joao
22 de maio de 2015 2:24 pmminha dor de cabeca!
Em termos humanos, quanto vai atngir e em quanto sera o corte direto e indireto na agricultura familiar. O nosso sustento e alimentacao dos brasileiros combatendo a inflacao e a falta no prato do dia a dia. Nao eh exportacao eh o combate a fome nossa de cada dia.
Na educacao e saude.
gabi_lisboa
22 de maio de 2015 3:19 pmNenhum corte é adequado para mim
se ele significa menos dinheiro na saúde e educação para pagar juros para especuladores. O ajuste fiscal só faria sentido se os juros não estivessem sugando tudo mais uma vez.
C.Paoliello
22 de maio de 2015 3:58 pmArrocho=desigualdade
“Ajuste”(=arrocho) leva a Espanha a níveis recordes de desigualdade:
http://www.telesurtv.net/news/Desigualdad-en-Espana-alcanza-nivel-record-por-la-crisis-20150522-0017.html
C.Paoliello
22 de maio de 2015 4:13 pmArrocho=aumento da desigualdade
“Ajuste”(=arrrocho), leva a Espanha a níveis recordes de DESIGUALDADE:
drigoeira
22 de maio de 2015 5:41 pmDiminuição dos cargos comissionados…
Quanto é a despesa dos cargos comissionados no Governo Federal, nos Estados e Municípios.
A maioria dos cargos comissionados possuem funções que podem ser desenvolvidas por servidores efetivos das esferas de governo.
Mas esta economia ninguém quer fazer.
Somente a economia da hipocrisia. O Brasil é um país produtivo, economizar o quê?
Anarquista Lúcida
22 de maio de 2015 8:09 pmAs universidades federais devem parar dia 28
Além de questoes salariais, o governo nao tem pago aos terceirizados que cuidam de limpeza, segurança e elevadores. Fica impossível o funcionamento das instituiçoes.
Andre B
23 de maio de 2015 1:37 amHá universidades que em está
Há universidades que em está faltando papel higiênico. Há corte de bolsas, inclusive para alunos que dependem delas para se custer na universidade; em alguns lugares não há restaurante universitário para os estudantes se alimentarem. Alunos pobres estão abandonando a Universidade Pública porque não tem condições de se manter. A situação dos trabalhadores terceirizados é de desespero. Ver isso acontecendo e continuar trabalhando como nada estivesse acontecendo é vil, indigno e desumano.