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13 Comentários
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  1. romério rômulo

    30 de abril de 2015 3:38 am

    a entrevista ensaiada do Beto Richa

    https://www.youtube.com/watch?v=YOMl9801eao&feature=youtu.be

    romério

  2. Webster Franklin

    30 de abril de 2015 5:28 am

    Teori mostra a Moro que não se gasta pente à toa

    Tijolaço

     

    29 de abril de 2015 | 07:09 Autor: Fernando Brito 

    teori2

    O voto proferido pelo Ministro Teori Zavascki diz, com elegância, o que é possível ser dito sobre a atuação do juiz Sérgio Moro:

    (…)não consta ter o paciente (do Habeas Corpus concedido ontem) se disposto a realizar colaboração premiada, como ocorreu em relação aos outros. Todavia, essa circunstância é aqui absolutamente irrelevante, até porque seria extrema arbitrariedade – que certamente passou longe da cogitação do juiz de primeiro grau e dos Tribunais que examinaram o presente caso, o TRF da 4ª Região e o Superior Tribunal de Justiça – manter a prisão preventiva como mecanismo para extrair do preso uma colaboração premiada, que, segundo a Lei, deve ser voluntária (Lei 12.850/13, art. 4º, caput e § 6º). Subterfúgio dessa natureza, além de atentatório aos mais fundamentais direitos consagrados na Constituição, constituiria medida medievalesca que cobriria de vergonha qualquer sociedade civilizada.“

    O Dr. Teori, todos sabem, é homem dado à economia processual. Não é de se estender em arroubos ou rococós retóricos.

    Poderia, se o quisesse, terminar o parágrafo sem o último período, o que grifei.

    Não o incluiu, como dizem os advogados, de forma despicienda, própria de juiz novo, ansioso por ir além dos autos.

    Nem “caprichou” no adjetivo “medievalesca” ou no “cobriria de vergonha qualquer sociedade civilizada”.

    Para bom entendedor, Teori escreveu o suficiente para abrir o exame do tema em juízo, ao menos como componente circunstancial.

    E, antes disso, conter o furor aprisionante da República do Paraná.

    Como eu não tenho a elegância formal a que se obriga o Ministro, lembro que há um ditado latino que diz: “quid pectunt qui non habent capillos?“.

    Que traduzido em carioquês quer dizer, mais ou menos: “careca não gasta pente à toa”.

    http://tijolaco.com.br/blog/?p=26532

     

    1. Anna Dutra

      30 de abril de 2015 12:00 pm

      A diferença entre homens e

      A diferença entre homens e ratos!

  3. Webster Franklin

    30 de abril de 2015 5:33 am

    A Petrobras nunca esteve tão no fundo.No fundo do mar, achando

    Tijolaço

    A Petrobras nunca esteve tão no fundo. No fundo do mar, achando petróleo

     

    29 de abril de 2015 | 19:57 Autor: Fernando Brito 

    farfan

    A Petrobras concluiu a perfuração do poço 3-BRSA-1296-SES ,em águas ultraprofundas da Bacia de Sergipe, na concessão BM-SEAL-10, bloco SEAL-M-499.

    Com ele, bateu dois recordes brasileiros.

    Realizou a perfuração com a maior lâmina d’água do país, num solo marinho localizado três quilômetros (2,99 km, para ser exato) abaixo da superfície do mar.

    E a maior extensão total de um poço já perfurada no mar brasileiro: 6060 m, quase cem metros mais profundo que o recorde anterior, no campo de Búzios (antes chamado Franco), com  5973 metros.

    É o último poço de extensão do campo de Farfán, a 100 km da costa de Aracaju, onde foi achado petróleo em quantidade e qualidade: tem entre 37 e 40 graus API, o que significa baixo teor de enxofre e, ao lado de outras características, adequação à produção de derivados mais leves (e  caros) de petróleo.

    Fora do pré-sal, a maior parte do petróleo brasileiro está abaixo de 24 graus API e no pré-sal este índice chega a 31.

    Ainda devem passar mais três anos, no mínimo  até que  comece a produção comercial. Antes é necessário um refinamento das pesquisas sismicas  e muitos outros estudos e planos.

    Mas, além dos recordes, a área – que exige altos níveis de planejamento, pois é composta vários campos em fase de avaliação – é a maior descoberta fora do horizonte do pré-sal já descoberta, nas últimas décadas, fora da camada pré-sal.

