4 de junho de 2026

Da necessidade de articular estratégias nacionais

 

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A China avança de forma exponencial na economia mundial. Banco da China, Banco dos BRICs, Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura, todo esse aparato significa a invasão chinesa no último reduto inexpugnável da economia internacional: o mercado financeiro e as instituições multilaterais, desde Bretton Woods sob firme controle dos Estados Unidos.

Aconteceria agora ou mais tarde. Mas essa ocupação de território ocorre em um momento de total apatia da política externa norte-americana.

Lá e cá o mesmo fenômeno.

Primeiro, um estilhaçamento do poder, provocado pela globalização e suas múltiplas facetas: os movimentos migratórios, as redes sociais, os grandes movimentos de inclusão, a expansão do crime organizado e do terrorismo internacional, a implosão dos sistemas tradicionais de controle das informações através dos grandes grupos de mídia.

Todos esses fenômenos corroeram as formas tradicionais de poder, abrindo espaço para novos interlocutores antes que um novo aparato institucional surgisse para domar os novos tempos.

Na sequência, a dificuldade dos governantes de entender os novos tempos, a emergência da intolerância como manifestação mais ostensiva  do desconforto da classe média com os novos tempos, e o trabalho pertinaz da oposição de manietar todas as iniciativas governamentais.

Obama lá e Dilma cá são vítimas de suas limitações e da dificuldade de interpretar os novos tempos que os faz reféns da inércia. Partido Republicano lá, PSDB cá, a mesma incapacidade de criar um projeto alternativo e, na falta de ideias, passar a recorrer aos zumbis que saíram da tumba.

***

O esgoto de direita que invadiu a imprensa nos últimos anos e o lixo da intolerância que espalhou-se pelas ruas das cidades, em breve voltarão para as catacumbas dos tempos. O país é muito maior do que isso.

Mas o caminho do desenvolvimento continuará lento, pela incapacidade nacional de planejar as ações futuras – visível na falta de thinks tanks, centros de visão estratégica, e na incapacidade atual do governo de articular planos integrados.

É por aí que se entende porque alguns países aproveitam janelas de oportunidades e dão saltos no seu processos histórico, enquanto outros parecem caminhar permanentemente atrás dos fatos.

***

Por exemplo, houve uma desvalorização do real, abrindo espaço para uma retomada das exportações de manufaturados e uma substituição dos insumos importados que, nas últimas décadas, tomou de assalto as diversas cadeias produtivas nacionais.

Por outro lado, há a invasão chinesa. Se entrar nesse jogo com uma visão clara de futuro, de complementariedade com a economia chinesa, o país poderá experimentar uma nova revolução industrial. Hoje em dia há inúmeras limitações ambientais na China.

***

Dilma poderá reabilitar-se perante a história se se der conta do papel da presidência como definidor da pauta nacional, como organizador do debate, como estimulador da nacionalidade.

O primeiro passo é definir a visão de futuro.

Criou-se um novo espaço de debate com o exaurimento provisório das manifestações de rua, com o cansaço com o negativismo militante da mídia e com a incapacidade da oposição de definir um projeto de país.

***.

Por outro lado, a sombra da recessão está chegando com a velocidade de um tsunami. Mudar o estilo de governar não se trata mais de preciosismo, mas questão de sobrevivência.

Esta semana, o MDIC (Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio) anunciou um plano nacional de exportações, montado em reuniões com exportadores, entidades empresariais, identificando de forma sistêmica os obstáculos a serem superados.

Pode ser o início de recomposição do modelo de definição aberta de políticas públicas.

Ou não.

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Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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32 Comentários
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  1. joel lima

    20 de maio de 2015 10:03 am

    O governo Dilma tinha que

    O governo Dilma tinha que comprar, mais do que produtos, é o lema chinês : “De que me importa a cor do gato desde que ele coma o rato? ” Lema que o governo Lula adotou na surdina, principalmente na parte econômica – é que possibilitou o Brasil se recuperar rapidamente da crise de 2008. O governo Dilma é a prova de que um governante que quer que o mundo se encaixe à todo custo em sua ideologia não dá resultados. 

  2. theolg

    20 de maio de 2015 10:29 am

    Colônia

    A ferrovia é chinesa.

    As teles são de tudo, menos brasileiras: americana, italiana, portuguesa, espanhola.

    As montadoras de veículos, nenhuma é brasileira.

    A nossa internet logo vai ser do Facebook. Com o aval da presidenta.

    Os coreanos e chineses avançam sobre nosso pequeno comércio de maneira fria, calculada, estratégica. Pensam, coisa que deixamos de fazer há muito tempo.

    Gostaria de ser determinado como o Nassif. O cara escreve há trocentos anos sobre a necessidade de um projeto de país, vê exemplos diários que mostram que isso nunca sairá do papel, e continua batendo na mesma tecla.

