5 de junho de 2026

Educação e direito à opinião: ameaça de demissão de professor no Rio de Janeiro

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Por Roberto Bitencourt da Silva

O capitalismo, como bem assinala o sociólogo Zygmunt Bauman, é um sistema parasitário de organização social. No afã de reproduzir e pôr em circulação o capital, o sistema sempre persegue novas fronteiras para a acumulação. Há décadas a educação tem se convertido em foco parasitário e terreno explorado pelo capital.

Conhecida e remota é a atuação de empresas na educação básica e superior, alcançando lucros com mensalidades, subsídios fiscais e baixos salários oferecidos aos docentes. Ademais, a depreciação da escola pública – com investimentos escassos – tradicionalmente criou campo fértil à proliferação de unidades privadas de ensino. Fato sobejamente conhecido no país.

Contudo, nos últimos anos, a expropriação privada dos fundos públicos, em especial na educação, tem sido disseminada. Contratos com ONGs, fundações e empresas terceirizadas pululam em diferentes sistemas públicos de ensino Brasil afora. São materiais e programas educacionais, concebidos à revelia do envolvimento pedagógico dos professores, bem como contratos voltados a serviços de apoio e limpeza, nas escolas e universidades públicas, iniciativas que em muito têm comprometido os recursos públicos da educação.

Nesse sentido, em meio à atual crise econômica, as mazelas têm sido incrementadas na escola pública, afetando ainda mais as condições de trabalho dos professores. Profissionais desprezados pelos meios massivos de comunicação. Tidos, de maneira velada, como atores “ilegítimos” para participar da construção da opinião pública. Portanto, desconsiderada a sua voz crítica na esfera pública, a educação e o seu protagonista, o professor, agonizam.

Para além dos rebaixados salários e perdas de direitos, nos termos do filósofo Antonio Gramsci, um singular fenômeno tem expandido na educação pública: o reforço da divisão entre trabalho manual e trabalho intelectual.

Cada vez mais, em particular no ensino básico, o professor tem sido convertido em mero executor de ordens e programas pedagógicos (trabalho manual) feitos por equipes fechadas (trabalho intelectual). De um lado, a capacidade criadora reservada a pequenos núcleos de elaboração pedagógica (não raro, ONGs e fundações) e, de outro, o papel docente relegado a segundo plano, amesquinhado e submetido à mera execução de tarefas.

Não gratuitamente, os professores levam a cabo, no momento, greves em cinco (5) estados da Federação: São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Pará e Pernambuco. Atos de violência contra os docentes, perpetrados pelos governos estaduais, têm sido a tônica, culminando com a flagrante e absurda covardia direcionada aos professores paranaenses.

Em boa medida, ações paredistas que contam com baixo grau de atenção dos oligopólios da mídia, que silenciam as causas docentes. Desamparo e sensação de impotência tendem a redundar no horizonte do professorado. Com isso, é a educação pública que pode sofrer maiores ataques e riscos de amesquinhamento.

Por essa razão, é importante que a sociedade, os professores e os veículos de comunicação, norteados pela produção de uma informação alternativa, não se calem diante de ações arbitrárias dos governos, ciosos em silenciar a crítica contra os desmandos.

No caso, refiro-me, especialmente, a um processo de demissão que ora tramita na administração municipal do Rio de Janeiro. Tem como alvo Breno Mendes, professor da Rede Municipal do Rio de Janeiro.

Crítico da gestão Eduardo Paes (PMDB), o professor é reconhecido por inúmeros colegas como um personagem que problematiza múltiplas iniciativas, no mínimo, controversas realizadas por Paes. Chegou a questionar o prefeito, ao vivo, em uma transmissão radiofônica do programa conduzido por Ricardo Boechat (Band News), em agosto de 2013.

Ouça o áudio:
https://soundcloud.com/breno-mendes-9/prefeito-eduardo-paes-16-08-13

Tendo participado dos movimentos grevistas de 2013 e 2014, o professor Breno Mendes está prestes a ser demitido pela Prefeitura. Qual a razão? Baixa assiduidade no trabalho? Atividade pedagógica controvertida? Nada disso.

A motivação do processo de exoneração dá-se por conta da mobilização de palavras de baixo calão, eventualmente utilizadas em Fórum de discussão no Facebook, na crítica aos agentes da Prefeitura, que têm trazido danos à educação. Trata-se de um espaço virtual semipúblico, pois aberto à intervenção apenas aos seus integrantes. Uma microesfera virtual de debates e troca de ideias entre professores da Rede Municipal.

