Ana Gabriela Sales
Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.
Camila Bezerra
Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...
Carla Castanho
Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN
Free Walker
25 de setembro de 2014 3:55 amO Álbum da Corrupção
Muito educativo, deveria ser obrigatório nas escolas, hehehe
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=9CC7q-D9PL0
IV AVATAR
25 de setembro de 2014 7:05 amA elite tupiniquim arma seu bote fatal
Nesta reta final da campanha, aguardem a bateria de veneno em sua máxima potência sendo incoculado no eleitor por Vejas, Folhas, Globos e Estadões, haja antídoto. Querem nos acuar pois sabem a força da militância progressita, não podemos recuar, sigamos em frente, eles não passarão:
Autor: Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania
Há exatos dois anos e nove dias (15/09/2012), às portas das eleições municipais, chegava às bancas de jornal a edição 2287 da revista Veja. A publicação usara mais uma das muitas capas rubras que reiteradamente divulga quando quer acusar o PT de alguma coisa.
Era ano eleitoral e, para variar, a mídia trabalhava furiosamente para impedir uma das cerca de cinco mil eleições para prefeito que ocorreriam no país dali a cerca de duas semanas, a eleição de Fernando Haddad.
Na capa de Veja (vide imagem no alto da página), a esperança midiática de impedir uma das maiores derrotas que o PSDB já sofreu para o PT, a derrota do candidato preferido dos barões da mídia para qualquer cargo: José Serra.
Contudo, não rolou. Haddad surrou Serra eleitoralmente e virou prefeito de São Paulo.
Em 2012, Veja jogou no cenário eleitoral a mesma “bomba” que, dois anos depois, outro braço da mídia tenta usar para impedir a eleição de Dilma Rousseff: Marcos Valério, operador dos mensalões tucano e petista.
O ex-presidente Lula foi usado em 2012 por Veja e agora está sendo usado por Folha de São Paulo e Estadão para tentar impedir a eleição de um petista. Nesta quarta-feira (24), os dois jornais publicaram matérias dizendo que Lula se esquiva de depor na PF há 7 meses.
Quem forneceu munição à mídia em 2012 foi Marcos Valério Fernandes de Souza. Há dois anos, o operador de mensalões acusou Lula de intermediar repasse ilegal de R$ 7 milhões da Portugal Telecom para o PT.
A denúncia de Valério contra Lula foi feita logo após o ex-publicitário ter sido condenado pelo STF no julgamento do mensalão. Não havia mais tempo para ele pedir “delação premiada”, mas como a Corte ainda não havia usado a “dosimetria” para calcular as penas dos condenados, Valério esperava que, com a acusação a Lula, obteria pena menor.
A denúncia do operador do mensalão contra Lula gerou OITO inquéritos na Polícia Federal. Dois, inclusive, já foram arquivados. Ao longo dos últimos dois anos, todas essas investigações ainda não conduziram a lugar nenhum.
Lula jamais foi indiciado, mas, no início deste ano, a PF o convidou a depor como testemunha. Ele não atendeu a solicitação porque não é obrigado e porque, escolado pelo uso eleitoral do caso em 2012, resolveu esperar passar as eleições para colaborar com a PF.
O Blog apurou que alguém da PF vazou a denúncia de Valério para Veja em 2012 e agora vazou para Folha e Estadão essa história de que “há 7 meses a PF tenta ouvir Lula”.
As manchetes de Folha e Estadão desta quarta-feira sobre o caso induzem a crer que o ex-presidente está sendo intimado e até que teria sido indiciado nessa montanha de inquéritos que um procurador do MPF conseguiu abrir na PF apesar de ter ficado claro que Valério, no desespero, dissera qualquer coisa para tentar escapar de uma pena de 37 anos de prisão.
A manchete do Estadão diz que “Polícia Federal tenta há 7 meses ouvir Lula” e a da Folha diz que “Polícia tenta ouvir Lula há sete meses sobre mensalão”. Como se vê, o vazamento simultâneo da PF para os dois jornais impôs até o mote das manchetes que publicariam.
Lula, porém, só tem uma razão para não ter atendido ao CONVITE da PF: a banda tucana da instituição usou eleitoralmente essa história em 2012 e certamente tentaria usar eleitoralmente agora.
O ex-presidente disse à PF, no início do ano, que não cairia novamente nesse golpe, ou seja, não testemunharia para que, mais uma vez, a instituição vazasse o caso à mídia antipetista para que esta usasse eleitoralmente o que não vai dar em nada por falta de provas.
Ninguém se esquiva da Polícia Federal por sete meses. Se a instituição tem algo contra alguém, intima esse alguém e a pessoa tem que comparecer espontaneamente ou então, como se diz no jargão policial, será conduzida a depor sob vara – ou seja: à força.
A PF não pode nem sequer intimar Lula a depor porque a acusação de Valério não tem provas. Aliás, as matérias de Folha e Estadão confirmam tal fato, mas, para saber disso, a pessoa tem que ler as matérias e, como se sabe, brasileiro tem mania de só ler as manchetes.
http://www.blogdacidadania.com.br/2014/09/convite-da-pf-a-lula-reedita-golpe-midiatico-eleitoral-de-2012/
IV AVATAR
25 de setembro de 2014 7:41 amE se Marina descobrir-se gorda. Vai fazer mais uma errata?
Carta aberta de uma gordinha à Marina Silva
E eu que sou mais magro do que a Marina e ontem descobri que seu gordo ao fazer um exame chamado bioempedância. Se a Marina for submetida a esse exame não pode ser descartado a possibilidade de ela ter mais gordura no corpo do que a Dilma. Ter gordura no corpo não pode ser avaliado a olho vivo, a pessoa pode ser “fortinha” por ter massa muscular, pode se esse o caso de Dilma. Já a gordura de Marina pode se esconder nas entranhas. “A BIOIMPEDÂNCIA consiste em um exame que avalia com alta precisão e rapidez a composição corporal. Hoje a bioimpedancia pode ser feita na avaliação fisioterapêutica através de balanças digitais. A balança pode apresentar variação de até 1% para mais ou menos, na indicação do peso e das taxas”:
Carta aberta de uma gordinha à Marina Silva
Por Camila Moreno. no Vã Filosofia
Marina,está circulando pela internet um vídeo em que a senhora faz uma comparação entre você e a também candidata e presidenta Dilma Rousseff. Entre as tantas comparações que podem e devem ser feitas entre as duas candidatas mais bem posicionadas nas pesquisas eleitorais, você opta por dizer é magrinha, enquanto Dilma é fortinha, exatamente com essas palavras, arrancando risadas e aplausos da plateia.Dilma é a primeira presidenta da história do Brasil e essa é a primeira eleição com grandes chances de duas mulheres irem para o segundo turno. Uma eleição histórica, certamente. Histórica porque em um país cercado de machismo por todos os lados; em que as mulheres são menos de 10% no Congresso Nacional; onde embora muitos avanços tenham sido alcançados com a Lei Maria da Penha, ainda estamos em 7º lugar no ranking da violência doméstica; a maioria dos cidadãos e cidadãs do nosso país, se as pesquisas estiverem certas, optará por confiar o seu voto em uma mulher. Isso é lindo e me emociona.Lembro com nitidez que a senhora já havia feito essa comparação com Dilma na eleição passada, ao ser perguntada sobre suas principais diferenças.
