26 de junho de 2026

Propaganda eleitoral na televisão será retomada hoje

 
 
Por Talita Cavalcante
 
A propaganda eleitoral na televisão será retomada hoje (9), às 20h30. No rádio, recomeça na sexta-feira (10), às 7h. O tempo para cada candidato à Presidência da República será igual no segundo turno. Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) terão dez minutos cada.
 
Dilma Rousseff será a primeira a se apresentar, porque teve a maior votação no primeiro turno. A partir daí, a ordem dos candidatos será alternada. Quando terminar o tempo de Dilma e Aécio, começa a propaganda dos candidatos que disputam 13 governos estaduais e do Distrito Federal, em segundo turno.
 
Serão 40 minutos de propaganda divididos entre os candidatos em dois períodos de 20 minutos, diariamente, incluindo os domingos. No rádio, a propaganda vai ao ar às 7h e ao meio-dia. Na televisão, às 13h e às 20h30. A propaganda segue até o dia 24 de outubro, dois dias antes do segundo turno das eleições.
 

Patricia Faermann

Jornalista, pós-graduada em Estudos Internacionais pela Universidade do Chile. Coordenadora de Projetos. Repórter e documentarista de Política, Justiça e América Latina do GGN desde 2013.

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18 Comentários
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  1. ruan

    9 de outubro de 2014 1:01 pm

    propaganda

    Falando em propaganda.

    Vc abre sites de internet so mensagem negativa contra PT  

    Jornal impresso  mesma coisa

    Jornal mesma coisa.

     

    As vezes eu acho PT pouco inocênte.

     

  2. alexis

    9 de outubro de 2014 1:16 pm

    RECADOS PARA DILMA CORAÇÃO VALENTE

    1.    Seja curta, clara e educada com o seu opositor, porém muito sincera com o telespectador. Numa disputa, jogo, luta de rua, debate, e até jogo de pôquer, sempre tem menos chances de ganhar quem tem mais a perder (e o Aécio não tem nada mesmo a perder).

    2.    Não queira apenas derrubar o seu opositor, mas faça despertar orgulho no seu eleitor. Eleitor orgulhoso é contagiante e, mesmo se perdermos, será o clássico perder ganhando.

    3.    Não mencione assuntos do passado (FHC, Arminio Fraga, o tal de “engavetador”, etc.), pois poucos lembram ou conhecem. O playboy já se preparou para este ataque. Deixe essa tarefa para o Lula. Apresente-se como a opção mais certa para produzir as mudanças do futuro imediato, mas também cobre desses eleitores a mobilização e apoio na hora de executar as ditas medidas.

    4.    Chame com orgulho o PT para as ruas. Vista orgulhosamente a cor vermelha. Não fuja dos nossos eventuais erros do passado, pois as nossas virtudes são infinitamente maiores. Se perdermos, perderemos de vermelho e com a cabeça erguida, não transvertidos de mendigos de votos. A minha mulher foi votar de vermelho e com adesivo no carro. Foi xingada por alguns, mas já ganho quatro votos da Marina para este segundo turno.

    5.    Escute e aceite de cabeça erguida as acusações sobre corrupção no PT e no Governo. Apenas diga que não compactua e que deu e continuará dando uma batalha sem trégua contra a corrupção, seja de onde for. Você deu mostras disso e continuará dando, nos próximos quatro anos. Convide ao seu oponente a fazer o mesmo, nas administrações do seu partido, pois sem duvida faria um enorme favor ao Brasil.

    6.    O PIB ao ser dividido pela população gera a renda média per capita de cada brasileiro. Esta renda média é teórica, pois há quem ganhe muito mais do que outros. Dilma quer aumentar o PIB sim, aumentando a renda dos que ganham menos e, ainda, enfrentar as crises internacionais, com PIB baixo, sem justamente sacrificar a renda do povo mais pobre.

    7.    A inflação está baixa, em média, e controlada muito bem durante os 12 anos de governo do PT. Temos então credibilidade para dizer que o continuaremos fazendo.