  3. alexis

    20 de maio de 2015 11:09 am

    Brazil vs. Brasil?

    Segundo informações lidas na imprensa, nestes anos recentes, a VALE importa trilhos de ferrovias (embora esteja há anos pensando em fabricar aqui), vagões da Romênia, locomotivas e, recentemente, cogitando adquirir 50 navios da China. Enquanto isso a Usiminas (de conturbada disputa pelo seu controle entre japoneses e ítalo/argentinos) irá desligar – embora temporariamente – dois altos fornos no Brasil, reduzindo a produção local de aço.

    Ainda não tenho lido uma análise mais completa do que esta decisão da Usiminas irá gerar no Brasil, sem duvida indo contra os melhores desejos do Getúlio Vargas. Em principio temos que, além do baixo preço da commodity, que desanimou os produtores / exportadores de minério de ferro, o pouco mercado interno de minério ainda em atividade recebe aqui uma punhalada.

    Conheço um grupo corajoso de empresários do Nordeste que está cogitando a implantação de alto forno para criar um pólo de desenvolvimento, que envolva a produção de minério local e a utilização de aço pelas indústrias da região.

     

    1. Jose S S. Silva

      20 de maio de 2015 11:30 am

      Brasil vs. Brasil

      O sr. está coberto de razão. Não articulamos a indústria nem num setor onde somos “donos do mundo”, donos das maiores reservas de minério de ferro do planeta. Somos muito primários, somos de um atraso, falta de cultura e de informção que chegam a assustar. 

    2. Renato Lages

      20 de maio de 2015 5:13 pm

      Nunca entendi porque o Brasil
      Nunca entendi porque o Brasil não produz aço.
      Preferem deixar de investir e desenvolver aqui pra comprar e gerar emprego lá fora.
      É coisa de partido de governo entreguista, de choque de “jestão”, de uma midia venal e empresários do atraso mesmo, e agora com um judiciário que mostra a cara que tem, onde alguns preferem destruir setores da economia com a desculpa de “combate a corrupção”. Por isso o Brasil é subdesenvolvido. É necessário mudança de mentalidade.

  4. Jose S S. Silva

    20 de maio de 2015 11:44 am

    Da necessidade de articular…

    Somos de uma inocência, de um atraso que beira o ridículo. A China estava aí há pelo menos 20 anos, implorando por uma parceria com o país com mais recursos naturais do planeta. Com o país com maior capacidade de se tornar a maior potência deste século. Temos tudo, não dependemnos de nada que venha do exterior. Temos certa paz, fronteiras pacifícas, água, terras férteis, SOL, SOL, SOL, minérios, terras raras, potencial energético, litoral, extensão continental,  petróleo, uma população de jovens. Vamos mudar o discurso. Vamos exercitar o cerébro. Não existe desculpa para tanto atraso.   

  5. Luis Armidoro

    20 de maio de 2015 11:45 am

    Caros Nassif e camaradas do

    Caros Nassif e camaradas do blog

    Lamento, mas estou pessimista (não votei na Dilma para ela aplicar o programa tucano de devastação econômica e social). Sou engenheiro de um hospital público, e observo que há 3 anos, licitações de mais de um milhão de reais não interessava a quase ninguém, e agora os empreiteiros brigam por serviços merrecas de R$ 100.000,00. E todos os empreiteiros falando da quebradeira no setor de construção.

    Fico pensando que não é apenas a indústria de construção civil, outros setores industriais estão afundando e arrastando comércio e serviços juntos.

    E o que é feito? A aplicação de um plano raso e vulgar (que parece chupado de uma apostila de um curso de graduação de uma universidade norte-americana), infestado de dogmas neoliberais: corte de gastos (menos juros, porque ninguém pode bulir com bancos), recessão, aumento de impostos

    Dá para ver que os únicos lugares do mundo que ainda acreditam no neoliberalismo são o PSDB e o Ministério da Fazenda do Governo Brasileiro

     

    1. Álvaro Noites

      20 de maio de 2015 1:05 pm

      Os únicos que ainda acreditam

      Os únicos que ainda acreditam no neoliberalismo são o PSDB, a velha mídia, FGV, Banco Central e o Ministério da Fazenda.

      No mais, a causa raíz desse pânico das empreiteiras não é esse pacotaço do Levy, e sim essa palhaçada chamada “Lava Jato”.

      Já na industria automobilística é fato de que a restrição de crédito e as sucessivas altas da Selic derrubaram as vendas. Entretanto, nenhuma montadora desistiu de investir no Brasil.

  6. Paulo Victor

    20 de maio de 2015 12:08 pm

    Articulação

    A unica coisa bem articulada aqui é a Cleptocracia. Todos os partidos e poderes estão unidos e cooesos para sugar a população.

