5 de junho de 2026

Exército monta plano de segurança preocupado com possível aumento de violência política nas eleições

Os comandos militares regionais deixarão batalhões prontos nos quartéis para eventuais convocações nos dias das eleições
Alto Comando do Exército se reuniu na primeira semana de agosto, em Brasília . | Foto: Divulgação/Exército

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As ofensivas de Jair Bolsonaro (PL) contra o processo eleitoral tem preocupado o Alto Comando do Exército que teme um  aumento de casos de violência política no pleito previsto para outubro. 

O cenário foi levantado durante uma reunião que reuniu 16 generais na primeira semana deste mês. Na ocasião, os militares conversaram sobre medidas para conter a violência na campanha eleitoral, informou a Folha de S. Paulo, neste sábado (13). 

De acordo com a reportagem, os comandos militares regionais deixarão batalhões prontos nos quartéis para eventuais convocações nos dias das eleições.

Tradicionalmente, os batalhões do Exército ficam mobilizados no dia da votação nos estados que solicitam ajuda federal. Em pleitos anteriores, no entanto, não havia a avaliação de que a atuação seria necessária. 

Segundo os militares, a morte do tesoureiro do PT Marcelo Arruda, no começo de julho, pelo bolsonarista Jorge Guaranho, aumentou a tensão e a possibilidade de um salto nos casos de violência nestas eleições. 

Além disso, também preocupa os militares os insistentes discursos de Bolsonaro para insuflar seus apoiadores contra o Judiciário e as urnas eletrônicas. 

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Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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7 Comentários
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  1. Paulo Dantas

    13 de agosto de 2022 11:26 am

    Deveria ser encrenca das PMs locais apenas , se for o caso , o Exército entraria num apoio logístico nos estados que pedirem ou se o Uruguai decidir invadir o Rio Grande do Sul na data.

  2. José de Almeida Bispo

    13 de agosto de 2022 3:10 pm

    A priori, as medidas de segurança são plausíveis. Pelo que percebo em círculos próximos e cadela do fascismo continua no apogeu do cio. Todo cuidado, especialmente com a dissuasão será pouco.

  3. +almeida

    13 de agosto de 2022 5:17 pm

    Após a divulgação dos indecentes e estratosféricos salários de oficiais militares e ministros militares fica muito difícil acreditar e confiar em qualquer justificativa de boa intenção por parte das FFAAs, como também fica muito difícil acreditar e confiar na própria FFAAs. A intromissão acintosa e ameaçadora no pleito eleitoral, por parte de oficiais militares, parece ser uma demonstração do grande desespero que toma conta da mente, da voz e do condenável comportamento de alguns gulosos militares da alta patente. Deixam a entender que já estão viciados e dependentes das obscenas e robustas garfadas que subtraem do erário público. Entendo como sendo muito perigoso para a república, para a democracia, para o estado de direito e para a independência dos três poderes, que as FFAAs insista e queira se fazer mais valente e com mais poder que os três poderes e que o poder do povo. A sombra algumas altas patentes das FFAAs está ficando disforme e seus contornos se assemelham ao contorno de milicianos e mercenários, que cujo único líder que reconhecem e prestam obediência é Mamom.

  4. Vladimir

    13 de agosto de 2022 10:17 pm

    Nossa! Será que ele voltarão para a latrina de onde nunca deveriam ter saido?

  5. Jair Costa

    14 de agosto de 2022 3:24 am

    Eles querem incitar a violência. Já fazem isso desde que surgiu essa figura diabólica
    chamada bolsonaro. Armas nas mãos, arrogância e muita mentira. São pessoas da
    pior qualidade. Todo cuidado é pouco. Vamos nos manter firme, combater especialmente
    a mentira nas redes sociais.

  6. Fábio de Oliveira Ribeiro

    14 de agosto de 2022 3:43 pm

    Se esse Exército imprestável quer fazer alguma coisa útil basta bombardear o Palácio do Planalto com toda a família Bolsonaro dentro.

  7. Edson bispo Edson

    19 de agosto de 2022 1:14 pm

    A paz queremos com fervor! A guerra, só nos causa dor! Porém, se a Pátria amada for um dia ultrajada, lutaremos sem temor.
    *Eles que venham!*

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