
Jornal GGN – O governdo de São Paulo, capitaneado por Geraldo Alckmin (PSDB), está prestes a deflagrar uma campanha publicitária informando à população sobre as novas em relação à crise de abastecimento de água. Essa semana, o Estadão publicou que Alckmin e a Sabesp pretendem explicar que existe um “gatilho” para que o racionamento seja acionado, e este está atrelado à quantidade de chuva que cair sobre o Cantareira nos próximos dias.
O manancial registrou alta nos últimos nove dias, mas, segundo a Folha, não é exatamente a fé na recuperação do Cantareira que motiva Alckmin a empurrar o racionamento com a barriga. O Painel publicado neste domingo (15) informa que “a decisão do governo de São Paulo de adiar, por ora, o rodízio de água se deve a dois motivos. O primeiro é que a Sabesp não apresentou um plano de logística confiável para operar o desligamento de forma segura. Além disso, não há um estudo definitivo de que o sistema representaria economia maior que o atual, que reduz a pressão da água.”
Para Alckmin, que pretende ser o candidato do PSDB a presidente da República e 2018, adotar o racionamento sem garantia de sucesso “causará sacrifícios à população” e um consequente “desgaste de imagem”.
El Cid
15 de fevereiro de 2015 2:32 pmRecordemos (com participação especial de Beto Richa):
[video:https://vimeo.com/119678758%5D
Luís Henrique Donadio
15 de fevereiro de 2015 3:09 pmOs paulistas, talvez.
Mas o
Os paulistas, talvez.
Mas o Beto Richa está apenas aplicando o programa tucano; se os paranaenses foram enganados, então enganaram a si mesmos, por que essa é a política e essa é a intenção. Economizar cortando nas despesas que impactam diretamente o bolso e a vida da população trabalhadora.
Anarquista Lúcida
15 de fevereiro de 2015 7:30 pmInclusive roubando o fundo d previdência do funcionalismo
Para o qual os funcionários contribuem, e que é o que garante a aposentadoria deles. Roubo puro e simples.
Zé Raineri
15 de fevereiro de 2015 2:49 pmUma nulidade com chances de ser presidente
E pensar que meus conterrâneos “bem informados” votaram na nulidade Aécio.
E pensar que meus conterrâneos “bem informados” votaram e votarão nessa nulidade.
E pensar que essa nulidade tem grandes chances de ser o próximo presidente graças aos “bem informados”.
evandro condé de lima
15 de fevereiro de 2015 3:07 pmNovamente
Eu me assusto com a situação em dois aspectos: não consigo imaginar o caos de uma cidade como sp sem água; não consigo compreender as razões desta inação em relação ao que pode ser a instituição do caos. Não há sentido.
Esdras Pereira Alves Neto
15 de fevereiro de 2015 4:22 pmIncompetência e irresponsabilidade
Pessoal leiam essa frase acima descrita: “a decisão do governo de São Paulo de adiar, por ora, o rodízio de água se deve a dois motivos. O primeiro é que a Sabesp não apresentou um plano de logística confiável para operar o desligamento de forma segura. Além disso, não há um estudo definitivo de que o sistema representaria economia maior que o atual, que reduz a pressão da água.”
Meu, eu nunca vi tanta irresponsabilidade e incompetência de um governo como esse.
El Cid
15 de fevereiro de 2015 4:33 pmAté os agricultores em SP estão penando por isso:
[video:https://www.youtube.com/watch?v=xCd6JM5GdRg%5D
AlvaroTadeu
15 de fevereiro de 2015 5:09 pmGovernador, racione mentiras, não água.
“Rodízio de água” é Novilíngua, para citar o idioma tão caro à extrema-direita brasileira, leitora e recitadora de “1984”. O racionamento de água na região metropolitana se dá desde antes das eleições do ano passado. Geraldo Alckmin fala em adiar o racionamento. Um líder, um homem de coragem, um homem de trabalho e do trabalho estaria anunciando obras e soluções para a água de São Paulo até 2050. Alckmin, só tem planos para outubro/2015.
iê manjá
16 de fevereiro de 2015 1:27 amMBL
O MBL (movimento banho livre) explica que os reservatórios da cantareira foram destinados a Campinas e região e o governo de SP havia se comprometido a construir outros reservatórios exclusivamente para a cidade de SP há alguns anos, dado que essa crise hidrica já estava prevista desde 2006, ao menos.