21 de maio de 2026

A melhora no mercado de trabalho, por Luis Nassif

O maior empregador continua sendo o serviço público, seguido de Empregador sem CNPJ (ou seja, trabalhador que vive de bico).
Fernando Frazão - Agência Brasil

Os dados do mercado de trabalho, medidos pelo Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio Continua (PNADC) do IBGE, mostra um bom avanço do emprego em relação a 12 meses atrás.

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

No período janeiro-março de 2024 (a pesquisa sempre mede os últimos três meses), a População Economicamente Ativa cresceu 0,9%, ou 1.491 mil. Mas a Força de Trabalho cresceu mais, 1,5% ou 1.569 mil pessoas. E – principalmente – a Força de Trabalho ocupada cresceu 2.378 mil ou 2,4%, enquanto a FT desocupada caiu 8090 mil e Desocupados + Fora da Força de Trabalho caíram 888 mil, ou 1,2%

Houve uma queda também na soma de Subutilização + Desalentados.

Houve também uma melhoria em relação ao rendimento médio, retomando os índices pré-pandemia.

Na composiçao do emprego, a Agricultura continua reduzindo a mão-de-obra.

O maior empregador continua sendo o serviço público, seguido de Empregador sem CNPJ (ou seja, trabalhador que vive de bico).

Leia também:

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.
luis.nassif@gmail.com

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

3 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. Fábio de Oliveira Ribeiro

    1 de maio de 2024 8:16 am

    Você continua se iludindo, Nassif.
    Mais de um terço dos advogados do Brasil ganham menos de R$ 3 mil
    https://www.conjur.com.br/2024-abr-30/mais-de-um-terco-dos-advogados-do-brasil-ganham-menos-de-r-3-mil/

    Essa é uma realidade consolidada pelo neoliberalismo da pseudoesquerda que o governo Lula se recusa a ver. Fernando Haddad cuida bem dos interesses dos banqueiros, especuladores e produres rurais e deu um foda-se para os prestadores de serviço empobrecidos em virtude da estagnação da economia real. Não dá mais para apoiar essa merda de governo.

    1. evandro condé

      1 de maio de 2024 9:58 am

      Pitaco meu: tem advogado demais. Aquela infinidade de cursos formando gente fissurada em concurso na área jurídica nas três esferas. O famoso excesso de oferta.
      Sobram profissionais de outras áreas com curso superior ganhando menos que isso, e não é por excesso, é que as empresas pagam mal.
      E a famosa situação, é pegar ou largar que atrás vem gente. Se informe sobre dentistas recém formados arregimentados pelas clínicas, que por sinal, aqui em BH, vivem quebrando.

  2. Leandro

    1 de maio de 2024 12:04 pm

    Enfim, o que se vê é a consolidação da precarização do trabalho (informalidade,trabalhadores sub-empregados, setores importantes para a geração de empregos estagnados). Quanto à renda média do trabalhador, essa parece ser mais a renda média do trabalhador de classe média baixa empobrecido e não a renda média do grosso do trabalhador brasileiro. A população brasileira é uma população pobre, cuja maioria recebe bem menos do que mostra um dos quadros estatísticos.

Recomendados para você

Recomendados