Sei que você sabe, Marina, que ser mulher é um desafio cotidiano. É ter que provar duas vezes que é capaz. Na política então, nem se fala. Lembro o quanto te criticaram pelo fato do seu companheiro trabalhar no governo do PT no Acre, como se vocês, por serem casados devessem ter a mesma opinião política. Na época, te defendi e disse que achava um absurdo esse tipo de acusação. Te defendo quando falam da sua voz, porque não estão acostumados com vozes mais agudas nos debates políticos. Imagino Marina, o quanto sejam duras as críticas por causa do seu cabelo, pelas roupas e não pelas ideias.
Talvez você não tenha dito noção da gravidade da sua declaração, Marina, mas eu vou te contar o porquê ela doeu no fundo da minha alma: eu sempre fui considerada uma criança gordinha e desde que entendi que isso era um defeito, sofri com isso. Tive transtornos alimentares graves e só me aceitei de fato, quando conheci a militância e o feminismo, porque me mostraram que os padrões de beleza nos tornam escravas de uma busca impossível e infeliz e eu esperava que as mulheres na política, ainda que com divergências, optassem pela desconstrução do machismo, mas você fez exatamente o contrário.
Essa sua declaração apenas reforça um padrão ditatorial que faz com que a anorexia e a bulimia estejam entre as principais doenças de jovens mulheres, que faz com que milhões de meninas e mulheres arrisquem suas vidas em métodos salvadores do alcance da beleza, porque ao invés de você optar por ajudar a romper com essa lógica de que a mais magra é melhor que a gorda, você a reforçou. Você podia ter escolhido desconstruir a ideia de que o debate entre duas mulheres seria um debate superficial e estético, mas você preferiu seguir essa lógica que revistas de beleza e a indústria do entretenimento entranham todos os dias na nossa vida, de que para ser bem sucedida e feliz, é preciso ser magra.
Você não perdeu o meu voto com essa sua “piada”, porque você já o havia perdido quando optou por deixar de lado a sua bela trajetória de vida e luta ao lado de Chico Mendes para ser a nova voz da direita e do neoliberalismo no país, mas eu de fato esperava um debate mais qualificado da sua parte.
*Camila Moreno é @camilamudanca no twitter, estudante de Letras da UNB e pretende não ser infeliz por conta dos padrões de beleza.
http://filosofiava.wordpress.com/2014/09/22/carta-aberta-de-uma-gordinha-a-marina-silva/
Notívago
25 de setembro de 2014 8:16 amDiscurso de Dilma na ONU: nasce uma Estadista
Discurso na integra:
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2014/09/24/dilma-na-onu-defende-mulheres-negros-e-homossexuais/
Assis Ribeiro
25 de setembro de 2014 8:51 amMarina, copia, copia, e se diz o “novo”
Desenvolvimento regional e articulação federativa: Marina está de brinks com a face do povo brasileiro
Não há inovação sobre o tema no programa de governo da candidata, há o tradicional mesclado entre cópia e o desconhecimento com o que ocorreu no Brasil nos últimos anos
Marina e seu staff só podem apostar na desinformação midiática dos brasileiros ao elaborarem o programa de governo da candidata ao país. Agora, é a vez dos trechos em que aborda o desenvolvimento regional e a articulação federativa. Não há inovação, há o tradicional mesclado entre cópia e o desconhecimento com o que ocorreu no Brasil nos últimos anos.
O programa “socialista” fala em “inaugurar uma agenda de planejamento integrado entre União, Estados e municípios que apresente ao Congresso, anualmente, as prioridades nas políticas públicas, de tal maneira que se estabeleçam as responsabilidades das três esferas de governo, o nível de gestão compartilhada, os critérios de transferência de recursos e a gestão financeira”. Depois, em “ajustar a legislação e o arcabouço infralegal ao novo modelo federativo, favorecendo a colaboração federativa, a coordenação de políticas e a diminuição das sobreposições entre União, estados e municípios”. Adiante, propõe “criar
espaços institucionais de diálogo, capacitação e pactuação interfederativa nas políticas públicas para descentralizar responsabilidades e promover accountability” e “estimular a formação de consórcios públicos e outras formas de associativismo territorial que sejam socioambientalmente sustentáveis”. E desfecha com a tarefa de “focar as zonas metropolitanas e as áreas de maior vulnerabilidade social e ambiental como alvo da integração das políticas públicas, com coordenação e transversalidade”.
Só pode ser piada.
Atualmente, o Brasil já possui a Lei dos Consórcios Públicos, promulgada em 2005 e regulamentada em 2007 sob os governos do ex-presidente Lula, com Marina ainda na gestão. A lei e o decreto consolidaram a experiência dos consórcios como um arranjo institucional para facilitar a cooperação, a gestão associada de serviços e políticas públicas, buscando escapar das soluções pontuais e isoladas de cada município, desafio cada vez maior do desenvolvimento. Para tal, bebeu-se nas mais avançadas leis do gênero, especialmente no âmbito das vigentes na União Européia. Guardemos isso.
Para construir a coordenação de políticas e evitar os sombreamentos, assim como potencializar a ação pública nas regiões e territórios, o Comitê de Articulação Federativa – CAF, foi instituído pelo Decreto nº 6.181/2007, também no governo Lula (com Marina na gestão), como instância de diálogo entre a União e os municípios para, de forma participativa, nos três níveis de governo, construir consensos em torno de uma agenda pública comum. O CAF compõe-se de 18 representantes das três entidades nacionais municipalistas – a Associação Brasileira de Municípios(ABM), a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) – bem como 18 órgãos federais afins aos principais dilemas municipais.
Em 2013, já sob o mandato da presidenta Dilma, foi construído nos 26 estados e no DF os Fóruns de Gestores [de órgãos] Federais, dos que atual nos estados, como superintendências da Caixa, BNDES, Banco do Brasil, universidades federais, rede tecnológica, Eletronorte, SUDENE, SUDECO, SUDAM etc; delegacias do Ministério do Desenvolvimento Agrários, do IBAMA, entre outros. O Fórum é um instrumento de articulação entre Governo Federal, estados e municípios autorizados pela portaria 08/2013 da Secretaria de Relações Institucionais e já conta com 1.507 gestores federais envolvidos em todo o país. Ele visa potencializar e agilizar processos quanto às atividades que envolvam questões dos estados e dos municípios. Ele está baseado na Portaria nº 08/13, em consonância com o Decreto nº 6.005/2006 – misto da obra federalista de Lula e Dilma, portanto – que instituiu o Sistema de Assessoramento para Assuntos Federativos (SASF).