    8.    Foque no seu eleitor, fiel e partidário, sentado com camisa vermelha, numa casa pobre assistindo a TV, não apenas porque ele merece, mas porque isso cria para você um diálogo mais intimo e franco, sem medo de errar, pois será compreendida com boa vontade. É isso! Fale pensando que quem a escuta é o seu eleitor fiel, com boa vontade de lhe ouvir.

    9.    O PT é o maior partido do Brasil e o mais querido pela população. Temos as maiores alianças. Aja como tal. Azar de quem não quer caminhar com a gente. A outra opção é tucana (grande coisa). Não tem mais opções, e nós ou eles.

    10. Os eleitores neutros não serão conquistados por causa de puxar o saco deles, ou de você vestir cores neutras, mas pelo orgulho que eles poderão ver retratado na sua atitude e das pessoas que apóiam você, e quererão ser uma delas. Brilham os seus olhos e fica muito bonita quando fala com orgulho. Acho legal a antiga propaganda dos petistas chamando “vem!” a somar-se a esta caminhada.

    11. Aposte então no sentimento de equipe e de “lado”, do avanço, da melhoria de vida dos brasileiros, na nossa nação independente e soberana. Faça o eleitor escolher lado (tucanos contra progressistas) e não a você pessoalmente contra o playboy de papelão. Alguém anti-PT poderia até pensar em votar no Aécio, mas nunca em ser “tucano”.

    12. Não suplique por voto. Eleitor é um pouco inconsciente e involuntariamente cruel, como um gerente de banco que empresta dinheiro apenas a quem consegue demonstrar que não precisa dele. Assim como no banco, se o voto for dinheiro, você não deve pedi-lo para pagar dividas, mas sim como investimento, onde todos os seus eleitores poderão ganhar.

    13. Divida a responsabilidade conosco, com sinceridade. Você fará apenas uma parte, no governo, mas nós teremos que trabalhar quatro anos na direção proposta por você. Convide-nos a votar consciente, nas boas propostas e idéias.

    14.  Se voltar à Presidência este será o período mais difícil desta caminhada popular, inclusive com congresso mais conservador. Mesmo assim, deve lutar pelas reformas de base (como a reforma política) e a democratização da mídia. Seja valente e coloque isso já nos debates, sem meios termos. Se ganharmos que seja com força para mudar.

    15.  São Paulo é o estado mais forte, e a locomotiva do Brasil. Parabéns a eles, pois merecem. Queremos que essa locomotiva avance puxando todos os vagões (estados) do Brasil. Mas, para isso, esses vagões devem fazer também a sua parte, melhorando a educação e a economia, pois assim o esforço será distribuído entre todos os brasileiros. Faremos mais locomotivas puxando, para que todo o Brasil seja, com orgulho, um grande São Paulo.

    É fácil dar palpites desde aqui fora e espero perdoem a minha petulância de querer dar conselhos a Dilma. Trata-se apenas de um feedback, de quem está na frente de batalha.

  3. IV AVATAR

    9 de outubro de 2014 1:36 pm

    Por favor SP, não nos enfie esse títere goela abaixo

    Foi a “sabida” SP que, contra a vontade dos “desinformados” nordestinos, nos enfiou Fernando Collor goela abaixo. Portanto amigos e amigas de SP, entrem na luta para que isso não se repita no próximo dia 26, os brasileiros não merecemos mais essa afronta, ninguém merece.

    1. joao

      9 de outubro de 2014 3:29 pm

      Avattar
      Esta foi otima.

  4. josé adailton

    9 de outubro de 2014 1:47 pm

    Eleição decidida

    KENNETH MAXWELL –  FOLHA

    Professor Garcia

     

    http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/189708-professor-garcia.shtml

     

    1. tiimt

      9 de outubro de 2014 2:35 pm

      se depender

      José, se depender do sul, a eleição já acabou, Aécio  65/70% – Dilma 25/30%.

