Por Luciano Hortencio

Se o aguardente é do diabo pra que bebeu
Se o copo era grande pra que encheu (bis)
Na arena a gás iluminada
Aos tombos senta o bebarrão
Mateus castigue na bexigada
Catirina no sopapão
Ai que moleza desgraçada
Acuda, acuda, capitão
Freguês que bebe não é bom cristão
Peia nele mestre Mateus
Que o couro cante em profusão
Se o aguardente é do diabo pra que bebeu
Se o copo era grande pra que encheu (bis)
Na arena a gás iluminada
Aos tombos senta o bebarrão
Mateus castigue na bexigada
Catirina no sopapão
Ai que moleza desgraçada
Acuda, acuda, capitão
Freguês que bebe não é bom cristão
Se o aguardente é do diabo pra que bebeu
Se o copo era grande pra que encheu (bis)

Sebastião Lopes – BUMBA MEU BOI – Ascenso Ferreira e Sebastião Lopes.
Disco Mocambo.
Novembro de 1956.
Disco constante do Arquivo nirez.
Jose de Almeida Bispo
31 de março de 2016 3:13 pmExcelente!
Excelente!
lucianohortencio
31 de março de 2016 3:17 pmAo José de Almeida Bispo!
[video:https://www.youtube.com/watch?v=kG2pXIHtb4I%5D
Maria Luisa
31 de março de 2016 4:31 pmLulu!
Pega ai seu bumba, as paramentas todas e vai para a passeata em prol da democracia! Eh agora ou depois vai ser um: valei-me, meu são serapião!
lucianohortencio
31 de março de 2016 5:32 pmAmiga Malu!
Ele não sabe que seu dia é hoje!
[video:https://www.youtube.com/watch?v=mCBXvYueDvQ%5D
jns
31 de março de 2016 4:32 pmEu bebo sim
Me ajudaí folgado Véim do Ceará:
Desce uma Tindóida e um soro gelado,
para esquecer os mais chatos temas do Sistema Solar.
[video:https://youtu.be/s9u39v00Adk width:600]
lucianohortencio
1 de abril de 2016 9:11 amSublime Renúncia
junto ao boi amarrado no pé da cajarana…
[video:https://www.youtube.com/watch?v=4S1bLlUhNp8%5D
jns
31 de março de 2016 4:40 pmPapa do Ceará
Você já ajoelhou e rezou junta ao altar-mor da capelinha?
[video:https://youtu.be/RFO_h0tHuoQ width:600]
jns
1 de abril de 2016 3:00 amWILSON VICENTE
Não é uma atividade fácil, falar sobre alguém do qual se admira muito. Não só apenas do campo profissional, mas também sobre a pessoa. Conheci Wilson Vicente em 1995, a convite de amigos meus da cidade de São Domingos do Prata. Wilson estaria por lá dando aulas de pintura durante alguns finais de semana. As quatro aulas que assisti com ele, ficaram sendo por assim dizer, toda a minha formação de escola, e até hoje, agradeço imensamente à Maura e ao Quinca pelo convite para estar lá.
Desde sempre, Wilson me pareceu a figura perfeita para encaixar dentro do perfil de um pintor mineiro, no sentido mais real da palavra. Sempre de pouca conversa e falar também sempre manso e muito objetivo. Cauteloso e avesso às exposições públicas, está sempre ali, no seu cantinho, comunicando com o mundo apenas com a sua arte. Ainda um pouco resistente aos contatos tecnológicos da internet, a divulgação de seu trabalho se faz principalmente pela propaganda natural das pessoas que o colecionam.
Nascido na cidade mineira de Cataguases, em 1951, já tem uma longa trajetória na história da pintura no estado, iniciada num passado já distante, quando tinha apenas 16 anos de idade. Fátima e os filhos são a companhia de toda sua jornada. Wilson já possui uma sólida carreira, formada toda ela em cima da temática mineira: paisagens, casarios e o dia-a-dia dos personagens do interior que há tanto tempo povoam suas obras. Suas cores são bem vibrantes e os seus efeitos bastante convincentes. Em determinados trabalhos há um meticuloso detalhe, elaborado no pincelar de várias seções. Suas sombras são bem iluminadas e há que se destacar vários efeitos relevantes em suas telas: a neblina da manhã, a vegetação de beira de estrada com poeira depositada e a anatomia de animais ao pasto, que já tomam forma apenas pela imaginação.
De escola, o pouco que aprendeu em termos de artes plásticas, foi com Raimundo Costa, a quem ele atribui o conhecimento das cores. A técnica e o jogo de luzes vieram pela escola da vida, sempre baseando nos trabalhos de Edgar Walter (de quem ele gostaria de ter sido aluno). É também em Edgar Walter a referência pela busca constante do aprimoramento técnico e da perfeição. Seus trabalhos exalam acima de tudo, muito lirismo. Momentos fugazes do campo em atitudes que parecem ser tão banais, mas tão carregadas de símbolismos e sacramentos.
Publicado em:
http://joserosarioart.blogspot.com.br/2011/06/wilson-vicente-jose-rosari…
Mais informações:
http://www.ateliecleberoliveira.com/news/wilson-vicente-e-wilson-vicente…
https://www.facebook.com/wilsonvicentepintor/
http://wilsonvicentearte.blogspot.com.br/
lucianohortencio
1 de abril de 2016 9:14 amAjoelhei foi pra comprar um chifre…
[video:https://www.youtube.com/watch?v=JuGBCbxR09o%5D
jns
31 de março de 2016 4:45 pmUm cururu de responsa
Para um Véim, que torce o nariz tupido para a música caipira
e é metido a gostar apenas das “véinhas do tempo do onça”.
[video:https://youtu.be/s58WnJsfQLg width:600]
Otavio Barros
31 de março de 2016 11:20 pmAos leitores do
Aos leitores do Nassif:
“Aguardaente” é nome batizado pelos portugueses para a nossa Cachaça.