4 de junho de 2026

“Novos tradicionalistas” são mão de obra da revista “Veja”, por Wilson Ferreira

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Um repórter da revista “Veja Brasília” invade um condomínio em São Paulo disposto a fabricar provas para uma pauta inventada. Pego com a boca na botija, é levado pela polícia e a família vítima da “reportagem investigativa” faz um BO na delegacia. Além do episódio ser mais uma contribuição à pesada atmosfera política atual (a pauta era sobre uma suposta festa infantil de 200 mil reais pagos em dinheiro vivo pelo ex-presidente Lula), há algo mais: curiosamente o repórter é um dublê de jornalista e DJ de festas privadas no Lago Sul de Brasília e clubes que fervem na noite daquela cidade. Está para ser feita uma pesquisa etnográfica dos novos tipos-ideais do atual neoconservadorismo. Alguns já podem ser detectados: “coxinhas”, “coxinhas 2.0” e “simples descolados”. E o intrépido repórter da “Veja” pertence a um novo tipo-ideal: os “novos tradicionalistas”.

Tudo começou com uma nota da revista Veja Brasília redigida por um repórter chamado Ulisses Campbell sobre festa em buffet infantil na cidade, de um suposto sobrinho do ex-presidente Lula. O custo da festa teria sido de 200 mil reais pagos em dinheiro pelo ex-presidente. Com os desmentidos feitos pelo Instituto Lula e comprovada a mentira, o repórter foi para São Paulo disposto a produzir provas que sustentassem sua bizarra pauta.

Usando nomes falsos passou a assediar a família de “Frei Chico”, como é conhecido o irmão de Lula, através de ligações telefônicas como representante do buffet de Brasília ou como estudante da USP fazendo uma suposta pesquisa. Após ameaças de que “publicaria o que quisesse”, invadiu o condomínio da família passando-se por um entregador de livro para obter de uma babá informações sobre horários de chegada dos moradores, além de obter RG e CPF dela.

Tudo terminou em um BO registrado pela família em uma delegacia e o repórter localizado pela Polícia Militar após fugir do condomínio.

Não importa a vertente política ou ideológica: temos que admitir que termos de técnica jornalística, a atitude do repórter da Veja foi ética e moralmente abominável – para sustentar uma pauta, inventam-se afirmações, arrancam-se declarações a fórceps mediante ameaças, para depois coloca-las no contexto que o redator quiser.

Brasil: um caldo sociocultural que
está entrando em ebulição

Mas nada disso é surpreendente. Deixou de ser escandaloso por já ter-se transformado em modus operandi diário da grande mídia nesses tempos em que ela obrigatoriamente assumiu o papel de oposição política ao Governo Federal diante de uma oposição parlamentar inepta.

O mais preocupante de toda essa história é a figura do repórter Ulisses Campbell: de qual ovo ele foi chocado? Esse modus operandi da grande mídia só pode funcionar se ela encontrar uma farta mão de obra de jornalistas dispostos a mandar às favas qualquer lastro ético que ainda resta à profissão.

Uma tipologia do neoconservadorismo

Casos como esse de um repórter pego com a boca na botija tentando fabricar “provas” para uma pseudonotícia são apenas a ponta do iceberg de um caldo sociocultural que está sendo gestado já há algum tempo, e que começa a entrar em ebulição com a atual temperatura política.

Está ainda para ser feita uma pesquisa etnográfica da tipologia do neoconservadorismo: os novos tipos ideais, grupos ou tribos urbanas que foram incubados e que agora estão florescendo em uma atmosfera de polarização e radicalização.

Faz-se urgente fazer um verdadeiro inventário dos tipos da fauna humana atual, algo como fez o cartunista Angeli no final da década de 1990 com uma série de tirinhas chamadas “República dos Bananas”: representações cômicas de tipos urbanos cotidianos dos meios culturais, corporativos, privados e políticos – ressentimentos, frustrações, fantasias e mediocridades de todas as classes como advogados, artistas plásticos, jornalistas e flanelinhas.

Este blog já vem tentando iniciar esse esforço de mapeamento dos novos tipos ideais no neoconservadorismo, traçando o perfil dos “coxinhas”, “coxinhas 2.0”, “simples descolados” etc. – sobre isso clique aqui.

Angeli e a República dos Bananas: tentar descobrir os tipos-ideais do “Brasil profundo”

Certamente a carreira e estrepolias do repórter Ulisses Campbell apresentam características e sintomas de um novo tipo ideal dentro da atual onda neoconservadora. Poderíamos chama-lo de “Novo Tradicionalista”.

