Em meio aos questionamentos apresentados pelo Ministério da Defesa em torno da auditoria das urnas eletrônicas, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deixou claro que todo o conteúdo enviado será analisado, ressaltando “que todas as contribuições sempre são bem-vindas e que preza pelo diálogo institucional que prestigie os valores republicanos e a legalidade constitucional”.
Em nota oficial, o tribunal destaca que a urna eletrônica possui características de segurança “superiores ao estabelecido pelo Manual de Condutas Técnicas definido pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), o qual define os requisitos mínimos para um dispositivo criptográfico”.
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Quanto ao software usado na urna, ele é o mesmo desenvolvido pela Justiça Eleitoral, utilizado em todas as urnas, e que passaram por testes públicos de segurança “sem nenhum tipo de comprometimento ou ataque bem-sucedido ao sistema”.
Sobre a auditoria dos partidos políticos, o TSE lembra que “é permitido aos partidos políticos fiscalizar todas as fases do processo de votação e apuração das eleições, bem como o processamento eletrônico da totalização dos resultados, conforme previsto pela Lei nº 9.504/1997, conhecida como Lei das Eleições”.
“O TSE, conforme tem reafirmado o presidente Edson Fachin, tem trabalhado de forma incessante para garantir eleições limpas, justas e seguras, em que o desejo da população, expresso por meio do voto, seja respeitado e cumprido dentro do Estado Democrático de Direito”, diz o tribunal.
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GalileoGalilei
12 de junho de 2022 8:04 pmA relação entre os militares e o TSE é da mesma natureza que a relação entre o lobo e o cordeiro.
Está na hora de parar de apresentar argumentos lógicos ao lobo, uma vez que ele não está a fim de debate-los. Recentemente vimos a seguinte notícia no O Globo:”TSE acolheu 10 de 15 propostas feitas pelas Forças Armadas para eleições de outubro, indica levantamento“. Argumento fortíssimo, mas inútil. A reação dos militares a argumentos como esses será a mesma do lobo; a força.
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12 de junho de 2022 9:18 pmA relação entre os militares e o TSE é da mesma natureza que a relação entre o lobo e o cordeiro. Está na hora de parar de apresentar argumentos lógicos ao lobo, uma vez que ete não está a fim de debate-los. Recentemente vimos a seguinte notícia no O Globo:”TSE acolheu 10 de 15 propostas feitas pelas Forças Armadas para eleições de outubro, indica levantamento“. Argumento fortíssimo, mas inútil. A reação dos militares a argumentos como esses será a mesma do lobo; a força.