    Antes dos novos dados, a expectativa era iniciar a exploração com uma meta de 100 mil barris diários, podendo chegar ao dobro. Mas, agora, o horizonte exploratório pode aumentar de volume.

    A Petrobras prova, outra vez, que não é o lixo que a mídia tenta fazer dela, mas uma das mais capazes e avançadas petroleiras do mundo.

    http://tijolaco.com.br/blog/?p=26536

     

    1. Anna Dutra

      30 de abril de 2015 12:00 pm

      Gigante

      Voando baixo na atividade-fim !   Não fora este bando de urubus e hienas carniceiras, teria mais tranquilidade para aprumar e continuar navegando, singrando os mares do Brasil, engrandecendo o País, como é da sua vocação !!

      Estou fechadíssima sempre com a empresa e seus dedicados e preparadíssimos empregados!  Há muitos anos estou próxima da empresa, a conheço relativamente bem, e reconheço suas fragilidades e pontos em que precisa melhorar. Por seu gigantismo, é claro que há sempre o que criticar.  Mas sua grandeza não é vazia; há muito trabalho, dedicação e conhecimento intensivo em suas fundações e a sustentá-la.

      Estejamos com ela e não contra ela!  Pois sua existência é um Ativo para o Brasil.

  4. Webster Franklin

    30 de abril de 2015 6:06 am

    “Beto Richa não tem mais condições de governar”

    Brasil 247

    “Beto Richa não tem mais condições de governar”

     

    :

    Em entrevista ao 247, o senador Roberto Requião (PMDB-PR), que acompanhou, da Assembleia Legislativa, o massacre promovido pela Polícia Militar do Paraná contra os professores, que deixou cerca de 200 feridos, afirma que o governador tucano Beto Richa perdeu as condições de governabilidade; “o clima é de indignação absoluta e de revolta no Paraná”, afirma Requião; segundo o senador, Richa só se mantém no cargo graças ao apoio da imprensa paranaense e nacional; “como é que chamam de isso de confronto? era um elefante contra uma formiga”; Requião diz ainda que o Paraná foi tomado por uma “quadrilha”, que elevou repasses das empresas estatais para acionistas privados, enquanto assalta os professores

    29 de Abril de 2015 às 21:18

     

     

    Paraná 247 – O senador Roberto Requião (PMDB-PR), que acompanhou, de dentro da Assembleia Legislativa, a repressão promovida pela Polícia Militar do governador Beto Richa, do PSDB, contra os professores estaduais, descreveu, ao 247, o que presenciou.

    – Foi um massacre. Uma violência absurda contra idosos, mulheres, jovens… Aqui, em Curitiba, o sentimento é de indignação, perplexidade e revolta.

    Requião foi à Assembleia, acompanhado da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). Ambos tentaram convencer os parlamentares a não votar o pacote fiscal de Richa, que confisca R$ 2 bilhões da previdência dos servidores para tapar rombos no orçamento.

    – Esse parlamento envergonhou o Paraná. Todos se venderam ao Beto. Votaram em troca de emendas e de pequenas benesses em suas localidades.

    Segundo Requião, embora Richa tenha conseguido aprovar o pacote, ele perdeu as condições morais de permanecer no cargo.

    – Não tem a menor condição de governar. Antes desse massacre, a rejeição dele já era de 80%. Agora, vai bater no teto.

    O senador diz que Richa só se mantém no cargo graças ao apoio quase absoluto da imprensa paranaense, que se replica também em veículos nacionais.

    – Como é que chamam de confronto um massacre que deixa 200 feridos? Era um elefante contra uma formiga.

    O parlamentar diz, ainda, que o Paraná foi tomado por uma “quadrilha”.

    – O Beto elevou a distribuição de dividendos das estatais, como Copel e Sanepar, para os sócios privados e esmagou os professores. 

    O que fazer diante desse quadro?

    Segundo ele, agora os parlamentares pedirão um posicionamento do Ministério da Previdência sobre o confisco de R$ 2 bilhões dos fundos dos servidores.

    Requião avalia que, depois do massacre deste 29 de abril, os professores dificilmente retomarão as aulas no Paraná.

    http://www.brasil247.com/pt/247/parana247/179034/Beto-Richa-n%C3%A3o-tem-mais-condi%C3%A7%C3%B5es-de-governar.htm

    1. Anna Dutra

      30 de abril de 2015 12:06 pm

      É o fim!

