5 de junho de 2026

Se o aguardente é do diabo pra que bebeu?

Por Luciano Hortencio

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Se o aguardente é do diabo pra que bebeu

Se o copo era grande pra que encheu (bis)

 

Na arena a gás iluminada

Aos tombos senta o bebarrão

Mateus castigue na bexigada

Catirina no sopapão

Ai que moleza desgraçada

Acuda, acuda, capitão

Freguês que bebe não é bom cristão

 

Peia nele mestre Mateus

Que o couro cante em profusão

 

Se o aguardente é do diabo pra que bebeu

Se o copo era grande pra que encheu (bis)

 

Na arena a gás iluminada

Aos tombos senta o bebarrão

Mateus castigue na bexigada

Catirina no sopapão

Ai que moleza desgraçada

Acuda, acuda, capitão

Freguês que bebe não é bom cristão

 

Se o aguardente é do diabo pra que bebeu

Se o copo era grande pra que encheu (bis)

 

Sebastião Lopes – BUMBA MEU BOI – Ascenso Ferreira e Sebastião Lopes.
Disco Mocambo.
Novembro de 1956.
Disco constante do Arquivo nirez.

Luciano Hortencio

Música e literatura fazem parte do meu dia a dia.

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Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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11 Comentários
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  1. Jose de Almeida Bispo

    31 de março de 2016 3:13 pm

    Excelente!

    Excelente!

  2. lucianohortencio

    31 de março de 2016 3:17 pm

    Ao José de Almeida Bispo!

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=kG2pXIHtb4I%5D

  3. Maria Luisa

    31 de março de 2016 4:31 pm

    Lulu!

    Pega ai seu bumba, as paramentas todas e vai para a passeata em prol da democracia! Eh agora ou depois vai ser um: valei-me, meu são serapião!

    1. lucianohortencio

      31 de março de 2016 5:32 pm

      Amiga Malu!

      Ele não sabe que seu dia é hoje!

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=mCBXvYueDvQ%5D

  4. jns

    31 de março de 2016 4:32 pm

    Eu bebo sim

                        Me ajudaí folgado Véim do Ceará:

                        Desce uma Tindóida e um soro gelado,

                        para esquecer os mais chatos temas do Sistema Solar.

    [video:https://youtu.be/s9u39v00Adk width:600]

     

    1. lucianohortencio

      1 de abril de 2016 9:11 am

      Sublime Renúncia

      junto ao boi amarrado no pé da cajarana…

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=4S1bLlUhNp8%5D

  5. jns

    31 de março de 2016 4:40 pm

    Papa do Ceará

    Você já ajoelhou e rezou junta ao altar-mor da capelinha?

    [video:https://youtu.be/RFO_h0tHuoQ width:600]

    1. jns

      1 de abril de 2016 3:00 am

      WILSON VICENTE

      Não é uma atividade fácil, falar sobre alguém do qual se admira muito. Não só apenas do campo profissional, mas também sobre a pessoa. Conheci Wilson Vicente em 1995, a convite de amigos meus da cidade de São Domingos do Prata. Wilson estaria por lá dando aulas de pintura durante alguns finais de semana. As quatro aulas que assisti com ele, ficaram sendo por assim dizer, toda a minha formação de escola, e até hoje, agradeço imensamente à Maura e ao Quinca pelo convite para estar lá.

      Desde sempre, Wilson me pareceu a figura perfeita para encaixar dentro do perfil de um pintor mineiro, no sentido mais real da palavra. Sempre de pouca conversa e falar também sempre manso e muito objetivo. Cauteloso e avesso às exposições públicas, está sempre ali, no seu cantinho, comunicando com o mundo apenas com a sua arte. Ainda um pouco resistente aos contatos tecnológicos da internet, a divulgação de seu trabalho se faz principalmente pela propaganda natural das pessoas que o colecionam.

      Nascido na cidade mineira de Cataguases, em 1951, já tem uma longa trajetória na história da pintura no estado, iniciada num passado já distante, quando tinha apenas 16 anos de idade. Fátima e os filhos são a companhia de toda sua jornada. Wilson já possui uma sólida carreira, formada toda ela em cima da temática mineira: paisagens, casarios e o dia-a-dia dos personagens do interior que há tanto tempo povoam suas obras. Suas cores são bem vibrantes e os seus efeitos bastante convincentes. Em determinados trabalhos há um meticuloso detalhe, elaborado no pincelar de várias seções. Suas sombras são bem iluminadas e há que se destacar vários efeitos relevantes em suas telas: a neblina da manhã, a vegetação de beira de estrada com poeira depositada e a anatomia de animais ao pasto, que já tomam forma apenas pela imaginação.

      De escola, o pouco que aprendeu em termos de artes plásticas, foi com Raimundo Costa, a quem ele atribui o conhecimento das cores. A técnica e o jogo de luzes vieram pela escola da vida, sempre baseando nos trabalhos de Edgar Walter (de quem ele gostaria de ter sido aluno). É também em Edgar Walter a referência pela busca constante do aprimoramento técnico e da perfeição. Seus trabalhos exalam acima de tudo, muito lirismo. Momentos fugazes do campo em atitudes que parecem ser tão banais, mas tão carregadas de símbolismos e sacramentos.

      Publicado em:

      http://joserosarioart.blogspot.com.br/2011/06/wilson-vicente-jose-rosari

      Mais informações:

      http://www.ateliecleberoliveira.com/news/wilson-vicente-e-wilson-vicente

      https://www.facebook.com/wilsonvicentepintor/

      http://wilsonvicentearte.blogspot.com.br/

       

    2. lucianohortencio

      1 de abril de 2016 9:14 am

      Ajoelhei foi pra comprar um chifre…

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=JuGBCbxR09o%5D

  6. jns

    31 de março de 2016 4:45 pm

    Um cururu de responsa

    Para um Véim, que torce o nariz tupido para a música caipira

    e é metido a gostar apenas das “véinhas do tempo do onça”.

    [video:https://youtu.be/s58WnJsfQLg width:600]

  7. Otavio Barros

    31 de março de 2016 11:20 pm

    Aos leitores do

    Aos leitores do Nassif:

    “Aguardaente” é nome batizado pelos portugueses para a nossa Cachaça.

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