4 de junho de 2026

Exército testa sistema de mísseis da Mectron

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Enviado por Athos

Do Forte.jor

Mísseis MSS 1.2 AC são lançados com sucesso durante preparação para a avaliação do Lote Piloto

LOTE-PILOTO FORNECIDO PELA ODEBRECHT DEFESA E TECNOLOGIA/MECTRON AO EXÉRCITO ESTÁ SENDO AVALIADO AO LONGO DE 2015
 
Dois bem sucedidos lançamentos, realizados em 05 de maio e 01 de julho de 2015, no Centro de Avaliações do Exército – CAEx, em Guaratiba/RJ, deram continuidade à preparação para o processo de avaliação do lote-piloto do Sistema de Armas Míssil Superfície-Superfície Anticarro MSS 1.2 AC entregue em 2013 e 2014 ao Exército Brasileiro pela Mectron, empresa controlada pela Odebrecht Defesa e Tecnologia.

 
Equipes técnicas do CTEx – Centro Tecnológico do Exército e da Mectron realizaram os lançamentos e obtiveram dados para, dentre outros aspectos técnicos/operacionais, avaliação dos novos giroscópios desenvolvidos e fabricados em 2015 para atualização dos mísseis.
 
Ambos lançamentos foram realizados contra alvos fixos posicionados a uma distância de 1.500 metros. Os disparos foram “remotos”, ou seja, sem a presença de um atirador, na medida em que um dos aspectos técnicos que estava em avaliação era a rigidez mecânica do sistema e a confiabilidade dos novos giroscópios.
 
O sucesso alcançado nestes lançamentos ratifica o trabalho do CTEx e da Mectron na preparação para a primeira fase da avaliação do lote piloto, a ser realizada até o final do ano, incluindo lançamentos de vários mísseis contra alvos em diferentes condições de condicionamento e emprego.
 
O MSS 1.2 AC é um sistema de armas para lançamento de míssil superfície-superfície, anticarro, de médio alcance, guiado a laser, para uso por tropas em solo ou embarcado em viaturas. É composto pela munição (míssil e tubo lançador) acoplada a uma unidade de tiro para mira e disparo, resultando em um sistema leve, de fácil transporte e rápida entrada/saída de posição. Sua guiagem do tipo “beam-rider” é altamente imune a contramedidas e seu sistema de propulsão, que não deixa rastro de fumaça, proporciona segurança ao atirador evitando que sua posição de tiro seja identificada.
 
Além de munições e unidades de tiro, também foram entregues ao Exército equipamentos de teste e simuladores para treinamento de atiradores.
 
DIVULGAÇÃO: CDN Comunicação

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17 Comentários
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  1. Carlos Alberto Lemes de Andrade

    31 de julho de 2015 12:18 pm

    Deixa o Moro saber disso…

    É esse desenvolvimento em tecnologia de defesa que está nos sinistros planos do juiz Moro e de seus procuradores evangélicos. Resta saber a que Senhor servem todos eles? 

    1. oneide

      31 de julho de 2015 12:46 pm

      Ate os progressistas já

      Ate os progressistas já entenderam que onde tem a mão da Odebrecht tem corrupção.

      1. Álvaro Noites

        31 de julho de 2015 12:54 pm

        A direita, vanguarda do

        A direita, vanguarda do atraso, a muito já entendeu que vale a pena afundar o país em nome de anti-petismo doentio.

      2. Klaus BF

        31 de julho de 2015 1:41 pm

        Verdade dura

        Ainda mais no EB!

      3. ruyacquaviva

        31 de julho de 2015 3:29 pm

        Onde tem a mão da Alston também e da Siemens idem

        Inclusive a Odebrecht é responsável pela linha amarela do metrô paulista que até desmoronou matando várias pessoas em 2007, uma linha que deveria estar pronta em 2009 e ainda não está concluída.

        Só que os responsáveis por essa corrupção estão blindados pela imprensa.

         

        1. Athos

          31 de julho de 2015 6:35 pm

          Se não me engano era a

          Se não me engano era a Camargo, não era?

          Só chamo a atenção ao fato de que acidentes e mortes em obras não são incomuns.

          O que é incomum no mundo é ninguém ser punido. Isso é que é o absurdo e não o desabamento e mortes.