Com a posse dos novos prefeitos em 2013, a presidenta Dilma buscou ampliar a interlocução com os novos dirigentes através do Encontro Nacional com Novos Prefeitos e Prefeitas, que reuniu representantes de quase todos os cinco mil Municípios para pactuar parcerias voltadas à promoção do crescimento econômico com inclusão social. Depois, “não contente” com isso, o governo federal realizou encontros com prefeitos in locu, nos 26 Estados.
Em abril de 2013, a presidenta Dilma, por meio do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, lançou o programa Agendas de Desenvolvimento Territorial (ADTs), que visam à articulação dos PPAs Federal, estaduais e municipais de forma que as visões estratégicas, os objetivos e as metas desses planos sejam convergentes, construindo as sinergias federativas necessárias para o alcance de objetivos e metas comuns, potencializar o impacto positivo das intervenções e evitar ações sobrepostas. Ao todo, o Programa contou com a adesão do Distrito Federal e mais 20 Estados.
Outra iniciativa similar foi o apoio à elaboração e gestão de inéditos Planos Plurianuais Territoriais Participativos com os consórcios públicos intermunicipais multifinalitários (os que gestam e implementam todas as políticas públicas e tem como foco o desenvolvimento territorial). Em dezembro de 2012, o Consórcio do ABC paulista lançou o primeiro PPA regional do Brasil em toda a história. Em outubro de 2013, foi firmado acordo de cooperação técnica entre o Governo Federal e a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) para a transferência de tecnologia e conhecimento para alcançar até 30 consórcios intermunicipais multifinalitários brasileiros.
No dia 17/09/2013, prefeitos presidentes de cinco consórcios públicos intermunicipais, entregaram os respectivos Planos Plurianuais Territoriais Participativos (PPAs) à ministra interina do Planejamento, Eva Chiavon, durante reunião do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Planejamento – Conseplan. Sem dúvida, uma nova forma de promover o desenvolvimento regional, com elementos para aperfeiçoar a legislação vigente dos consórcios de modo que se tornem protagonistas não só de respostas estruturantes a desafios coletivos – como propugnaram as Jornadas de Junho – mas sejam instrumentos potentes de uma nova governança do desenvolvimento.
Tanto as ADTs quanto os PPAs dos consórcios acontecem envolvendo os atores políticos concretos: governadores, prefeitos, bancadas federais, órgãos federais nos estados e não idílios sobre a melhor forma de se promover o desenvolvimento local.
Este processo teve uma forte dimensão participativa, sendo construído sempre com ampla escuta à sociedade civil local, não apenas promovendo a “accountability”, mas o fazendo de modo territorial. Aliás, sobre isso, Marina e seu staff deveriam saber que o governo da presidenta Dilma, desde 2011, realiza o Fórum Interconselhos para o processo de elaboração e monitoramento participativo do Plano Plurianual 2012-2015. Em novembro de 2014, será realizada a V edição do Fórum. Em 2014, o Fórum foi premiado pela United Nations Public Administration Network (UNSPA) – Prêmio de melhores práticas inovadoras internacionais de participação social.
O UNPSA é vinculado ao UN Department of Economic and Social Affairs (UNDESA) das Nações Unidas (ONU), e atualmente é considerado o prêmio mais importante do mundo na área de gestão pública. Sem falar no excelente decreto que instituiu, em maio deste ano, a Política Nacional de Participação Social, que regulamenta um Sistema Nacional de Participação Social, para que conselhos e conferências, além de ouvidorias, audiências públicas etc, de forma coordenada, influenciem o ciclo das políticas públicas, sem qualquer concorrência com o Congresso Nacional e nos termos legais previstos pela Constituição Cidadão de 88.
Para qualificar a gestão federativa, iniciativas de apoio à gestão federativa são encampadas há muito pelo BNDES, CAIXA, Banco do Brasil, inclusive antes do ciclo do PT, mas, sem dúvida, fortalecidas nesta última década, como provam os depoimentos à granel de milhares de chefes municipalistas. Isso, somado à transferências de recursos via programas sociais e PAC, mudaram a realidade das cidades que, antes, mendigavam, sem pai nem mãe, esmolas dos bancos internacionais para viabilizar suas políticas, como o BID, por exemplo.
Só na área de mobilidade, da qual tanto fala Marina, R$ 93 bilhões foram liberados antes das Jornadas de Junho e R$ 50 bilhões depois. Por falar em PAC, de 2007 até agora (PAC 1 e PAC 2), os aportes de recursos por região foi ampliado de 52 bi para 115 bi no Norte, 156 bi para 235 bi no Nordeste, 51 bi para 102 bi no Centro-Oeste, 91 bi para 109 bi no Sul, e de 375 bi para 505 bi no Sudeste, mudando estas regiões como nunca antes visto e fazendo uso de um poderoso instrumento de viabilização de políticas públicas em caráter federativo: o Regime Diferenciado de Contratações – RDC, que tornou mais dinâmico o ciclo licitatório. Ou seja: mais políticos, mais rapidamente, com mais qualidade e menos custo em todo o território nacional.
O que está em questão agora, diante do novo ciclo de desenvolvimento que anuncia a presidenta Dilma não é blá-blá-blá para, literalmente, inglês ver, mas a coordenação federativa, alicerçada no planejamento territorial e participativo das novas janelas abertas com o Pronatec, Ciência Sem Fronteiras, Cotas, ProUni, Fies, Mais Médicos, nova lei dos royalties do petróleo e da destinação dos rendimentos do Fundo Social do Pré-Sal e, mesmo, o novo Orçamento Impositivo, que vincula emendas a saúde e educação.
Mas, Marina representa um grave risco para tudo isso, pois, marginalizando o pré-sal como ativo do desenvolvimento, condicionando os programas sociais ao ajuste fiscal e “desmamando” a indústria aumentando juros e cortando o crédito subsidiado, não só o ciclo atual se interrompe como mata o novo semeado.
Eduardo Giannetti, assessor econômico dela, defende que o Brasil reduza a produção de carne e leite para reduzir desmatamento e emissão de gases. In other words, os milhões de brasileiros tirados da extrema-pobreza e/ou alçados ao que chamam de “nova classe média”, e os beneficiados pelos 20 milhões de empregos com Política de Valorização do Salário passarão a comer a grama que o diabo amassou, sem arranjos, sem coordenação, em todas as regiões e territórios.
http://www.brasil247.com/pt/247/artigos/154473/Desenvolvimento-regional-e-articula%C3%A7%C3%A3o-federativa-Marina-est%C3%A1-de-brinks-com-a-face-do-povo-brasileiro.htm
MiriamL
25 de setembro de 2014 10:14 amDomésticas: elas também serão
Domésticas: elas também serão uma mercadoria?
Depois de 70 anos de lutas, hoje realidade incontestável, a chamada PEC 72 ou PEC das domésticas, de três de abril de 2013, foi aprovada pelo Congresso.
Léa Maria Aarão Reis
A mobilidade social no Brasil, especialmente nos governos do PT, tem sido uma realidade. O empregado, inclusive os domésticos, foi valorizado em termos de remuneração e passou a ter acesso não apenas a bens materiais, mas também à possibilidade de colocar seus filhos em universidades, por exemplo, graças aos incentivos oficiais.”
