
Por Talita Cavalcante
A propaganda eleitoral na televisão será retomada hoje (9), às 20h30. No rádio, recomeça na sexta-feira (10), às 7h. O tempo para cada candidato à Presidência da República será igual no segundo turno. Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) terão dez minutos cada.
Dilma Rousseff será a primeira a se apresentar, porque teve a maior votação no primeiro turno. A partir daí, a ordem dos candidatos será alternada. Quando terminar o tempo de Dilma e Aécio, começa a propaganda dos candidatos que disputam 13 governos estaduais e do Distrito Federal, em segundo turno.
Serão 40 minutos de propaganda divididos entre os candidatos em dois períodos de 20 minutos, diariamente, incluindo os domingos. No rádio, a propaganda vai ao ar às 7h e ao meio-dia. Na televisão, às 13h e às 20h30. A propaganda segue até o dia 24 de outubro, dois dias antes do segundo turno das eleições.
ruan
9 de outubro de 2014 1:01 pmpropaganda
Falando em propaganda.
Vc abre sites de internet so mensagem negativa contra PT
Jornal impresso mesma coisa
Jornal mesma coisa.
As vezes eu acho PT pouco inocênte.
alexis
9 de outubro de 2014 1:16 pmRECADOS PARA DILMA CORAÇÃO VALENTE
1. Seja curta, clara e educada com o seu opositor, porém muito sincera com o telespectador. Numa disputa, jogo, luta de rua, debate, e até jogo de pôquer, sempre tem menos chances de ganhar quem tem mais a perder (e o Aécio não tem nada mesmo a perder).
2. Não queira apenas derrubar o seu opositor, mas faça despertar orgulho no seu eleitor. Eleitor orgulhoso é contagiante e, mesmo se perdermos, será o clássico perder ganhando.
3. Não mencione assuntos do passado (FHC, Arminio Fraga, o tal de “engavetador”, etc.), pois poucos lembram ou conhecem. O playboy já se preparou para este ataque. Deixe essa tarefa para o Lula. Apresente-se como a opção mais certa para produzir as mudanças do futuro imediato, mas também cobre desses eleitores a mobilização e apoio na hora de executar as ditas medidas.
4. Chame com orgulho o PT para as ruas. Vista orgulhosamente a cor vermelha. Não fuja dos nossos eventuais erros do passado, pois as nossas virtudes são infinitamente maiores. Se perdermos, perderemos de vermelho e com a cabeça erguida, não transvertidos de mendigos de votos. A minha mulher foi votar de vermelho e com adesivo no carro. Foi xingada por alguns, mas já ganho quatro votos da Marina para este segundo turno.
5. Escute e aceite de cabeça erguida as acusações sobre corrupção no PT e no Governo. Apenas diga que não compactua e que deu e continuará dando uma batalha sem trégua contra a corrupção, seja de onde for. Você deu mostras disso e continuará dando, nos próximos quatro anos. Convide ao seu oponente a fazer o mesmo, nas administrações do seu partido, pois sem duvida faria um enorme favor ao Brasil.
6. O PIB ao ser dividido pela população gera a renda média per capita de cada brasileiro. Esta renda média é teórica, pois há quem ganhe muito mais do que outros. Dilma quer aumentar o PIB sim, aumentando a renda dos que ganham menos e, ainda, enfrentar as crises internacionais, com PIB baixo, sem justamente sacrificar a renda do povo mais pobre.
7. A inflação está baixa, em média, e controlada muito bem durante os 12 anos de governo do PT. Temos então credibilidade para dizer que o continuaremos fazendo.
8. Foque no seu eleitor, fiel e partidário, sentado com camisa vermelha, numa casa pobre assistindo a TV, não apenas porque ele merece, mas porque isso cria para você um diálogo mais intimo e franco, sem medo de errar, pois será compreendida com boa vontade. É isso! Fale pensando que quem a escuta é o seu eleitor fiel, com boa vontade de lhe ouvir.