  7. Frederick Cunha

    20 de maio de 2015 12:21 pm

    A Falta de um Projeto de Brasileiro

    Nos últimos anos, muito se discute a falta de um projeto de país para o Brasil, sempre com os pensamentos girando em torno de questões econômicas e políticas. Mas há outras questões que são não menos importantes, mas em vários casos servem de suporte para as mudanças e revoluções que ocorrem nestas primeiras. Se pesquisarmos a história de diferentes povos e diferentes nações, poderemos perceber que além da construção de um sistema político-econômico próprio, todos os que alcançaram por um período um grau elevado de maturidade e desenvolvimento construiram em conjunto com o seu crescimento um ideal de cidadão único e distinto de todos os outros povos ao redor. Peguemos os gregos na era clássica, os romanos da época do império, os ingleses da revolução industrial, os fanceses da belle époque, os americanos no pós-guerras mundiais, todos estes povos construiram uma visão de ser humano original, baseado nas características próprias de seu povo. E em torno desta visão impulsionaram o seu desenvolvimento de modo a servir de exemplo a ser admirado e invejado pelos outros povos. Ou seja, estes povos que construiram estas visões singulares exportaram para o resto do mundo ideias e práticas próprias, ajudando a impulsionar a sua economia e o desenvolvimento dos seus sistemas políticos.

    No Brasil, não há esta visão de “brasileiro”. Não há um modelo próprio a ser admirado, um modelo inspirador da educação característico do país. Claro que existem arremedos ou ideias pontuais aqui e acolá. Há então uma falta de integração entre estas diferentes imagens para compor um conjunto harmonioso que sirva de ponto de referência para a formação dos indivíduos. Já houve esta tentativa, mas ou por vias da imitação de modelos do passado clássico (O Guarani) ou pela via de uma farsa realista (modernistas). Em tempo de crise, este modelo se faz ainda mais necessário para servir de suporte psicológico para os indivíduos. Na falta deste modelo nacional, as igrejas evangélicas suprem esta necessidade de suporte.

    Portanto, para além de pensarmos em um modelo político-econômico para o país, é preciso pensarmos também em um modelo estético, cultural, social e educacional. Precisamos desvincular os mecanismos de produção cultural tanto de viés ideológicos pré-estabelecidos (pró-social ou pró-capital), como dos círculos restritos de influencias políticas e corporativas. E mais, precisamos criar uma convergência da produção cultural e educacional na direção de um ponto no imaginário nacional e mundial, para servir de apoio e rumo para todo o país.

  8. Renato Ferreira Lima

    20 de maio de 2015 12:44 pm

    A eterna cara-de-pau keynesiana

    Um keynesiano brasileiro em momento ufanista, lá em 2010 – “Vencemos a crise de 2008 com medidas anti-ciclicas. O que foi um tsunami no mundo, aqui foi apenas uma marolinha” (isso é dito com ele enrolado em uma bandeira brasileira e com lágrimas emocionadas rolando pela face)

    Um keynesiano brasileiro em momento de dúvida, em 2013 – “O momento agora é de mais calma,… são os reflexos da crise de 2008… oi? se eu disse que tinha acabado? Disse, mas não dentro do contexto que você imagina… Vamos para a próxima pergunta?” (nessa ele já está vestido com um terno, pra dar a sensação de que ele sabe do que está falando).

    Um keynesiano brasileiro em véspera de eleição, 2014 – “Não há, REPITO, não há qualquer redirecionamento da economia no Brasil. O que temos são os rescaldos da crise de 2008 que,… hein? Não, meu filho, 2010 é 2010, e agora é 2014. Mas estamos com o pé no acelerador, o Brasil vai crescer e o povo brasileiro pode ficar confiante,… oi? Não, meu querido, não é recessão, é apenas um ajuste”. (vê-se, ao seu lado, uma garrafa de whisky pela metade)

    Um keynesiano brasileiro em 2015 – “A culpa é do liberalismo! Fora FHC!” (ele diz isso já com a passagem para estudar, com tudo pago – por nós – na Sorbonne de Paris, onde escreverá uma tese – “Como o liberalismo tucano quebrou o país no período 2010-2018.” Com prefácio de Frei Betto, claro – afinal, não se trata de ciência, mas de fé…

    A conta chegou! E com a ajuda de vocês, os keynesianos brasileiros que leram apenas keynes em resumos de Revista Contigo.

    1. Lionel Rupaud

      20 de maio de 2015 2:48 pm

      Resumindo J.M.Keynes = 666

      Daria para iniciar uma nova empresa evangelica, com a vantagem de não pagar I.R. o que é justo já que certamente o autor acha que o Estado não merece seu $$$.

