4 de junho de 2026

Por que quero ser presidente, por Aécio Neves

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Aécio Neves: Por que quero ser presidente

Por Aécio Neves, na Folha

Chego ao final desta longa caminhada honrado pela livre vontade dos brasileiros de representar o sonho da mudança que move o país. Em cada pedaço de chão por onde caminhei, tive o privilégio de me encontrar com o Brasil de verdade e de ver transmudadas frustrações e desalento em indignação e novas esperanças, que alimentaram meu espírito e tornaram ainda mais vivas as nossas grandes causas.

Obstinadamente, procuramos cumprir o nosso dever. Mergulhamos na realidade nacional e em problemas gigantescos, que se eternizaram pela incúria do atual ciclo de poder. Repete-se hoje o que já vimos: uma década perdida e sonhos de futuro adiados pelas circunstâncias ou pela conveniência.

Ao final, a constatação é a de que há quase tudo a ser feito e resta intocada uma grandiosa dívida social para com os brasileiros que querem melhorar de vida. Um novo e definitivo salto de desenvolvimento acabou engolfado pela má gestão, pelo desapreço ao planejamento, pelo aparelhamento do Estado, nenhum compromisso com o resultado e um projeto de país.

O nosso povo cobra uma nova e corajosa condução da economia nacional, capaz de reverter a posição do mais promissor entre os países emergentes, agora adernado na lanterna do crescimento, sem credibilidade e confiança, em plena recessão.

A estabilidade duramente conquistada fraqueja, atingida pela inflação. A balança comercial no vermelho e a desindustrialização em curso destroem a nossa indústria e nos roubam os melhores empregos.

Quase nenhum passo foi dado para resgatar da precariedade a nossa infraestrutura. Nesse campo, a paisagem é desoladora: obras pela metade, com orçamentos decuplicados, abandonadas pelo caminho.

No campo social, crises desrespeitam os cidadãos que mais precisam: hospitais públicos afundados em insuficiências, repletos de doentes sem atendimento digno! Persistem as filas para consultas, exames, cirurgias e remédios.

No campo da segurança, prevalece a omissão. O governismo abdicou da responsabilidade de coordenar uma efetiva política nacional e assiste, impassível, à tragédia de 56 mil assassinatos por ano, terceirizando responsabilidades a Estados e municípios endividados. Estamos perdendo uma geração inteira de jovens brasileiros, vítimas ou aliciados pelo crime.

Dos gabinetes em Brasília anunciou-se o fim da miséria, atropelando a realidade de um país ainda desigual. Essas, entre outras, são realidades do Brasil que hoje define seu futuro. Contentaram-se com a gestão diária da pobreza para instrumentalizá-la, como fazem agora, chantageando os beneficiários dos programas sociais com o tradicional terrorismo petista.

Para fazer a grande mudança que o país exige, será preciso mais do que propostas inovadoras e eficientes de boa governança. O primeiro passo é o resgate de princípios e valores cruciais –ética, transparência e planejamento público, qualidade dos gastos do Estado, do controle de resultados e tolerância zero com a corrupção. Acrescento ainda uma inédita audição da nossa sociedade, para tornar efetiva a participação dos cidadãos nos destinos do país.

Uma nova agenda se impõe.

No plano da gestão, é preciso acabar com o gigantismo e desperdícios de um governo com 39 ministérios e milhares de cargos de confiança, que servem a todos os interesses, menos ao interesse público.

A prioridade é cuidar das grandes emergências em duas áreas capitais –saúde e segurança–, que não podem esperar. Delas depende a vida das pessoas.

A retomada do crescimento demanda uma economia saudável e previsível, que não penaliza quem trabalha e produz, e um governo que guarda com zelo as políticas que estão sob sua responsabilidade. A primeira delas é gastar menos com o governo para poder investir mais na população.

Simultaneamente, temos que construir uma agenda para o futuro, que depende de uma nova escola e de um salto na qualidade da educação pública. Sem educação transformadora, nenhum sonho de desenvolvimento se tornará real e possível.

AÉCIO NEVES, 54, senador por Minas Gerais, é candidato à Presidência da República pelo PSDB

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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18 Comentários
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  1. Jaide

    26 de outubro de 2014 3:19 pm

    Vou voltar aqui mais tarde.

    Vou voltar aqui mais tarde.

