11 de junho de 2026

Após bronca de Bolsonaro, Exército prepara novas portarias sobre armas e munições

Especialistas dizem que novas minutas sobre rastreamento apresentam retrocesso e pioram controles ao permitirem regras mais flexíveis

Jornal GGN – O Exército prepara novas versões das portarias sobre as regras de rastreamento de armas de fogo e munições, depois que o presidente Jair Bolsonaro determinou a revogação das portarias com as regras.

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Especialistas ouvidos pelo jornal O Globo dizem que as minutas das novas portarias, que foram apresentadas em consulta pública no começo de julho, apresentam retrocessos e pioram o controle sobre marcação, importação e exportação de armas, o que dificulta a resolução de crimes. Já os CACs (colecionadores, atiradores desportivos e caçadores) reclamam de obrigações a usuários de armas que foram mantidas e também do prazo relâmpago da consulta do Exército, que durou apenas seis dias.

Um dos pontos retirados da nova minuta envolve a necessidade de marcação, com um código de rastreamento, de estojos usados com recarga de munição. Os CACs alegaram que essa exigência tornaria a prática de tiro esportivo inviável, pois atiradores costumam reutilizar estojos depois de competições para baratear custos.

A minuta em análise também afrouxou as regras de marcação de armas e de manutenção dos registros de venda por fabricantes, enquanto retirou a necessidade de identificação do nome do importador em armas vindas do exterior.

 

 

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5 Comentários
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  1. peregrino

    26 de julho de 2020 12:06 pm

    Pelo que entendi, nosso exército mostra-se tão insignificante, em termos de regulação, que até um indivíduo que foi expulso por total incompatibilidade com as regras de segurança das Forças se considera e governa como se fosse dono dele, obrigando-o a atender os interesses de todos os seus apoiadores.

    e ainda há quem acredita que facilitar a vida de traficantes de armas, atiradores treinados e caçadores, é para o bem do país

  2. Edivaldo Dias de Oliveira

    26 de julho de 2020 12:21 pm

    Vamos no popular: É um salvo conduto para o tráfico de armas dos parças do presidente.

  3. jcordeiro

    26 de julho de 2020 1:27 pm

    Nassif: a novidade é que agora, quando identificarem munição de uso privado o presunto (normalmente períférico ou contrario aos VerdeSauvas e Milicianos) pagará pela munição, mesmo sabendo que ela chegou de graça das embarcações ancoradas na boquinha do PreSal. A industria matadeira do pico das Agulhas não para de surpreender com suas inovações (políticas, sociais e econômicas). É como diz, em Pindorama a bala tem sempre razão…

  4. +almeida

    26 de julho de 2020 2:24 pm

    E lamentável! Não sou favorável ao mote de que “ordens absurdas não se cumpre”, quando são ditadas por uma hierarquia superior. Porém, nesse espaço entre a ordem e os tramites para a por o projeto em votação, todos os esforços deverão ser tomados para extirpar, de vez, essa perigosíssima ameaça de extinção da Ordem, da Hierarquia, da Democracia da Liberdade, do Estado de Direito e da Liberdade da Nação. Penso que as FA, na figura do Exército Brasileiro, que mantém acelerado o aumento de seu contingente assentado em diversos postos chaves, no governo, estão contribuindo de forma assídua e perigosa para que a ameaça fatal se concretize. Queira aceitar ou não é fato que o exército representa de forma legal, de fé e indiscutível as Forças Armadas Brasileira, no atual governo.

  5. Zé Sérgio

    26 de julho de 2020 5:03 pm

    O atual Governo tirando das costas do Cidadão Brasileiro, o peso da Burocracia e Extorsão das Elites do Estado Ditatorial Caudilhista Absolutista Assassino Esquerdopata Fascista. Com isto voltamos à Liberdade e ao Direito à Defesa e Preservação da Vida. Tremem as Facções Criminosas e Indústria da Bandidolatria preservados e protegidos por 90 anos de NecroPolítica. Finalmente. ” Liberdade, Liberdade…Abra as asas sobre Nós “

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