      Cada uma…

  9. Mogisenio

    20 de maio de 2015 1:32 pm

    Durango Kid

    Olá debatedores, bom dia, bom dia ai , r. jornalista e equipe.

     

    Caros debatedores,

    deixemos de “crise de complexo de inferioridade”  à la Oliveira Viana.

    Alguém já disse: crise é oportunidade. 

    De fato, crise é oportunidade do outro lado. 

    Quebra ali, mas  renasce aqui e assim, sucessivamente.

    Olhem bem para essa desvalorização do real mencionada pelo r. jornalista . Trata-se de um  ponto fundamental para nós , não é mesmo?

    A “China”, como se sabe, não nos deixa mentir com o seu “controle do câmbio”.

    Câmbio minha gente! Câmbio.

    Sem crise de balanço de pagamentos. Reservas minha gente! Reservas!

    O neoliberalismo rentista por natureza esta aí, cobrando o seu superávit primário. Esse é um preço que pagamos. Um preço que colocaram até mesmo na lei de responsabilidade da GESTÃO fiscal.Não é de responsabilidade fiscal, mas sim, de responsabilidade da GESTÃO fiscal. Portanto, de responsabilidade do gestor. 

    Todavia, “um apreço não tem preço” e não viveremos ao “deus dará”.

    Voltemos ao nosso desenvolvimento de tecnologia. Pesquisa, desenvolvimento e  indústria.

    Por outro lado, caro Nassif, eu, daqui do meu teclado, tentando compreender o que não se vê(*) acredito que sua excelência deve estar ou já está fechado o acordo da nova coalizão de interesses de classe.

    (Bastiat – é preciso ver o que não se vê, sobretudo, “após seis anos trabalhando no comércio, volta para junto de seu avô, que vem a falecer ano seguinte, em 1825. Ei-lo então, aos 24 anos , HERDEIRO, de uma vasta PROPRIEDADE, que passa a ter de ADMINISTRAR. ( grifos meus)

    Eis a “meritocracia” !

    Voltando.

    Nesse sentido, o que me importa agora é saber quem vai pagar o quê e não “quem é que vai pagar por isso”. A conta dos “trabalhadores” classe baixa e média empregada na área privada e pequena burguesia, parece-me  já foi colocada. Quero ver a conta dos outros: classe média burocrática pública, classe média alta burguesa, classe alta, sobretudo, rentista, essa daí, dos “Bastiat  (res), brasileiros.

     

    Saudações

     

  10. João Carlos nejm

    20 de maio de 2015 1:43 pm

    País caro antes de ser rico.

    Sobre a ascensão da China não há paralelo na história. É apenas um gigante pela própria natureza que esta ocupando o seu lugar naturalmente, com o que tem de melhor, no caso deles, gente, muita gente… Resta ao Brasil criar projetos para baratear o custo e por consequência ser mais competitivo com o que temos de melhor, em nosso caso recursos naturais, terras cultiváveis e clima favorável. É difícil? A resposta é não. Mas o propósito é ser o melhor no que já se é bom por natureza… Fora isto vamos continuar patinando ou melhor deitado em berço explêndido. A china não tem concorrentes. Como pode-se concorrer com uma população de 1 bilhão e quinhentos mil? No caso brasileiro nosso ” um bilhão e meio” está na natureza. É fato está aí para o mundo todo ver…Que pais do mundo reúne todas as condições que são favoráveis para a eficiência total no cultivo, extração e uso de recursos naturais que possa ser aplicado o ano inteiro em todas as regiões desse imenso país? Bingo! Só o nosso…O vírus da doença holandesa parece ter sofrido uma mutação muito mais agressiva aqui no Brasil, pois é preciso multiplicar muitas vezes a inércia causada pela doença lá no “país baixo”, para justicar a nossa. O planejamento estratégico de um país como o nosso deve ser voltado para a exportação e por consequência, acumular recursos para sermos um país sem concorrência. Ignorar isso e como tentar mudar o curso de um rio. Sai muito mais caro…   

  11. João Carlos nejm

    20 de maio de 2015 1:43 pm

    País caro antes de ser rico.

    Sobre a ascensão da China não há paralelo na história. É apenas um gigante pela própria natureza que esta ocupando o seu lugar naturalmente, com o que tem de melhor, no caso deles, gente, muita gente… Resta ao Brasil criar projetos para baratear o custo e por consequência ser mais competitivo com o que temos de melhor, em nosso caso recursos naturais, terras cultiváveis e clima favorável. É difícil? A resposta é não. Mas o propósito é ser o melhor no que já se é bom por natureza… Fora isto vamos continuar patinando ou melhor deitado em berço explêndido. A china não tem concorrentes. Como pode-se concorrer com uma população de 1 bilhão e quinhentos mil? No caso brasileiro nosso ” um bilhão e meio” está na natureza. É fato está aí para o mundo todo ver…Que pais do mundo reúne todas as condições que são favoráveis para a eficiência total no cultivo, extração e uso de recursos naturais que possa ser aplicado o ano inteiro em todas as regiões desse imenso país? Bingo! Só o nosso…O vírus da doença holandesa parece ter sofrido uma mutação muito mais agressiva aqui no Brasil, pois é preciso multiplicar muitas vezes a inércia causada pela doença lá no “país baixo”, para justicar a nossa. O planejamento estratégico de um país como o nosso deve ser voltado para a exportação e por consequência, acumular recursos para sermos um país sem concorrência. Ignorar isso e como tentar mudar o curso de um rio. Sai muito mais caro…   