  2. Lacyr

    26 de outubro de 2014 3:22 pm

    Como pode?

    Como gastar menos com o governo e, simultâneamente , provocar um salto na educação pública que é política de governo?

  3. Gilberto de Miranda Junior

    26 de outubro de 2014 3:24 pm

    Isso é mais porca e imunda das mentiras!

    Isso simplesmente o maior conjunto de mentiras e cinismo jamais visto! O que move a CORJA do PSDB é o puro e único instinto patrimonialista de receber comissão ao terceirizar de vez o país! O que certamente negará o futuro a todas, TODAS as gerações vindouras! Só vota é Ah-eh-fim que não é mineiro, é alienado ou podre de rico!

  4. Fernando Jorge

    26 de outubro de 2014 3:30 pm

    Me poupe, Aécio, de tanto

    Me poupe, Aécio, de tanto cinismo e hipocrisia.

     

     

  5. Marcos Antônio

    26 de outubro de 2014 3:44 pm

    Como nos velhos tempos…

    Já temos o nosso Capriles, versão tupiniquim…

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=guVZjYaiZfU%5D

  6. anarquista sério

    26 de outubro de 2014 3:48 pm

    No mesmo jornal,no mesmo

    No mesmo jornal,no mesmo dia,na mesma pgn:

    DILMA ROUSSEFF

    TENDÊNCIAS/DEBATES

    Fizemos muito, faremos muito mais

    Mudamos o país para que ele possa mudar muito mais. O Brasil, com a ascensão do seu povo, ascende também. Essa é a grande e verdadeira mudança. Agora temos rumo

    Quando Lula foi eleito presidente, em 2002, o Brasil estava com uma inflação de 12,5%, tinha taxa de desemprego de 11,7%, reservas de apenas US$ 37 bilhões, dos quais US$ 20 bilhões de um empréstimo do Fundo Monetário Internacional. Ninguém pode negar que o país estava mal, muito mal. Passados 12 anos, ninguém pode negar também que o país melhorou de forma substancial e profunda.

    Transformamos o social no eixo estratégico do desenvolvimento, com resultados extraordinários. Realizamos o mais profundo processo de inclusão social de nossa história. Com programas inovadores de transferência de renda como o Bolsa Família, com o aumento do salário mínimo em 71% e a geração de mais 21 milhões de empregos, praticamente erradicamos a pobreza extrema e elevamos 42 milhões à condição de classe média.

    Esse processo de ascensão social constituiu um amplo mercado interno de massas, estimulando os investimentos e a retomada do crescimento. Diante da crise, ao contrário do que acontecia no passado, mantivemos o emprego e a renda. Hoje, enquanto boa parte do mundo desemprega e reduz salários e direitos, o Brasil tem a menor taxa de desemprego da sua história (4,9%) e continua a avançar na redução da pobreza e das desigualdades.

    O resultado desse compromisso social é que o Brasil saiu do Mapa da Fome da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), cumpriu antecipadamente a maior parte do Objetivos do Milênio da ONU e é considerado hoje um exemplo no combate à pobreza e às desigualdades.

    Tudo isso foi acompanhado de um importante equilíbrio macroeconômico. Em meu governo, a inflação se manteve dentro do regime de metas. Governamos com responsabilidade fiscal, a dívida pública líquida caiu de 60% do PIB em 2002 para o patamar de 35%. Nossas reservas cambiais estão em torno de US$ 376 bilhões. Eliminamos a histórica vulnerabilidade das contas externas, reduzimos os juros e nos livramos da tutela do FMI. Este é um país muito mais forte, soberano e sólido do que no passado.

    Também retomamos os imprescindíveis investimentos em infraestrutura que haviam sido abandonados. Com as obras do PAC, as exitosas concessões de aeroportos, rodovias e ferrovias, o forte apoio dos bancos públicos aos investimentos produtivos e o estabelecimento de novas parcerias público-privadas, semeamos o Brasil de obras vitais para seu futuro.

    Mas a grande prioridade estratégica do meu governo é e será a educação. Ela é fundamental para assegurar a competitividade do país e a continuidade dos processos de distribuição da renda. Por isso, triplicamos o orçamento dessa pasta e aprovamos a destinação dos royalties e de parcela do fundo social do pré-sal para a educação. Transformaremos uma riqueza finita, o petróleo, numa riqueza permanente, a educação do nosso povo.