  5. Álvaro Noites

    9 de outubro de 2014 2:01 pm

    Propaganda Eleitoral: 20 min

    Propaganda Eleitoral: 20 min Dilma + 20 min Aécio

    Grande Mídia: 24 horas pró Aécio e 24 horas anti-Dilma

  6. Mailson

    9 de outubro de 2014 2:08 pm

    Bolsa Família: antes que Aécio desminta

    Publicado em 09/10/2014: http://www.conversaafiada.com.br/politica/2014/10/09/historia-tucano-e-contra-o-bolsa-familia-sim/

    História: tucano é 
    contra o Bolsa Família, sim !

    Começou com o “Bolsa Esmola” … É tudo burro, FHC ?

    COMPARTILHEVOTE  (+43) IMPRIMIR 

     

    O Conversa Afiada publica a opinião dos tucanos – e do PiG (ver no ABC do C Af) – sobre o Bolsa Família, desde 2004:

     

    2004

     

    JOSÉ SERRA, FOLHA DE S.PAULO, em 16 de fevereiro de 2004:

    “Outro sucesso publicitário tem sido o Bolsa-Família, que, em sua maior parte, agrega os programas de transferência de renda herdados do governo passado”.

    “Essa área, que prometia ser prioridade do atual governo, tem sido alvo de constantes retrocessos. (…) O Bolsa-Família, cuja nova prioridade é a periferia das grandes cidades, não vai chegar aos grotões e lugares como carvoarias, plantações de sisal e pedreiras. Essas crianças voltarão ao trabalho, pois os especialistas são unânimes em alertar que o auxílio mensal não pode ser interrompido. Mas, infelizmente, o atraso é constante”.

    ARTHUR VIRGÍLIO, EM 9 DE MARÇO DE 2004:

    É do conhecimento público que o Planalto possuía um cadastro com mais de 8 milhões de beneficiários. Por que o Bolsa-Família só atendeu 3,6 milhões de famílias?”.

    EDITORIAL DO PSDB, BOLSA ESMOLA, em setembro de 2004:

    “Para um governo comandado por um partido que historicamente se fortaleceu sob a bandeira da redenção dos pobres de todo o país, o balanço das políticas federais de inclusão social tem sido profundamente desapontador. (…) O programa Fome Zero, eixo central do discurso de campanha do então candidato petista, Luiz Inácio Lula da Silva, sofre de inanição desde a sua festejada criação e atabalhoada execução. (…) Trata-se de um símbolo tristonho da negligência governamental para aquela que seria prioridade absoluta da atual gestão. Os entraves dos programas sociais do governo federal são a evidência clara de uma política embotada pelo apego a números que podem render dividendos políticos musculosos, porém com eficácia social bastante questionável. São 4,5 milhões de famílias beneficiadas, orgulha-se o Palácio do Planalto. O risco é que, ao fim do mandato petista, boa parte delas continue à espera da esmola presidencial”.

    Em 16 de setembro, o então SENADOR TEOTÔNIO VILELA FILHO (PSDB-AL), hoje governador de Alagoas:

    Esse descompromisso termina transformando os programas (…) em mero assistencialismo, esterilizando por completo todo seu vasto potencial de transformação social. Virou esmola. Virou assistencialismo puro”.

    O líder do PSDB na Câmara, deputado ALBERTO GOLDMAN, em 2004:

    “Qual não minha surpresa quando o ministro Patrus veio a público defender a inoperância no controle da assiduidade escolar sob a justificativa de que mais importante do que garantir a frequência seria assegurar às famílias uma fonte de renda”.

    RODRIGO MAIA (PFL-RJ):

    “Esse programa de transferência de renda da história do Brasil tem mostrado suas falhas e mazelas

    (…)

    FERNANDO HENRIQUE CARDOSO, em entrevista à revista IstoÉ Dinheiro:

    “O Fome Zero é o maior gol contra que eu já vi. Mexeram errado na área social. Tiraram do Bolsa Escola a característica que era dar o dinheiro para as famílias manterem seus filhos na escola. Na Educação, estão dando abatimento fiscal para escolas privadas e abandonaram a ênfase no ensino básico. Na Saúde, o que foi feito de novo? Nada”.

