4 de junho de 2026

Primeiro pedido de impeachment de Bolsonaro é protocolado em Brasília

Pedido do deputado distrital Leandro Grass (Rede-DF) lista ataques à imprensa e endosso às manifestações do último domingo como alguns dos motivos
O presidente Jair Bolsonaro esteve presente nas manifestações de 15 de março - um dos pontos listados por Leandro Grass em seu pedido de impeachment. Foto: José Cruz/Agência Brasil (via fotospublicas.com)

Jornal GGN – O deputado distrital Leandro Grass (Rede-DF) encaminhou o primeiro pedido de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados.

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Dentre os motivos listados, estão os ataques do presidente à imprensa, aos poderes e o recente endosso para que as manifestações do último domingo (15/03) ocorressem, mesmo após as recomendações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OMS).

O autor ressalta que Jair Bolsonaro esteve em contato com pacientes já diagnosticados com o vírus covid-19 e que, ainda assim, compareceu em uma das manifestações convocadas para o último domingo “convocada para achacar os Poderes Constituídos”, sendo um potencial vetor de transmissão da doença.

Grass ainda lista cinco crimes de responsabilidade cometidos por Bolsonaro:

– Apoio e convocação às manifestações do dia 15 de março de 2020, por meio da divulgação de vídeos em redes;

– Declaração, no último dia 9, de que as eleições gerais de 2018 foram fraudadas, cujas provas estariam em suas mãos e nunca foram apresentadas, nem no foro competente e nem para a imprensa;

Declarações indecorosas direcionadas à jornalista Patrícia Campos Mello, feitas no dia 19 de fevereiro;

– A publicação de vídeo, em rede social, com conteúdo pornográfico, ocorrida no carnaval do ano de 2019 (o episódio do golden shower);

– Determinação expressa de comemoração do Golpe Militar de 1964, direcionada às Forças Armadas Brasileiras, em 25 de março de 2019.

Cabe agora ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) acatar ou não o pedido. Caso o pedido seja aprovado, será criada uma comissão especial para discutir o assunto que, caso seja aprovado por maioria absoluta na Câmara dos Deputados, é encaminhado para apreciação do Senado. As informações são do site Congresso em Foco.

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6 Comentários
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  1. José de Almeida Bispo

    17 de março de 2020 5:14 pm

    Agora, ou vai ou racha! Ou Bolsonaro ‘ieltsininisa’, bombardeando o Congresso, ou vira refém de Rodrigo Maia.

  2. 321 321

    17 de março de 2020 6:00 pm

    A segunda epidemia, 13 meses depois

    Wilson Gomes
    8 h ·
    Quando a peste chegou, metade da população não estava preparada para recebê-la e o estrago foi imenso. Para confirmar o dito segundo o qual “desgraça pouca é bobagem”, 13 meses depois que se havia instalado a primeira epidemia o país é assolado por uma segunda praga. O coronavírus é uma peste que chega em um país já empesteado pelo bolsonarismo. As pragas vêm em ondas sucessivas, como ensina a Bíblia.

    1. Zandor

      17 de março de 2020 11:12 pm

      Nesse país o que não falta é pestilencia já passamos pelo PT (Lula e Dilma) agora com a peste Bolsonaro e amanhã o que será?

  3. Carlos Elisio

    17 de março de 2020 7:37 pm

    Além dos crimes listados, deveriam incluir um pedido de exame de sanidade mental.
    Aliás, deveriam protocolar esta solicitação separadamente pois, iniciando pelo exame, seria poupado muito tempo e dinheiro para a retirada deste sujeito do poder, o que a cada dia se faz mais necessário para que o Brasil saia desta merda na qual se encontra atolado do Oiapoque ao Chuí.

    1. claudionor de campos

      20 de março de 2020 2:34 pm

      Custo a acreditar que 58.000.000 de eleitores não se deram à necessidade de pesquisar no Google sobre a vida pregressa deste chefe de uma família energúmena.O Brasil, já de sua época colonial, é explorado e tem suas riquezas desviadas em favor de estrangeiros e em detrimento dos brasileiros.

  4. Rui Ribeiro

    18 de março de 2020 8:31 am

    Não teria uma forma mais rápida, simples, fácil e eficiente de eliminar esse cocô?

    Mas não adianta trocar um cocô por outro. Então, Mourão, mude radicalmente, ou não assuma.

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