  12. Alexandre Weber - Santos -SP

    20 de maio de 2015 1:44 pm

    Recessão 2015.75 aqui vamos nós, sem lenço nem documento

    O tempo urge e a Dilma dorme.

    Acorda, Dilma!

  13. vera lucia venturini

    20 de maio de 2015 1:51 pm

    Pelo racicionio do Nassif o

    Pelo racicionio do Nassif o país só tem uma pessoa responsável por todas as mazelas: o governo federal. Quanto a industrialização e exportações do país falta combinar com o ramo. Quem quer trabalhar, trabalha. Não precisa de governo. Quem comanda a Fiesp está interessado em industrialização ou em política? Quem dirige a CNI está interessado em industrialização ou em política?

    E não é verdade que Dilma e Obama são governantes fracos. São governantes que foram pegos pela história e não conseguem governar justamente pelo “esgoto da direita”. Obama tem o Congresso contra ele. Dilma tem o Congresso  e a imprensa.

    1. Alexandre Weber - Santos -SP

      20 de maio de 2015 2:37 pm

      Bicicletas elétricas

      Infelizmente a realidade contradiz seus argumentos.

      Colocar a culpa no Fla X Flu – Direita X Esquerda, não socorre o Brasil nesta.

      Enquanto não for possível instalar uma fábrica de bicicletas elétricas competitiva mundialmente no Brasil, NADA FEITO!

      Bicicletas são uma indústria índice, se bobear até a Boeing as fabrica para desenvolver capacidades, a Airbus com certeza pois já estão lançando o primeiro avião comercial elétrico.

      Por aqui, ficamos choramingando em vêz de tomarmos atitudes e ações que realmente nos tirem deste atoleiro.

  14. Paulo Coelho

    20 de maio de 2015 2:12 pm

    Reconheci em Luis Nassif uma

    Reconheci em Luis Nassif uma forte influência do pensar de Caetano Veloso, no último parágrafo

  15. antonio barbosa

    20 de maio de 2015 3:09 pm

    Somos muitos “Brasis”.

    O Brasil não para. Pouco importa o que acontece aqui, ali ou acolá. O empresariado brasileiro se movimenta, se articula e provoca para continuar emergindo das cinzas da corrupção desenfreada do governo. O governo não é protagonista em nada, muito pelo contrário só comete bobagens em cima de absurdos. Veja o caso da Copa. Quem pode pagar R$ 600,00 para assistir uma partida de futebol? Só a burguesia. Ora se é assim, como o governo pode fazer discurso para o povo pobre? Incoerência. Desde FHC e seu plano de ajuste e arrocho salarial até hoje vivemos sob o espectro do imprevisto. No governo FHC ele dizia que o dólar não iria subir e da noite para o dia tivemos um mega desvalorização. Imagina quem tinha dívida em dólar? E não digo só de empresário não, tinha muito gente com viagens marcadas de filhos para o exterior que amargaram a devolução. Sacanagem da grossa. No governo FHC o PT sacaneava de todo jeito, usando a CUT e o MST provocava de tudo quanto era jeito para desestabilizar o governo e chegar ao poder. Hoje mostra sua verdadeira cara: corrupção!! A sorte é que o PSDB são um bando de maricas que fingem ser o que nunca foram: OPOSIÇÃO. Esta palavra pode ser atribuída ao Sr. Bolsonaro, Ronaldo Caiado entre outros. Vejam o caso Fachin. Por isso fica difícil articular qualquer coisa no Brasil em termos governamentais, porque os políticos só querem DINHEIRO. Quem realmente se preocupa com o Brasil são os empresários (não banqueiros). Por isso é que nunca tivemos e creio jamais teremos um política desenvolvimentista de longo prazo. Somos muitos “Brasis”.

  16. Samba Canção

    20 de maio de 2015 3:57 pm

    Bolivariano uma óva! Bolchevistas é que eles são.

    Nada tão complicado assim!

    A China investe naquilo que lhe interessa: produção e escoamento de matérias primas.

    Fala-se em aumento dos tributos nas importações de manufaturados. Não acredito que produtos chineses venham a ser taxados além do que já são.