9. O PT é o maior partido do Brasil e o mais querido pela população. Temos as maiores alianças. Aja como tal. Azar de quem não quer caminhar com a gente. A outra opção é tucana (grande coisa). Não tem mais opções, e nós ou eles.
10. Os eleitores neutros não serão conquistados por causa de puxar o saco deles, ou de você vestir cores neutras, mas pelo orgulho que eles poderão ver retratado na sua atitude e das pessoas que apóiam você, e quererão ser uma delas. Brilham os seus olhos e fica muito bonita quando fala com orgulho. Acho legal a antiga propaganda dos petistas chamando “vem!” a somar-se a esta caminhada.
11. Aposte então no sentimento de equipe e de “lado”, do avanço, da melhoria de vida dos brasileiros, na nossa nação independente e soberana. Faça o eleitor escolher lado (tucanos contra progressistas) e não a você pessoalmente contra o playboy de papelão. Alguém anti-PT poderia até pensar em votar no Aécio, mas nunca em ser “tucano”.
12. Não suplique por voto. Eleitor é um pouco inconsciente e involuntariamente cruel, como um gerente de banco que empresta dinheiro apenas a quem consegue demonstrar que não precisa dele. Assim como no banco, se o voto for dinheiro, você não deve pedi-lo para pagar dividas, mas sim como investimento, onde todos os seus eleitores poderão ganhar.
13. Divida a responsabilidade conosco, com sinceridade. Você fará apenas uma parte, no governo, mas nós teremos que trabalhar quatro anos na direção proposta por você. Convide-nos a votar consciente, nas boas propostas e idéias.
14. Se voltar à Presidência este será o período mais difícil desta caminhada popular, inclusive com congresso mais conservador. Mesmo assim, deve lutar pelas reformas de base (como a reforma política) e a democratização da mídia. Seja valente e coloque isso já nos debates, sem meios termos. Se ganharmos que seja com força para mudar.
15. São Paulo é o estado mais forte, e a locomotiva do Brasil. Parabéns a eles, pois merecem. Queremos que essa locomotiva avance puxando todos os vagões (estados) do Brasil. Mas, para isso, esses vagões devem fazer também a sua parte, melhorando a educação e a economia, pois assim o esforço será distribuído entre todos os brasileiros. Faremos mais locomotivas puxando, para que todo o Brasil seja, com orgulho, um grande São Paulo.
É fácil dar palpites desde aqui fora e espero perdoem a minha petulância de querer dar conselhos a Dilma. Trata-se apenas de um feedback, de quem está na frente de batalha.
IV AVATAR
9 de outubro de 2014 1:36 pmPor favor SP, não nos enfie esse títere goela abaixo
Foi a “sabida” SP que, contra a vontade dos “desinformados” nordestinos, nos enfiou Fernando Collor goela abaixo. Portanto amigos e amigas de SP, entrem na luta para que isso não se repita no próximo dia 26, os brasileiros não merecemos mais essa afronta, ninguém merece.
joao
9 de outubro de 2014 3:29 pmAvattar
Esta foi otima.
josé adailton
9 de outubro de 2014 1:47 pmEleição decidida
KENNETH MAXWELL – FOLHA
Professor Garcia
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/189708-professor-garcia.shtml
tiimt
9 de outubro de 2014 2:35 pmse depender
José, se depender do sul, a eleição já acabou, Aécio 65/70% – Dilma 25/30%.
Álvaro Noites
9 de outubro de 2014 2:01 pmPropaganda Eleitoral: 20 min
Propaganda Eleitoral: 20 min Dilma + 20 min Aécio
Grande Mídia: 24 horas pró Aécio e 24 horas anti-Dilma
Mailson
9 de outubro de 2014 2:08 pmBolsa Família: antes que Aécio desminta
Publicado em 09/10/2014: http://www.conversaafiada.com.br/politica/2014/10/09/historia-tucano-e-contra-o-bolsa-familia-sim/
História: tucano é
contra o Bolsa Família, sim !
