4 de junho de 2026

Bolsonaro comprou mansão com dinheiro por fora, diz site

Denúncia partiu de ex-funcionário da família do presidente; aquisição se refere à primeira mansão onde presidente viveu com Ana Cristina Valle

A primeira mansão onde o presidente Jair Bolsonaro morou, entre 2002 e 2007, foi paga com “dinheiro por fora”, segundo declaração de ex-funcionário da família.

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Em entrevista ao portal UOL, Marcelo Nogueira diz que o imóvel, localizado no bairro da Barra da Tijuca (RJ), foi adquirido na época em ele começou a trabalhar para Bolsonaro e Cristina na campanha de Flávio Bolsonaro para deputado estadual em 2002, e convidado a seguir trabalhando na nova mansão que o casal havia comprado.

Nogueira chegou a ser assessor de gabinete do então deputado Flávio Bolsonaro, mas sua função efetiva era cuidar da mansão de Ana Cristina e cuidar do filho do casal, Jair Renan Bolsonaro.

Ele continuou a prestar serviços até a separação de Ana Cristina e Jair, que levou à sua exoneração do gabinete – e posterior contratação no escritório de advocacia da ex-mulher do presidente, onde ficou até 2009, quando ela saiu do Brasil.

Ela voltou ao país em 2014, e o convidou para trabalhar em sua casa na cidade de Resende, no interior do Rio de Janeiro. Eles brigaram em 2021 e, desde então, Marcelo Nogueira tem relatado supostos crimes da ex-esposa do presidente da República.

A compra em si

Segundo Nogueira, Ana Cristina e Jair Bolsonaro elaboraram uma escritura de promessa de compra e venda, que descrevia que a mansão tinha sido vendida por R$ 500 mil.

Porém, o imóvel à época tinha valor de avaliação de R$ 874,1 mil para fins de imposto – ou seja, o desconto na compra foi de 43%. Atualmente, a casa vale quase R$ 3 milhões.

Na negociação com os antigos proprietários, Cristina e Jair pagaram R$ 160 mil com um cheque entregue no ato da compra, enquanto R$ 250 mil deveriam ser pagos até 19 de dezembro de 2002. O casal informou que R$ 90 foram pagos anteriormente, como sinal.

Contudo, o casal não declarou o modo de pagamento do sinal, nem mesmo quando a escritura foi lavrada após o pagamento dos R$ 250 mil.

As informações são do portal UOL

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Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

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