    Implantamos um programa inédito de creches, investimos na formação dos professores alfabetizadores, multiplicamos as escolas em tempo integral e implementamos o maior programa de ensino técnico da nossa história: o Pronatec. Expandimos fortemente as escolas técnicas e as universidades federais. Duplicamos as matrículas no ensino superior e abrimos as portas das universidades para os mais precisavam, com o Prouni, o Reuni, as cotas, o Fies e o programa Ciência Sem Fronteiras. Este é um país que tem muito mais futuro.

    Tudo isso é somente o começo. Vou avançar ainda mais o combate à corrupção com o fortalecimento das instituições de controle e avanços na legislação para acabar com a impunidade. Vou dar absoluta prioridade à reforma política. Criamos as condições para que o Brasil inicie um novo ciclo de desenvolvimento.

    Mudamos o país para que ele possa mudar muito mais. O Brasil, com a ascensão do seu povo, ascende também. Essa é a grande e verdadeira mudança. Agora temos rumo. O Brasil colocou o povo no centro das suas políticas e achou um caminho correto e sólido para percorrer.

    DILMA ROUSSEFF, 66, presidente da República, é candidata à reeleição pelo PT

     

  7. Jorge Rebolla

    26 de outubro de 2014 4:23 pm

    Outros também o querem na presidência do Brasil.

    Eles querem o Aécio, o aborto, o fim da família, etc.

     

    Do blog do Júlio Severo

    Estrategista de Obama na campanha presidencial do Brasil

    A campanha presidencial do Brasil em 2014 teve o envolvimento de um importante estrategista de campanha do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama: David Axelrod. De acordo com o jornal Folha de São Paulo, Axelrod havia sido contratado para ajudar a construir a candidatura de Aécio Neves.

    A ideia de estrategistas americanos trabalhando em campanhas eleitorais do Brasil não é novidade.

    Durante a eleição de 2010, Ben Self, que trabalhou na campanha de Obama, foi contratado como consultor da atual presidente Dilma Rousseff.

    O que é anormal  acerca do envolvimento de David Axelrod na campanha de Aécio Neves é que ele é um homem muito influente no Partido Democrático, de Obama.

    De acordo com o WND, Axelrod foi mentorado por um comunista americano. O WND também diz: “Mais do que qualquer outra figura importante, David Axelrod foi quem tornou Barack Obama presidente… A imagem de Obama foi em grande parte obra das mãos de Axelrod.”

    De acordo com Ann Coulter, Axelrod era conhecido por destruir homens que denunciavam Obama.

    Axelrod fez Obama presidente — o presidente mais pró-aborto e pró-sodomia da história dos EUA.

    Considerando que a presidente Dilma Rousseff é tão abortista e homossexualista quanto Obama é, qual é então o principal interesse do principal estrategista de Obama em ajudar o oponente de Dilma?

    No passado, Obama louvava abertamente Dilma e seu antecessor, Lula, muito embora Dilma e Lula fossem socialistas anti-EUA. Ambos os presidentes brasileiros são alinhados à agenda abortista e homossexualista do governo americano, principalmente no sistema da ONU. Sua relação tem sido tensa  apenas por causa de questões econômicas que poderiam colocar em risco a hegemonia econômica dos EUA.

    Axelrod foi trazido ao Brasil com a ajuda do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, também conhecido por suas iniciais FHC — que é amigo íntimo do ex-presidente americano Bill Clinton. FHC fundou o PSDB, o Partido da Social Democracia, cujo candidato presidencial é Aécio Neves.

    A plataforma presidencial de Aécio é tão homossexualista quanto a plataforma de Dilma. E o vice de Aécio, Aloísio Nunes, é tão pró-aborto quanto Dilma. Para mim, não existe nenhuma falsa esperança de que Aécio poderia descontinuar as políticas homossexualistas de Dilma.

    Mesmo assim, tanto FHC quanto Neves são identificados de forma errada como “conservadores” pelos meios de comunicação dos EUA.

    Desesperados com as políticas abortistas e homossexualistas de Dilma, muitos cristãos no Brasil querem votar em Aécio. Mas se o estrategista socialista americano que fez Obama presidente tiver também sucesso em fazer Aécio Neves presidente, ele também será o presidente mais pró-aborto e pró-sodomia da história do Brasil?