Começou com o “Bolsa Esmola” … É tudo burro, FHC ?
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O Conversa Afiada publica a opinião dos tucanos – e do PiG (ver no ABC do C Af) – sobre o Bolsa Família, desde 2004:
2004
JOSÉ SERRA, FOLHA DE S.PAULO, em 16 de fevereiro de 2004:
“Outro sucesso publicitário tem sido o Bolsa-Família, que, em sua maior parte, agrega os programas de transferência de renda herdados do governo passado”.
“Essa área, que prometia ser prioridade do atual governo, tem sido alvo de constantes retrocessos. (…) O Bolsa-Família, cuja nova prioridade é a periferia das grandes cidades, não vai chegar aos grotões e lugares como carvoarias, plantações de sisal e pedreiras. Essas crianças voltarão ao trabalho, pois os especialistas são unânimes em alertar que o auxílio mensal não pode ser interrompido. Mas, infelizmente, o atraso é constante”.
ARTHUR VIRGÍLIO, EM 9 DE MARÇO DE 2004:
É do conhecimento público que o Planalto possuía um cadastro com mais de 8 milhões de beneficiários. Por que o Bolsa-Família só atendeu 3,6 milhões de famílias?”.
EDITORIAL DO PSDB, BOLSA ESMOLA, em setembro de 2004:
“Para um governo comandado por um partido que historicamente se fortaleceu sob a bandeira da redenção dos pobres de todo o país, o balanço das políticas federais de inclusão social tem sido profundamente desapontador. (…) O programa Fome Zero, eixo central do discurso de campanha do então candidato petista, Luiz Inácio Lula da Silva, sofre de inanição desde a sua festejada criação e atabalhoada execução. (…) Trata-se de um símbolo tristonho da negligência governamental para aquela que seria prioridade absoluta da atual gestão. Os entraves dos programas sociais do governo federal são a evidência clara de uma política embotada pelo apego a números que podem render dividendos políticos musculosos, porém com eficácia social bastante questionável. São 4,5 milhões de famílias beneficiadas, orgulha-se o Palácio do Planalto. O risco é que, ao fim do mandato petista, boa parte delas continue à espera da esmola presidencial”.
Em 16 de setembro, o então SENADOR TEOTÔNIO VILELA FILHO (PSDB-AL), hoje governador de Alagoas:
Esse descompromisso termina transformando os programas (…) em mero assistencialismo, esterilizando por completo todo seu vasto potencial de transformação social. Virou esmola. Virou assistencialismo puro”.
O líder do PSDB na Câmara, deputado ALBERTO GOLDMAN, em 2004:
“Qual não minha surpresa quando o ministro Patrus veio a público defender a inoperância no controle da assiduidade escolar sob a justificativa de que mais importante do que garantir a frequência seria assegurar às famílias uma fonte de renda”.
RODRIGO MAIA (PFL-RJ):
“Esse programa de transferência de renda da história do Brasil tem mostrado suas falhas e mazelas
(…)
FERNANDO HENRIQUE CARDOSO, em entrevista à revista IstoÉ Dinheiro:
“O Fome Zero é o maior gol contra que eu já vi. Mexeram errado na área social. Tiraram do Bolsa Escola a característica que era dar o dinheiro para as famílias manterem seus filhos na escola. Na Educação, estão dando abatimento fiscal para escolas privadas e abandonaram a ênfase no ensino básico. Na Saúde, o que foi feito de novo? Nada”.
