4 de junho de 2026

A idiotia como principal fator do atraso brasileiro, por Rui Daher

Vejam até onde caminha a insanidade. A civilização brasileira parou na barbárie da elite econômica inculta

Por que todas a opiniões e tendências da população brasileira, expressas através de pesquisas, precisam ser-nos trazidas pelo Instituto Datafolha, braço de um jornal que, há décadas, deixou de ser imparcial em sua linha editorial?

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Onde estão os demais para, pelo menos, confrontar os dados publicados pela família Frias? Somente em eleições?

O caso mais recente recolhe opiniões sobre a Operação Lava-Jato e o juiz de primeira instância, já tornado ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro.

Bem avaliado, o tiranete de Curitiba, foi considerado o melhor do governo de Jair. Pudera, como não o ser, diante de sua exposição nas folhas e telas cotidianas e na comparação com seus insossos e alucinados pares?

Placar: 53% (ótimo/bom); 23% (regular); 21% (ruim/péssimo). Disseram não saber 3%, sinceridade que, infiro, não vimos nos demais 53%, prováveis eleitores do Regente Insano Primeiro.

Confirma-o sua tríade, compartilhada em terços, Aves Marias e Pais Nossos, 30, 32 e 36%, respectivamente. Dos consultados, 62%, quase 2/3, acham dá pra se levar com o capitão da reserva, e deixá-lo destruir a nação.

Vejam até onde caminha a insanidade. A civilização brasileira parou na barbárie da elite econômica inculta. Depois de Moro, Damares “Tinder Jesus na Goiabeira” Alves, é a mais bem avaliada (43%). Os demais ficaram rezando o terço, entre 30 e 35% de aprovação, prova de bolsonarismo e validação do próprio voto.

Mas, com muito asco, voltemos a Sérgio Moro. Assim concluem os analistas do Datafolha: 81% querem que a Operação continue, pois não cumpriu seus objetivos. Bem, com isso até Lula concorda. Sabe que Moro e a Lava Jato tinham, exclusivamente, como objetivos derrubar Dilma Rousseff, prender Lula e impedi-lo de concorrer nas eleições de 2018.

Somente isso? Não. Vou além. Coube à LJ, Moro, juízas loiras de Curitiba, procuradores de Ministérios Públicos, Tribunais Regionais, delegados da Polícia Federal, para apenas ficar nas áreas judiciárias, aí incluído um rachado e pusilânime STF, impedir, em favor de nossos concorrentes estrangeiros, a internacionalização de nossas empresas multinacionais, impulsionadas pelo BNDES, sobretudo nas áreas petrolíferas, construções e proteínas animais, processos implícitos e históricos de corrupção público-privada, mas que, se inteligentemente conduzidas, ter-se-ia punido seus atores, não as conquistas empresariais.

Imiscuir-se de forma explícita e partidária contra um só partido, PT, através de delações premiadas e tortas, mas convenientes “convicções”, e não provas legais.

De forma que me faz viver perguntando, onde Aécio Naves, José Serra, e em mares nunca d’antes navegados, o Banestado? Hoje em dia, o procurador Paludo, Zuccoloto, Tacla Duran, Rosângela Moro, Marcus Arns, e as ilicitudes de Dallagnol, e muitos outros da verdadeira quadrilha formada.

Sábios, realmente, os consultados pelo Datafolha. A Operação Lava-Jato só cumpriu seu objetivo quando focou o PT e Lula. E os demais? Vem-me à lembrança foto com Sérgio Moro e Aécio Neves a gargalharem.

A Vaza-Jato, do The Intercept Brasil, ora ela. Seu teor, não admitem ou rechaçam. Não podem. Atêm-se que nasceu de um ato criminoso de um hacker, já preso. Mais uma pizza de jabá, feijão-de-corda e queijo coalho.

Não é nazifascismo, ditadura, predomínio evangélico, neoliberalismo, nada, apenas idiotia de um povo individualista, por isso carneiro.

Depois de quatro anos recuperam investigações sobre quem? Sim, Lulinha, o dono do prédio da ESALQ, em Piracicaba, SP.

Merecemos. Inté.

 

 

 

 

 

 

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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