Mais de 1,6 mil empresas voltadas para a venda de armas e munição foram abertas no Brasil ao longo do governo de Jair Bolsonaro (PL), sendo que 605 estabelecimentos foram abertos apenas em 2022.
Os dados são do Sistema de Gerenciamento Militar de Armas (Sigma), mantido pelo Exército Brasileiro e divulgado pelo site Metropoles.
Ao final do ano passado, 3.209 empresas tinham autorização do Exército brasileiro para venderem tais produtos, mas os militares afirmaram não ter dados exatos sobre quantos estabelecidos estavam funcionando em anos anteriores.
A política armamentista de Bolsonaro ampliou o acesso ao armamento, chegando a 60 armas e 180 mil munições – em anos anteriores, a quantidade era restrita a 16 armas e 60 mil munições.
Além disso, o governo anterior facilitou o acesso de Caçadores, Atiradores e Colecionadores (CACs) a armamento antes restrito ao uso das Forças Armadas, como fuzis.
Vale lembrar que o Exército é responsável pelo controle do comércio. Assim, os comerciantes não só precisam da autorização prévia das Forças como comprovar idoneidade por meio da apresentação de antecedentes criminais.
AMBAR
19 de fevereiro de 2023 5:03 pmAgora é fechar as lojinhas.