O cara vivia de casa para o trabalho, do trabalho para casa. Não saia dia de sexta-feira para tomar uma cerveja com os amigos, não fumava e só tinha um filho.
Um dia foi ao médico e depois de alguns exames veio a fatídica notícia: estava com um câncer no pâncreas e que teria no máximo dois meses de vida. Antecipou as férias e levou pela primeira vez na vida seu filho a um barzinho, num sábado pela manhã.
Devagarinho, tentava preparar a criança para o pior. Nisso, passa uma Kombi da firma com cinco colegas de trabalho, observam a cena e ficam com a pulga atrás da orelha. E pensam ao mesmo tempo: “aí tem coisa!”
O motorista faz a volta com a Kombi no primeiro quarteirão, e para na calçada quase defronte a mesa onde pai e filho se encontravam. E os cinco amigos, quase ao mesmo tempo, foram descendo indagando:
– Porra cara, tu nunca tomasse uma cerveja com a gente e agora estás aqui com um copo cheio dessa loura gelada e bebendo sozinho! O que aconteceu?
O cara diz então que está com uma doença em estado terminal, mas diz que se trata da AIDS.
Os “amigos” não ficam mais nem um minuto na mesa e desaparecem.
E o filho pergunta: “pai por que o Sr. disse para os seus amigos que estava com AIDS”.
“Sabe por que, meu filho?” Porque se eu dissesse que estava com câncer, todos esses filhos das putas tentariam comer a sua mãe tão logo eu morresse”.
Dedico essa piada ao meu capetão Bolsonaro. Não morra de facada, ouviu?
Poranduba (Cristovão Bastos e Roque Ferreira)
piano e arranjo Cristovão Bastos voz Leila Pinheiro
O meu coração
É um céu azul
Rede de dormir
Um Uirapuru
Um igarapé
Onde Iara vem
Toda lua nova, nua, namorar
O meu coração
É um boto só
Que toca piano lá no igapó
Matinta-Perê vai me ensinar
A fazer puçanga pra lhe conquistar
Tô indo ao Pará
E você vem comigo, se quiser
Acompanhar a procissão de fé
Da Santa Virgem Mãe de Nazaré
Tô indo ao Pará
Quando voltar Trago chita de lá
Quem sabe Um tucupi com tacacá
Um xerimbabo dá
Um chá do xamã
Um Muiraquitã
Trago açaí
Um lindo toré
Murucututu
Trago tinhorão
Cabe tudo dentro do meu coração
Aureliano
2 de outubro de 2019 8:16 amBrasil: até as piadas exalam morte
O cara vivia de casa para o trabalho, do trabalho para casa. Não saia dia de sexta-feira para tomar uma cerveja com os amigos, não fumava e só tinha um filho.
Um dia foi ao médico e depois de alguns exames veio a fatídica notícia: estava com um câncer no pâncreas e que teria no máximo dois meses de vida. Antecipou as férias e levou pela primeira vez na vida seu filho a um barzinho, num sábado pela manhã.
Devagarinho, tentava preparar a criança para o pior. Nisso, passa uma Kombi da firma com cinco colegas de trabalho, observam a cena e ficam com a pulga atrás da orelha. E pensam ao mesmo tempo: “aí tem coisa!”
O motorista faz a volta com a Kombi no primeiro quarteirão, e para na calçada quase defronte a mesa onde pai e filho se encontravam. E os cinco amigos, quase ao mesmo tempo, foram descendo indagando:
– Porra cara, tu nunca tomasse uma cerveja com a gente e agora estás aqui com um copo cheio dessa loura gelada e bebendo sozinho! O que aconteceu?
O cara diz então que está com uma doença em estado terminal, mas diz que se trata da AIDS.
Os “amigos” não ficam mais nem um minuto na mesa e desaparecem.
E o filho pergunta: “pai por que o Sr. disse para os seus amigos que estava com AIDS”.
“Sabe por que, meu filho?” Porque se eu dissesse que estava com câncer, todos esses filhos das putas tentariam comer a sua mãe tão logo eu morresse”.
Dedico essa piada ao meu capetão Bolsonaro. Não morra de facada, ouviu?
Anônimo
2 de outubro de 2019 9:02 amOde ao Pará
https://www.youtube.com/watch?v=DPugX9H3xhE
Poranduba (Cristovão Bastos e Roque Ferreira)
piano e arranjo Cristovão Bastos voz Leila Pinheiro
O meu coração
É um céu azul
Rede de dormir
Um Uirapuru
Um igarapé
Onde Iara vem
Toda lua nova, nua, namorar
O meu coração
É um boto só
Que toca piano lá no igapó
Matinta-Perê vai me ensinar
A fazer puçanga pra lhe conquistar
Tô indo ao Pará
E você vem comigo, se quiser
Acompanhar a procissão de fé
Da Santa Virgem Mãe de Nazaré
Tô indo ao Pará
Quando voltar Trago chita de lá
Quem sabe Um tucupi com tacacá
Um xerimbabo dá
Um chá do xamã
Um Muiraquitã
Trago açaí
Um lindo toré
Murucututu
Trago tinhorão
Cabe tudo dentro do meu coração