Hal Niedzviecki no seu livro Hello, I’m Special: How Individuality Became The New Conformity sustenta que o novo tradicionalismo prospera em uma espécie de sensibilidade pós-milênio de que alguma coisa foi perdida na atual sociedade tecnológica – algum propósito ou conexão que a geração anterior possuía e que a atual obviamente perdeu.

Nostalgia por épocas que não foram vividas e o gosto estético pelo retro fazem parte desse novo tipo-ideal que acaba transformando esse inclinação para o passado em pretexto para o reacionarismo e práticas políticas golpistas como únicas formas de combater um contexto atual que, acredita, esteja corrompido. Esses traços podem ser encontrados no destemido repórter Ulisses Campbell, como veremos.

Jornalista e DJ

O que chama a atenção no repórter “investigativo” Ulisses Campbell é que ele é um dublê de jornalista e DJ nas baladas de clubes e festas privadas nas noites de São Paulo e Brasília. Segundo o próprio repórter em uma entrevista concedida ainda nos tempos do jornal Correio Brasiliense, após ganhar dois prêmios Esso regionais com matérias sobre prostituição infantil nas grandes cidades e crianças mutiladas em carvoarias, ficou “estressado com o trabalho”. E a partir de 2003 passou a se aventurar na carreira de DJ.

Começou então a ser “super requisitado para festas particulares e o preferido do “pessoal fervido” do Itamaraty e dos jornalistas baladeiros de Brasília. Uma vez por mês, Campbell toca no Gate’s Pub, na festa concorrida chamada Cabaret, no sábado”, diz o lead da entrevista de 2006 – clique aqui para ler.

Sua marca é a discotecagem com discos de vinil por ser “um som mais puro e vibrante” e o repertório dos anos 80 e 90 por serem “musicalmente as décadas mais ricas”. E disponibiliza sets musicais completos gravados com LPs para download no SoundCloud.

Um curioso mix de conservadorismo estético, com a prática da reportagem “investigativa” e discotecagem de festas privadas no Lago Sul de Brasília.

Campbell aparece em muitas fotos ao lado da sua coleção de antigos discos de vinis, usando t-shirts com motivos sobre as velhas bolachonas, posando ao lado de pick-ups com vinis coloridos – que até lembram a velha coleção da Disquinho, pequenos vinis dos anos 1970 com histórias infantis.

A marca dos novos tradicionalistas é inclinar-se para o passado para querer entender o presente. Para eles, “tradicional” e “inovação” não são excludentes – estranhamente, ser “cool” é ser tradicional.

Ed Motta: um novo tradicionalista que
tem horror ao “Brasil feio”.

O cantor e compositor Ed Motta é outro Novo Tradicionalista com sua coleção de 20 mil vinis organizados em ordem alfabética – notório pelo seu apreço também a antiquários, objetos e roupas “de bom gosto” do passado e o seu apego a “gente bonita do Sul” para onde gosta de ir de avião para fugir do “povo feio brasileiro”.

 

Wilson Ferreira

Wilson Roberto Vieira Ferreira – Mestre em Comunição Contemporânea (Análises em Imagem e Som) pela Universidade Anhembi Morumbi.Doutorando em Meios e Processos Audiovisuais na ECA/USP. Jornalista e professor na Universidade Anhembi Morumbi nas áreas de Estudos da Semiótica e Comunicação Visual. Pesquisador e escritor, autor de verbetes no “Dicionário de Comunicação” pela editora Paulus, e dos livros “O Caos Semiótico” e “Cinegnose” pela Editora Livrus.

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32 Comentários
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  1. Ysabel

    4 de março de 2015 12:50 am

    Campbell

    O mais louco disso tudo é que esse cara era jornalista investigativo. Ganhou 3 prêmios Esso e um Embratel de jornalismo (conferi nos sites e é verdade), com temas SOCIAIS.

    1995 – Prêmio Esso, com uma reportagem denunciando prostituição de crianças nas grandes cidades, chamada “O submundo da prostituição”.
    – 1996 – Prêmio Esso, com uma reportagem sobre os Sem Terra, chamada “A Máfia da Terra”.
    – 1998 – Prêmio Esso, com uma reportagem sobre crianças que são mutiladas em carvoarias, chamada “Fogo no caminho das crianças de Paragominas
    – Um prêmio Embratel de Jornalismo: Instituto Candango de solidariedade e dos rombos dos cofres públicos do DF.

