
Jornal GGN – O mercado brasileiro encerrou suas atividades em alta, em meio às expectativas pela publicação do balanço da Petrobras referente ao primeiro trimestre de 2015 e à publicação de dados mais fracos na economia dos Estados Unidos.
O Ibovespa (índice da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo) fechou as operações de sexta-feira em alta de 1,04%, aos 57.248 pontos e com um volume negociado de R$ 6,357 bilhões. Com isso, a bolsa fecha a semana com ganho acumulado de 0,17%, e valorizações de 1,81% no mês e de 14,48% no ano.
Diante da expectativa pelos dados da Petrobras, as ações da estatal ficaram em destaque na bolsa – além da antecipação de alguns investidores ao vencimento de opções sobre ações, na segunda-feira. A ação ordinária (PETR3), que dá direito a voto, fechou com alta de 1,62%, a R$15,05; a ação preferencial (PETR4), que dá prioridade na distribuição de dividendos, subiu 1,22%, a R$ 14,06. Os números foram divulgados após o fechamento do pregão, e apontam um lucro líquido de R$ 5,330 bilhões no primeiro trimestre, resultado 1% inferior ao mesmo período do ano passado, quando o montante apurado foi de R$ 5,393 bilhões.
Os investidores também acompanharam a publicação de dados mais fracos da produção industrial dos Estados Unidos em abril: segundo o Federal Reserve (o Banco Central do país), o indicador caiu pelo quinto mês consecutivo em abril, apresentando uma contração de 0,3% após uma queda de 0,3% apurada em março. Tal resultado aumentou a percepção de que o ciclo de alta dos juros não deve começar no curto prazo.
No câmbio, a cotação do dólar comercial fechou em alta de 0,18%, a R$ 2,998 na venda, depois de ter operado em queda a maior parte do dia. De acordo com operadores consultados pela agência de notícias Reuters, a moeda não deve se estabilizar abaixo dos R$ 3, uma vez que cotações abaixo desse patamar poderiam abrir espaço para o Banco Central brasileiro reduzir a rolagem dos contratos de swap cambial (equivalentes à venda de dólares no mercado futuro). Alguns investidores também trabalham com a hipótese de um impacto benéfico da alta do dólar sobre a balança comercial.
Enquanto isso, a autoridade monetária brasileira negociou a oferta total de até 8,1 mil contratos de swap cambial tradicional (equivalentes à venda futura de dólares) no leilão de rolagem. Até o momento, o BC já rolou o equivalente a US$ 3,938 bilhões, ou cerca de 41% do lote total, que corresponde a US$ 9,656 bilhões.
Para segunda-feira, os agentes aguardam a publicação do IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) na segunda quadrissemana de maio, além do relatório Focus e dos dados semanais da balança comercial. No setor externo, destaque para os números da confiança do construtor nos Estados Unidos.
(com Reuters e Valor Econômico)
lenita
16 de maio de 2015 1:53 amBoas notícias, que ninguem
Boas notícias, que ninguem comentou. Pq será heim ? Será que estamos nos habituando a só ler notícias ruins ? E reclamam da GROBO . hahahaha.