Um homem tentou fraudar a votação realizada na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, em Portugal.
Ele havia registrado seu voto, e furou a fila para registrar seu voto mais uma vez, o que levou à impugnação da urna eletrônica e ao cancelamento de 59 votos. Os eleitores da seção afetada foram obrigados a recorrer ao voto impresso.
O homem foi retirado do recinto, e um boletim de ocorrência registrado na Polícia Federal. Ele responderá por crime eleitoral.
Além disso, outras duas urnas eletrônicas falharam em Portugal, e precisaram ser substituídas por urnas de lonas, com votos impressos.
Segundo o jornal Correio Braziliense, o cônsul-geral do Brasil em Lisboa, Wladimir Valler Filho, afirmou que tais falhas foram comunicadas imediatamente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que autorizou a substituição dos equipamentos.
Ao todo, 45.273 pessoas estão registradas como eleitores em Portugal. O país recebeu 58 urnas eletrônicas.
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Elton Fenner
2 de outubro de 2022 4:15 pmTecnicamente o voto impresso é diferente do voto em cédula.
Provavelmente o voto foi em cédula o que difere ligeiramente de voto eletrônico com comprovação do voto sendo impresso.