22 de maio de 2026

Cresce temor de perda de leitos de UTI pagos pelo Ministério da Saúde

Gestores estaduais dizem que leitos habilitados podem zerar até março; pasta deve apresentar solução temporária

Jornal GGN – O número de leitos de UTI habilitados pelo Ministério da Saúde para o tratamento da covid-19 (ou seja, passíveis de recebimento de recursos federais) estão em queda nas últimas semanas, e a tendência é que eles sejam zerados em meados de março.

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Os números integram balanço do Conass (Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde), que leva em consideração os dados do Ministério da Saúde e as datas de vencimento de portarias de habilitação de leitos publicadas pela pasta.

Cada habilitação costuma durar 90 dias e, quando se consideram as datas de vencimento das portarias vigentes, o total de leitos disponíveis cairia para 4.542 em 23 de fevereiro, 3.372 em 3 de março e zero no dia 21 do próximo mês. Ao longo da epidemia, 19,8 mil leitos de UTI chegaram a ser habilitados pelo ministério.

Caso novas medidas não sejam adotadas, o custeio de tais leitos deve ser de responsabilidade dos estados e municípios, que apontam dificuldades de financiamento e risco de fechamento de parte de tais leitos, dentro de um cenário de agravamento da pandemia de covid-19. Esse grupo tem pedido apoio para manutenção e financiamento de tais leitos desde o final de 2020.

Segundo o jornal Folha de São Paulo, tanto o risco de redução como a falta de recursos foram negados pelo Ministério da Saúde, e que deve apresentar uma proposta de solução temporária a secretários estaduais e municipais da área.

Redação

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