2005
SENADOR FLEXA RIBEIRO (PSDB-PA), da tribuna do Senado
“O governo se apóia, na área social, em iniciativas demagógicas e assistencialistas que visam, tão-somente, a criar uma relação de dependência entre Estado e os elementos mais pobres da população. Esse assistencialismo antiquado é mais conhecido pelo nome de Bolsa-Família. (…) O Bolsa-Família, tal como foi desenhado, é incapaz de combater a pobreza e de promover a inclusão social dos mais pobres, como apregoa. (…) O atual Governo, lamentavelmente, além de manter práticas atrasadas em diversas áreas, também o faz no campo da assistência social. O que se viu até agora foram projetos de cunho populista fracassados, como o Bolsa-Família, denominado pelo jornalista Demétrio Magnoli, como “O Mensalinho dos Pobres”.
JOSÉ SERRA, no ESTADÃO:
“Quem torna o povo cativo da falsa caridade, transformando recursos públicos em demagogia eleitoreira, não é ético”.
JOSÉ AGRIPINO:
“A única obra em andamento é a Bolsa-Família, por ser um programa paternalista com o intuito de barganhar votos nas eleições gerais do ano que vem”.
FHC, na revista Agenda 45:
“As políticas de transferência de renda do tipo Bolsa Escola, agora rebatizada de Bolsa Família, dão um alívio imediato, mas também não são suficientes”.
SENADOR CÁSSIO CUNHA LIMA (PSDB):
“Os programas de bolsas não resolverão as dificuldades às quais os segmentos mais carentes estão submetidos”.
ALBERTO GOLDMAN, à IstoÉ:
“As famílias entram nesse sistema assistencialista sem perspectiva de sair. É quase condenar o cidadão a viver o resto da vida na dependência do Estado.”
2006
ÁLVARO DIAS:
“Os programas sociais no Brasil estão sendo utilizados indevidamente, o que configura má aplicação de dinheiro público. Não podemos ficar indiferentes a essa questão.”
ARTHUR VIRGILIO:
“(O governo) limitou-se a distribuir dinheiro a fundo perdido, sem nenhuma exigência de contrapartida educacional, sem nada, quase que uma esmola eleitoreira.”
FHC ao Correio Braziliense:
“Na área social, o Bolsa-Família juntou o que já havia antes, mas tirou o nervo. Quando se faz um programa dessa natureza, não é só dar o dinheiro. É dar dinheiro para melhorar. Mas os requisitos diminuíram”.
CARTA AOS ELEITORES DO PSDB, às vésperas das eleições presidenciais:
“(…) não devemos temer a Bolsa-família. Ela não apenas resultou de programas que nós criamos (inclusive a preparação técnica para a unificação dos programas) como vem sendo desvirtuada pela velocidade eleitoreira com que cresce e pelo descuido na verificação da satisfação de requisitos para sua obtenção. E sobretudo porque tem sido feita no embalo da pura propaganda eleitoral, tornando um propósito saudável, pois inauguramos estes programas como um ‘direito do cidadão’, numa benesse do papai-Presidente. Na verdade por este caminho formar-se-á uma nova clientela do governo. Se a ela somarmos a clientela dos assentados pela reforma agrária que não são emancipados, quer dizer, que não produzem para pagar seus compromissos e dependem a cada ano de novas transferências de verbas orçamentárias, estaremos criando o maior exército de reserva eleitoral da história. Aí sim caberá o “nunca se viu neste país…!”
2007
AÉCIO NEVES, ao Estadão:
O Bolsa-Família precisa ter portas de saída tão estimulantes quanto as de entrada.
(…)
Não quero crer que a ampliação do Bolsa-Família possa ser o grande projeto de um governo. Ele foi essencial num dado momento, mas tão ou mais importante do que ele é criar condições, através da qualificação, de novas oportunidades de trabalho para as famílias que hoje dependem do programa”.
GERALDO ALCKMIN:
“Sou favorável aos programas de complementação de renda. Mas eles não podem virar moeda de troca com o voto. Eu disse na campanha que o Bolsa-Família é transitório e que precisamos gerar empregos. Tanto bati na tecla certa que ficou na agenda nacional”.
