5 de junho de 2026

Justiça de transição para a reconciliação do Brasil, último artigo de um procurador notável

Carlos Eduardo Vasconcelos, Procurador da República dos verdadeiros e melhores, faleceu em Montreal - onde vivia depois de aposentado - no último dia 6 (seis) de fevereiro.
Carlos Eduardo Vasconcelos, Procurador da República dos verdadeiros e melhores, faleceu em Montreal – onde vivia depois de aposentado – no último dia 6 (seis) de fevereiro.
Deixou esse último e recente texto (dentre outros tantos trabalhos jurídicos e acadêmicos).

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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  1. Wilson Júnior

    23 de fevereiro de 2020 10:50 am

    Nassif,

    Anteontem estava tendo um debate numa rádio aqui de Goiânia a respeito da reforma da previdência e de como ela só afetava os pobres.

    A resposta foi lógica.
    Quem precisa de previdência são os pobres. Os ricos vivem de seu patrimônio.

    Então me veio uma questão.
    É inquestionável que o topo do funcionalismo público, no decorrer dos anos como funcionário público, certamente conseguem construir um patrimônio que os possibilitem viver dele, como procuradores, juízes, etc…

    A pergunta que fiquei me fazendo é: não seria justo, apesar de muito polêmico, reconhecendo que salários altos possibilitam uma acumulação de patrimônio que possibilite uma boa vida futura, pensar em uma legislação futura que estabeleça a “inexistência” de aposentadoria para O TOPO?

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