    Desbundou.

  2. Malú

    4 de março de 2015 12:59 am

    Acho que esse pessoal está

    Acho que esse pessoal está com Síndrome de Abstinência de Poder, essa “gente feia” que se instalou aí dá urticárias neles.

  3. Ivan de Union

    4 de março de 2015 1:46 am

    “Ed Motta: um novo

    “Ed Motta: um novo tradicionalista que tem horror ao “Brasil feio””:

    Nao contem pra ele, gente!

  4. Marcos AC Lopes

    4 de março de 2015 2:05 am

    Acho que…

    ao se olhar no espelho, só lhe resta fugir mesmo… Que cretinos!!!

  5. Gão

    4 de março de 2015 3:10 am

    Destemido e temido no Distrito Federal
    sss     Descoladíssimo

  6. Jef

    4 de março de 2015 3:32 am

    Quer dizer que colecionar

    Quer dizer que colecionar discos ou gostar de música dos anos 80 e 90 é ser de direita agora?? Críticos e teóricos também falam bobagens, independentemente de serem de esquerda ou de direita… Quem sabe o fato de ele simplesmente ter se tornado adulto nos anos 80/90 possa explicar essa predileção. Todo mundo vai envelhecendo e dizendo: “no meu tempo é que era bom e blá blá blá… Eu gosto muito da música dos anos 90. Sou um reacionário agora? O fato de esse repórter ser mau-caráter não quer dizer nada sobre quem coleciona discos ou gosta dos anos 80 ou 90…

    1. Seu Zé

      4 de março de 2015 5:57 pm

      Meu caro, leia o texto
      Meu caro, leia o texto novamente.

  7. Messias Franca de Macedo

    4 de março de 2015 3:33 am

     
    Está faltando o Brizola

     

    Está faltando o Brizola neste país!

    Mas, temos Fátima Bezerra, para dizer as verdades!

    https://www.youtube.com/watch?v=Cz2S9ryqKSQ

    No Senado, Fátima Bezerra rebate O Globo, diz que Veja “tem obsessão em destruir o PT” e que a mídia promove o ódio

    publicado em 03 de março de 2015 às 21:34

    (…)

    FONTE: http://www.viomundo.com.br/denuncias/senado-fatima-bezerra-ataca-jornal-o-globo-e-lembra-os-mosqueteiros-da-veja.html

  8. VLO

    4 de março de 2015 3:44 am

    Ed Mota não tem espelho.

    Ed Mota não tem espelho.

  9. Jair Fonseca

    4 de março de 2015 4:43 am

    Sendo eu um tradicionalista

    Sendo eu um tradicionalista do vinil, já quase velho, protesto contra esses plaibas da moda retrô. Aliás, só vi fotos desse cara com discos de vinil em reedições ou discos novos, não com antigos.

    E esse negócio de “Novos Tradicionalistas” é meio velho. Nome de um álbum do Devo, de 1981… O nome da ótima banda se deve a sua “teoria” (debochada, claro) da devolution…

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=5S6amqFHbmk%5D

    1. Ana Dias

      4 de março de 2015 1:06 pm

      Perfeito!!!!

      Perfeito!!!!

  10. maria rodrigues

    4 de março de 2015 11:00 am

    Vi por aí que o sujeito já

    Vi por aí que o sujeito já pediu desculpas a Lula. Agora virou moda: primeiro a gente denigre a imagem de alguém com muita mentira, e depois,.. bem, depois a gente pede desculpas. Tá bom assim?

  11. BRAGA-BH

    4 de março de 2015 11:39 am

    E o Ed Motta é um exemplo

    E o Ed Motta é um exemplo ‘acabado’ de estética!!

  12. Marco St.

    4 de março de 2015 11:40 am

    O tipo desse “jornalista” é

    O tipo desse “jornalista” é bem caracterizado no filme  Nightcrawler (O abutre).

    Chamá-los de “abutres” faz mais sentido do que “novos tradicionalistas” que como bem disse o Jair já era termo usado pelo Devo na era Reagan.

  13. Alexandre Tambelli

    4 de março de 2015 12:13 pm

    É interessante pensar que o

    É interessante pensar que o radicalismo, a gritaria, a violência que sempre os “meios de comunicação” quiseram dizer que os petistas, esquerdistas, bolivarianos, comunistas, socialistas, etc. possuíam, hoje, aflorou nessa nova massa de neoconservadores, tradicionalistas como queiramos chamar. 

