Recordo um amor que perdi, ele ri Diz que somos iguais, se eu notei Pois não sabe ficar e eu também não sei
E gira em volta de mim, sussurra que apaga os caminhos Que amores terminam no escuro sozinhos
Respondo que ele aprisiona, eu liberto Que ele adormece as paixões, eu desperto E o tempo se rói com inveja de mim Me vigia querendo aprender Como eu morro de amor pra tentar reviver
No fundo é uma eterna criança que não soube amadurecer Eu posso, ele não vai poder me esquecer
Vânia
18 de dezembro de 2015 8:12 amUm dia azul de verão, sinto o vento
Há folhas no meu coração é o tempo
Recordo um amor que perdi, ele ri
Diz que somos iguais, se eu notei
Pois não sabe ficar e eu também não sei
E gira em volta de mim, sussurra que apaga os caminhos
Que amores terminam no escuro sozinhos
Respondo que ele aprisiona, eu liberto
Que ele adormece as paixões, eu desperto
E o tempo se rói com inveja de mim
Me vigia querendo aprender
Como eu morro de amor pra tentar reviver
No fundo é uma eterna criança
que não soube amadurecer
Eu posso, ele não vai poder me esquecer
[video:https://www.youtube.com/watch?v=2FppywTrxno%5D
Maria Luisa
18 de dezembro de 2015 10:51 amO vento frio, às vezes, vem me lembrar Iracema
Iracema voou
Para a América
Leva roupa de lã
E anda lépida
Vê um filme de quando em vez
Não domina o idioma inglês
Lava chão numa casa de chá
Tem saído ao luar
Com um mímico
Ambiciona estudar
Canto lírico
Não dá mole pra polícia
Se puder, vai ficando por lá
Tem saudade do Ceará
Mas não muita
Uns dias, afoita
Me liga a cobrar
Iracema da américa
[video:https://youtu.be/P3OpSQUBVpg%5D
altamiro souza
18 de dezembro de 2015 1:03 pmo tempo está
o tempo está virando….
síntese a ser cultuada.
valeu!!!!