21 de maio de 2026

Governo Bolsonaro aumenta limite de compra de munição para quem tem porte de arma

Agora, civis (pessoas físicas) podem adquirir até 550 unidades de munição por mês, o limite anterior era de 200 por ano
Reprodução/Instagram

Jornal GGN – Em meio à crise sanitária que estamos enfrentando e seu reflexo em outros setores da sociedade, como a segurança pública – que vem registrando um número maior de violência doméstica durante o isolamento social -, o governo Bolsonaro aumentou os limites de compras de munições para pessoas com arma de fogo registrada. A portaria foi publicada nesta quinta, 23 de abril, no Diário Oficial da União (DOU).  

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A medida permite um maior número de compras de munições mensal e especifica os limites de acordo com as categorias de profissionais e tipos de armas. Agora, civis (pessoas físicas) podem adquirir até 550 unidades de munição por mês, o limite anterior era de 200 por ano. 

De acordo com a nova decisão, o limite de compra por mês dos civis é 300 unidades munições esportiva calibre 22; 200 unidades de munição de caça e esportiva nos calibres 12, 16, 20, 24, 28, 32, 36 e 9.1mm; e até 50 das demais munições de calibre autorizados. 

Para agentes públicos as indicações por categoria são as mesmas que especificadas aos civis, porém serão permitidas a compra de até 100 unidades das demais munições de calibre permitido. 

Já para membros que trabalham a serviço da segurança pública, como policiais e integrantes das Forças Armadas, além dos mesmo limites estipulados para os civis e até 100 unidades das demais munições de calibre permitido, também será permitido a compra de até 50 unidades de munições de calibre restrito.

A nova portaria revoga a decisão publicada em janeiro, que previa até 200 munições por ano para pessoas físicas com arma de fogo registrada e não especificava os calibres. Em relação às autoridades, a antiga portaria estipulava o limite de 600 munições por ano sem calibres específicos.

Redação

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2 Comentários
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  1. AMORAIZA

    23 de abril de 2020 8:30 pm

    Se a gente soubesse que com essa ” liberdade de consumo ” a gente pudesse atirar “na cabecinha” de certos elementos sem sofrer represálias, nem precisaria publicar a medida no diário oficial.

  2. Carlos Elisio

    24 de abril de 2020 6:08 am

    Vão caçar o que?
    Tirando beneficiar os chegados, o que decisões de merda como esta acrescentam de produtivo ao país além de pavimentar o caminho pra transformar o Brasil numa república de bandidos, de assassinos?
    Mata-se à rodo no campo e nas cidades, mas estes canalhas acham que ainda nao é suficiente.

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