    Eu não sei. Mas sei que Aécio é o candidato do estrategista socialista do presidente mais pró-aborto e pró-sodomia da história dos EUA!

    Por isso, não tenho nenhuma falsa esperança de que Aécio se oporá às agendas anti-vida e anti-família. Não tenho nenhuma esperança de que ele se oporá à agenda homossexualista que o governo de Obama vem impondo nas nações.

    Como escritor pró-família, tenho de ser honesto sobre os dois candidatos socialistas (anti-EUA e pró-EUA) que estão concorrendo à presidência do Brasil. Aliás, dois dias atrás, no auge desta campanha política, meu blog foi fechado pelo Google depois que publiquei meu artigo atacando a plataforma homossexualista de ambos os candidatos. Sob pressão, o Google restaurou meu blog em 24 horas.

    Para compreender Aécio Neves e suas conexões com o governo de Obama, convidei para uma entrevista Wayne Madsen, um jornalista investigativo americano cujo trabalho tem aparecido em meu site favorito, o WorldNetDaily. Não concordo com Madsen em muitas coisas, mas acho que ele está correto em alguns pontos. Madsen ficou conhecido por revelar as conexões de Obama à CIA.

     Leia a entrevista:

    Julio Severo: Por 12 anos, o Brasil tem tido um partido socialista (Partido dos Trabalhadores) governando. Em muitos aspectos, esse partido está também alinhado à agenda abortista e homossexualisa dos EUA. Por que os neocons aceitam um alinhamento brasileiro a essa agenda, mas não a Cuba e Venezuela?

    Wayne Madsen: George Soros é o financiador do FEMEN e Pussy Riot, que têm realizado ataques em igrejas na Rússia e em toda a Europa. Soros e sua gangue, que têm uma aliança com neocons para forçar o mundo a implorar todos os bens e serviços de um grupo poderoso de conspiradores de Wall Street e gângsteres de Londres — inclusive os Rothschilds —, são os reais inimigos do povo. Eles desejam colocar o homem deles, Aécio, e seu assessor financeiro, Armínio Fraga Neto, um executivo da Fundação Quantum (de Soros), para governar o Brasil.

    Julio Severo: A maioria dos conservadores brasileiros está disposta a votar em qualquer candidato só para se livrar da socialista Dilma. O que você pensa sobre isso?

    Wayne Madsen: Se votarem em Aécio, os brasileiros terão um governo influenciado por Soros que venderá a preço de banana o patrimônio do Brasil.

    Julio Severo: A plataforma de governo de Aécio segue os itens homossexualistas do governo atual de Dilma. Não existe diferença. A diferença em outros aspectos é: Dilma está envolvida com bandidos em Cuba e Venezuela. Em contraste, Aécio quer indicar para seu possível futuro governo indivíduos ligados a George Soros. Ele tem também conexões com neocons dos EUA. Será que você poderia nos contar o conhecimento que você tem sobre isso?

    Wayne Madsen: Rubens Antônio Barbosa, assessor de política externa de Aécio, é um neocon inflexível que removerá o Brasil dos BRICS. Diplomatas neocons da Embaixada dos EUA em Brasília e do Consulado-Geral dos EUA no Rio estão ajudando a campanha de Aécio a fim de colocar “seu menino bonzinho” no poder.

    Julio Severo: O livro “The Next Decade: What the World Will Look Like” (A Próxima Década: Como o Mundo se Parecerá), de George Friedman (do Stratfor, que presta serviços de consultoria para o governo dos EUA), tem um capítulo interessante dizendo que o Brasil poderá representar a próxima ameaça para a supremacia econômica dos EUA, e sugere que a estratégia dos EUA para prejudicar a expansão brasileira seria fortalecer os vizinhos do Brasil, principalmente a Argentina. Essencialmente, os EUA tratariam o Brasil nas próximas décadas como tratam hoje a Rússia, mas não porque os EUA querem impedir algum comunismo brasileiro. A razão é impedir o Brasil de se tornar um rival econômico para os EUA. O que você pensa sobre isso?

    Wayne Madsen: Se o Brasil se tornar uma grande potência econômica, tudo o que os EUA deveriam fazer é aceitar isso e parar de pensarem que são o novo Império Romano. Se o governo americano insistir nessa rota de novo Império Romano ao estilo fascista, os EUA se desintegrarão tão rápido quanto o Império Romano.  