Críticas dirigidas às ações das autoridades da Prefeitura, tecidas em circunstâncias acaloradas e em espaço digital restrito aos professores. Diga-se, perfil de críticas adotado por muitos, em diversas oportunidades, por conta do sentimento de indignação e desrespeito oriundos de ações da Prefeitura, marcadas pela desconsideração sobre o professorado. Sem voz, nem vez, às vezes o tom sobe, naturalmente, em um dos escassos espaços de deliberação entre os docentes. Mas, Breno Mendes virou alvo, para saciar o autoritarismo da gestão carioca.

Ademais, concorde-se ou não com a pertinência da utilização de palavrões em debates virtuais, o que fica claro é a mobilização de um instrumento jurídico legado da ditadura: trata-se do Estatuto do Servidor Público Municipal, editado em 1979. Um corpo normativo repleto de entulhos autoritários. 

O propósito? Excluir dos quadros da Prefeitura um professor que tem buscado sensibilizar aos seus colegas e denunciar à sociedade civil problemas existentes na educação pública municipal. Por meio do seu dramático “exemplo”, potencialmente silenciar e inibir o direito à opinião, a reflexão e a crítica do professorado.

O processo administrativo de exoneração desconsidera as condições em que são feitos comentários no Fórum de discussão virtual, assim como a arquitetura peculiar da mídia social em questão: fechado apenas aos seus integrantes, não consistindo, pois, em um espaço propriamente público. Tem como participantes exclusivamente os professores, denotando um caráter corporativo, semipúblico, mas não acessível a demais setores da sociedade e da administração.

Um prefeito caracterizado por um acentuado viés antidialógico. Intolerante em face das críticas: como Beto Richa, governador paranaense, Paes é responsável pelo lançamento de bombas e balas sobre os professores, na greve de 2013, visando votação de seu Plano de Carreira, em uma Câmara de Vereadores fechada. Empresas e demais organismos parasitários que se apoiam na desqualificação e na secundarização dos professores nos processos pedagógicos e na política educacional, com vistas a se apropriarem de fatias crescentes do orçamento público. Estas são as motivações realmente centrais do caso do professor Mendes.

Expurgar os incômodos e suprimir as críticas é a meta da administração municipal carioca em parceria com os agentes parasitários do orçamento da educação. Um flagrante caso de cerceamento do direito à opinião.

Roberto Bitencourt da Silva – doutor em História (UFF), professor da FAETERJ-Rio/FAETEC e da SME-Rio.

Saiba mais:

Artigo no jornal Extra sobre o caso Bruno Mendes: http://extra.globo.com/mulher/um-dedo-de-prosa/nao-se-demite-impunemente-um-bom-professor-16045101.html?

Campanha virtual de solidariedade ao professor: https://secure.avaaz.org/po/petition/Para_o_prefeito_do_rio_de_janeiro_Nao_demitam_um_professor_da_rede_municipal/?nGBAnhb   

Cortes salariais: 

http://extra.globo.com/emprego/servidor-publico/professores-do-rio-discutirao-dia-18-descontos-em-contracheques-outros-temas-16040074.html 

http://tribunadaimprensaonline.blogspot.com.br/2014/07/paes-deixa-familia-dos-educadores-sem.html 

Parceria entre a Prefeitura e a Fundação Roberto Marinho: https://jornalggn.com.br/noticia/a-transferencia-de-recursos-da-secretaria-de-educacao-do-rio-para-a-fundacao-roberto-marinho

Também publicado no Diário Liberdade.

 

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12 Comentários
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  1. Odonir Oliveira

    4 de maio de 2015 11:12 am

    Céus, é por todo canto essa vergonha!

    Como com a corrupção, é preciso mesmo escancarar as verdades.

    Chega de bater em professor.

    Chega de aviltar professor.

    Chega de calar professor.

    Gritos, mais gritos, muito mais gritos.                                                                                                                               Se não há espaço na TV, no rádio, nem nos jornais e revistas, que se grite na internet.

    É preciso não só falar agora, mas GRITAR !

    1. Celso Cidadão

      4 de maio de 2015 3:58 pm

      é preciso gritar

      É preciso gritar, mas desde as 7 da manhã, aqui, imensos 2 comentários. Nós professores só interessamos à sociedade quando apanhamos ou quando paramos as escolas em que ela deixa seus filhos pra ir trabalhar sem querer saber o que acontece lá dentro. É muita tristeza pra conseguir expressar. 

