4 de junho de 2026

Dallagnol tem mais um processo administrativo suspenso no CNMP

A 5ª Vara Federal de Curitiba determinou a suspensão do julgamento de um processo administrativo contra o procurador

Jornal GGN – Mais um processo contra o procurador Deltan Dallagnol foi paralisado. A 5ª Vara Federal de Curitiba determinou a suspensão do julgamento de um processo administrativo contra o procurador no Conselho Nacional do Ministério Público.

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A informação foi divulgada pela repórter Julia Chaib, da Folha. Segundo ela, foi a juíza substituta Giovana Mayer que determinou, por meio de um despacho, o prazo de 24 horas para a decisão da magistrada titular, Anne Karina, fosse cumprida.

Karina havia determinado na última semana que o CNMP não poderia julgar o processo administrativo contra o procurador sem antes ouvir uma testemunha exigida por Dallagnol. Dessa forma, o Conselho deve reabrir o prazo de alegações finais para a testemunha de Dallagnol. O caso seria julgado na próxima terça-feira (26) pelo CNMP.

 

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11 Comentários
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  1. Roberto

    21 de novembro de 2019 8:50 pm

    Olhem como está este poder de Curitiba, a corte maior do pais (STF), determina uma coisa e a justiça de Curitiba dá outra ordem, quem é maior, a justica de Curitiba ou o STF ?

    1. Josa

      22 de novembro de 2019 8:19 am

      Bom dia Roberto,mas tem razão pois tem que ouvir testemunhas de defesa se tem algo a mais acrescentar, só que eles não quiseram ouvir Tacla Duran, aí a contradição

  2. Sonia

    21 de novembro de 2019 9:21 pm

    É sempre o corporativismo que une os procuradores e juízes para postergar o cumprimento de ações contra eles!

  3. Andre Rs T

    21 de novembro de 2019 9:47 pm

    MP miliciano ë isso ai
    Lula que se cuide pois essa gente é criminosa e sabe de proteger que nem a máfia

  4. peregrino

    21 de novembro de 2019 10:49 pm

    Ide a anunciai a salvação como se a aspirar à mesma santidade…
    deve existir alguma passagem muito parecida com essa na Bíblia que ninguém lê

  5. Francisco Vieira

    22 de novembro de 2019 6:45 am

    Isso é o que chamavam recursos protelatórios e com a venia da justiça? Ou pior, é orquestração mais ampla?

  6. Jorge Luis

    22 de novembro de 2019 7:50 am

    Como é mesmo aquela frase que os bolsominions adoram? “Quem não deve, não teme”?

    Pois é…

  7. José Ribeiro Jr

    22 de novembro de 2019 8:30 am

    E as nossas bancadas de esquerda defendendo os privilégios desses f… ! A esquerda parece que não sabe que dinheiro é poder! Corta os privilégios desses gigolôs de emprego público, que esses vagabundos perdem o poder que têm para perseguir quem não lhes paga o óbulo da subserviência (como a quadrilha do PSDB). O melhor remédio contra essa quadrilha de encostados nos cofres públicos se chama PAULO GUEDES! Acaba com a estabilidade desses f…, com as férias de 60 dias e o duplo benefício de 1/3 do salário (no caso deles, 2/3), acaba com licença prêmio, com os “atrasados” que engordam todo o mês os altos salários dessa caterva, determina a perda da aposentadoria como pena para juiz e promotor corrupto, vendedor de sentença, para aquele que abusa do poder, agrava as penas por peculato, advocacia administrativa, prevaricação … É o único meio de enfrentar essa raça de filhinhos de mamãe, que desmamaram do peito materno e arrumaram um meio de aleitamento vitalício nos cofres públicos!

  8. juarez da silva campos

    22 de novembro de 2019 8:39 am

    A corporação de criminosos juntos para livrar seus comparsas.

  9. João Bosco

    22 de novembro de 2019 11:25 am

    Os farsajateiros unidos pra salvar a pele uns dos outros. É a justiça deles. As leis deles. A constituição deles.

  10. Rui Ribeiro

    22 de novembro de 2019 2:20 pm

    Por falar em Dallagnol, o $érgio Moro quer federalizar a investigação sobre o assassinato da Marielle e do Andérson.

    Federalizada, a investigação do assassinato da Marielle e do Andérson melindrará milicianos cujo apoio é importantíssimo ao $érgio Moro. E ele precisa do apoio dos Milicianos para conseguir duas coisas: tornar lícitos assassinatos praticados por policiais em serviços, (até porque, segundo o Bolsa de Bostanaro, policial que não mata não é policial), e punir pessoas presumidamente inocentes.

    O Camundongo $érgio Moro quer jogar a pá de cal sobre a apuração do assassinato cruel e brutal da Marielle e do Andérson.

    Cai fora, seu cloaca de urubu

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