15 de julho de 2026

Governo anuncia hoje cortes no Orçamento 2015

Presidente Dilma Rousseff anunciou que o contingenciamento não vai paralisar o funcionamento da máquina federal
 

(function(d, s, id) { var js, fjs = d.getElementsByTagName(s)[0]; if (d.getElementById(id)) return; js = d.createElement(s); js.id = id; js.src = “//connect.facebook.net/pt_BR/sdk.js#xfbml=1&version=v2.3”; fjs.parentNode.insertBefore(js, fjs);}(document, ‘script’, ‘facebook-jssdk’));

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

CONTIGENCIAMENTO ADEQUADO

“Nós vamos fazer uma boa economia para que o País possa crescer e ter sustentabilidade no crescimento.” Em entrevista coletiva, Dilma garantiu que o ajuste fiscal será adequado e não paralisará o governo. Confira no vídeo!

Posted by Dilma Rousseff on Quinta, 21 de maio de 2015

 
Jornal GGN – O tamanho dos cortes no Orçamento de 2015 da União será anunciado logo mais, nesta sexta-feira (22). Mas a presidente Dilma Rousseff quis adiantar, nesta quinta, que o contingenciamento no Orçamento de 2015 não vai paralisar o funcionamento da máquina federal. “Nenhum contingenciamento paralisa governo, o governo gasta menos em algumas coisas, é isso que acontece. Vamos fazer uma boa economia para que o País possa crescer e possa ter sustentabilidade no crescimento”, explicou.
 
“Tem gente que acha que o contingenciamento do governo vai ser pequeno. Não vai. Vai ser um contingenciamento – e eu dou o conceito, não o número – não grande, tão grande que não seja necessário, nem tão pequeno que não seja efetivo. Ele tem de ser absolutamente adequado”, disse a presidente no Palácio Itamaraty.
 
A equipe econômica do governo queria divulgar o corte ainda nesta quinta, para ser publicado no Diário Oficial na sexta. Entretanto, diante das negociações com o Congresso Nacional, o governo deixou para o fim da semana o anúncio do contingenciamento. Há a possibilidade de divulgação do dado em edição extra no Diário Oficial, para cumprir o último dia do prazo para o anúncio.
 
“As MPs 664 e 665, que são as duas medidas provisórias que fundam o ajuste e o PL da desoneração, nós trabalhamos para a aprovação. Nós somos um país democrático em que não existe a hipótese de o Executivo dizer ‘Olha, aprova, viu?’. O que se faz? Se dialoga. Então, a gente quer é justamente isso. Não posso fazer o prognóstico (sobre votação no Congresso) para você, eu tenho de respeitar como é que vai se dar a discussão, eu não sei se vai ter emenda”, disse Dilma, apresentando o cenário de dificuldade do ajuste fiscal ser aprovado no Congresso.
 
As medidas provisórias estão travadas no Senado, que precisa aprovar até o dia 1º de junho para não serem derrubadas.
 
Com isso, e com o projeto de lei que aumenta a contribuição sobre a folha de pagamentos também ter dificuldades de votação, elevou a perceção no governo de que o contingenciamento deverá ser mais expressivo. Joaquim Levy, ministro da Fazenda, defende um corte de R$ 78 bilhões, segundo informações do Estadão.
 
A presidente espera que o plenário do Senado destrave as Medidas Provisórias. “Eu quero a aprovação, eu espero a aprovação. […] Como é que a gente recompõe as contas fiscais? Com essas duas MPs (664 e 665) e com o PL da desoneração”, além do contingenciamento, completou Dilma.
 

Patricia Faermann

Jornalista, pós-graduada em Estudos Internacionais pela Universidade do Chile. Coordenadora de Projetos. Repórter e documentarista de Política, Justiça e América Latina do GGN desde 2013.

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

7 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. joao

    22 de maio de 2015 2:24 pm

    minha dor de cabeca!
    Em termos humanos, quanto vai atngir e em quanto sera o corte direto e indireto na agricultura familiar. O nosso sustento e alimentacao dos brasileiros combatendo a inflacao e a falta no prato do dia a dia. Nao eh exportacao eh o combate a fome nossa de cada dia.
    Na educacao e saude.

  2. gabi_lisboa

    22 de maio de 2015 3:19 pm

    Nenhum corte é adequado para mim

    se ele significa menos dinheiro na saúde e educação para pagar juros para especuladores. O ajuste fiscal só faria sentido se os juros não estivessem sugando tudo mais uma vez.

  3. C.Paoliello

    22 de maio de 2015 3:58 pm

    Arrocho=desigualdade

    “Ajuste”(=arrocho) leva a Espanha a níveis recordes de desigualdade:

    http://www.telesurtv.net/news/Desigualdad-en-Espana-alcanza-nivel-record-por-la-crisis-20150522-0017.html

  4. C.Paoliello

    22 de maio de 2015 4:13 pm

    Arrocho=aumento da desigualdade

    “Ajuste”(=arrrocho), leva a Espanha a níveis recordes de DESIGUALDADE:

     

     

  5. drigoeira

    22 de maio de 2015 5:41 pm

    Diminuição dos cargos comissionados…

    Quanto é a despesa dos cargos comissionados no Governo Federal, nos Estados e Municípios.

    A maioria dos cargos comissionados possuem funções que podem ser desenvolvidas por servidores efetivos das esferas de governo.

    Mas esta economia ninguém quer fazer.

    Somente a economia da hipocrisia. O Brasil é um país produtivo, economizar o quê?

     

  6. Anarquista Lúcida

    22 de maio de 2015 8:09 pm

    As universidades federais devem parar dia 28

    Além de questoes salariais, o governo nao tem pago aos terceirizados que cuidam de limpeza, segurança e elevadores. Fica impossível o funcionamento das instituiçoes.

    1. Andre B

      23 de maio de 2015 1:37 am

      Há universidades que em está

      Há universidades que em está faltando papel higiênico. Há corte de bolsas, inclusive para alunos que dependem delas para se custer na universidade; em alguns lugares não há restaurante universitário para os estudantes se alimentarem. Alunos pobres estão abandonando a Universidade Pública porque não tem condições de se manter.  A situação dos trabalhadores terceirizados é de desespero. Ver isso acontecendo e continuar trabalhando como nada estivesse acontecendo é vil, indigno e desumano.

Recomendados para você

Recomendados