  2. Pedro luiz todero

    4 de maio de 2015 11:31 am

    A democracia não gosta der ser “incomadada”

    A democracia representativa dos nossos governantes realemnte é essa escancarada no artigo do proferssor.Roberto. Terceirizar a educação e sufocá-la como meio de transformação social ´pe o que conta para nossos governos.Aqui em Santa Catarina a classe professoral esta em greve há mais de 30 dias sem negociação alguma. O governo só negócia se a classe voltgar ao trabalho.Nenhuma palavra do secretário da deseducação. Um burocrata que não ouve ninguém. Claro somente o que lhe interessa. A educação nesse país passa pela terceirizaão e faz tempo.Tenho amigos professores de IF onde segundo eles o MEC vem aos poucos na surdina transferindo atividdades as OSIPs, ONG…e . Exemplo: o IF PR realiza concurso neste momento: qume realiza esse concurso?. Empresa privada. Papagaios de plantão falam demais…mas e educação pública Brasileira agoniza…e faz tempo.

  3. Fábio de Oliveira Ribeiro

    4 de maio de 2015 1:13 pm

    Apesar de governado por um

    Apesar de governado por um naziplayboy o povo paranaense é muito educado. Ninguém mandou Beto Richa tomar no cu, como aliás ele merece:

    http://linkis.com/www.youtube.com/186ls

     

  4. Moraes

    4 de maio de 2015 1:38 pm

    Recorto uma passagem do

    Recorto uma passagem do texto: “Contudo, nos últimos anos, a expropriação privada dos fundos públicos, em especial na educação, tem sido disseminada. Contratos com ONGs, fundações e empresas terceirizadas pululam em diferentes sistemas públicos de ensino Brasil afora. São materiais e programas educacionais, concebidos à revelia do envolvimento pedagógico dos professores, bem como contratos voltados a serviços de apoio e limpeza, nas escolas e universidades públicas, iniciativas que em muito têm comprometido os recursos públicos da educação.”.

    Pois é… entre esses vampiros de recursos públicos estão festejadas ONGs de “educadores” venerados por autoridades: Lemman, Cenpec da Setubal, etc. O Cenpec, num unico contrato comeu mais de 20 milhoes do MEC para promover uma olimpiada de portugues. Para gastar em tres anos. Deve ter construido dois estádios de futebol. Grandes. E é apenas um dos contratos – tem dezenas, com MEC, estados e prefeituras. Filantropia com o dinheiro dos outros. 

    Essa estoria de “todos pela educação” é bem esquisita. 

    1. Anarquista Lúcida

      5 de maio de 2015 1:03 am

      Pior é q os materiais “pedagógicos” às vezes sao terríveis

      Há um instituto especializado em contratos pedagógicos com as prefeituras, o Instituto Alfa e Beto, que propaga o método fônico de alfabetizaçao, que é um retrocesso enorme. 

  5. Professor Jorge

    4 de maio de 2015 3:18 pm

    Amanhã, atos em favor da educação pedem punição a Beto Richa
    O massacre dos professores no Paraná mostra a todos como a educação tem sido ignorada e saqueada nesse estado, curiosamente governado pelo PSDB. Amanhã devem ocorrer diversos atos pelo país pedindo a punição de Beto Richa. No último final de semana, vídeos na Internet mostram o povo gritando no teatro Guaíra e nos estádios de futebol “Fora Beto Richa!”. E no Twitter as mensagens contra Richa não param como mostra http://www.qibrasil.wordpress.com

  6. Ysabel

    4 de maio de 2015 4:38 pm

    Depois das denúncias, o

    Depois das denúncias, o processo contra o professor Breno Mendes está correndo a toque de caixa. Em 12 minutos, tramitou duas vezes. É uma VERGONHA o que Eduardo Paes está fazendo com a Educação no Município do Rio de Janeiro. Punir o professor que pergunta isso e não teve nenhuma resposta:

    “Não há uma avaliação sequer de meu trabalho.
    Mas serei demitido. Pois ultrapassei os limites.
    Porém:

    Quem diz o que é o limite?

    Tem limite de aluno em cada sala?

    Tem limite de temperatura para a direção dispensar alunos?

    Tem limite de degraus para chegar à escola?

    Tem limite de vezes que as diretoras dizem que estavam na cre e por isso X não foi trabalhar hj?

    Tem limite de projetos privados nas escolas?

    Tem limite de falta de PEIs? Só na quarta cre eram mais de 900!

    Tem limite de descontos salariais punitivos?