    No convívio social somos nós das esquerdas que estamos colocando freios em discussões, muitas delas em almoços familiares ou com amigos de infância, vizinhos, etc. Nós é que estamos estabelecendo a lucidez de evitar uma discussão com essa gente, sabendo da dificuldade de uma simples conversa ou da tentativa de colocar opinião diversa da já sedmentada e que parece única verdade possível e jamais capaz de ser refutada. Tornaram-se os donos da verdade absoluta. 

    Os meios de comunicação criaram seus robôs! Viraram milhões de brasileiros uma vitrola riscada onde só 5 palavras se ouvem: Lula, Dilma, PT, Dirceu ladrões! E parece que o dicionário não tem mais adjetivos com qualidades positivas para as pessoas que pensam diferente. Somos petralhas só por dar um contraponto ou dizer alguma coisa sobre o PT sem desqualificá-lo, sempre!

    É uma coisa de doido. Uma massa de pessoas que repetem a mídia sem nenhuma reflexão, sem nenhuma lucidez, sem nada contestar. E parece que com sangue nos olhos. Numa voz estridente, numa paranoia sem tamanho, num ódio babando das bocas. 

    Eu tenho me assustado com tudo isto. Fico no meu canto para evitar qualquer problema maior. É preciso fazer alguma coisa. O Governo Federal precisa estar atento, agir imediatamente e criar mecanismos de repactuação entre os lados (ele e a sociedade teleguiada), pois hoje, não sei onde pode desembocar toda essa loucura.

     

    1. JMFREITAS

      8 de março de 2015 4:01 pm

      Isso mesmo

      Alexandre brilhante seu comentário. Tá dificil até jogar futebol com essa turma! Quando a conversa vai para a política começa os chavões agressivos. Se você tenta contrapor uma opinião já te olham como traidor de “classe”! O mais sensato por enquanto é evitar o bate-boca, mas temo que estejamos sendo conivente com o crescimento do “ovo da serpente”.. o que fazer?

  14. Luiz C. Benevides Soares

    4 de março de 2015 12:18 pm

    O cantor e compositor Ed

    O cantor e compositor Ed Motta é outro Novo Tradicionalista…………  para fugir do “povo feio brasileiro”.

    Imagino que o Ed náo tenha espelho em casa.

    1. Vagalume do Brejo

      4 de março de 2015 2:54 pm

      Não é so espelho que ele não

      Não é so espelho que ele não tem, ta faltando humildade, vergonha na cara, estudo…

      Bom é natural, já que quase não sai de casa. 

      Só não sei por que ele não pega o dinheiro dele, que não deve ser pouco e se muda para miami “onde só tem gente lidanda” igual a ele. 

       (HHHHHHHUUUUUUUGGGGGOOOOOOOO)

    2. Vagalume do Brejo

      4 de março de 2015 2:54 pm

      Não é so espelho que ele não

      Não é so espelho que ele não tem, ta faltando humildade, vergonha na cara, estudo…

      Bom é natural, já que quase não sai de casa. 

      Só não sei por que ele não pega o dinheiro dele, que não deve ser pouco e se muda para miami “onde só tem gente lidanda” igual a ele. 

       (HHHHHHHUUUUUUUGGGGGOOOOOOOO)

  15. Maria Silva

    4 de março de 2015 12:46 pm

    Tradicionalista é minha mãe ….

    Esse ai é pilantra mesmo. Com desculpas ou sem desculpas, a familia do Lula deveria lascar um processo e arrancar até as cuecas desse urubu.

  16. W K

    4 de março de 2015 12:46 pm

    Se analisarmos mais pelo aspecto

    digamos, administrativo, esse cidadão deve ter sido informado por sua chefia imediata que a tal notícia “estava errada” (ou melhor, era falsa). Daí recebeu uma ameaça de cartão amarelo, contra a qual ele pediu para “apurar melhor” os fatos, o que lhe foi permitido. 

    Dito e feito, tratou de se mandar para São Paulo, procurando novas evidências, mas se atrapalhou. 

    Certamente agora, não ganha mais cartão amarelo, e sim, vermelho.

    Bem feito!

  17. janes salete

    4 de março de 2015 12:46 pm

    O “novo” jornalismo


    O “novo” jornalismo “inestigativo, só anda de quatro pro patrão. É a miséria humana, literalmente.

  18. MarcosDF

    4 de março de 2015 1:43 pm

    Esse Campbell é filho do

    Esse Campbell é filho do Carlos Campbell?