     

    1. Vinicius Carioca

      26 de outubro de 2014 6:08 pm

      Peraí, peraí…

      Esse é um jeito sutil do Rebolla declarar voto na Dilma13?

  8. Roberto Claudio

    26 de outubro de 2014 4:30 pm

    Década perdida ? Hã ? ….

    A sim! Agora lembrei. Foram duas décadas perdidas (1980 a 2002).

    IMPORTANTE: VEJA O ARQUIVO ANEXO (com gráficos, figuras e tabelas, em http://www.cepr.net/documents/brazil-2014-09.pdf) PARA ACOMPANHAR O TEXTO A SEGUIR. 

     

    CRESCIMENTO ANUAL PERCAPITA DO PIB DO BRASIL – Figura 1
    * 1980-1994 (-0,1%): Figueiredo(PDS)/Sarney(PMDB)/Collor e Itamar(PRN) – 15 anos perdidos
    * 1995-2002 (0,8%): Fernando Henrique Cardoso (PSDB) – 8 anos de baixo crescimento
    * 2003-2014 (2,5%): Lula e Dilma (PT) – 12 anos com Taxa de crescimento 3 vezes maior que a do governo anterior
    ——————–

    POBREZA E EXTREMA POBREZA – Figura 2
    * 1995-2002 Governo FHC(PSDB): 35% da população brasileira era pobre (rendimento mensal inferior a R$ 140,00)
    * 15% da população era extremamente pobre (rendimento mensal inferior a R$ 70,00)
    * 2003-2014 Governos Lula e Dilma (PT): 12 anos de queda contínua da pobreza e da extrema pobreza, atingindo valores inferiores a 16% e 5%, respectivamente. Em 2014 o Brasil saiu do mapa da Fome da ONU.
    ——————–

    COEFICIENTE DE CONCENTRAÇÃO DE RENDA (GINI) – Figura 3
    * Governo FHC (PSDB): 0,60
    * Governo Lula/Dilma: Expressiva redução para 0,53 (record histórico)
    ——————–

    CRESCIMENTO ANUAL DA RENDA PERCAPITA FAMILIAR – Tabela 1
    * À exceção dos 10% mais ricos, TODAS as demais familias brasileiras tiveram expressivos aumentos de sua renda nos governos Lula e Dilma (PT) quando em comparação com o governo FHC (PSDB), daí o motivo pelo qual é extremamente difícil encontrar um cidadão que esteja em situação pior do que há 12 anos atrás. 
    ——————–

    ******************* ATENÇÃO **************************
    **** TODA DISPUTA PELO PODER SE RESUME A ISTO ********
    **** TODA DISPUTA PELO PODER SE RESUME A ISTO ********
    **** TODA DISPUTA PELO PODER SE RESUME A ISTO ********
    ******************* ATENÇÃO **************************
    DISTRIBUIÇÃO DE RENDA – Tabela 3
    * No governo FHC (PSDB) os 10% mais ricos da população detinham 51,4% de toda a renda gerada no Brasil.
    * Nos governos Lula e Dilma os 10% mais ricos sofreram drástica redução na participação dos rendimentos, levando-os a receber “somente” 33,4% de toda renda.
    * Estes 10% de cidadão são os que controlam efetivamente os políticos e as mídias, fazendo de tudo para manipular a população em prol dos próprios interesses, levando você eleitor ao erro. 
    * Não caia nessas artimanhas. Nao se deixe manipular. 
    * Verifique se houve ou não melhora na sua vida, na vida de seus familiares, na vida de seus compatriotas e vote de acordo. 
    * Por outro lado, no governo FHC (PSDB) os 50% mais pobres detinham 12,5% de toda a renda, obtendo expressivo aumento em sua participação na renda nos governos Lula e Dilma (PT), que subiu ao patamar de 22,6%.
    ******************* ATENÇÃO **************************
    **** TODA DISPUTA PELO PODER SE RESUME A ISTO ********
    **** TODA DISPUTA PELO PODER SE RESUME A ISTO ********
    **** TODA DISPUTA PELO PODER SE RESUME A ISTO ********
    ******************* ATENÇÃO **************************
    —————-

     

    INVESTIMENTOS EM EDUCAÇÃO – Figura 6
    * FHC (PSDB): 4,8% do PIB
    * Lula e Dilma (PT): 6,1% do PIB
    ——————–

    INVESTIMENTOS SOCIAIS – Figura 7
    * FHC (PSDB): R$ 300 bilhões anuais, em média
    * Lula e Dilma (PT): R$ 650 bilhões anuais, em média
    ——————–

    DESEMPREGO E EMPREGO INFORMAL – Figura 12
    * Quedas expressivas de ambos indicadores, chegando a níveis records. Veja o gráfico (figura 12)
    ——————–

    SALÁRIO MÍNIMO – Figura 13
    * Próximo ao Record histórico no governo FHC (PSDB) – Próximo ao menor de todos os tempos.
    * Record histórico no Governo Dilma (PT) – Maior de todos os tempos.