Quem sublinha os avanços sociais obtidos pelos trabalhadores, nos últimos doze anos – em especial os relacionados à profissão de domésticas cuja hipocrisia chama de ‘funcionárias do lar” – é o jornalista e analista político Antônio Augusto Queiroz, diretor de Documentação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), órgão de assessoria a mais de 900 entidades sindicais dos trabalhadores brasileiros com o objetivo de transformar em normas legais reivindicações predominantes, majoritárias e consensuais da classe.
“A PEC das Domésticas fecha um ciclo do ponto de vista de corrigir distorções e injustiças da classe trabalhadora. Os trabalhadores do campo e da cidade já tinham os mesmos direitos, mas os domésticos ainda estavam apartados deles”, aponta Queiroz.
Depois de setenta anos de lutas, hoje realidade incontestável, a chamada PEC 72 ou PEC das domésticas, de três de abril de 2013, foi aprovada pelo Congresso – e aguarda desde então a lei de regulação completa da atividade – é uma realização pública e notória do atual governo. Vem revolucionar costumes obsoletos que remetem na prática cotidiana a um DNA escravagista, vindo sobretudo ampliar os seus direitos. No entanto, no futuro, a PEC 72 pode vir estar ameaçada, dependendo do que o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva observou no longo discurso que fez, para mais de mil pessoas, esta semana, no Teatro Casa Grande, no Rio de Janeiro, saudando a candidata Dilma Rousseff : a consciência do povo brasileiro está sendo colocada à prova na atual eleição presidencial.
Ao contrário da realidade dos ‘jardins’ duramente plantados nos últimos doze anos – e a PEC das domésticas é um desses ‘canteiros’ segundo a metáfora desenhada por Leonardo Boff e, em seguida, por Lula -, há nuvens de borboletas erráticas pairando no ar rarefeito do programa de governo proposto pela principal candidatura de oposição ao governo da presidente.
No seu voo às vezes indecifrável, eis o que sentencia o programa da oposição através da sua porta voz Marina Silva: “Em relação às leis trabalhistas, estamos em discussão. Não temos ainda um posicionamento (…). O que posso repetir é que queremos fazer com que esse debate (…) possa ser feito em favor dos trabalhadores e em favor do processo produtivo, que possa ser cada vez mais vigoroso e próspero. (…) Não é uma equação fácil.”
Vigoroso e próspero: o que significará? Se no quesito reforma de leis trabalhistas (CLT) o recheio do sanduíche não for a terceirização e a chamada flexibilização – termo importado, elegante, usado para enfeitar demissões em massa – o que anunciarão as borboletas esvoaçantes quando forem detalhados posicionamentos que ainda estão sendo estudados, às portas do dia 5 de outubro?
Mas enquanto isto há realidades apontadas por Antonio Augusto Queiroz, na entrevista que concedeu a Carta Maior:
CM: o que mudou desde a aprovação da PEC no mercado de trabalho das domésticas?
A primeira e principal consequência da aprovação da PEC foi a reparação de uma injustiça da Constituinte que não deu aos trabalhadores domésticos os mesmos direitos dos trabalhadores urbanos e rurais. Desde o início da vigência da Emenda à Constituição nº 72, embora ainda esteja pendente de regulamentação, milhares de empregos foram formalizados, com medo da fiscalização do trabalho. E quando for aprovada a lei da regulamentação, os trabalhadores domésticos terão conquistados efetivamente sua emancipação e o direito pleno de cidadania.
(Ou seja: falta regulamentar a interdição ao trabalho remunerado doméstico aos menores de 18 anos de idade; a fiscalização formal da atividade e condições para tornar esses empregos menos precários e mais estruturados.)
CM: A candidatura adversária da presidente Dilma é, declaradamente, pela terceirização do emprego. Um absurdo. Há empresas se organizando para terceirizar o serviço das domésticas? Ouvimos falar de firmas atuando no mercado de empregadas domésticas diaristas.
De fato, programa de governo da candidata Marina Silva estimula e reconhece a terceirização irrestrita o que é muito preocupante porque é na terceirização onde se encontra o trabalho em condições precárias e em piores condições de salário, saúde, proteção e condições de trabalho. Se prevalecer essa lógica, naturalmente vão se criar novas empresas para prestação de serviços domésticos terceirizados pelos quais as pessoas contratam um serviço e não uma pessoa. Isso poderá reduzir os efeitos positivos da Emenda à Constituição.
CM: Aumentou o número de mulheres trabalhando como diaristas desde que os benefícios para as domésticas fixas, que (ainda!) dormem na casa do empregador foram estipulados. Trata-se de uma verdadeira revolução silenciosa de costumes que segue a realidade das sociedades europeias, por exemplo.
É fato sim, também, que muitas donas de casas têm feito a opção pela contratação de diaristas e não contratam um empregado permanente. Entretanto, se a dona da casa quiser alguém que durma no domicílio, terá que pagar bem mais pelo serviço, o que é absolutamente natural.
CM: Há muitas denúncias de patrões que não estão cumprindo a nova lei?
Enquanto não sai a regulamentação, o Ministério do Trabalho baixou uma orientação que autoriza a fiscalização de toda e qualquer denúncia de não assinatura da carteira de trabalho. Segundo informação dos sindicatos, ainda existe muito descumprimento do mandamento constitucional, mas o número de denúncias ainda é pequeno frente ao número de empregados domésticos sem carteira assinada. O medo de perder o trabalho inibe a denúncia. Mas quando a lei for regulamentada, aí então os patrões serão obrigados a cumprir a lei sob pena de ficar sem uma empregada à disposição por todo o expediente.
CM: Você diria que desde a aprovação da PEC das domésticas pode-se dizer que o Brasil dá mais um passo para a abolição absoluta da escravidão – pelo menos de uma forma de trabalho modelo casa grande/senzala que tende a desaparecer? Processo acelerado com o esforço do atual governo? Hoje, por exemplo, os tais cubículos desumanos destinados à moradia de empregados domésticos, quando ainda são projetados nas plantas de prédios residenciais recém construídos para a classe média tradicional se destinam a um espaço de serviço e não de dormitório; e a proibição de discriminação de uso de acessos ‘social’ e de ‘serviço’ é lei regulamentada.
Sem dúvida. Como disse antes, o Brasil deu um enorme salto de civilidade ao estender aos domésticos os mesmos direitos dos demais trabalhadores.
Mas não são poucos os que enxergam uma clara proposta de defesa da terceirização de toda atividade empresarial no programa da oposição e sobre o qual falamos acima. Permite-se a terceirização de qualquer atividade empresarial e de qualquer setor de uma empresa. Neste modelo, uma grande empresa nem mesmo precisaria ter trabalhadores; apenas contratos com outras empresas as quais alugariam trabalhadores para o empresário, reduzindo-os a uma mercadoria.
