O ex-ministro e candidato à Presidência Ciro Gomes (PDT) deu a entender que fez um comício “para gente preparada” ao apresentar seu plano econômico para empresários na Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro).
A fala ocorreu após um elogio recebido do ex-presidente da Firjan, o empresário Luiz Césio Caetano: “Candidato Ciro Gomes, parabéns pela sua aula. Acho que foi uma aula, pelo menos para mim foi.”
“Na verdade é um comício, né!? Um comício para gente preparada, você imagina eu explicar isso na favela, isso é um serviço pesado”, respondeu o presidenciável.
Na ocasião, Ciro também recebeu um programa com prioridades listadas pelos industriais do Rio de Janeiro, como a criação de linhas de crédito específicas para micro e pequenas empresas e a ampliação do alcance das já existentes como o Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte) e o PEAC (Programa Emergencial de Acesso a Crédito).
Os industriais fluminenses também listaram como demanda a construção da EF-118, tendo como trecho prioritário a ligação do Porto do Açu com a EFVM – Estrada de Ferro Vitória a Minas, além de avanços na Reforma Trabalhista, e segurança jurídica para garantir que alterações legais não se apliquem a direitos adquiridos no passado, são mais duas proposições do Brasil 4.0.
Com informações do portal UOL e Firjan
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Leonardo Marques Francisco
1 de setembro de 2022 5:06 pmNão entendo como setores progressistas da política e do jornalismo ainda dão credibilidade a CIRO GOMES. Este vem fazendo uma campanha fascistas contra Lula e o PT, desde 2018. Ciro em Ribeirão Preto numa Feira Agropecuária agrediu com soco na barriga um simpatizante do Presidente da República, xingou a mãe de outro, fora outras palavras impublicáveis tal o nível escatológico e pornográfico do falado. Cínica e hipocritamente diz que é uma pessoa capaz de pacificar o Brasil. Mente descaradamente dizendo que a Dilma é responsável pelo caos econômico do país. E por último pronunciou-se preconceituosamente numa federação de empresários que se recusaram a assinar a Carta em defesa da Democracia. Se sentiu em casa e falou asneiras. E põe a culpa no adversário.