     

    2005

     

    SENADOR FLEXA RIBEIRO (PSDB-PA), da tribuna do Senado

    “O governo se apóia, na área social, em iniciativas demagógicas e assistencialistas que visam, tão-somente, a criar uma relação de dependência entre Estado e os elementos mais pobres da população. Esse assistencialismo antiquado é mais conhecido pelo nome de Bolsa-Família. (…) O Bolsa-Família, tal como foi desenhado, é incapaz de combater a pobreza e de promover a inclusão social dos mais pobres, como apregoa. (…) O atual Governo, lamentavelmente, além de manter práticas atrasadas em diversas áreas, também o faz no campo da assistência social. O que se viu até agora foram projetos de cunho populista fracassados, como o Bolsa-Família, denominado pelo jornalista Demétrio Magnoli, como “O Mensalinho dos Pobres”.

    JOSÉ SERRA, no ESTADÃO:

    “Quem torna o povo cativo da falsa caridade, transformando recursos públicos em demagogia eleitoreira, não é ético”.

    JOSÉ AGRIPINO:

    “A única obra em andamento é a Bolsa-Família, por ser um programa paternalista com o intuito de barganhar votos nas eleições gerais do ano que vem”.

    FHC, na revista Agenda 45:

    “As políticas de transferência de renda do tipo Bolsa Escola, agora rebatizada de Bolsa Família, dão um alívio imediato, mas também não são suficientes”.

    SENADOR CÁSSIO CUNHA LIMA (PSDB):

    “Os programas de bolsas não resolverão as dificuldades às quais os segmentos mais carentes estão submetidos”.

    ALBERTO GOLDMAN, à IstoÉ:

    “As famílias entram nesse sistema assistencialista sem perspectiva de sair. É quase condenar o cidadão a viver o resto da vida na dependência do Estado.”

     

    2006

     

    ÁLVARO DIAS:

    “Os programas sociais no Brasil estão sendo utilizados indevidamente, o que configura má aplicação de dinheiro público. Não podemos ficar indiferentes a essa questão.”

    ARTHUR VIRGILIO:

    “(O governo) limitou-se a distribuir dinheiro a fundo perdido, sem nenhuma exigência de contrapartida educacional, sem nada, quase que uma esmola eleitoreira.”

    FHC ao Correio Braziliense:

    “Na área social, o Bolsa-Família juntou o que já havia antes, mas tirou o nervo. Quando se faz um programa dessa natureza, não é só dar o dinheiro. É dar dinheiro para melhorar. Mas os requisitos diminuíram”.

    CARTA AOS ELEITORES DO PSDB, às vésperas das eleições presidenciais:

    “(…) não devemos temer a Bolsa-família. Ela não apenas resultou de programas que nós criamos (inclusive a preparação técnica para a unificação dos programas) como vem sendo desvirtuada pela velocidade eleitoreira com que cresce e pelo descuido na verificação da satisfação de requisitos para sua obtenção. E sobretudo porque tem sido feita no embalo da pura propaganda eleitoral, tornando um propósito saudável, pois inauguramos estes programas como um ‘direito do cidadão’, numa benesse do papai-Presidente. Na verdade por este caminho formar-se-á uma nova clientela do governo. Se a ela somarmos a clientela dos assentados pela reforma agrária que não são emancipados, quer dizer, que não produzem para pagar seus compromissos e dependem a cada ano de novas transferências de verbas orçamentárias, estaremos criando o maior exército de reserva eleitoral da história. Aí sim caberá o “nunca se viu neste país…!”

     

    2007

     

    AÉCIO NEVES, ao Estadão:

    O Bolsa-Família precisa ter portas de saída tão estimulantes quanto as de entrada.

    (…)

    Não quero crer que a ampliação do Bolsa-Família possa ser o grande projeto de um governo. Ele foi essencial num dado momento, mas tão ou mais importante do que ele é criar condições, através da qualificação, de novas oportunidades de trabalho para as famílias que hoje dependem do programa”.

    GERALDO ALCKMIN:

    “Sou favorável aos programas de complementação de renda. Mas eles não podem virar moeda de troca com o voto. Eu disse na campanha que o Bolsa-Família é transitório e que precisamos gerar empregos. Tanto bati na tecla certa que ficou na agenda nacional”.