    Tem limite de desconto do consignado e quando vc liga pro banco está devendo pq não houve repasse?

    Tem limite de arroz, feijão e peixe Bob Esponja (peixe das escolas)?

    Tem limite de temperatura da água quente do bebedouro dos alunos?

    Tem limite de idade das cadeiras escolares mais velhas do que vc?

    Tem limite de viagens do Rafael Parente indo pra Austrália e rodando o mundo mostrando a Educopedia como uma maravilha em 2013?

    Tem limite de banheiro fedendo?

    Tem limite da minha escola estar há uns 5 anos sem pintar as salas?

    Tem limite de metade das lâmpadas da escola estarem queimadas?

    Tem limite de ficar com vinte e cinco ou trinta bebês na creche e EDI com apenas uma profissional? Pera, tem uma AEI junto. Você ainda acha justo 25 bebês com duas pessoas?

    Tem limite de polivalência e teleaula para fazer crescer número de estudantes terminando o fundamental ainda analfabetos?

    Tem limite de compra de café, refrigerante e água com gás nas cres? Classificados como compras urgentes.

    Tem limite de sala de aulas com ventiladores quebrados?

    Tem limite de direções assediando profissionais?

    Tem limite de profissionais sendo devolvidos à cre por sacanagem da direção?

    Tem limites de escola sem porteiro?

    Tem limite para cozinheiras doentes e inválidas aos 30 anos de idade, ganhando um salário mínimo?

    Tem limite de terceirização como a da VPar onde ganhavam 572 reais mensais para serem porteiros com cesta básica estragada?

    Tem limite pro tamanho da abóbora de vinte quilos pra merendeira picar?

    Tem limite pro vazamento de gás da cozinha?

    Tem limite pro Eduardo irmão de minha aluna Ana, morto com uma arma de guerra na porta de casa, disparado por um PM?

    Tem limite para a funcionária morta um dia no Alemão e a diretora ameaçar os professores de devolução à cre se faltassem na segunda posterior?

    Tem limite para ameaças com avaliação de estágio probatório?

    Tem limite para a injustiça de fazer migrar pra 40h somente quem não fez greve?

    Tem limite ético para a secretária que nos chamou de restinhos?

    Tem limite pra secretária de educação que disse que “na verdade ninguém ensina inglês direito na rede”, e que a culpa é que as professoras engravidam demais?

    Tem limite para processar sessenta professores pela greve 2014?

    Tem limite pra entrar na dívida ativa da previ rio?

    Tem limite prós processos de abandono de emprego por fazer greve?

    Tem limite pro prefeito dizer que daria um.pé no traseiro de médico grevista vagabundo?

    Tem limite pro desvio de verba do fundeb pra olimpíada?

    Tem limite pro nosso salário ser pago pelo fundeb e a prefeitura não investir o mínimo constitucional do orçamento? Quem nos paga hoje, de verdade, é o MEC!

    Tem limite para direções pressionando para alterarmos notas?

    Tem limite pra prova da rede com uma questão por página, para pagar mais à empresa do amigo do ex marido da ex secretária de educação?

    Tem limite pro José Luiz Goldgarb, amigo pessoal da Costin, ter recebido quinhentos mil reais para ficar em duas reuniões elaborando o projeto RIO CIDADE DE LEITORES e BIBLIOTECA DO PROFESSOR sem licitação? Amigo de sinagoga.

    Tem limite para assessores printando nossas vidas para garantirem suas gratificações?

    Tem limite para as escolas lelé, escolas caixote, escolas de metal, sem laje, escolas feitas na década de 60 para durarem cinco anos e existentes até hoje? Quem leciona numa escola lelé ou de metal?

    Tem limite pras caixas dagua sem limpeza?

    Tem limite para a falta de livros?

    Tem limite para o atraso na entrega de camisas e material escolar neste ano?

    Tem limite para a falta de materiais nas creches e escolas como um todo?

    Tem limite pra desigualdade salarial entre p1 e p2?

    Tem limite para reeleição nas escolas?

    Tem limite para o Bethlem ter sido absolvido em tudo?

    Tem limite pro estelionato eleitoral de Pedro Paulo, que foi ali se eleger deputado federal e abandonou o cargo pro suplente só pra virar novo prefeito?

    Tem limite pra Comissão de Educação ser a comissão da TERCEIRIZAÇÃO DAS ESCOLAS?

    Tem limite para a agressão aos professores por fazermos pensar?

    Tem limite para Beto Richa e os cães armados do Paraná, Rio e São Paulo?

