Uma missão diplomática dos Estados Unidos viajou à Venezuela neste final de semana para uma reunião com representantes do governo de Nicolás Maduro, em meio aos esforços do governo Biden de separar a Rússia de seus principais parceiros internacionais.
O jornal The New York Times destaca que a viagem é a primeira de autoridades de alto escalão ao país em anos. As relações diplomáticas com Caracas foram cortadas e a embaixada norte-americana no país foi fechada em 2019.
O governo de Donald Trump chegou a impor sanções à exportação do petróleo venezuelano e reconheceu o líder da oposição, Juan Guaidó, como presidente legítimo.
Em resposta, Maduro buscou ajuda econômica e diplomática da Rússia, da China e do Irã. Como destaca a reportagem, os bancos e empresas energéticas da Rússia têm ajudado a garantir a exportação de petróleo venezuelano.
A guerra entre Ucrânia e Rússia levou os norte-americanos a direcionarem seu foco aos aliados russos. No caso da Venezuela, também existe a preocupação de que o país venha a ser uma ameaça à segurança caso os impasses continuem.
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Anônimo
6 de março de 2022 10:37 amCANALHAS, CANALHAS, CANALHAS!
#ForaOtan
Edivaldo Dias de Oliveira
6 de março de 2022 12:10 pmTio San, mui amigo quando lhe convém, depois chuta o traseiro do Maduro.
Será que pensam que Maduro é trouxa, imaturo?
AMBAR
6 de março de 2022 1:51 pmAHÁ! Agora interessa!.
Por que não conversam com o Guaidó, o “autoproclamado”?
Cadelada!
CST command
6 de março de 2022 9:32 pmDe particular preocupação é o destino da Nicarágua, Venezuela, Cuba e Bolívia, já que os EUA podem tentar mudar os regimes políticos nesses países para impedir a cooperação militar com a Rússia.
RENATE ELISABETH SCHMIDT DE AGUIAR
7 de março de 2022 11:07 amInacreditável.