      Repetindo o que postei ontem:

      E a turma da “manifestação” tirando selfie e agradecendo o resguardo da ordem e da segurança pela PM. Vai rolar um “domínio do fato” para o Sr. Governador ou professor agora é “terrorista”, e aí os fins justificam os meios? Não demora vão aperfeiçoar jogando bomba desde drones…

      É o fim!

  5. Webster Franklin

    30 de abril de 2015 6:22 am

    PML: entre Teori e Gilmar, o destino da Lava Jato

    Brasil 247

    PML: entre Teori e Gilmar, o destino da Lava Jato

     

    :

    “Vinte e quatro horas depois da decisão que liberou empresários e executivos, cabe a pergunta: o STF agiria da mesma forma diante do ex-tesoureiro do PT João Vaccari?”; questionamento é do jornalista Paulo Moreira Leite, diretor do 247 em Brasília; ele diz que a decisão, sob relatoria do ministro Teori Zavascki, “merece aplauso”, mas que “é cedo para se acreditar que seja o anúncio de mudanças de fundo”; PML ressalta que o ministro Gilmar Mendes, apesar de ter votado ontem contra a prisão de Ricardo Pessoa, da UTC, fez um voto de oito páginas, porém dedicando “poucos parágrafos para justificar seu apoio ao Habeas Corpus”; “Na maior parte, Gilmar disparou críticas duras ao PT, alvo político reconhecido da Lava Jato”; o jornalista questiona ainda se “é razoável aguardar por uma postura mais equilibrada do Supremo do que as decisões da AP 470”; leia a íntegra

    29 de Abril de 2015 às 14:31

     

     

    Por Paulo Moreira Leite

    O voto do ministro Teori Zavascki, ontem, que garantiu a soltura do empreiteiro Ricardo Pessoa após cinco meses e quinze dias de prisão sem culpa formada, permitindo também a libertação de outros oito executivos e empresários, é um ato civilizatório.

    A decisão, por 3 votos a 2, merece aplauso. Ajuda a restabelecer direitos e garantias dos acusados, além de colocar hierarquia do Judiciário no lugar adequado, lembrando a todos que o país tem um Supremo Tribunal Federal e que Sérgio Moro, da Vara Criminal de Curitiba, é um juiz de primeira instância.

    Mas é cedo para se acreditar que essa decisão seja o anúncio de mudanças de fundo. Questiona-se, por exemplo, se a 2ª Turma do Supremo, que tomou a decisão, terá a mesma postura e chegará ao mesmo resultado no dia em que for colocada diante de um pedido de habeas corpus de João Vaccari Neto, tesoureiro do Partido dos Trabalhadores, preso em 15 de abril.

    Outra pergunta envolve as questões de mérito, que o Supremo irá julgar mais tarde, na hora devida. É razoável aguardar por uma postura mais equilibrada do que as decisões da AP 470?

    Os dois votos contrários ao Habeas Corpus vieram do decano, Celso de Mello, e de Carmen Lucia. Os votos favoráveis vieram do próprio Teori Zavascki, de Antonio Dias Toffoli e de Gilmar Mendes. Colocado na situação de fiel da balança, Gilmar fez um voto de oito páginas. Ele dedicou poucos parágrafos para justificar seu apoio ao Habeas Corpus, concordando, de forma lacônica, quase protocolar, com os argumentos do relator. Na maior parte de seu voto, Gilmar disparou críticas duras ao Partido dos Trabalhadores, alvo político reconhecido da Lava Jato.

    Depois de recuperar longos trechos de um voto duríssimo de Celso de Mello na AP 470, quando este defendia que os réus fossem condenados pelo crime de quadrilha — tese que acabou derrubada na fase dos embargos infringentes — Gilmar fez uma comparação: “se, no Mensalão, analisamos pagamentos a parlamentares da ‘base aliada’, financiados por verbas de contratos de publicidade e empréstimos bancários fajutos, aqui temos um quadro potencialmente mais sombrio.”

    Após assumir, como verdadeiras, as principais conclusões da Lava Jato, que mais tarde irá julgar, com direito de condenar ou absolver os réus, Gilmar denunciou o Partido dos Trabalhadores por usar a “máquina publica para desviar o patrimônio público, canalizando-o ao financiamento de um projeto de poder.” O ministro também lembrou as contas da campanha de Dilma Rousseff, aprovadas com o voto unânime dos juízes do TSE — inclusive o dele.

