4 de junho de 2026

Fraude eleitoral

A wikipedia publica um levantamento pormenorizado de fraudes eleitorais, inserindo, inclusive, uma delas,  que aconteceu em BH numa das últimas eleições, quando uma eleitora, ao ir votar chegando na seção eleitoral nos minutos finais do tempo previsto para a votação, ficou  perplexa ao ser informada de que já havia votado. Quem votou por ela foi algum mesário. Até onde sei, o assunto morreu sem punições para ninguém, e sem interferir no resultado daquela ocasião.

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O texto na wikipedia lista tanto as fraudes em votação manual (voto impresso) quando mediante urnas eletrônicas, que seriam as seguintes:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Fraude_eleitoral

São possíveis as seguintes modalidades de fraudes potenciais em votação eletrônica:1

  • O eleitor fantasma – idem à fraude em votação manual
  • Clonagem de urnas eletrônicas – adulteração das “Tabelas de Correspondência Esperadas” para permitir a introdução de resultados falsos produzidos em urnas normais que não seriam utilizadas na eleição.
  • Voto-de-cabresto pós-moderno – coação de eleitores sob o argumento de que o voto nas urnas eletrônicas serão identificados.
  • Compra de votos – idem votação manual. O eleitor coagido é induzido a fotografar a tela da urnas eletrônica para comprovar o voto.
  • Engravidar urnas ou fraude do mesário – os mesários inserem votos no lugar de eleitores ausentes. Possível mesmo com as urnas biométricas.
  • Eleitor Anulado – o mesário anula o voto que faltam para eleitores que demoraram muito (mais de um minuto, por exemplo) a completar a votação.
  • Candidato nulo – os operadores do sistema “esquecem” de incluir o registro do candidato no sistema. O candidato não será eleito.
  • Candidato de protesto – ver voto de protesto – candidato peculiar inscrito para atrair o antigo voto de protesto que não é mais possível com as urnas eletrônicas.
  • Adulteração do programas (software) das urnas – se a adulteração for feita pelos próprios programadores do sistema, fica impossível de ser detectada.
  • Voto cantado – provocar a falha na leitura dos disquetes de resultados, para substituir esses resultados por outros produzidos no sistema de Voto Cantado que é usado após a eleição.
  • Ataque final – adulteração do banco de dados com os resultados (pode deixar muitas pistas).

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

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