    Este investimento chinês exigirá uma reciprocidade. Arrisco prever: nossa indústria está morta. Não conseguirá cometi com os custos de mão de obra escrava dos chineses, ainda mais com o ingresso dos produtos facilitado pelo encurtamento do frete marítimo.

    Mas é o plano do PT, seremos comunistas. Não que isto decrete a morte de alguém, apenas decreta que seremos todos pobres, trabalhadores, construindo bens para um governo rico, e é lógico, construíndo riquezas e conforto para aqueles que detém o poder.

    Tudo é tão ridiculamente óbvio que eu não entendo porque é preciso esperar que se materialize para que seja percebido.

    “A melhor perspectiva que faço do futuro é a de que não farei parte dele”. (sou velho, estarei morto)

     

  17. Conde de Rochester

    20 de maio de 2015 6:02 pm

    Brasil, Pais do futuro…

    O que se procura é uma visão estratégica que abarque o conjunto e de alguma forma introduza elementos novos na sociedade, na economia e na cultura, senão é repetir o mais do mesmo. Qdo se compara o Brasil com outras nações, culturalmente e economicamente mais equilibradas, a analogia sera equivocada porque a realidade dentre elas são dispares, os EUA é o império atual que predomina, o brasil é uma região de terceiro mundo, que procura equacionar as mazelas, que impedem de utilizar o potencial existente a fim de conseguir melhores resultados, que permita melhorar a qualidade de vida de seus cidadãos.

    Qdo se fala de estadista é a espera de alguém que possibilitasse agregar e conectar todos elementos dispersos do cenário econômico nacional, no intuito de conseguir resultados diferentes daqueles que se conseguiu até hoje, o que seria necessário para não se repetir o mais do mesmo? Todo planejamento estratégico brasileiro até hoje, priorizou o interesse de grupos, regiões ou mesmo particular. Por esta razão o brasil é uma colcha de retalhos economicamente falando, as conexões que tornam uma economia estável, prospera e dinâmica, não existem, fazendo com que a realidade brasileira se assemelhe a um frankestein, sem alma, sem essência, sem norte…

    Todo organismo em as partes não estão devidamente conectadas é um organismo doente. A ultima tentativa de conseguir um resultado econômico de sucesso foi gerada pelo Lula, que como não podia ser de outra maneira conseguiu o mesmo de sempre, nada mudou, em termos estruturais, as mudanças que tentam supervalorizar, justificando o fracasso foram mudanças sociais inevitáveis, foram mudanças periféricas, que aconteceriam de uma forma ou de outra, a tal inclusão social seria atingida da mesma maneira por qualquer outra via. O tamanho da Nação brasileira foi o que deu a possibilidade destas mudanças e não a tentativa que se utilizou, que a bem da verdade não se distinguiu das anteriores, o Brasil continua campeão da desigualdade e tropeçando nas próprias pernas, o potencial de se tornar uma grande nação, continua sendo utopia e esperança.  

    É imprescindível um projeto firme estrutural que olhe para dentro, qualquer planejamento que despreze esta premissa sera repetir o mais do mesmo. Enquanto a sociedade brasileira não crescer como um todo o resultado sera apenas favorável, para parcelas da sociedade e o brasil continuara patinando. Esta mais do que obvio que não adianta insistir na mesma filosofia de crescimento adotada é a mesma coisa do alcoolatra que atingiu o fundo do poço, não adianta trocar de bebida ou mesmo de cidade para resolver seu problema, a saída é mudar radicalmente seu habito de vida, e parar de beber.

    Focar venda, produção e consumo no mercado interno a exportação somente seria um complemento e não solução. As conexões necessárias são as que ligam os componentes que dão vida a um organismo saudável e se repetir o mesmo o Brasil continuara a ser um organismo debilitado, paralisado que pretende se comunicar com o mundo exterior através de condutos hospitalar. Qdo, finalmente o Brasil saira da UTI? 

    1. Conde de Rochester

      20 de maio de 2015 8:51 pm

      HÁ 30 ANOS, o líder chinês

      HÁ 30 ANOS, o líder chinês Deng Xiao Ping fez uma reforma econômica no país. “Enriqueçam”, disse Deng ao povo. Negócios privados não apenas deixaram de ser proibidos como foram estimulados. Deng, que sobrevivera a mudanças de humor na gestão severa de Mao Tsetung, percebera que a ortodoxia comunista traria apenas mais miséria à China. Aos que diziam que abrir o mercado era destruir o conceito de comunismo, Deng, um homem extremamente prático, tinha uma resposta: “Comunismo é o que nós decidirmos que seja”.

       

      Nas três décadas passadas desde a revolução de Deng, a China cresceu 90 vezes. No ano passado, bateu os Estados Unidos como o maior fabricante de carros do mundo. Superou também a Alemanha como o país que mais exporta.

