10 de junho de 2026

Nossa repórter em Santiago: imagens inéditas

A repórter Patricia Faermann está em Santiago do Chile. De lá, enviou imagens inéditas do front de batalha.

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Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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7 Comentários
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  1. Rômulo Vita Filho

    24 de outubro de 2019 1:55 am

    Leitor assíduo do GGN

  2. Aparecida Donizete Orlando

    24 de outubro de 2019 3:45 am

    Muito bom

  3. Nabantino Gonçalves

    24 de outubro de 2019 7:33 am

    Chicago boy dos infernos.

    JAIR FORA BOZO, CANALHA!

  4. Anônimo

    24 de outubro de 2019 9:15 am

    como é vivenciar in loco uma insurreição?

    se o movimento de massas é a luta de classes viva ocupando as ruas, uma insurreição é aquele momento no qual andamos lado a lado com a História.

    todas as contradições estão ao nosso redor.

    a polícia como a milícia do grande empresariado. as FFAA como tropa de ocupação na própria pátria. o ódio da lumpenburguesia pelo povo. o pavor da lumpenburguesia pelas massas insurrectas.

    o Paro Equatoriano se deu num país pequeno e secundário da América Latina.

    o Levante Chileno ocorre no berço do modelo neoliberal periférico, este inseminado pelos Chicago’s Boys e parido pela ditadura de Pinochet .

    qual seria o impacto de um novo Junho de 2013 no Brasil?

    seria um impacto global, aprofundando ainda mais a grave crise de um mundo em colapso.

    daí a série de medidas de contra-insurgência em curso aqui no Brasil.
    .

  5. Vladimir

    24 de outubro de 2019 9:39 am

    Uma diferença gritante entre as manifestações chilenas e as ocorridas no Brasil durante o processo que culminou com o golpe da presidente Dilma: Aqui,os patos de verde e amarelo saiam às ruas com diversos trios elétricos e gente com dancinhas sem que ninguém os impedisse, embora fosse nítido tratar-se de um golpe,de gente paga para isso. Livres! E essa gente dizia que estávamos a caminho de uma ditadura bolivariana.
    No Chile,e isso está bem claro,a manifestação não ostenta os milhões dos poderosos em carros de som e nem em trios elétricos.É só o povo mesmo e,já que é só o povo,como toda democracia liberal,borracha neles.

  6. André Lameira

    24 de outubro de 2019 10:42 am

    Ó Nassif, aí está seu “pacto social neoliberal”, que você defende junto com o Haddad e o Flávio Dino.
    https://jornalggn.com.br/noticia/xadrez-do-pacto-nacional-e-do-papel-de-lula-por-luis-nassif/
    https://jornalggn.com.br/noticia/as-incompreensoes-sobre-o-artigo-de-haddad-na-folha-por-luis-nassif/

    Vocês estão viajando de achar que é possível avançar sem ruptura. Não tem pacto. A direita não vai largar o osso. O povo vai ter que tomar o poder à força. No lombo, bala e chicote.

    Já estamos em outra era da política. Esqueça a “Nova República” de 1988. A página da história já virou, e estamos rodeados de análises anacrônicas.

  7. Anônimo

    24 de outubro de 2019 2:22 pm

    É hora de tomar as ruas no Brasil também. É preciso acabar com a farra da destruição da cidadania e da dignidade da nação para satisfazer a ganância adoecida dos psicopatas do mercado, sistema político, judiciário e das forças armadas. Cadê os sindicatos, ONG’s, Movimento Estudantil, sociedade civil em geral? A hora é agora. Vamos às ruas!!!

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