DEPUTADO DUARTE NOGUEIRA, hoje presidente do PSDB:
“Criamos uma rede de proteção social formada por programas de complementação de renda – como o Bolsa-Alimentação, o Bolsa-Escola, o Vale-Gás, espertamente apropriados pelo governo Lula – que os herdou, os rebatizou e os transformou em um sustentáculo do seu projeto de poder”.
FHC, em 6 de junho, no site do partido:
“Se quisermos projetar um futuro que não seja de esmolas para os pobres disfarçadas em bolsas e de concentração de renda ainda maior, temos que assegurar à maioria condições para competir e obter emprego, com melhor educação e mais crescimento econômico. Caso contrário seguiremos no rumo do apartheid moderno, que transforma o Estado em casa de misericórdia e o mercado em apanágio dos bem educados”.
TASSO JEREISSATI
“Fizemos o projeto São José [de assistência social], aqui no Ceará, que guarda semelhanças como Bolsa Família, mas não dava esmolas”.
2008
FHC ao Estadão:
“[A Bolsa Família] é paliativo, se não for conjugada a uma política de geração de empregos. Aumentar consumo, essas bolsas aumentam. Mas toda política social compensatória precisa ter porta de entrada e de saída, do contrário é ruim. A Bolsa-Escola, por exemplo, tinha uma clara porta de saída: terminou a escola, terminou a bolsa. No caso das gestantes, terminou a gravidez, terminou a bolsa. No Bolsa-Família, isso ficou confuso. Como vai ser a saída? Não está pensado. Agora ampliaram a faixa de atendimento do programa. É preciso ver se não há duplicação no atendimento. Eu não ando pela periferia de São Paulo, mas a Ruth (Cardoso, antropóloga e ex-primeira-dama) anda. E constata que há uma oferta grande de bolsas sociais – a do município, a do Estado, a do governo federal. Isso, num primeiro momento, pode ser bom. A longo prazo, pode criar uma camada de dependentes do Estado”.
ARTHUR VIRGÍLIO:
“O governo Lula é absolutamente inepto e não cria portas de saída desses programas, tornando as pessoas dependentes a vida inteira. “
2010
TASSO JEREISSATI:
“Vai acabar todo mundo no Bolsa Família e ninguém produz mais nada.”
JOSÉ SERRA, durante a campanha presidencial:
“Aliás, o Bolsa-Família é uma criação do governo FHC – uma junção do Bolsa-Escola e do Bolsa-Alimentação”.
MÔNICA SERRA, espora do hoje senador eleitor por São Paulo:
“As pessoas não querem mais trabalhar, não querem assinar carteira e estão ensinando isso para os filhos”.
2011
FHC:
“A Bolsa Escola, por exemplo, foi a origem de todas as bolsas. Distribuímos 5 milhões de bolsas e eu não usei isso como se fosse dádiva”.
“As políticas compensatórias iniciadas no governo do PSDB – as bolsas – que o próprio Lula acusava de serem esmolas e quase naufragaram no natimorto Fome Zero – voltaram a brilhar na boca de Lula, pai dos pobres, diante do silêncio da oposição e deslumbramento do país e… do mundo! (…)
JOSÉ SERRA, em O Globo:
“Oito anos depois, eis que ressurge do esquecimento com um novo nome, “Brasil sem Miséria”, num relançamento que também deveria ter sido retumbante.”
ÁLVARO DIAS, no Roda Viva:
“[O Bolsa Família] mantém na miséria porque estimula a preguiça. Inclusive, há gente que não quer trabalhar porque não quer ter carteira assinada e perder o benefício”.
AÉCIO NEVES:
“Posso adiantar para vocês que o PSDB fará em outubro o seu primeiro grande evento nacional, onde vamos resgatar o nosso legado, as principais figuras que construíram a estabilidade econômica e o maior plano de inclusão social do Brasil, que não é o Bolsa-Família, é o Plano Real”.
