
Imagem Ailton Lopes e texto de Rauni Fontana
Apresentado por Madrasta do Texto Ruim e Suzana Vasconcellos Guarani Kaiowá
“Jesus nasceu numa quebrada. Periferia da periferia mesmo.
Passou a vida arrumando treta por questões sociais. Defendeu assassino, ladrão, puta, pobre e leproso.
Juntou uma galera pra defender a causa. Começou a fazer barulho.
Conquistou o desafeto da classe média e da elite (ponto pro cara).
Considerado subversivo, foi preso pelo Império.
A classe média pedia pena de morte, mas o crime não a justificava. Pôncio Pilatos jogou o b.o. pra Herodes. Herodes se ligou na mesma coisa e devolveu o b.o..
Pilatos deixou pra galera decidir. Bem pensado, porque desde aquele tempo, o povo já tava cheio de dateninha linchador.
O cara foi executado ouvindo piadinha de justiceiro.
E não foi morto “entre” bandidos. Foi executado pelo Estado COMO bandido – subversivo, que de fato era.
Enfim, o messias cristão foi um sujeito pobre, nascido na perifa, engajado em questões sociais, executado como bandido pelo Estado sob os aplausos dos justiceiros.
Então, Jesus, se você estiver lendo isso e pensando em voltar, fica esperto.
Essa “gente de bem” de hoje em dia vai te matar de novo enquanto come bacalhau e ovo de Páscoa.”
Rauni Fontana
Jan
5 de abril de 2015 7:37 pmJesus por Kinski
https://www.youtube.com/watch?v=euB38pa3MkQ&spfreload=10
[video:https://www.youtube.com/watch?v=euB38pa3MkQ&spfreload=10%5D
romério rômulo
5 de abril de 2015 8:15 pmpáscoa de comunista!
é isso, lourdes.
romério
NOELVA NERI MARTINS
17 de abril de 2017 8:47 pmOlá Prof. Romério. Fui sua
Olá Prof. Romério. Fui sua aluna na UFOP. Quando penso em “Não Consumismo” logo penso em você.
evandro condé de lima
5 de abril de 2015 9:25 pmeste é o problema
E tome interpretações sobre um mesmo fato (se é que houve). cada um acredita no que acher mais conveniente.
Anna Dutra
5 de abril de 2015 10:03 pmClap, Clap, Clap!
Clap, Clap, Clap!
José C Lima
5 de abril de 2015 10:36 pmE vindo traga o chicote para
E vindo traga o chicote para expulsar MalaFaia, Izidoro, Waldomiro, Feliciano, Edir Macedo, bispa Sonia, RR Soares com aquela cara de sonso e outros vendilhões do templo…ah sao tantos…haja chicote e braços fortes prá dar conta
..rsss
maria abadia
5 de abril de 2015 10:39 pmGostei.
Gostei.
Fabio Sampa
6 de abril de 2015 12:12 amA) Jesus não nasceu na
A) Jesus não nasceu na perferia, nasceu em uma “trip” de sua mãe e padrastro pela Galiléia por conta do censo…
B) Nasceu então em um estábulo, pois não havia acomodações suficientes para essa verdadeira migração naqueles dias…
C) Seu padrastro era um profissional liberal, ou seja, um coxinha de então… (por sinal ensinou seu ofício ao enteado).
Roland Emerick Dutra
6 de abril de 2015 2:57 pm“…Então, Jesus, …fica esperto”
Quem deve ficar esperto, é voce Rauni.
Jesus vai voltar!!! “…Este mesmo Jesus, que dentre vocês foi elevado ao céu, voltará da mesma forma como o viram subir”.
Saiba “ler” o tempo em que estamos vivendo. Voce vai ver que com Deus não se brinca.
Gilberto Fernandes Paulo
15 de abril de 2017 9:08 pmEu li esse texto e seu final
Eu li esse texto e seu final como uma crítica à sociedade que está esquecendo todos os valores e de certa forma repetindo os erros que a humanidade vem cometendo desde semore. Que está tudo tão ruim que até Jesus teria dificuldade em endireitar as coisas. Em momento nenhum o autor escarneceu de Jesus, no meu entender…
Kristina Cruz
17 de outubro de 2015 7:50 pmOrigem da obra
http://www.alem-mar.org/cgi-bin/quickregister/scripts/redirect.cgi?redirect=EkpuFpEAplOgYrIxBM
O autor
“Há cerca de três anos, Joey A. Velasco, um jovem empreendedor de Manila, caiu doente com um grave problema de rins. Na operação a que se submeteu perdeu um rim e ficou numa crise profunda. Os seus sonhos esfumavam-se com a perspectiva de uma vida com o fim à vista: «De uma vida de negócios, activa e de sucesso», como ele mesmo confessa, «vi-me sem controlo da minha vida, débil e dependente da assistência de outros, numa prolongada convalescença.»