  19. Alan Souza

    4 de março de 2015 2:09 pm

    Conheço o tipo…

    Pinta de moderninho, jeito de moderninho, às vezes até ensaia umas poucas opiniões de moderninho, tipo “sou a favor da liberação da maconha” (já que o FHC também é…) e coisa e tal.

    Mas no discurso e na essência são profundamente reacionários, racistas, homofóbicos e misóginos.

    Em suma, é a velha Direita em embalagem nova. Sai a TFP e entra “rapaziada descolada” do Feice. É só mais uma das formas de tentar enganar o distinto público e disfarçar seus verdadeiros objetivos: manter o abismo social, o domínio das famílias tradicionais e a miamifilia…

  20. Vagalume do Brejo

    4 de março de 2015 2:39 pm

    É o jornalismo lambedor de

    É o jornalismo lambedor de bola

  21. Vagalume do Brejo

    4 de março de 2015 2:39 pm

    É o jornalismo lambedor de

    É o jornalismo lambedor de bola

    1. Álvaro Noites

      5 de março de 2015 2:03 am

      Destaco outras figuras:

      Destaco outras figuras:

      – Felipe Moura Brasil: o “colunista” da VEJA, olavete assumido, costuma disparar suas diatribes no portal da VEJA, hangouts e redes sociais.

      – Rodrigo Constantino: O novo morador de Miami, colunista da VEJA conhecido nas redes sociais como “menino maluquinho” teve um infeliz debate com Ciro Gomes certo dia, onde foi devidamente tratorizado por este.

      – Rachel Sheherazade: A musa da superficialidade, esta nulidade do jornalismo ganhou destaque após atacar o carnaval nordestino em uma afiliada do SBT. Após a repercussão nas redes sociais, Sr. Abravanel ofereceu a ela a bancada do Jornal do SBT (?), aonde surfava disparando suas pérolas. Teve a asinha cortada quando teve seu nome associado a linchamentos ocorridos no ano passado.

      – Otávio Cabral: Funcionário da VEJA e autor de um fiasco chamado “Dirceu, a biografia”, dada a quantidade de furos que o livro continha. Foi assessor de Aécio na campanha eleitoral de 2014.

      – Danilo Gentili: um “humorista” que tem se notabilizado pelo posicionamento político de extrema direita e piadas de extremo mau gosto. Apresentador hoje do programa “The Noite”, no SBT (claro). Não compareceu à audiência hoje, dia 04 de Março em Olinda-PE, onde é réu em um processo movido pela maior doadora de leite materno do Brasil.

      – Luciano Huck: Apoiador de Aécio nas últimas eleições, o apresentador global se notabiliza por várias pisadas na bola, sendo a última a comercialização de camisetas infantis para meninas com a frase “vem ni mim que tô facin”. Outras pisadas na bola: “somos todos macacos”, o quadro “um namorado gringo” em plena Copa do Mundo quando se falava no combate ao turismo sexual, Casa em Angra dos Reis com praia cercada,

  22. Fabio !

    4 de março de 2015 3:53 pm

    —–

    Comecei a ler e pensei que fosse notícia antiga , pois lembrei da tentativa de invasão do quarto de hotel do José Dirceu em Brasília por um jornalista da VEJA.

    Eles estão se especializando nisso , não !

  23. Orlando Soares Varêda

    4 de março de 2015 4:50 pm

     
    Não me surpreende, o que

     

    Não me surpreende, o que acontece em decorrencia de permiterem o funcionamento daquele valhacouto de cafajestes, em que se tornou, a revistinha do esgoto do verme Civita.

    Orlando

     

  24. Pedro Penido dos Anjos

    4 de março de 2015 5:17 pm

    O cara tornou-se um mercador

    O cara tornou-se um mercador de nnotícias – o que tornou-se o padrão nas redações dos jornalões de hoje. É o pessoal da pilantragem, que acha que está se “dando bem”. Veremos….

  25. Marcos Antônio

    4 de março de 2015 11:54 pm

    Esse idéia de que tudo é

    Esse idéia de que tudo é normal no jogo democrático está criando FUNDAMENTALISTAS!

  26. Anah

    5 de março de 2015 12:13 am

    Que primor!

    Paulo H. moreira , Luis Nassif e etc os blogs, também  se apegam a formações jornalísticas retrô. Lógico que nem sempre são os mesmos que fazem as matérias, tem a mão que  balança (os contratados)

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