    Com linguagem especialmente crua, Gilmar fez uma insinuação. Disse que “contas de campanha são um emaranhado que deixa muito espaço para a lavagem de ativos. O volume de despesas torna impossível verificar sua efetiva realização.” O ministro falou de uma empresa, Focal, que recebeu R$ 24 milhões, mas, “a partir de investigações realizadas pela imprensa, chegou-se a fortes indícios de que o grupo societário era composto por laranjas.” Referindo-se ao que chamou de “desfile macabro,” falou de impressos produzidos, “a pedido do tesoureiro do partido”, enaltecendo o governo, “considerados propaganda eleitoral ilícita pelo TSE.” Alguém tem dificuldade em imaginar qual será o voto — e o placar — quando os réus usarem a estrela do PT?

    O placar de 3 a 2 é surpreendente a partir de determinadas circunstâncias, favoráveis ao Habeas Corpus, que poderiam justificar uma decisão mais folgada. Sem culpa formada, Ricardo Pessoa foi mantido na prisão por um tempo considerável pelos critérios de qualquer nação que preza a liberdade individual e as garantias do cidadão, algo que a humanidade aprendeu a valorizar desde a Revolução Francesa. Embora seja sempre necessário celebrar todo passo em direção à liberdade, também é possível perguntar por que a decisão demorou tanto. O STF liberou o empresário quando ele já foi destituído de suas funções na direção da empresa, UTC. Esta, por sua vez, está proibida de fazer novos contratos com a Petrobras. Pessoa vai passar seus dias com uma tornozeleira eletrônica. Conseguiu deixar a prisão após resistir a diversas tentativas de uma delação premiada capaz de levar a denúncia para patamares mais elevados do governo e do PT.

    Ao condenar as prisões provisórias prolongadas, método de trabalho prioritário das investigações conduzidas pelo juiz Sérgio Moro, Teori Zavascki fez um debate erudito e também permitiu-se uma ironia, dizendo em determinado momento que “certamente passou longe da cogitação” do magistrado usar as detenções para forçar delações.

    Entrando na substância do debate, Teori foi aos fundamentos a decisão. Deixou claro que se a prisão preventiva pode ser uma forma de proteção da sociedade, não pode se transformar em método de investigação. Examinou cada uma das situações em que a legislação autoriza a prisão preventiva, medida que “desafia o direito a presunção da inocência,” devendo ser aplicada com muita cautela e prudência, pois “é uma exceção à regra de liberdade,” lembrou, mencionando um voto de Nelson Jobim, proferido em 2001. Zavascki passou em revista cada uma das condições que poderiam justificar uma detenção tão prolongada, sem julgamento, para demonstrar que elas não se sustentavam no caso de Ricardo Pessoa. A principal dessas condições, lembrou, é que “é indispensável ficar evidenciado que o encarceramento do acusado é o único modo efetivo de afastar o risco” de ameaça à ordem pública ou econômica, quando deixa de ser cabível “sua substituição por outra medida cautelar.”

    Depois de reafirmar com a devida ênfase o direito de todos a usufruir de um regime de liberdade, o ministro lembra que a proteção das garantias individuais é mais do que uma opção — é uma obrigação do magistrado. Diz que a prisão preventiva talvez pudesse se justificar em novembro de 2014, quando o acusado foi encaminhado à cela da Polícia Federal em Curitiba, mas não tem relação com a situação de hoje, quando Ricardo Pessoa já foi afastado da direção de sua empresa, que por sua vez se encontra impedida de assinar novos contratos com a Petrobrás e a própria investigação, nas palavras do Ministério Público, se encontra “praticamente concluída.” São circunstâncias incompatíveis com a manutenção do acusado na cadeia. “Se essa substituição (no regime prisional) é possível, sua adoção passa a ser um dever do magistrado,” afirma Zavascki.

    O esforço para garantir que uma investigação — da Lava Jato e todas as outras — seja feita de acordo com as instituições, com respeito à hierarquia e regras da Justiça, é mais importante do que parece. Em 1968, quando a ditadura militar estimulava campanhas periódicas contra a corrupção, chegou-se a criar uma Comissão Geral de Investigações, a CGI, que funcionava como um tribunal especial para colher depoimentos, encontrar testemunhos e provas que, dizia-se, não poderiam ser obtidas pelos caminhos convencionais — que favoreciam a impunidade. Conforme relata a historiadora Heloisa Starling, autora de uma obra essencial sobre o período (“Os senhores das Geraes”), para “agir contra a corrupção e dar conta da moralidade pública, os militares trabalharam tanto com a natureza ditatorial do regime como com a vantagem fornecida pela legislação punitiva. Deu em nada,” lembra ela. Em dez anos, os integrantes da comissão produziram cerca de 1.153 processos. Desse conjunto, mil foram arquivados; 58 transformados em propostas de confisco de bens por enriquecimento ilícito, e 41 foram alvo de decreto presidencial.”