    DEPUTADO DUARTE NOGUEIRA, hoje presidente do PSDB:

    “Criamos uma rede de proteção social formada por programas de complementação de renda – como o Bolsa-Alimentação, o Bolsa-Escola, o Vale-Gás, espertamente apropriados pelo governo Lula – que os herdou, os rebatizou e os transformou em um sustentáculo do seu projeto de poder”.

    FHC, em 6 de junho, no site do partido:

    “Se quisermos projetar um futuro que não seja de esmolas para os pobres disfarçadas em bolsas e de concentração de renda ainda maior, temos que assegurar à maioria condições para competir e obter emprego, com melhor educação e mais crescimento econômico. Caso contrário seguiremos no rumo do apartheid moderno, que transforma o Estado em casa de misericórdia e o mercado em apanágio dos bem educados”.

    TASSO JEREISSATI

    “Fizemos o projeto São José [de assistência social], aqui no Ceará, que guarda semelhanças como Bolsa Família, mas não dava esmolas”.

     

    2008

     

    FHC ao Estadão:

    “[A Bolsa Família] é paliativo, se não for conjugada a uma política de geração de empregos. Aumentar consumo, essas bolsas aumentam. Mas toda política social compensatória precisa ter porta de entrada e de saída, do contrário é ruim. A Bolsa-Escola, por exemplo, tinha uma clara porta de saída: terminou a escola, terminou a bolsa. No caso das gestantes, terminou a gravidez, terminou a bolsa. No Bolsa-Família, isso ficou confuso. Como vai ser a saída? Não está pensado. Agora ampliaram a faixa de atendimento do programa. É preciso ver se não há duplicação no atendimento. Eu não ando pela periferia de São Paulo, mas a Ruth (Cardoso, antropóloga e ex-primeira-dama) anda. E constata que há uma oferta grande de bolsas sociais – a do município, a do Estado, a do governo federal. Isso, num primeiro momento, pode ser bom. A longo prazo, pode criar uma camada de dependentes do Estado”.

    ARTHUR VIRGÍLIO:

    “O governo Lula é absolutamente inepto e não cria portas de saída desses programas, tornando as pessoas dependentes a vida inteira. “

     

    2010

     

    TASSO JEREISSATI:

    “Vai acabar todo mundo no Bolsa Família e ninguém produz mais nada.”

    JOSÉ SERRA, durante a campanha presidencial:

    “Aliás, o Bolsa-Família é uma criação do governo FHC – uma junção do Bolsa-Escola e do Bolsa-Alimentação”.

    MÔNICA SERRA, espora do hoje senador eleitor por São Paulo:

    “As pessoas não querem mais trabalhar, não querem assinar carteira e estão ensinando isso para os filhos”.

     

    2011

     

    FHC:

    “A Bolsa Escola, por exemplo, foi a origem de todas as bolsas. Distribuímos 5 milhões de bolsas e eu não usei isso como se fosse dádiva”.

    “As políticas compensatórias iniciadas no governo do PSDB – as bolsas – que o próprio Lula acusava de serem esmolas e quase naufragaram no natimorto Fome Zero – voltaram a brilhar na boca de Lula, pai dos pobres, diante do silêncio da oposição e deslumbramento do país e… do mundo! (…)

    JOSÉ SERRA, em O Globo:

    “Oito anos depois, eis que ressurge do esquecimento com um novo nome, “Brasil sem Miséria”, num relançamento que também deveria ter sido retumbante.”

    ÁLVARO DIAS, no Roda Viva:

    “[O Bolsa Família] mantém na miséria porque estimula a preguiça. Inclusive, há gente que não quer trabalhar porque não quer ter carteira assinada e perder o benefício”.

    AÉCIO NEVES:

    “Posso adiantar para vocês que o PSDB fará em outubro o seu primeiro grande evento nacional, onde vamos resgatar o nosso legado, as principais figuras que construíram a estabilidade econômica e o maior plano de inclusão social do Brasil, que não é o Bolsa-Família, é o Plano Real”.