      Números recém-divulgados mostram que no segundo trimestre de 2010 a economia da China superou a do Japão para se tornar a segunda do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Especialistas em economia prevêem que, em algum momento da década de 2020, a China deixará para trás também os Estados Unidos.

      Será a maior economia do mundo.

      Não há país que não floresça com uma receita dessas.

      1. Conde de Rochester

        20 de maio de 2015 9:01 pm

         
        Quando se fala em sucesso

         

        Quando se fala em sucesso na agricultura familiar, há outros fatores a se observar além da produtividade. Qualidade de vida é um ponto determinante”, explicou o engenheiro agrônomo da Diretoria de Agricultura Familiar, Marcelo Gualberto. Para isso, a Secretaria da Agricultura e Pecuária (Seagro) tem desenvolvido ações de fomento voltadas ao agricultor familiar em ambos os quesitos. Através do Subprojeto de Investimento Comunitário (SIC), executado pela Seagro em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), os produtores da Fazenda Vitória tiveram recursos para adubação, ferramentas e a construção de suas casas – See more at: http://www.mda.gov.br/sitemda/noticias/agricultores-familiares-de-miranorte-s%C3%A3o-exemplos-de-sucesso-no-estado#sthash.YyNsXKG1.dpuf

        Para uma plateia formada por empresários brasileiros e europeus, a presidente Dilma Rousseff fez nesta segunda-feira, 24, uma contundente defesa do agronegócio brasileiro. ‘A agricultura no Brasil é um exemplo de sucesso’, afirmou, durante discurso no encontro empresarial Brasil-União Europeia, em Bruxelas, na Bélgica. ‘Esse sucesso na agricultura é (resultado) da parceria entre o setor público e o privado.’

        E porque não utilizar da mesma politica de sucesso nas diversas areas da economia nacional? Chegamos em um ponto de que o rentismo perde força em manter os apniguados emperrando com a verdadeira vocação de sucesso do povo brasileiro.

    2. Alexandre Weber - Santos -SP

      21 de maio de 2015 1:30 am

      Astrologia, uma das grandes proezas da humanidade

      The Blood Moon & ECM

      BloodMoon-4-15-2014

      QUESTION: Martin,

      I couldn’t help but notice that the forth blood moon will occur on Sept 28 2015. This seems to coincide with your 2015.75 turning point. Any thoughts?

      ANSWER: Our model has not taken astrology or events such as the Blood Moon into account. They may be markers, which have been correlated to events, but I personally do not believe that they are the CAUSE of events.

      Aug-Comit

      It is still part of human nature to seek a cause and effect to reduce complexity to a single event. Clearly, Babylonian astrology was the first organized system of astrology, which rose during the 2nd millennium BC. This was obviously a major research project that sought to correlate events on earth to the heavens. Even the Three Wise Men of the Nativity who traveled for the birth of Jesus wereZoroasters from Persia who studied the heavens. The appearance of a comet was the birth or death of king. This coincides with the birth of Jesus, as it was with the death of Julius Caesar, depicted on this coin of his nephew Augustus confirming to the people that Julius Caesar was divine.

      Ur-Nammu

      There is speculation that astrology of some form appeared in the Sumerian period in the 3rd millennium BC, since there are isolated references to ancient celestial omens dated to this period as well. Recent discoveries of Hammurabi Law Code revealed it to be copied in part from Sumerian law. The Legal Code of Ur-Nammu (ca. 2100BC) is the oldest known, written law code that predates Hammurabi’s law code by about 300 years. Martin Schøyen, a Norwegian collector of manuscripts, compiling over 13,000 documents, provided translation for this legal code.

      The history of scholarly celestial divination is therefore attributed to begin with late Old Babylonian texts (c. 1800 BC), continuing through the Middle Babylonian and Middle Assyrian periods (c. 1200 BC). This was a major research project that provided the roots in calend

       

  18. Severino Januário

    20 de maio de 2015 7:11 pm

    Renan Calheiros quer

    Renan Calheiros quer “regulamentar” a Federação e rever o Pacto Federativo, num momento em que o país necessita crucialmente de um poder executivo muito mais centralizado e forte, para agir em todo o território nacional e além dele. Com mais poderees para os estados, vão se acabar as intervenções e exigências necessárias ao progresso regional. Só São Paulo vai adorar. E Santa Catarina, que já reivindicou o direito de fazer um Código Florestal próprio, com nada de verde na beira dos rios. Talvez a República Brasileira não sobreviva aos mandos e desmandos dos Cunhas e Renans que a vida houve por bem colocar no Congresso.