           

          Só este adendo, abraço.

  2. Severino Januário

    31 de julho de 2015 12:38 pm

    Atualmente, a maior batalha

    Atualmente, a maior batalha da guerra econômica se concentra na indústria e comércio de armas de guerra. Há grandes países que não sobreviveriam sem o protagonismo central destas atividades. E ainda há gente que estranha a perseguição que a Odebrecht está sofrendo.

  3. Álvaro Noites

    31 de julho de 2015 12:51 pm

    A Mectron é propriedade da

    A Mectron é propriedade da Odebracht.

    Logo, mais este potencial sucesso para equipar as forças armadas será sabotado pelo Juíz midiático, os procuradores fanfarrões e os GI Joes da PF.

    Triste.

  4. junior50

    31 de julho de 2015 2:04 pm

    29 anos

      Para chegar a este “trambolho”, mostra como é lento e dificil, certos caminhos tecnológicos.

      Os jovens que frequentam este espaço ( < 40 aa ),  se forem a livros de história vão conhecer a falida “Órbita Sistemas Aeroespaciais S.A , que definhou de 1993 com a falencia da Engesa, até “morrer ” em 1995, e este era um dos projetos Orbita/Engesa, que ficou parado anos e retornou nos anos 2000, pelas mãos da Mectron, e foi encomendado este lote-piloto em 2008, e entregue somente agora.

        Os mais “experientes” do mercado de defesa, e os ” reformados do EB”, vão identificar este engenho trambolho ultrapassado, como MSS 1.2 AC “Leo” ( não é do italiano “Leão” , mas do ex-ministro do exército de Sarney, Leonidas Pires Gonçalves, assim como o MAA-1 Piranha, por razões de marketing, era o ‘Mol” de Moreira Lima – Ministro da Aeronautica ).

         DNA italiano, bem década de 80 : O MSS1.2 AC é resultado do projeto MAF ( missile anticarro della fanteria), da Oto – Melara, que forneceu a tecnologia “beam-rider” a Órbita – Engesa – , e naquele tempo era uma tecnologia no “estado da arte “.

          P.S.: “altamente imune a contramedidas e segurança na posição de tiro ” : Verdade até os anos 90, hoje qualquer blindado moderno, possui sistemas automaticos passivos de detecção de laser em cobertura total, identificando o pré-disparo ( a iluminação do cone beam – rider ) em segundos, e reage a ameaça.

          E 2.000 mts ( tempo ruim – visada dificil ) ou 3.000 mts ( sem obstaculos ), de alcance, para os anos 80 era bom, hpje começamos a partir de 4,5 até 8,0 Km, e esta ogiva de “carga – oca ” ( explosivo HMX ) não penetra as modernas “blindagens reativas – ERA” , o negócio agora, de uns 10/15 anos, são as ogivas montadas em “tandem”.

    1. Verdades

      31 de julho de 2015 3:00 pm

      Excelente comentário.
      Não
      Excelente comentário.
      Não tenho estofo técnico pra aferir o alcance e correição das afirmações, mas não tenho pq duvidar.
      A questão que fica, é q esses dispositivos, ultrapassados ou não, agregam conhecimento e bagagem técnica, know how, à uma indústria que deveria sim ser importante e desenvolvida, em um país como o br.
      Ademais, a efetividade operacional desses dispositivos deve ser relativizada não com relação ao supra sumo da tecnologia bélica atual, mas sim com a nossa realidade local, no cone sul.

    2. Ulisses s

      31 de julho de 2015 4:31 pm

      Caro Junior, não acho que só mereça critica este projeto

      Afinal, tempo de desenvolvimento de projeto não significa que o produto será uma porcaria. E mesmo um produto com deficiência agora não significa que não possa ser atualizado até se tornar um eficiente equipamento. A experinecia pode ser muito válida na hora de se fazer um retrofit. Quanto tempo demorou para o desenvolvimento  dos radares sintéticos? Quanto tempo se gastou para o desenvolvimento do F117, F22, B2 e e F35? Quanto demorou para o desenvolimento dos tanques Abrams e Bradley? Também o sistema de iluminação ainda é usual como mira na maioria das armas. Este equipamento poderá ser adaptado a helicopteros e pequenos aviões como o Super Tucano? Alem disso temos de ver o preço final do produto. Afinal, quantas forças armadas utilizam tanques de ultima geração como o Leopard 2, Abrams ou Challenger? Quando o Brasil conseguiria vender misseis antitanque para paises de 1º mundo? Grande partes dos exercitos do mundo ainda estão equipados com tanques de gerações mais antigas principalmente T54, T55 russos e M60 americanos. Como muitos equipamentos simples, se for barato e de fácil manejo, pode servir em grande parte de exercitos do terceiro mundo. 