Mas, de repente, o inesperado aconteceu. Sentiu uma nova vontade de viver, um desejo profundo de criar, de comunicar através das imagens que povoavam a sua mente. Começou a fazer desenhos, simples rabiscos, já que não sabia sequer desenhar. «De repente», confessa, «a pintura e o desenho, a que nunca fora particularmente atraído, tornaram-se a minha força. Agarrei-me à pintura particularmente nos momentos de depressão. Depois de mandar comprar telas, pincéis, tintas, comecei a pintar para me manter ocupado. Desenhava figuras, imagens, coisas simples. Depois comecei a ler livros e a consultar técnicas de pintura, na Internet…Mais tarde, aprendi e melhorei técnicas com um professor reformado, Norman Sustiguer, que entretanto vim a conhecer. Graças à sua ajuda, comecei a pintar os primeiros retratos da minha mulher e dos meus filhos.» A sua mulher, Queeny, tomou conta da pequena fábrica e dos negócios da família e Joey Velasco tinha descoberto a sua vocação de pintor.”
“”Joey A. Velasco, o autor da «Hapag ng Pag-asa», é um filipino de 40 anos de idade. Nasceu em Manila, onde vive com a mulher Queeny e os seus quatro filhos. Depois de uma carreira profissional interrompida pela doença descobriu a sua vocação de artista. Para além da pintura, encontrou em si dotes de orador, escritor e produtor de documentários que tem usado para combater a pobreza e a exclusão das crianças. Recentemente recebeu o Catholic Mass Media Award, o prestigioso reconhecimento conferido pela Igreja Católica a personalidades que se impõem nas artes. A história da pintura e das crianças que lhe serviram de modelo foi contada por ele no livro The stories of the Children of Hapag (As histórias das crianças de Hapag), que já vai na terceira edição, com mais de 30 mil exemplares vendidos nas Filipinas. O seu testemunho deu origem a um videodocumentário para a televisão com o título: Kambas ng Lipunan (Telas da Sociedade). Defendendo que a sua vocação é de artista e pintor, recusou-se a criar uma fundação e a envolver-se pessoalmente em iniciativas de recolha de fundos. Os proveitos da sua actividade são canalizados para a fundação Gawad Kalinga, cujo fundador, Tony Meloto, foi um dos passantes que descobriu «Hapag ng Pag-asa» numa avenida de Manila.””
Kristina Cruz
17 de outubro de 2015 7:53 pmHistórico da obra
http://www.alem-mar.org/cgi-bin/quickregister/scripts/redirect.cgi?redirect=EkpuFpEAplOgYrIxBM
“”Joey A. Velasco, o autor da «Hapag ng Pag-asa», é um filipino de 40 anos de idade. Nasceu em Manila, onde vive com a mulher Queeny e os seus quatro filhos. Depois de uma carreira profissional interrompida pela doença descobriu a sua vocação de artista. Para além da pintura, encontrou em si dotes de orador, escritor e produtor de documentários que tem usado para combater a pobreza e a exclusão das crianças. Recentemente recebeu o Catholic Mass Media Award, o prestigioso reconhecimento conferido pela Igreja Católica a personalidades que se impõem nas artes. A história da pintura e das crianças que lhe serviram de modelo foi contada por ele no livro The stories of the Children of Hapag (As histórias das crianças de Hapag), que já vai na terceira edição, com mais de 30 mil exemplares vendidos nas Filipinas. O seu testemunho deu origem a um videodocumentário para a televisão com o título: Kambas ng Lipunan (Telas da Sociedade). Defendendo que a sua vocação é de artista e pintor, recusou-se a criar uma fundação e a envolver-se pessoalmente em iniciativas de recolha de fundos. Os proveitos da sua actividade são canalizados para a fundação Gawad Kalinga, cujo fundador, Tony Meloto, foi um dos passantes que descobriu «Hapag ng Pag-asa» numa avenida de Manila.””
Anônimo
17 de abril de 2022 10:19 amDe Deus não se zomba. Aquilo que o homem semear, esse também ceifara.