2013
ALOYSIO NUNES, na tribuna do Senado:
“(…) É preciso que se pergunte à Presidente que contas são essas, porque o número de miseráveis no Brasil aumenta e diminui ao sabor dos governos do PT. O objetivo do PT quando era oposição e mesmo quando assumiu o Governo Federal era, segundo o Presidente Lula, garantir, nos seus primeiros quatro anos de Governo, três refeições diárias a 9,3 milhões de famílias, ou seja, 44 milhões de pessoas. E os 16 milhões do lançamento do Brasil sem Miséria? Os 19 milhões que são anunciados nas estatísticas oficiais e repetidos pela Srª Presidente, que já teriam saído da miséria nos últimos dois anos? Ou, ainda, 22 milhões, dentre os quais a Presidente diz que ainda precisam ser resgatados 2,5 milhões da situação de miséria?”.
JOSÉ SERRA ao Jornal da Cidade 2ª Edição, na Rádio Metrópole
“Bolsa Família não é a solução. Ele estaciona. Para a pessoa subir na vida precisa mais do que isso. Não se fez inovação nenhuma”.
AÉCIO NEVES:
“O Brasil não pode viver exclusivamente desse benefício. Um pai de família não pode querer deixar de herança para o seu filho um cartão do Bolsa Família.”
Leia também:
SP: VICE-CAMPEÃO DE BOLSA FAMÍLIA
Free Walker
9 de outubro de 2014 2:18 pm(Sem título)
joao
9 de outubro de 2014 3:34 pmsoh pousando
No seu aeroporto e tava limpinho.
alexis
9 de outubro de 2014 8:55 pmDeixamos a sujeira com o PIG,
Deixamos a sujeira com o PIG, não é Aecim?
tiim
9 de outubro de 2014 2:31 pmBAIXARIA
Prezados, se Dilma continuar com suas baixarias e mentiras, não irá receber os votos que teve no primeiro turno. Dilma não faça besteira, essa eleição o povo não ter quer, quem sabe em 2018.
joao
9 de outubro de 2014 3:40 pmuai!
Nao vi este trem passar no primeiro turno.
O povao disse sim.
Ela nao levou tranquilo e nao foi a zebra do segundo colocado?
Tony
9 de outubro de 2014 5:57 pmDesconstruir uma proposta não é baixaria
Seu conceito de baixaria além de descalibrado, é bem seletivo, hein parceiro?
Desconstruir uma proposta, apontar seus defeitos, contradições e inconsistências não é baixaria…
E os desinformados são os nordestinos?
tiim
9 de outubro de 2014 7:47 pmconcordo
Prezado Tony, concordo com você que, construir proposta, apontar seus defeitos,contradições, fazem parte do debate, más meu caro, não é isso que Dilma fez no primeiro turno, e começou a fazer agora, pura mentira, fabrica situações não verdadeiras, golpe baixo. A sociedade tem reprovado isso tudo, e acredito que até você repudia.
altamiro souza
9 de outubro de 2014 3:09 pmfalar em horário eleitoral
falar em horário eleitoral gratuito parece piada,
de péssimo gosto
já que nesse tempo todo em que não houve programas,
a grande mídia em massa se posicionou em favor de áecio.
e a justiça eleitoral aceita tudo como se fosse normal….
Tony
9 de outubro de 2014 7:41 pmDilma vs poder financeiro
Jornal Nacional da Globo deve retomar a “dobradinha” (levanta que eu corto, fala que eu enfatizo) com o programa eleitoral dos tucanos.
Assim que terminar com o boa noite de Bonner, o programa e a fala do tucano irão enfatizar e ratificar as manchetes e reportagens amplificadas do JN, e prometer a soluçao milagrosa para os males noticiados…
Como disse o Kostcho, vai ser uma luta desigual…
PS: Heródoto Barbeiro e Record não ficam pra trás nesta “dobradinha”
Marly
9 de outubro de 2014 8:21 pmHumm…
Esqueceu o Boechat? Um tendencioso incrível!