5 de junho de 2026

TV GGN: No dia dos pais, lute pela familia brasileira contra os Bolsonaro

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Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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4 Comentários
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  1. Anônimo

    11 de agosto de 2019 2:12 pm

    Bolsonaro é a penas o simbolo de uma realidade do que chamamos de extrema-direita brasileira!
    Essa coisa chamada de extrema-direita brasileira é apenas um simulacro de ação politica!
    Qual pais que tem uma ação politica partidária que leva dor, miséria, pobreza, assassinatos, entreguismo ao seu próprio país?
    Suicídio politico de países?
    Isso seria mais honesto!
    Nos EUA, Trump cuida dos interesses americanos para os americanos!
    O que vivemos não é politica, é saque a riquezas do país!
    O que vivemos é andar para a servidão de populações!
    As Forças armadas, o judiciário NUNCA deveriam permitir tal coisa!
    Devemos dar nomes aos bois!
    Isso não é extrema-direita!
    Isso é entreguismo!
    É patrimonialismo!
    É miséria humana acabar com a ciência e cientista para afirmar ignorâncias!
    A religião que apoiar isso, é falsa!
    Vamos chamar isso de seu nome correto,
    isso não é extrema-direita, nem direita!
    Isso que vivemos é um crime, é um assalto!

    1. Marco Aurélio Barroso

      11 de agosto de 2019 7:30 pm

      Concordo plenamente com seu comentário. Agora mesmo, temos a Miriam Leitão se descolando do Moro. Virou uma santa. Santa de quê? Os exemplos pululam. Não contemos com o Exército. são entreguistas natos. Os grandes nacionalistas dos anos 50, ou foram presos ou destacados para lugares inóspitos. Nosso Nassif, fundamental analista para os dias de hoje, mas deveria ser menos otimista. Um pouco.

    2. Renato Lazzari

      12 de agosto de 2019 3:12 pm

      Acrescentaria apenas, caro Marcos Guimarães, na onda de “dar nomes aos bois”, que Trump não cuida dos interesses “americanos para os americanos” e sim que cuida dos interesses de uma parcela muito pequena dos cidadãos dos EUA. As políticas sociais de estado daquele país, independente de quem esteja no governo, para Educação, Saúde, moradia… vida digna, enfim, entendida como a que propicia e viabiliza o desenvolvimento do potencial humano das pessoas, são muito mais precárias do que as nossas. Os interesses dos quais aquele país cuida extrapolam a noção de nação, estendendo-se a uma parcela de cidadãos de outros países: as pessoas que alinham-se ao dólar, sejam elas de Israel, da Inglaterra, da Alemanha, do Brasil, da Itália ou de qualquer outro país. Por exemplo, as políticas de estado daquele país contemplam, financiam e fomentam um Deltan Dallagnol, um Sérgio Moro, um Bolsonaro ou um Guedes muito mais do que a cidadãos estadunidenses comuns.

      A ideologia que suporta tal política vem sendo passada de “pai para filho” faz tempo e nada indica, a meu ver, que essa herança vá ser interrompida na medida em que esses pais e filhos têm suas condições de vida plena precarizadas. A turma – o cidadão comum, do vulgo – de lá apoia o que lhes prejudica do mesmo jeito que aqui.

      Apesar de eventualmente querer que os filhos aprendam com o que a gente diz – e isso sei na prática porque sou pai e tive pai – eles aprendem mesmo é com o que são os pais.

    3. Angelo Frizzo

      12 de agosto de 2019 10:58 pm

      Muito correto. Entregar o País a estrangeiros NÃO PODE SE CHAMAR nem mesmo de EXTREMA DIREITA. É assalta ao Povo do País.

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