Entre as experiências internacionais, estarão presentes os casos de Ontario, no Canadá, Austrália e Reino Unido. Atividades acontecerão nos dias 2 e 3 de setembro.

Da Redação do Centro de Referências em Educação Integral
“Promover o diálogo entre a experiência brasileira de gestão escolar com casos internacionais que alcançaram melhoras relevantes nos resultados de aprendizagem de seus estudantes. Refletir, a partir das soluções construídas, sobre alguns dos principais desafios do nosso país.” É com esses objetivos que o Instituto Unibanco com o apoio do Insper realiza o Seminário Internacional “Caminhos para a qualidade da educação pública: Gestão Escolar”, que acontecerá nos dias 2 e 3 de setembro em São Paulo (SP).
Entre os palestrantes internacionais, participarão a Vice-Ministra da Educação da Ontário, Mary Jean Gallagher, discutindo o sistema educacional da província canadense, Barry McGaw, ex-Presidente do Conselho da Australian Curriculum, Assessment and Reporting Authority (ACARA) sobre a reforma curricular australiana que repensou os caminhos para o ensino e aprendizagem no país e Michael Wilshaw, atual Chefe de Inspeções do Ofsted, responsável pelo modelo de supervisão e cooperação entre escolas do Reino Unido.
O evento objetiva ainda a participação do público, e a interação com as experiências internacionais e representantes do poder público, escolas, universidades e órgãos multilaterais brasileiros.
Acesse a programação completa do evento e realize as inscrições gratuitas pelo site. O evento acontecerá no Espaço Immensità, no Jardim São Paulo.
Serviço
O que? Seminário Internacional: Caminhos para a qualidade da educação pública: Gestão Escolar
Quando? 2 e 3 de setembro
Onde? Espaço Immensità, localizado à Avenida Luiz Dummont Villares, 392, no Jardim São Paulo, em São Paulo, SP
Anarquista Lúcida
7 de agosto de 2015 8:24 pmNenhum bom rumo pode vir de algo promovid p/ Instituto Unibanco
Essas ongs privadas querendo açambarcar a Educaçao nao trarao nada que valha a pena.
Andre Gimenez
8 de agosto de 2015 6:00 pmNão generalize.
Nem sempre ! tem filhos de banqueiros que desenvolve sua carreira na gestão de educação e os resultados são extraordinario e positivo . O banco Itau tem diversos programas para esse proposito ,Acredito que devemos reconhecer que os bancos privados não são os vilões da sociedade e sim pessoas gananciosas .
Anarquista Lúcida
9 de agosto de 2015 2:32 amO banco Itaú representa exatamente o perigo de q falo…
Que os bancos tirem as maos da Educaçao nacional, nao queremos que tentem transformá-la em produto (mais do que ela já está sendo).
ricardoI
7 de agosto de 2015 10:47 pmpor mais peculiar que pareça,
por mais peculiar que pareça, os problemas da educação não estão na escola. a escola apenas abriga crianças com inumeros problemas, de vários tipos. a escola deixou de ser um lugar onde se transmite conhecimento e virou um depósito. já tive a oportunidade de lecionar em escolas públicas os alunos têm sonhos e valores manipulados. como tudo no brasil, a educação funcionará quando for moda/mercado…
maria rodriguesm
8 de agosto de 2015 12:48 pmBrizola não morreu; pelo
Brizola não morreu; pelo contrário: está em alta.
Os esforços empreendidos por Darci Ribeiro, Niemeyer e Brizola, este como governador do Rio de Janeiro, com a construção dos CIP’s, e com eles o sonho possível de ser realizado. A meninada teria uma escola em tempo integral, com todas as refeições diárias, práticas de laser, como aprender a nadar, porque as escolas teriam piscina, etc. Se tudo isso não tivesse sido interrompido com Moreira Franco na sucessão do pedetista, hoje aquelas crianças, já homes feitos, estariam apresentando outra realidade social carioca.
Infelizmente Moreira Franco, não só brecou o programa sem lhe dar um substituto, como entregou ao mato e aos bandidos os prédios prontos e semi-acabados. Esse foi um dos piores governadores do Rio de Janeiro, que muito prometeu em suas campanhas, porém sem nada de importante ter deixado paras as futuras gerações, senão a de interromper um projeto tão maravilhoso por mera vaidade, ou incompetência mesmo. Só não morreu para a política porque os governos petistas tem lhe dado cargos de ministro (invisível), não sei porquê.