      1. junior50

        1 de agosto de 2015 5:37 pm

        Nem na Unasul

          É invendavel, a Rafael está vendendo os Spikes para todo mundo, só o Chile comprou 2.000, a Argentina está com russos e chineses, a Venezuela com os russos.

           E com a MBDA, com alemães e franceses, colocando Hots e Milans de estoques, a US$ 2.000/3000, no mercado, e concorrer com os ucranianos, poloneses e russos, todos mais baratos, e mais avançados, é praticamente impossivel, até para 3o mundo.

  5. Fábio de Oliveira Ribeiro

    31 de julho de 2015 3:32 pm

    Não tem a mobilidade do

    Não tem a mobilidade do Javelin. Tem a vantagem de ser recarregável? 

  6. Islandes

    31 de julho de 2015 4:35 pm

    Essa investida vergonhosa

    Essa investida vergonhosa contra  a Odebrecht me fez lembrar da Engesa, a grande empresa brasileira de armamentos que foi quebrada através de um conxavo entre a Arábia Saudita e os EUA.

     

    http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/carlosferreira/2011/11/05/tanque-ee-t1-osorio-falencia-da-engesa-em-1993/

    1. Athos

      31 de julho de 2015 6:45 pm

      Na verdade ela nunca venceu

      Na verdade ela nunca venceu nada. Foi só a maneira que o cumpanheiro saudita arranjou para obter um desconto dos EUA.

      Engesa quebrou porque o Brasil quebrou. Não por causa deste ou daquele contrato ou teoria da conspiração.

      Neste ramo vc TEM QUE vender em casa ou está fora do mercado.

      Não vendeu…está fora!

      1. junior50

        1 de agosto de 2015 5:32 pm

        EE-T1- Osório

            NUNCA foi um MBT brasileiro, o Whitaker ( Engesa ) acreditou em um dos “principes sauditas” e “dançou”.

            O Exército brasileiro, NUNCA demonstrou interesse direto pelo EE-T1, que foi feito em especificações sauditas, exatamente para participar desta concorrência, para ser utilizado no Brasil, deveria ser modificado.

             NUNCA foi “brasileiro” : Motor alemão, opticos alemães Zeiss/Siemens e ingleses, eletronica e comunicações ingleses da Racal, canhão de 105 mm era o L7 inglês, o de 120 mm seria francês, mas os sauditas queriam o alemão da Rheinmettal,  L44 – a suspensão, o “desenho dela” era nosso, mas com peças externas, a blindagem seria da Chobham inglesa.

              P.S.: A familia real saudita deve ter, por baixo, uns 20 principes, e não importa se  o “Principe Chefe da Guarda Nacional é seu chegado, quem manda é o Principe Chefe das FFAA, e sauditas não são subornaveis, o Khassogi era mas não era um “royalti “, somente um intermediario.

  7. Athos

    31 de julho de 2015 6:42 pm

    Odebrecht é a nossa Halliburton!

    Grupo Odebrecht é o PRIMEIRO grupo empresarial a entrar no segmento de defesa.

    Foi convidado pelo PT para o setor!

    Será financiada pelo Brasil!

    E ganhará contratos de compra estatais!

    É bom que TODOS saibam o conceito PARA não estranhar DEPOIS!

    Essa é a lógica! Tudo porque foi escolhido pelo PT para ser A Empresa a acumular conhecimento! Foi escolhido E aceitou a proposta!

    Por isso a Odebrecht será alvo! Não apenas agora, mas para sempre.

    O Brasil deve se preparar para defende-la!

    A Odebrecht não precisa mais de corrupção porque foi a escolhida do Brasil. Ponto!

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