    SALÁRIO GERAL DA POLULAÇÃO – Figura 15
    * Próximo ao Record histórico no governo FHC (PSDB) – Próximo ao menor de todos os tempos.
    * Record histórico no Governo Dilma (PT) – Maior de todos os tempos.

    ****************
    Por estes e outros motivos, com base em FATOS, e não em mentiras propagadas pela mídia comprada, eu voto, com certeza em DILMA 13, para o Brasil continuar mudando.
    *****************

     

    http://www.cepr.net/documents/brazil-2014-09.pdf

  9. Danilo pro

    26 de outubro de 2014 4:36 pm

    Quue país ignorante somos

    Quue país ignorante somos ainda. Como um cara desequilibrado, fraco, viciado, filhinho de papai, sem preparo algum, pode ter quase 50%dos votos? Isso depois de 25 anos da eleição do Collor.

  10. Edu Pedrasse

    26 de outubro de 2014 4:36 pm

    ?????

    Tá querendo demonstrar imparcialidade jornalística Nassif?

    Fofinho hein?

  11. alexis

    26 de outubro de 2014 4:49 pm

    Aló, quero um cursinho de Presidente para o meu neto.

  12. Miguel A. E. Corgosinho

    26 de outubro de 2014 4:54 pm

    Por que quero ser

    Por que quero ser presidente?… 

    Faltou dizer o principal: Investi milhões, talvez bilhões dos meus patrocinadores, em todo tipo de mídia.

    Agora com toda “Justiça”, ele pode perguntar: Quem investe o faz com qual objetivo?…

    Retorno de votos, com juros.

     

  13. Deia

    26 de outubro de 2014 5:03 pm

    Meu Querido e finado Mario

    Meu Querido e finado Mario Covas, PSDBista que eu tanto admirava quando adolescente, ajude-me a ter tolerância em minha vida se esse ser humano tornar-se Predidente do país que eu moro e amo.

    Pelo visto o excelentíssimo senhor Aecio não tem nenhum conhecimento político. Ele viajou mesmo pelo Brasil ou só foi passear de lancha com o Ronaldo Fenômeno?

    Sou a única surtada aqui ou vcs tambem perceberam o tim agressivo desse discurso?

    uma parte de mim pede para que esse homem ganhe e as pessoas vejam o que é realmente retrocesso. Sabe o que mais? Esse muleque não é homem de vedrdade, vai espanar na primeira negociação importante, podem aguardar.

    se ele ganhar , vou infernizar a cabeça dos PSDBistas que tanto criticam o Lula e aDilma, garanto a vcs. 

    1. Ivan de Union

      26 de outubro de 2014 6:40 pm

      “Sou a única surtada aqui ou

      “Sou a única surtada aqui ou vcs tambem perceberam o tim agressivo desse discurso?”:

      Confere. A unica razao que Aecio quer ser presidente eh a que ele nao diz no item mas ja disse varias vezes antes:  “tirar o PT do poder”.  Nada mais.

  14. alexis

    26 de outubro de 2014 5:11 pm

    Professores tucanos de Educação “Fundamental”

    1. Ivan de Union

      26 de outubro de 2014 6:35 pm

      Eu ia dizer o que voce

      Eu ia dizer o que voce ilustrou muitissimo bem, Alexis.  Aecio mais uma vez demonstra falta de dominio sobre qualquer aspecto tecnico de qualquer assunto.

      Presidente, ele seria uma tragedia pra todos os brasileiros.

  15. OBS

    26 de outubro de 2014 6:43 pm

    Pelo o que eu saiba e ouvi

    Pelo o que eu saiba e ouvi dele em entrevistas é que ele já está em campanha ha dois anos.

    Aguardo a prestação de contas.

     

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