    http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/178971/PML-entre-Teori-e-Gilmar-o-destino-da-Lava-Jato.htm

  6. Mineirão

    30 de abril de 2015 9:17 am

    Sobre o massacre no Paraná autorizado por Beto Richa (PSDB)

    Beto Richa cometeu crime de responsabilidade e cabe impeachment

      

    RICHA CAPA

     

    Vendo o governador Beto Richa dar sua versão dos fatos no Jornal Nacional, a impressão que se tem é a de que ele não sabe o que a sua polícia fez nesta quarta-feira diante da Assembleia Legislativa do Paraná. Ou, então, ainda não lhe caiu a ficha.

    Essas hipóteses, porém, são descartáveis; é óbvio que Richa não só sabe o que aconteceu, mas, também, absolutamente tudo o que aconteceu foi sob suas ordens. Apesar disso, em sua declaração ao Jornal Nacional ele mentiu escancaradamente logo após as imagens da tevê Globo contarem uma história muito diferente da sua.

    Assista, abaixo, ao trecho da reportagem do principal telejornal da Globo que mostra os policiais atacando aqueles que Richa diz, em seguida, que não foram os responsáveis pela “agressão aos policiais”.

     

    Ao JN, Richa disse, textualmente, que sua tropa só atacou quem a atacou. Palavras dele: “Temos imagens de pessoas infiltradas que não são do movimento dos professores”. Porém, imagens fartamente distribuídas pela internet e o que se vê no JN, dizem outra coisa. Mostram a polícia de Richa atacando indiscriminadamente.. Mostram a polícia de Richa atacando indiscriminadamente.

    richa 3

    Na foto abaixo, momento em que a polícia paranaense atira bombas de gás contra manifestantes estáticos, que nada faziam.

    Richa 1

    A foto no alto desta página mostra muito bem quem foi que Beto Richa atacou – ou mandou atacar: a qualquer um que estivesse no local ou nas cercanias. A reportagem da Globo mostra que até crianças foram afetadas. Há mais de 200 feridos. Alguns, com gravidade.

    Ainda que Richa possa ter algum vídeo mostrando que alguém fez algo errado, ele promove essa barbaridade? Ataca indiscriminadamente, tal qual cachorro louco?

    Não há muito o que falar: o governador do Paraná pôs em risco as vidas de muitas pessoas, inclusive daquelas que disse que protestavam pacificamente, para, supostamente, repelir um ataque que atribuiu a “infiltrados”.

    Depois, contradizendo-se, atribuiu tudo à CUT e ao PT, como sempre fazem os tucanos quando têm que se defender de qualquer acusação. Mas o fato é que ele não podia mandar atacar qualquer um que estivesse na rua só porque diz que alguns “infiltrados” atacaram sua polícia.

    Richa cometeu crime de responsabilidade. O procurador-geral do Estado tem que mover ação contra ele e pedir seu impeachment. Se a Assembleia Legislativa do Paraná não acatar a Procuradoria, tem que sofrer intervenção da Justiça Federal. Se o procurador-geral do Paraná não denunciá-lo, tem que ser denunciado ao Conselho Nacional do Ministério Público.

    Richa vai se safar do crime que cometeu em 29 de abril de 2015? Se isso acontecer, será inaugurada uma nova era no país. Uma era de sombra. Um Estado policial e – como disseram recentemente – “medievalesco” terá se instalado no Brasil.

    A partir da impunidade de Richa, no Brasil passa a valer tudo. E o pior é que isso, como sempre, vai acabar valendo para os dois lados.

     

  7. Conde de Rochester

    30 de abril de 2015 11:39 am

    Brasil, mostra tua cara

    O debate em torno da moralização do Brasil chega num ponto delicado e nefralgico na esperança de quem ainda sonha com um Brasil melhor e mais decente. Argumentos prolixos, inda que bem fundamentados juridicamente, lembram a velha tatica da defesa em tornar o tempo aliado na protelação de ações e decisões  juridicas na punição daqueles que se desvirtuaram, focam novamente na manjadissima tatica de recorrer indefinidamente forçando a prescrição e mantendo viva a impunidade. São tanto os entulhos a serem retirados do cenario nacional, que travam com os anseios de um Brasil melhor,que a atuação do Juiz de Curitiba da a impressão de uma marolinha diante da ferocidade do rio.

