A venda interna de automóveis não para de cair. No acumulado de 12 meses até agosto, foram licenciados 1.484.375 veículos, 15,16% abaixo de 12 meses atrás, 39,43% abaixo de 2015. O licenciamento de veículos nacionais chegou a 1.327.203, 18,12% a menos do que há 12 meses e 35% abaixo de 2015.
A produção caiu um pouco menos, compensada pelas exportações. No acumulado de 12 meses, foram produzidos 1.781.131 veículos, 2,16% a menos do que há 12 meses e 21,84% a menos que 2015.
Nos 12 meses até agosto, foram exportados 366.787 veículos, 14,73% a mais do que há 12 meses e 31,05% a mais do que agosto de 2015.
Já os dados de comércio exterior estão atualizados até setembro de 2022. Em relação a 12 meses atrás, houve um crescimento de US$ 4,7 bilhões. Os maiores crescimentos foram para países da América do Sul: Colômbia, Chile, Equador, Paraguai e Uruguai. As maiores quedas foram para Áustria, Japão, Reino Unido, Holanda e Hungria.
Na comparação de 10 anos, a venda de veículos brasileiros saltou de 27 para 51 países.
Em 10 anos, as exportações de veículos caíram US$ 10,6 bilhões. O maior crescimento de exportações foi para Colômbia, Chile, Equador, Peru e Uruguai. E as maiores perdas foram para o México, Coreia do Sul, Alemanha, Japão e Reino Unido.
Silvio Nobre
5 de outubro de 2022 9:00 amE cada vez mais vamos nos desindustrializar ainda mais com essa política criminosa e entreguista do Guedes e de nossa elite estúpida!
Zé
5 de outubro de 2022 9:19 amHá um outro dado: a produção mudou o perfil e os carros ficaram mais caros, tanto em dólar, quanto em reais, quanto, principalmente, na capacidade de compra do brasileiro. Veículos na faixa de 10 mil dólares não existem mais.
Silvio Torres
5 de outubro de 2022 11:59 amÉ uma continha simples, que irrita fácil um antipetista. Depois da queda da Dilma, os preços dos carros chegaram à estratosfera. E a renda do zé povinho aos calcanhares.
José Carvalho
5 de outubro de 2022 12:58 pmO Brasil não tem mais uma indústria de fornecimento de autopeças com participação maior no segmento, tem um mercado em queda. A redução do mercado interno e o endividamento de boa parcela dos consumidores faz com que as montadoras compensem as perdas nas vendas direcionando a mercados de acordo com os interesses delas. Ainda em que pesem os efeitos causados em função da pandemia do covid, o País ainda não mostra uma recuperação da economia que dê confiança numa mudança de quadro. Mesmo com essa conversa sobre o fim da globalização, certos setores são direcionados conforme a situação nos países produtores. A falta de segurança sobre como o País vai resolver essa queda na renda e a desconfiguração do seu mercado interno tem sido considerada pelas montadoras, que apostaram no crescimento do Brasil. O fato de estar com crescimento baixo há anos tem que ser a principal preocupação, já que sem isso fica difícil o País trazer investimentos. Ampliar a atratividade dos investimentos é a única solução pra elevar a geração de riqueza na sociedade.
Haaatireiopaunogatotonaomorreureure
5 de outubro de 2022 1:48 pmO primeiro ato de Bolso foi acabar com o ministério do trabalho,isso já deixava bem CLARO OS SEUS OBJETIVOS, aliás desde os primeiros momentos do seu governo INCENTIVOU AS ARMAS,tudo coordenado,a partir dali seria natural o desenrolar das coisas,fica muito fácil de ver isso, olha os neocons são poderossisimos com vinte cliques ou curtidas te conhecem melhor q vc,um ex. Particular meu,um colega de trabalho mostrou no seu ZAP um vídeo do Lula de um canal do youtube q eu não costumava ver,logo após ele somente mostrar no ZAP dele pra mim(não era meu contato no ZAP) após isso PASMEM o YouTube me sugeriu vídeos deste canal q não sabia nem q ixistia,olhem,essa diferença de votação pro Bolso foi dos mais jovens q não conhecem os governos petistas e são facilmente manipulados pelos negócios,ng vai dizer isso agora, não interessa,seria bom o Lulao fazer uma JEGUECIATA,PQ NÃO?OU TRABALHA IARA,SEI LÁ .ASS.: JOSÉ MARCELO -O MAOIR ESPECIALISTA DO MUNDO OI !!!