    1. Severino Januário

      20 de maio de 2015 9:12 pm

      Será que estratégia de Renan

      Será que estratégia de Renan está inscrita no sonho secreto de dividir o nosso país, acalentado desde o início do século dezenove (desde a independência) por nossos inimigos?

  19. Marcos Arruda Raposo

    20 de maio de 2015 7:55 pm

    Acorda, gente!

    Vamos cair na real: taxas de crescimento como as chinesas de agora não teremos nunca, nem é possível ter. A China passou bem dois séculos com sua economia e seu nível de consumo deprimidos,  do resto do mundo. Agora, o que vemos é uma recuperação, que é naturalmente muito rápida. Como imaginar que o Brasil possa acompanhar?

    O que devem os brasileiros fazer, além de choramingar? Claro, devem tirar partido, atrair o investimento chinês. A China não tem interesse em continuar a investir em títulos do tesouro americano, a zero de remuneração. Portanto, está certo o governo brasileiro em fechar acordos que implicam em monumentais investimentos chineses. Alguém imagina a importância de uma ferrovia que corte a América do Sul, do Atlântico ao Pacífico? Alguém percebe a importância de abandonar o dólar e transacionar em yuans e em reais, no comércio bilateral Brasil-China? Acorda, gente! 

  20. Marcos Arruda Raposo

    20 de maio de 2015 7:56 pm

    Acorda, gente!

    Vamos cair na real: taxas de crescimento como as chinesas de agora não teremos nunca, nem é possível ter. A China passou bem dois séculos com sua economia e seu nível de consumo deprimidos,  na rabeira do resto do mundo. Agora, o que vemos é uma recuperação, que é naturalmente muito rápida. Como imaginar que o Brasil possa acompanhar?

    O que devem os brasileiros fazer, além de choramingar? Claro, devem tirar partido, atrair o investimento chinês. A China não tem interesse em continuar a investir em títulos do tesouro americano, a zero de remuneração. Portanto, está certo o governo brasileiro em fechar acordos que implicam em monumentais investimentos chineses. Alguém imagina a importância de uma ferrovia que corte a América do Sul, do Atlântico ao Pacífico? Alguém percebe a importância de abandonar o dólar e transacionar em yuans e em reais, no comércio bilateral Brasil-China? Acorda, gente! 

  21. Calvin

    20 de maio de 2015 9:11 pm

    Já vimos este filme

    “…plano nacional..montado em reuniões com exportadores, entidades empresariais, identificando…obstáculos a serem superados.”

    Alguém acha que as medidas anticíclicas que deram com os burros nágua saiu da cachola deste governo? A FIESP impôs esta agenda (bolsa BNDES e desonerações), apontando assimetrias do custo Brasil que o governo atabalhoadamente achou que extinguiria com decretos e MPs. Deu no que deu.

    Não é assembleísmo que falta, é projeto.

  22. edna baker

    20 de maio de 2015 9:51 pm

    Um Primeiro Ministro da China

    Um Primeiro Ministro da China no Brasil todos esses dias  e distribuindo um monte de dinheiro e a mídia não dá a mínima. Isso é que é inveja!

  23. joao

    21 de maio de 2015 2:37 am

    Certo!

    Articular com quem?

    Só um pouquinho diferente! O Brasil não vive um tempo da oposição politica.

    O PT hoje como partido @#$%^&*( e não os seus “agregados” (filiados, simpatizantes, esquerda, militantes, progressistas, etc. e tal) esta muito longe do Partido democrata. Por exemplo, New York é neste ponto uma trincheira aos republicanos e vamos dizer avançados e não progressistas, além de ser uma referencia como estado para o país. Tem uma moça aqui que sempre combate, o Lula por ser único dentro deste universo do centro esquerda a esquerda e ela comenta certo. Acabou o ideia, ilusão, aspiração, imaginação, devaneio, ilusão e o sonho do PT.

    Agora o PT é quem? Que estado ministerial? Quem faz o contra ponto? Sinceramente quem fala pelo PT ou simplesmente pelo Governo do PT/ Dilma. O combate no congresso não se tem verdadeiramente um líder do governo e nem do partido.

    Quando falam são viúvos do passado! O partido perdeu a Vivacidade e os Brios.

    Agora, o hoje e o que fazer nada e silenciam. Seja do Partido dos Trabalhadores ou da Presidente Dilma.

    A minoria por principio é mais barulhenta politicamente e onde estão eles no congresso?

    Há um silencio enlouquecedor dos antigos camaradas, só isto!

    Há um retraimento enfraquecedor e de medo louco da Dilma.

    As hienas e os abutres caçam!

    Desafetos! Diferenças! Religiões! Chantagem como Renam e Cunha estão fazendo com o executivo e o judiciário. A mídia corroendo e quem além dos blogs no Equilíbrio, Contrapeso, Compensação e Antítese?

    O vácuo do universo brasileiro.

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