Sobre o assunto, afirma o advogado de trabalhadores e de entidades sindicais Maximiliano Garcez em post ao Jornal GGN: “Outras empresas terceirizadas, por sua vez, também não necessitariam ter trabalhadores: poderiam alugá-los de outra empresa quarteirizada ou quinterizada. Uso a expressão alugar, pois infelizmente a proposta, na prática, acaba sendo o ultrajante aluguel de pessoas (proibido desde a Lei Áurea), e não o que a candidata eufemisticamente chama de “terceirização”. O trabalhador terceirizado é transformado em uma mercadoria, o que vai contra o princípio que determinou a fundação da OIT da qual participou o Brasil: “O trabalho não é uma mercadoria.”
“ Pela proposta de Marina Silva,” sustenta Garcez,” não há limite para o que a empresa tomadora de serviços pode terceirizar. (Trata-se de) série ameaça aos trabalhadores, aos sindicatos e até mesmo à competitividade da economia brasileira. Não se pode tratar o trabalhador como uma mera peça sujeita a preço de mercado, transitória e descartável.”
No seu trabalho O trabalho doméstico remunerado publicado no volume Projetos para o Brasil, da Fundação Perseu Abramo, a economista e assessora sindical Marilane Oliveira Teixeira lembra que esta é a segunda ocupação que mais emprega mulheres no país – cerca de sete milhões; a primeira é o comércio: “ O emprego doméstico é um dos maiores guetos femininos porque nele 90% são mulheres.”
Desse contingente, até o fim dos anos 90, 70% eram trabalhadoras ‘informais’. Não contavam com qualquer registro profissional nem benefício (exceto a bondade dos patrões!), não tinham o piso de salário vinculado ao mínimo nem horário regulado de oito horas diárias de trabalho e 44 horas semanais. Férias, nem pensar, e muito menos contavam com pagamento de horas extras.
“Para que possamos alcançar um padrão de desenvolvimento socialmente sustentável através da ampliação de empregos formais e com proteção social é essencial que se possa oferecer para essas mais de sete milhões de mulheres ocupadas no trabalho doméstico remunerado novas opções de inserção.”
O que, aliás, já vem ocorrendo com as novas gerações, filhas de domésticas, que em número crescente, acessam a universidade, consolidam e ampliam conhecimento através de cursos de aperfeiçoamento e se incluem, com imenso esforço, com o apoio do estado, no mundo do trabalho qualificado e de profissões ditas liberais.
Mas ainda há muito para caminhar. O primeiro passo é pressionar o Congresso, em 2015, a votar a regulação da atividade de serviços pessoais e domiciliares o que, num país complexo como Brasil, só será viável com um governo progressista e com sólida base de canteiros plantados. Então, as domésticas poderão trabalhar definitivamente com mais segurança e dignidade. Aí sim, as borboletas poderão voar sem prejuízo e à vontade.
http://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Economia/Domesticas-elas-tambem-serao-uma-mercadoria-/7/31829
maria rodrigues
25 de setembro de 2014 10:20 amParece que a PF é
Parece que a PF é anti-petista. Tenho um parente que faz pare da corporação e é dos que odeiam Dilma e o PT. Por outro lado, estou sabendo que há 06 anos, quando ele passou num concurso ganhava um salário que hoje já está multiplicado por 03. Ele tem a função de químico, e seu salário é maior que 20.000,00. E ele mesmo me contou sobre uma cotas, entre outros salários indiretos, que o beneficia muito. Quando foi indicado para trabalhar na Copa, voltou ao estado de origem com muitas regalias, como é de praxe. Por isso, não sei a razão dessas queixas contra o Governo. Vale dizer que ele, como os colegas mais próximos, são tucanos doentes.
MiriamL
25 de setembro de 2014 10:26 amBrasil não foi consultado
Brasil não foi consultado sobre declaração de metas de desmatamento da ONU, diz governo
Redação | São Paulo – 24/09/2014 – 19p6
Assinada por 32 Estados durante Cúpula de Clima, ‘Declaração de Nova York’ não deixa claro o que pode ser desmatado, afirma ministra
O Brasil não assinou na terça-feira (23/09) um tratado de combate ao desmatamento apresentado durante a Cúpula do Clima, em Nova York, que reuniu mais de 120 chefes de Estado. Segundo a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, o país não foi consultado sobre a declaração.
Chamado de “Declaração de Nova York”, o documento tem o intuito de reduzir pela metade o corte de florestas até 2020 e zerá-lo na década seguinte. Entre outras metas, está também a redução das emissões de gás carbônico de 400 milhões a 450 milhões de toneladas por ano, nos próximos seis anos, ou 2 bilhões de toneladas no total, também até 2020.
Efe
Na Cúpula do Clima, a presidente Dilma Rousseff citou que desmatamento no Brasil foi reduzido em 79% em 10 anos
“Infelizmente, não fomos consultados. Acredito que seja impossível pensar uma iniciativa em prol das florestas a nível mundial sem incluir o Brasil. Não faz sentido”, disse Izabella à agência Associated Press.
De acordo com a ministra, não está claro no texto o que poderia (ou não ser desmatado), o que pode levar a resolução de encontro ao Código Florestal brasileiro. “Desmatamento legal é diferente de desmatamento ilegal. Nossa política nacional é interromper o ilegal”, afirmou.
O governo argumenta também que o acordo não é um documento oficial da ONU e que, portanto, só deve ser seguido pelos 32 signatários.
Efe
Protestos tomaram as ruas de Nova York durante último fim de semana para pedir melhorias em políticas ambientais
Na Cúpula do Clima, a presidente Dilma Rousseff citou ontem medidas tomadas pelo governo brasileiro nos últimos anos para redução de emissões de gases de efeito estufa, principalmente as relacionadas à queda do desmatamento na Amazônia.
“Ao longo dos últimos dez anos, o desmatamento no Brasil foi reduzido em 79%. Entre 2010 e 2013, deixamos de lançar na atmosfera, a cada ano, em média, 650 milhões de toneladas [de gases de efeito estufa]”, apontou. “As reduções voluntárias do Brasil contribuem de forma significativa para a diminuição das emissões globais no horizonte de 2020. O Brasil, portanto, não anuncia promessas, mostras resultados”, acrescentou, de acordo com a Agência Brasil.
Os 32 governos que assinaram a “Declaração de Nova York” também se comprometeram a recuperar mais de 350 milhões de hectares de terras degradadas, superfície similar em tamanho à Índia, como parte da luta contra o aquecimento global.
Os mais de 120 chefes de Estado e de governo de todo o mundo também reafirmaram o compromisso de reduzir as emissões de gás carbônico e criar alternativas financeiras para ajudar países a tomarem medidas ambientalmente menos prejudiciais. No total, os compromissos mobilizarão mais de US$ 200 bilhões antes do final de 2015, segundo informações da ONU.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, reconheceu o protagonismo do país que governa na degradação ambiental. “Reconhecemos o nosso papel na hora de criar este problema [as mudanças climáticas] e aceitamos nossa responsabilidade para combatê-lo. Mas só podemos ter sucesso se todos os países se envolverem neste esforço. Não pode haver exceções”.