    Tem limite para a corrupção do bando armado PAES PEZÃO CABRAL? Armados de retórica, canetas e arrogância.

    Tem limite?”

  7. Ysabel

    4 de maio de 2015 10:11 pm

    PROFESSOR BRENO DEMITIDO

    Foi só o caso tomar repercussão e se apressaram em “resolver” O professor foi demitido hoje

    EDUARDO PAES, PREFEITO FASCISTA!

  8. breno MENDES

    6 de maio de 2015 2:58 am

    FUI DEMITIDO MESMO

    E AGORA, O QUE VCS FARÃO?

     

    ABRAÇOS, PRECISO DE DENÚNCIAS SOBRE ISSO

    1. Celso Cidadão

      6 de maio de 2015 5:57 pm

      É isso, Breno, espero

      É isso, Breno, espero fortemente que eu esteja errado, mas acostume-se com o esquecimento, daqui a pouco ninguém mais falará de educação, até o próximo evento midiático que envolva esse assunto, tipo o problema de acesso ao Fies, compreende?

      Desejo força nesse momento.

       

      Celso

       

       

  9. Fabio Barros

    20 de outubro de 2016 8:03 pm

    Nota

    UMA GRANDE REFLEXÃO SOBRE A PRIMEIRA INFÂNCIA NO SHOPPING NOVA AMÉRICA

    Em homenagem aos 21 anos do Shopping Nova América e do projeto Plantando o Amanhã, haverá sessão gratuita do filme “O Começo da Vida” na sala Kinoplex. No dia 29 de outubro, sábado, a partir das 9p0, o público poderá pegar uma senha, que será distribuída por ordem de chegada, para assistir ao documentário dirigido por Estela Renner e produzido pela empresa Maria Farinha Filmes. A iniciativa faz parte de mais uma edição da Ação Cruzada – que fortalece a parceria entre o Shopping Nova América e a Cruzada do Menor. O objetivo deste evento é fazer com que o público tenha mais informações e reflita o porquê é tão importante a primeira infância (da gestação aos 6 anos) para o desenvolvimento do indivíduo. Ciente desta importância, a Educação Infantil é uma das áreas prioritárias do investimento social do Shopping Nova América.     

    A primeira edição da Ação Cruzada deste ano aconteceu no dia 15 de outubro, quando foi realizada a Feijoada do Bem no Shopping Nova América. Toda renda foi revertida para o projeto “Plantando O Amanhã”, que é um investimento social do Shopping Nova América que conta com a gestão da Cruzada do Menor.

    Serviço:

    Evento gratuito: Exibição do filme “O Começo da vida”

    Data: 29 de outubro – sábado

    Horário: a partir das 9p0

    Local: Sala Kinoplex- Shopping Nova América – endereço: Av. Pastor Martin Luther King Jr., 126 – Del Castilho, RJUMA GRANDE REFLEXÃO SOBRE A PRIMEIRA INFÂNCIA NO SHOPPING NOVA AMÉRICA

    Em homenagem aos 21 anos do Shopping Nova América e do projeto Plantando o Amanhã, haverá sessão gratuita do filme “O Começo da Vida” na sala Kinoplex. No dia 29 de outubro, sábado, a partir das 9p0, o público poderá pegar uma senha, que será distribuída por ordem de chegada, para assistir ao documentário dirigido por Estela Renner e produzido pela empresa Maria Farinha Filmes. A iniciativa faz parte de mais uma edição da Ação Cruzada – que fortalece a parceria entre o Shopping Nova América e a Cruzada do Menor. O objetivo deste evento é fazer com que o público tenha mais informações e reflita o porquê é tão importante a primeira infância (da gestação aos 6 anos) para o desenvolvimento do indivíduo. Ciente desta importância, a Educação Infantil é uma das áreas prioritárias do investimento social do Shopping Nova América.     

    A primeira edição da Ação Cruzada deste ano aconteceu no dia 15 de outubro, quando foi realizada a Feijoada do Bem no Shopping Nova América. Toda renda foi revertida para o projeto “Plantando O Amanhã”, que é um investimento social do Shopping Nova América que conta com a gestão da Cruzada do Menor.

    Serviço:

    Evento gratuito: Exibição do filme “O Começo da vida”

    Data: 29 de outubro – sábado

    Horário: a partir das 9p0

    Local: Sala Kinoplex- Shopping Nova América – endereço: Av. Pastor Martin Luther King Jr., 126 – Del Castilho, RJ

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