    A lava a jato é uma tenue esperança de que pelas curvas deste rio feroz, consigamos destravar definitivamente com os entulhos ali depositados. É publico e notorio na opinião do Brasil e no mundo de que as mazelas que envergonham os homens descentes desta Nação são enormes e talvez insuperaveis, contudo, diz se que a esperança não morre, relacionar mazelas como as recentes do HSBC, lembrar das acusações dos delatores de que a corrupçaõ da petrobras é apenas parcela da monstruosidade que corre solta em todos os niveis da adminstração, e que o cancer que devora com os esforços de tornar o Brasil um Pais categorizado ao seu lugar ao sol no mundo, mesmo que sabidamente impedido, historico e cultural, por uma elite gananciosa, não deve prevalecer em detrimento da esperança.

    Enquanto se procura criticar os excessos jurídicos de Sergio Moro o descalabro continua firme corroendo a esperança de quem sonha com um Brasil melhor, a atuação do Juiz de Curitiba e de seus aliados, que já foram comparados com os intocáveis da historia americana é apenas a ponta do iceberg, é necessário que surjam mais juízes como ele no Brasil e que a atuação da policia federal através do entusiasmo dos jovens delegados, não cooptados pelos interesses políticos, continue firme e determinada. A parte boa do momento histórico que vive a Nação é que as pústulas infeccionadas estão eclodindo por todas as partes, que a esperança de que as vozes indignadas não esmoreçam incentivando que esta tendência de moralização da coisa publica não diminua. Chega de omissão, de deboche de irresponsabilidade de ganancia e de cruel indiferença com a desgraça que a corrupção gera no povo indefeso.

    Qdo se ve o governador do Rio de Janeiro, alcunhado “Pezão”, e seus prepostos afirmarem publicamente de que a despoluição da Baia da Guanabar é uma tarefa inalcançavel e que mesmo assim não se constrangem em realizar ali uma Olimpiada, nos tornam mesmo sem querer, cumplices de imensa e deslavada desavergonhada pretensão de recepcionar, convidados enquanto a casa se encontra em evidente indisponibilidae para tanto.

    Diz-se que cada povo tem o governante que merece. Espero que muitos mantenham-se em evidencia para discordar disto.

  8. LACosta

    30 de abril de 2015 12:31 pm

    Programa de e com qualidade é outra conversa

    Assisti ontem um dos episódios da série/documentário ‘Entre o Céu e a Terra” da TV Brasil. Sensacional!!!

    O posicionamento dos ritos de iniciação de TODOS os participantes são de uma leveza, de uma profundidade e de como pode-se demonstrar que, independentemente de fé, quando externados de forma inteligente a TV, máquininha de criar malucos, pode ser excelentemente utilizada:

    Entre o Céu e a Terra

     

    Apresenta os ritos de iniciação das religiões e o que é necessário fazer e acreditar para se pertencer a determinada fé. O programa investiga como se dá o “chamado” espiritual, e, ainda, se há diferenças entre os fieis que nasceram em uma religião e aqueles que optaram, depois de adultos, por aquela crença. 

    O Brasil é um país cristão e tradicionalmente reconhecido como um país de ampla maioria católica. Nos últimos anos, entretanto, de acordo com o IBGE, nota-se clara ascendência das religiões de origem protestante e suas derivações em pentecostais e neopentecostais. O espiritismo, os cultos afro-brasileiros e os inúmeros tipos de misticismos também vêm crescendo em número de fieis. Cresce também o número de ateus e daqueles que crêem, mas não se vinculam a nenhuma religião institucionalizada.

     

    http://tvbrasil.ebc.com.br/entreoceueaterra

    1. Anna Dutra

      30 de abril de 2015 12:44 pm

      Excelente indicação.

      O programa é realmente excelente!

  9. Chines Rapidinho

    30 de abril de 2015 5:56 pm

    China constroi prédio de 57 andares em 19 dias de trabalho

    http://economia.ig.com.br/2015-04-30/na-china-empresa-constroi-predio-de-57-andares-em-19-dias.html

    A construtora pretende fazer um outro de 220 andares (o dobro das torres gêmeas) em 3 meses.

    Quem quer, faz!

     

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