Jornal GGN – O governador Wilson Witzel negou nesta terça (26) qualquer envolvimento na investigação da Polícia Federal sobre esquema de corrupção na saúde durante a pandemia de coronavírus. Em nota, ele afirmou que a investida comprova apenas que a interferência política de Jair Bolsonaro na PF está “devidamente oficializada”.
“Não há absolutamente nenhuma participação ou autoria minha em nenhum tipo de irregularidade nas questões que envolvem as denúncias apresentadas pelo Ministério Público Federal. Estranha-me e indigna-me sobremaneira o fato absolutamente claro de que deputados bolsonaristas tenham anunciado em redes sociais nos últimos dias uma operação da Polícia Federal direcionada a mim, o que demonstra limpidamente que houve vazamento, com a construção de uma narrativa que jamais se confirmará. A interferência anunciada pelo presidente da república está devidamente oficializada.”
Witzel disse ainda que está “à disposição da Justiça, meus sigilos abertos e estou tranquilo sobre o desdobramento dos fatos. Sigo em alinhamento com a Justiça para que se apure rapidamente os fatos. Não abandonarei meus princípios e muito menos o Estado do Rio de Janeiro.”
A operação Placebo investiga a participação de Witzel na contratação de organizações sociais para construir e administrar hospitais de campanha contra o coronavírus. A autoridades suspeitam que o empresário Mário Peixoto – investigado por corrupção desde os governos Cabral e Pezão – teria envolvimento com as empresas contratadas.
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Vladimir
26 de maio de 2020 11:26 amNão está satisfeito? Não foi na onda desse sujeito que se elegeu? Não é para mirar na cabecinha?
Agora não adianta espernear. Terá de ficar se justificando a vida inteira pelas companhias e amigos que tem.
Carlos Elisio
26 de maio de 2020 11:28 amOperação Placebo! Gastaram um nome.
Este titulo caberia muito bem numa operação realizada contra quem obriga (caso do governo)/cornetem (caso do astronauta) que se ministrem substâncias para combate ao covid, sem nenhuma comprovação da comunidade cientifica com agravante de aumento do risco de morte.
Lúcio Vieira
26 de maio de 2020 12:17 pmWitzel bem que tentou como um dos primeiros movimentos de compras em seu governo, uma sociedade com os Bolsonaro. Iriam até Israel comprar artefatos da morte. Desde então, desandou a parceria política e de negócios
Stalingrado
26 de maio de 2020 12:43 pmPrimeiro levaram os comunistas,
Mas não falei, por não ser comunista.
Depois, perseguiram os judeus,
Nada disse então, por não ser judeu,
Em seguida, castigaram os sindicalistas
Decidi não falar, porque não sou sindicalista.
Mais tarde, foi a vez dos católicos,
Também me calei, por ser protestante.
O fato de terem feito o mesmo com o PT, não me faz apoiar o que fizeram com Witzel, mesmo ele tendo apoiado a perseguição ao Partido dos Trabalhadores.
Então, um dia, vieram buscar-me.
Nessa altura, já não restava nenhuma voz,
Que, em meu nome, se fizesse ouvir.
Martin Niemoller
#ExercitoaApoiaBandidos.
Jackson da Viola
26 de maio de 2020 2:29 pmEssa fez a “carreira” na base do combate à “curupisão” (do outros é logico), da moral e dos bons costumes…..defensor dos cidadãos de “bem…Divagando um bocadinho,muito me espanta o nível de estupidez generalizada de todos os envolvidos, políticos de direta, a grande mídia nativa, artistas e famosinhos e, é claro, com a inestimável participação, em massa, da classe media “quero ir pra disney”…….Parece que ninguém entendeu a “tirinha” cão do fascismo do Laerte (aqui:https://zupimages.net/up/20/22/ltbp.jpg) e agora temos uma profusão de “virgens arrependidas”….Quanto a WW(não é Weight Watchers, mesmo se ele esta rechonchudo) também conhecido como “tiro na cabecinha”, só tenho uma coisa a dizer…..Lawfare no fiofó dos outros é refresco mas no respectivo, arde pra pra dedéu ….