     

    2013

     

    ALOYSIO NUNES, na tribuna do Senado:

    “(…) É preciso que se pergunte à Presidente que contas são essas, porque o número de miseráveis no Brasil aumenta e diminui ao sabor dos governos do PT. O objetivo do PT quando era oposição e mesmo quando assumiu o Governo Federal era, segundo o Presidente Lula, garantir, nos seus primeiros quatro anos de Governo, três refeições diárias a 9,3 milhões de famílias, ou seja, 44 milhões de pessoas. E os 16 milhões do lançamento do Brasil sem Miséria? Os 19 milhões que são anunciados nas estatísticas oficiais e repetidos pela Srª Presidente, que já teriam saído da miséria nos últimos dois anos? Ou, ainda, 22 milhões, dentre os quais a Presidente diz que ainda precisam ser resgatados 2,5 milhões da situação de miséria?”.

    JOSÉ SERRA ao Jornal da Cidade 2ª Edição, na Rádio Metrópole

    “Bolsa Família não é a solução. Ele estaciona. Para a pessoa subir na vida precisa mais do que isso. Não se fez inovação nenhuma”.

    AÉCIO NEVES:

    “O Brasil não pode viver exclusivamente desse benefício. Um pai de família não pode querer deixar de herança para o seu filho um cartão do Bolsa Família.”

    Leia também:

     

    SP: VICE-CAMPEÃO DE BOLSA FAMÍLIA
     

     

  7. Free Walker

    9 de outubro de 2014 2:18 pm

    (Sem título)

    1. joao

      9 de outubro de 2014 3:34 pm

      soh pousando
      No seu aeroporto e tava limpinho.

    2. alexis

      9 de outubro de 2014 8:55 pm

      Deixamos a sujeira com o PIG,

      Deixamos a sujeira com o PIG, não é Aecim?

  8. tiim

    9 de outubro de 2014 2:31 pm

    BAIXARIA

    Prezados, se Dilma continuar com suas baixarias e mentiras, não irá receber os votos que teve no primeiro turno. Dilma não faça besteira, essa eleição o povo não ter quer, quem sabe em 2018.

    1. joao

      9 de outubro de 2014 3:40 pm

      uai!
      Nao vi este trem passar no primeiro turno.
      O povao disse sim.
      Ela nao levou tranquilo e nao foi a zebra do segundo colocado?

    2. Tony

      9 de outubro de 2014 5:57 pm

      Desconstruir uma proposta não é baixaria

      Seu conceito de baixaria além de descalibrado, é bem seletivo, hein parceiro?

      Desconstruir uma proposta, apontar seus defeitos, contradições e inconsistências não é baixaria…

      E os desinformados são os nordestinos?

      1. tiim

        9 de outubro de 2014 7:47 pm

        concordo

        Prezado Tony, concordo com você que, construir proposta, apontar seus defeitos,contradições, fazem parte do debate, más meu caro, não é isso que Dilma fez no primeiro turno, e começou a fazer agora, pura mentira, fabrica situações não verdadeiras, golpe baixo. A sociedade tem reprovado isso tudo, e acredito que até você repudia.

  9. altamiro souza

    9 de outubro de 2014 3:09 pm

    falar em horário eleitoral

    falar em horário eleitoral gratuito parece piada,

    de péssimo gosto

    já que nesse tempo todo em que não houve programas,

    a grande mídia em massa se posicionou em favor de áecio.

    e a justiça eleitoral aceita tudo como se fosse normal….

  10. Tony

    9 de outubro de 2014 7:41 pm

    Dilma vs poder financeiro

    Jornal Nacional da Globo deve retomar a “dobradinha” (levanta que eu corto, fala que eu enfatizo) com o programa eleitoral dos tucanos.

    Assim que terminar com o boa noite de Bonner, o programa e a fala do tucano irão enfatizar e ratificar as manchetes e reportagens amplificadas do JN, e prometer a soluçao milagrosa para os males noticiados…

    Como disse o Kostcho, vai ser uma luta desigual…

    PS: Heródoto Barbeiro e Record não ficam pra trás nesta “dobradinha”

    1. Marly

      9 de outubro de 2014 8:21 pm

      Humm…

      Esqueceu o Boechat?  Um tendencioso incrível!

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