Jornal GGN – O decano do Supremo Tribunal Federal, ministro Celso de Mello, precisa “tirar licença da corte para tratamento de saúde” e pode ficar de fora do julgamento do Habeas Corpus de Lula que pede o reconhecimento da suspeição de Sergio Moro. A informação é da jornalista Mônica Bergamo, na Folha desta quarta (19).
Celso é parte da segunda turma do Supremo, que pode julgar o HC a qualquer momento. Apresentado pela defesa de Lula ainda em 2018, a ação teve o julgamento paralisado por pedido de vistas do ministro Gilmar Mendes. Já votaram contra o HC os ministros Edson Fachin e Cármen Lúcia.
Se Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski votarem a favor de Lula, o empate é suficiente para garantir uma derrota a Sergio Moro. Neste caso, a defesa conseguiria fazer o processo do caso triplex retornar à estada zero.
Os advogados do ex-presidente pedem, no HC, que isso seja estendido a outros dois processos que tramitaram em Curitiba, sobre o sítio de Atibaia e um terreno e um apartamento que teriam sido adquiridos com recurso da Odebrecht.
Segundo Bergamo, a licença “foi confirmada pelo gabinete dele. No começo do mês, o magistrado passou por exames clínicos para verificar se precisa passar por uma nova cirurgia. Decano do tribunal, ele fez uma operação no quadril em janeiro. Em março, foi internado no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, com quadro de erisipela.”
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Voto decisivo para Lula, Celso de Mello já declarou Moro suspeito no passado
Fábio de Oliveira Ribeiro
19 de agosto de 2020 5:16 pmNenhuma novidade. Celso de Mello não poderia encerrar sua carreira no STF deixando de fazer jus ao título “juiz de merda”. Ele sabe que Sérgio Moro é suspeito, mas não quer declarar isso.
Saulo Ramos imortal. Acertou na mosca.
fel
19 de agosto de 2020 7:01 pmFábio, você já percebeu o grande e mais imundo acordo que estão fazendo neste momento com o fascista. “você fica quieto, pára de falar merda e nós poupamos você e seus filhotes “. Como Sabe que tem o rabo preso, ele silenciou e colhe os frutos com todo tipo de putaria jurídica contra o Lula. Eu já tinha perdido a esperança de justiça ao mártir Lula neste país de merda, mas depois que o DD, o maior corrupto deste país, que quase desviou dois bi e meio pro seus amigos de procuradoria, pediu ajuda do stf e , ao invés de ser desmascarado pelos juízes da suprema corte, não apenas um, mas dois vieram voando em seu socorro, eu passei a sentir nojo e asco desta justiça de calhordas.
Lucinei Lucena
19 de agosto de 2020 6:33 pmA expressão “Judicialização da Politica E Das Relações Sociais [também, esta segunda parte não é outra coisa, não, está no titulo, sim, e não é à toa]” é de 99. Foi o pessoal do Iupperj, do Rio de Janeiro, sob a direção de Luiz Werneck Vianna.
Uma das questões ali presentes é que o Judiciário foi “chamado às falas”, dado que o , sistema politico não dava as respostas que a democracia em desenvolvimento demandava. O fato é que o Judiciario (e os Juizes) sempre usaram e muito abusaram da prerrogativa de NAO JULGAR. A lentidão crônica do sistema como um todo é só uma evidencia disto. Falta formação para 99% do bacharelismo publico pra entender que não dá mais pra fazer aquele joguinho de bastidores e tirar o corpo fora stá tambem cada vez mais evidente. Naõ foi nada à toa também que logo o Toffoli, com uma pose até ridicula, verberou esta tentativa retirar o judiciario dos proscênios do debate publico…
Não entendeu nada…
Dá pra ver, portanto; está na cara que o estamento juridico está hoje dividido entre “valentes” e “covardes”, na pior e na melhor acepção que ambos os termos têm. Dependendo da CARA do freguês, a gente vê quem é quem.
O tal “decaaano”, enfim, acredita que já “fez o que tinha que fazer” dando aquele voto “por cima” contra “os militares” – na época lá em que um general falou uma besteira – e, depois, com aquela decisão de chamar pra depor “debaixo de vara”… um juridiques “pimenta biquinho”, que só melindra e melindrou mentes superficiais. A geração dele é outra, é a da transição; é pra estes que ele quer aparecer.
emerson57
19 de agosto de 2020 7:11 pmEra V. Excelência,
doravante V. Bundamolência.
O segundo título é merecido, o primeiro nunca foi.