Efe
Para Obama, acordo entre nações deve ser “flexível, porque as nações diferentes têm circunstâncias diferentes”
http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/37977/brasil+nao+foi+consultado+sobre+declaracao+de+metas+de+desmatamento+da+onu+diz+governo.shtml
Claudio.SJ
25 de setembro de 2014 11:17 amJatinhos fantasmas
No panfleto tucano em São José dos Campos intitulado O Vale, na capa da edição desta quinta feira, traz a manchete: São José terá um aeroporto ‘fantasma’.
Muito bem, esse aeroporto então deve servir para o uso dos jatinhos fantasmas da Marina/PSB.
E também para os jatinhos do Arrocho Neves que vem do aeroporto do titio.
Veja o jornal http://www.digitalflip.com.br/ovale/flip/
NICKNAME
25 de setembro de 2014 12:29 pm“Esoterismo quântico” s/ Victor Stenger
Esoterismo quântico
Novo livro do cientista Victor Stenger ataca os gurus que mistificam conceitos da física para dar verniz de ciência a suas crenças
PABLO NOGUEIRA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Tanto os fãs ardorosos dos documentários “Quem somos nós” e “O Segredo” quanto os espectadores que consideraram esses filmes um desfile de bobagens requentadas do movimento Nova Era podem tirar algum proveito do novo livro do físico americano Victor Stenger. “Quantum Gods” (Deuses Quânticos) se destina justamente a atacar a crença de que as modernas teorias cientificas são perfeitamente compatíveis com toda forma de prática esotérica.
O livro é uma resposta direta a ambos documentários, nos quais cientistas, médicos, religiosos e gurus de auto-ajuda recorrem a conceitos da mecânica quântica -ramo da física que explica o comportamento da matéria a níveis muito pequenos- e de outras ciências para abordar temas místicos como poder do pensamento, carma, vida após a morte etc.
Desde o fim dos anos 1980, Stenger tem militado na corrente neoateísta que tem no biólogo Richard Dawkins e no filósofo Daniel Dennett suas faces mais conhecidas. Seu novo livro começa fazendo um breve e irônico levantamento das idéias defendidas pela nova onda de gurus quânticos.
Stenger dá destaque a Amit Goswami, físico indiano bastante popular no Brasil, tendo sido entrevistado duas vezes no programa Roda Viva, da TV Cultura. Mas até o Dalai Lama é citado, devido a seu livro “O Universo num Só Átomo”. O líder tibetano, porém, é abordado de forma respeitosa.
Já o fundador da meditação transcedental, o físico e guru indiano Maharishi Yogi (1917-2008) recebe chumbo pesado. David Bohm e Fritjof Capra, cientistas que não aparecem nos filmes, mas que são pioneiros do encontro da Mecânica Quântica com a Nova Era, também não escapam ilesos.
Divulgador experiente, Stenger inclui no livro seções que formam uma curta mas substanciosa história da ciência. Isso permite a um leigo tomar pé do debate sobre problemas teóricos complexos, mas deixa passar a chance de desmontar detalhadamente afirmações supostamente científicas com as quais o espectador se depara em “Quem somos nós”.
Em vez de tentar negar, por exemplo, a afirmação de Goswami de que a consciência é o fundamento do Universo, ele prefere repassar a história da criação da física de partículas. Em vez de contestar os experimentos de Masaru Emoto, que afirma que as moléculas de água podem ser alteradas pela força do pensamento, ele descreve os fracassos obtidos em testes de parapsicologia.
É como se Stenger acreditasse que uma apresentação criteriosa de conceitos complicados, como o emaranhamento quântico, será o suficiente para que os leitores possam, por si só, perceber os pontos em que Capra, Goswami e companhia estão “forçando a barra”.
Em benefício da dúvida
Só que o mais provável é que o leitor leigo se sinta incapaz de chegar a uma conclusão por conta própria. Neste caso, provavelmente a leitura apenas terá colaborado para aumentar suas dúvidas. Porém, isso, por si só, já pode ser algo positivo. Afinal, uma das maiores objeções que se pode fazer a “Quem somos nós” é que o filme não avisa aos espectadores que as posições ali apresentadas são, no mínimo dos mínimos, controversas, e que não são endossadas pela imensa maioria da comunidade cientifica.
Stenger oferece aos leitores a visão acadêmica destes mesmos temas, numa linguagem acessível. Saber que existe uma outra visão (na verdade várias) da mecânica quântica pode ser uma grande novidade para muitos dos fãs de “Quem somos nós”, que fizeram dele o quinto documentário mais lucrativo da história dos EUA.
O livro analisa também as idéias de outros grupos que, volta e meia, recorrem à mecânica quântica para sustentar suas idéias. Ilya Prigogine, prêmio Nobel de química de 1977 e herói da corrente acadêmica conhecida como transdiciplinaridade, é diretamente contestado. Prigogine afirma que os processos termodinâmicos não podem ser abordados através do tradicional reducionismo metodológico tão caro à ciência moderna pois, neste caso, esses processos não seriam reversíveis no tempo.
Stengers afirma que, por princípio, todos os processos físicos são reversíveis temporalmente, e que Prigogine “está completamente errado, mesmo tendo ganho um prêmio Nobel”. Também sobram críticas para a parapsicologia e para os teólogos que investigam o mundo microscópico em busca de sinais da ação do Deus cristão, ou de algo próximo a ele.
Sobrecarga
Ao mirar em tantos objetivos diferentes, o autor sofre do ônus de ter poucas páginas para devassar temas muito variados e complexos. Sem o espaço necessário para uma exposição mais adequada, sua argumentação soa, em vários momentos, concisa demais. Mas há um motivo para isso: em livros anteriores ele já investiu diretamente contra criacionistas, adeptos do Design Inteligente, da parapsicologia etc. Aqui, em certos momentos onde seria necessário um maior aprofundamento, ele se limita a se referir a sua própria obra.
No final do livro, Stenger argumenta diretamente contra a existência de qualquer tipo de divindade. Sua visão do fenômeno religioso lembra um pouco a de Dawkins, restringindo-se a análise de certos estereótipos. Nada disso, porém, chega a comprometer a consistência do livro. Stenger tem o conhecimento científico e a expertise literária necessários para apresentar um bom contra-ponto à febre de física Nova Era que continua circulando pelo planeta, Brasil inclusive.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe1207200903.htm
Cláudio José
25 de setembro de 2014 1:36 pmPROJETO: O GRANDE PRÊMIO CULTURAL BISPO DO ROSÁRIO
Rio de Janeiro, 25 de setembro de 2014 PROJETO: O GRANDE PRÊMIO CULTURAL BISPO DO ROSÁRIO Caros amigos (as) gosto de ajudar quem precisa de ajuda, por isso vou sugerir um projeto: O GRANDE PRÊMIO CULTURAL BISPO DO ROSÁRIO, onde os artistas com necessidades especiais fariam uma grande exposição no MAM e teriam os seus trabalhos reconhecidos pelo grande público e jurados, onde algum grande patrocinador como A PETROBRAS, BRADESCO, BANCO DO BRASIL, ETC patrocinaria a exposição e premiação. Amigos (as) se hoje em dia já é difícil para o artista brasileiro ter reconhecimento, imagina para essa turma tão especial, que merece o nosso total apoio pelo seu esforço. O Bispo do Rosário era um gênio e assim como ele, deve ter outros pelo Brasil, que merecem uma chance e uma oportunidade. Atenciosamente:
Cláudio José, um amigo do povo e da paz.
