Foto: Agência Brasil

Jornal GGN – O governo Michel Temer manobra para conseguir chegar ao índice de apoio de 60% da comissão especial da Câmara que vai votar a reforma da Previdência antes que o projeto seja encaminhado ao plenário, onde precisará atingir a mesma taxa de sucesso. Ou seja, para ter pelo menos 23 votos de um total de 37, o governo decidiu adotar algumas medidas, como trocar membros da comissão que são de partidos da base, que poderiam votar contra a reforma.
Segundo informações da Folha, o governo tem tido dificuldade em chegar a uma massa majoritariamente favorável à reforma dentro da comissão, dada a rigidez da proposta. Pesquisa Datafolha apontou, nesta semana, que mais de 70% da população brasileira deve ser contrária a uma nova previdência nos termos propostos por Temer.
Dessa maneira, o governo já desistiu de ver a votação da reforma ser concluída na comissão especial ensta quinta (4). Isso para que Temer consiga angariar apoio ao projeto até a última semana de maio, a tempo de que a reforma seja enviada ao plenário na primeira semana de junho.
A ideia de Temer é votar a reforma ainda neste semestre, para passar ao mercado a mensagem de quem tem controle do governo, embora desfrute de uma das maiores taxas de rejeição da história – apenas 4% aprovam o modo de gestão de Temer.
Na quinta, o Planalto espera que deputados contrários à reforma usem “artifícios regimentais, como recursos e longos discursos, para prolongar os debates – o que poderia adiar a votação do texto.”
“A orientação dada pelo governo à base aliada é evitar ‘atropelos’ e permitir as intervenções da oposição, ao menos nas primeiras horas da sessão. O objetivo é evitar que a condução das discussões seja alvo de questionamentos regimentais e políticos.”
Outra preocupação do governo é chegar a um texto, ainda na comissão, que seja menos suscetível a mudanças no plenário. O medo é que deputados desfigurem a proposta estudada pelo núcleo econômico de Temer, com a desculpa de que as mudanças são essenciais à saúde financeira do Estado.
Nesta terça (3), o governo sinalizou com recuo sobre as regras impostas para mais duas categorias: os agentes penitenciários e agentes socioeducativos, que poderão se aposentar com idade mínima de 55 anos. Aos demais trabalhadores, é discutida a hipótese de idade mínima de até 63 anos para mulheres e 65 para homens.
Antonio C.
3 de maio de 2017 7:31 pmComentário.
De memória.
Parece uma passagem de um texto do Veríssimo:
“- Somos da comissão…
– Hummmmm, quanto?”
adroaldo lima linhares
3 de maio de 2017 7:33 pmDITADURA NORTE AMERICANA JURÍDICA MIDIÁTICA 2016
Em ditaduras, aprovam o que bem entendem. Esses golpistas de 2015, como todos já perceberam faz tempo, desde a robérta jéffers no mensalão, são todas vedétes, desde o stf com o gilmar rebolando ao centro, passando pelos procuradores saltitando por aí, pelos juízes e suas escórte-guéls e polícia federal, principalmente japonês contrabandista, de cúritiba, da mesma forma que todos os demais golpistas de todos os setores e áreas. Ou seja, aprovam o que querem mas ainda somos obrigados a assistir o showzinho dêles! Existe maior viadagem do que isso!
emerson57
3 de maio de 2017 8:35 pm“mais de 70% da população brasileira deve ser contrária “
Na democracia representativa o povo elege os seus representantes para que estes votem conforme o desejo deste mesmo povo.
O povo tem então que tomar ciência que os representantes que tem sido escolhidos não representam. Eles, em sua maioria, depois de eleitos tratam do próprio bolso, nada mais. A maioria dos que hoje ai estão vende! até o território nacional para “se dar bem”.
Não faça do seu representante uma arma inimiga. A vítima será você!
[video:https://youtu.be/54tL9agpIfg%5D
emerson57
3 de maio de 2017 8:39 pmTemer foi honrado
Filho da….koisa:
[video:https://www.youtube.com/watch?v=mQFW0qOAUKI%5D