Pedr Regionais: Alagoas 247 Amapá nido dos Anjos
25 de setembro de 2014 5:45 pmCartas por email a O
Cartas por email a O Globo.
SEÇÃO CARTAS DOS LEITORES
Mervalhada e Noblatada
Merval Pereira não têm nem vergonha própria, quanto mais vergonha alheia.
SEÇÃO DEFESA DO CONSUMIDOR
Propaganda enganosa praticada por Miriam Leitão
NYT
International Business
In Germany, Business Indicator Falls, Raising Specter of Recession
By JACK EWING
SEPT. 24, 2014 Photo
A construction site in Berlin. Any pause in German growth spells trouble for France, Italy and other European countries. Credit Thomas Peter/Reuters Continue reading the main storyContinue reading the main story Share This PageEmailShareTweetSavemoreContinue reading the main story
FRANKFURT — A closely watched indicator of German business sentiment fell more than expected on Wednesday to its lowest level since 2012, intensifying worries that the eurozone’s largest economy is at risk of slipping into recession.
The stalwart German economy has anchored the rest of the eurozone during four years of intermittent crisis and uneven growth. Any pause in German growth spells trouble for countries like France and Italy, which depend heavily on trade with Germany, and are in much worse shape economically.
The German economy already suffered a decline in the second quarter, when output fell 0.2 percent compared with the previous quarter. Another consecutive quarterly decline would put the country into recession, according to a popular definition of the term.
“The eurozone’s biggest economy has reached a dangerous stage between soft spell and longer-lasting almost-stagnation,” Carsten Brzeski, an economist at ING Bank, said in a note to clients.
The survey by the Ifo Institute in Munich showed that its business climate index, a composite of managers’ expectations for the future and their assessment of the current situation, fell to 104.7 in September, from 106.3 in August, the lowest level since April 2013.
Within the survey, expectations for business in the next six months hit their lowest reading since December 2012, falling to 99.3, from 101.7 in August. The survey of about 7,000 managers measures sentiment compared with 2005, when the index was set at 100.
“The German economy is no longer running smoothly,” Hans-Werner Sinn, president of the Ifo Institute, said in a statement.
The Ifo survey is the latest warning of flagging economic output in the eurozone, which has yet to recover to levels seen before the beginning of the financial crisis in 2008. On Tuesday, a survey of purchasing managers in the eurozone by Markit Economics, a data analysis firm, also signaled slowing growth.
On Monday, Mario Draghi, the president of the European Central Bank, told members of the European Parliament in Brussels that “the economic recovery in the euro area is losing momentum.”
The German economy has suffered from turmoil in Ukraine, which has unsettled consumers and businesses and made them hesitant to spend. The sanctions that the West imposed on Russia for its intervention in Ukraine, which added to existing weakness in the Russian economy, has sapped demand and weakened the ruble. In addition, German exports have been hit by sluggish growth in the rest of the eurozone and weak demand from developing countries like China.
There has been talk in Berlin of stepping up spending on infrastructure such as autobahns or university campuses, but the government led by Angela Merkel has shown little appetite for immense fiscal stimulus. On the contrary, Wolfgang Schäuble, the finance minister, has expressed pride that the government will not need to borrow money next year.
Each new sign of flagging growth raises expectations that the European Central Bank will soon resort to large-scale purchases of government bonds, the same so-called quantitative easing used by the Federal Reserve to spur growth in the United States. Economists at Barclays and Commerzbank, among others, expect the central bank to begin quantitative easing early next year.
However, other economists doubt that the central bank is ready to risk alienating Germany, where many people regard government bond purchases by the central bank as a de facto transfer of wealth from richer European countries to poorer ones.
“The E.C.B. is ready to do everything but buy government bonds,” Joachim Fels, chief global economist at Morgan Stanley, told reporters here on Wednesday.
Most economists do not expect the central bank to announce plans to buy government bonds at its next meeting, on Oct. 2. The central bank has already said it would buy private sector debt, beginning next month, and was expected to provide details next week.
Some economists consider fears of another eurozone recession overblown. James Paulsen, chief investment strategist at Wells Fargo Asset Management, noted that the United States economy also sputtered several times before regaining momentum.
“It’s not uncommon during a recovery to have temporary pauses,” Mr. Paulsen said in an interview last week. Referring to the eurozone economy, he added, “What’s been happening in recent months looks very familiar to me.”
Pedr Regionais: Alagoas 247 Amapá nido dos Anjos
25 de setembro de 2014 6:39 pmviomundoComo o Google e a
viomundo
Como o Google e a Apple espionam você dia e noite
publicado em 24 de setembro de 2014 às 22:16
A resposta ao “vai ver se estou na esquina” (reprodução Google Maps)
Do Canal 5 de Cleveland, sugerido pelo Jorge Península, no Facebook
As chances são altas de que o seu telefone celular viaja com você aonde quer que você vá. Isso torna o aparelho uma rica fonte de informação sobre você — e os fabricantes de telefones inteligentes estão tirando vantagem da oportunidade de seguir cada um de seus passos.
Nossos investigadores descobriram como o seu celular é mais inteligente que você. Se você tem um Android ou um iPhone, descobrimos que seu telefone registra seus hábitos diários, mesmo quando você tenta proteger sua privacidade.
Ao procurar por “Histórico de Localização” no Google, a investigadora Sarah Budson, usuária de um Android, conseguiu ver como o Google recolhe informações sobre as atividades dela. A ferramenta mostrou que o telefone estava compartilhando sua localização com o Google o tempo todo, seguindo-a de casa para o trabalho e vice-versa. Incluía até o horário em que ela chegava a cada local.
Na cafeteria Erie Island, de Rocky River, Sarah mostrou à cliente Holly Pangrace como acessar o “Histórico de Localização”.
Quando ela viu, ficou surpresa ao saber quanto o Google sabia sobre a rotina dela.
“O Google sabe quando eu vou ao supermercado, quando vou à academia e o Google sabe que estou aqui”, ela disse.
“Não é nada perverso, mas é estranho”, afirmou.
Os iPhones mandam suas informações para a Apple da mesma forma.
“O que quer que você faça, acaba aceitando o risco de que suas informações caiam nas mãos de alguém”, disse Ken Smith, um especialista em segurança da empresa de consultoria Secure State, de Cleveland.
Smith diz que há três formas pelas quais o telefone recolhe informações. “A primeira, óbvia — todo mundo sabe — é através da função GPS do telefone, quando o satélite o segue e diz ‘lá está ele’”.
Smith disse que informação também é coletada em redes WiFi que estão ligadas ao GPS e fazem a triangulação com as redes de telefonia celular.
Afirmou que os dados são usados pelas empresas para aumentar o faturamento publicitário.
“Quanto mais descobrirem sobre sua rotina diária, onde você compra, onde você come, onde você anda durante o dia, mais informação eles tem para focar os anúncios que serão mostrados a você”, continua.
Nossos investigadores decidiram descobrir o jeito de evitar que o Google espione você.
No seu telefone Android, abra Configurações, selecione “Localização” e desmarque GPS e WiFi.
É mais complicado com a Apple. Nos telefones iOS7, abra Configurações, clique em “Privacidade” e depois em “Serviços de Localização”.
Na tela, você verá uma lista de aplicativos que sabem sua localização. Desça até “Sistema de Serviços” e ache “Localizações Frequentes”. Desabilite o botão.
Ainda assim, você continua sendo seguido. É que as empresas de telefonia também monitoram seus movimentos.
“Enquanto você estiver conectado a uma rede, há uma estimativa razoável de localização a partir da qual a empresa pode te seguir”, diz Smith.
Como muitos usuários da telefonia celular, Pangrace não gostaria de abandonar a conveniência de usar um telefone inteligente, embora esteja de alguma forma preocupada com a perda de privacidade.
“É um abuso, mas acho que é inevitavel. O usuário deve ficar esperto”, afirmou.
Notade3
26 de setembro de 2014 12:28 amEm quem votar para deputado?
Poderiamos organizar, como fizemos na ultima eleição, uma relação de cadidatos a deputados que tenham um bom curriculo.
Aqui em São Paulo estou um pouco por fora de quem é candidato.
Um que acho bacana é Adriano Diogo, talvez seja uma possibilidade.
Que outros candidatos vcs sugerem
Adriano Diego:
Geólogo formado pela USP. Nascido no bairro da Mooca, zona leste de São Paulo. Desempenhou papel importante no movimento estudantil paulista durante a ditadura militar na década de 70.Foi eleito quatro vezes vereador da cidade de São Paulo e, em cada legislatura, deixou as marcas de seu trabalho.Assumiu a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente em 2003, onde realizou uma gestão inovadora, incentivando a participação popular, que foi fundamental para a criação de sete parques e mais de 30 praças, nos locais mais carentes de áreas verdes.Atualmente exercendo o terceiro mandato de Deputado Estadual e é Presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana da Assembleia Legislativa. Também é o presidente e proponente da Comissão Estadual da Verdade Rubens Paiva
Notade3
26 de setembro de 2014 12:46 am.
Orlando Silva – PCdoB
ex-ministro do Esporte. Começou sua trajetória no movimento estudantil em Salvador e foi o único presidente negro da União Nacional dos Estudantes (UNE). É filiado ao Partido Comunista do Brasil (PCdoB),
Protógenes Queiroz – PCdoB
é delegado licenciado da Polícia Federal e deputado federal pelo PCdoB de São Paulo.Foi ele quem comandou a Operação Satiagraha que desvendou um dos maiores esquemas de desvio de recursos públicos, evasão de divisas, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha do Brasil. Ela resultou na prisão do banqueiro Daniel Dantas, do especulador Naji Nahas, do contrabandista Law Kin Chong, do ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta (1997-2000) e de outros 14 acusados de corrupção.Protógenes coordenou, em parceria com a Promotoria de São Paulo, as investigações do caso Corinthians/MSI , por evasão de divisas e lavagem de dinheiro.Os envolvidos nas fraudes da arbitragem do futebol Brasileiro, em 2005, foram investigados por ele e pelos promotores Roberto Porto e José Reinaldo Guimarães Carneiro, do Gaeco.O delegado presidiu o inquérito sobre remessas ilegais de dinheiro para paraísos fiscais que descobriu movimentações de quase cinco milhões de dólares das quais o ex-prefeito Celso Pitta seria o principal beneficiário. O ex-prefeito Paulo Maluf foi investigado no mesmo inquérito. Foi de Protógenes o relatório final do inquérito sobre desvios de dinheiro na Prefeitura de São Paulo durante os governos de Maluf (1993-1996) e Pitta (1997-2000). No Rio de Janeiro, prestou assessoria jurídica para a Via Campesina, Sindicato dos Operários Navais, associações de moradores e movimentos sociais.Queiroz era Procurador-Geral do município fluminense de São Gonçalo, quando passou no concurso para Delegado da Polícia Federal, em 1998.
Eliseu Gabriel – PSB
É Professor de física pela USP, autor de livros didáticos, lecionou no ensino público, em universidades, cursinhos, no ensino médio e no Telecurso da TV Cultura.Levou uma universidade pública para Pirituba, o Inst. Federal de São Paulo.implantou cursos técnicos/ profissionalizantes em CEUs, como o “Costurando o Futuro” e o “Fábrica Verde”, que formaram mais de 1.000 alunos em 2013, quando Secretario do Desenv. Trab.e Empreend.de SP.Defendeu a cultura contra a especulação imobiliária. Foi decisivo para salvar o Cine Belas Artes e o Quarteirão Cultural do Itaim-Bibi.Vereador atuante por São Paulo em seu 4o. Mandato, está entre os dez mais votados do país. Parlamentar 100% segundo o CQC da TV Bandeirantes.Autor da Lei da Área Escolar de Segurança, da Lei da Transparência, da Lei do Cons. Mun. de Ciência, Tec. e Inov., da Lei das Doações, entre outras.Relator da Comissão da Verdade na Câmara Municipal de São Paulo.
Luiza Erundina- PSB
Com uma vida inteira dedicada à Política, Luiza Erundina assumiu seu primeiro cargo público no ano de 1958, quando foi Secretária de Educação de Campina Grande, na Paraíba, seu estado de origem. Em 1971 emigra para São Paulo, perseguida pela ditadura militar. No ano de 1980, participa da fundação do PT (Partido dos Trabalhadores) e em 1982 elege-se vereadora da cidade de São Paulo. Quatro anos depois, em 1986, é eleita deputada estadual e em 1988, elege-se prefeita da maior cidade da América Latina, São Paulo, pelo PT, sendo a primeira mulher a assumir o cargo na capital paulista. Em 1993, depois do impeachment do presidente Collor, Luiza Erundina é nomeada ministra da Secretaria da Administração Federal, no governo Itamar Franco. No ano de 1998, já no PSB (Partido Socialista Brasileiro), é eleita deputada federal por São Paulo. Atualmente Luiza Erundina está no seu quarto mandato como deputada federal e é coordenadora da Frente Parlamentar pela Reforma Política com Participação Popular que, luta por uma reforma política ampla, capaz de corrigir as graves distorções do sistema partidário e eleitoral e coibir os desvios éticos que têm marcado historicamente, a vida política brasileira e também, coordena a Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e o Direito à Comunicação com Participação Popular (Frentecom), onde, dentre os principais pontos tratados, estão a garantia do exercício da liberdade de expressão e do direito a comunicação, além da reformulação do Marco Regulatório do setor. Destaca-se ainda na luta pela ampliação da participação das mulheres na política, pela democratização dos meios de comunicação no Brasil e pela reforma do sistema político brasileiro.