17 de junho de 2026

Juiz Marcelo Bretas torna-se instrutor de autoajuda, por Luis Nassif

Depois de se notabilizar como atleta de academia e juiz implacável, Marcelo Bretas decidiu enveredar pelo coaching de autoajuda

Depois de se notabilizar como atleta de academia e juiz implacável, Marcelo Bretas decidiu enveredar pela autoajuda. Passou a publicar vídeos na Internet para ensinar as pessoas a vencerem problemas pessoais, enquanto aguarda a decisão dos inquéritos, acompanhados pelo Supremo Tribunal Federal, sobre seu envolvimento com advogados de delação.

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Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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4 Comentários
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  1. Mauro Teodoro

    14 de maio de 2023 9:16 pm

    Como dizia o Barão de Iararé: “…de onde menos se espera, daí é que não vem nada mesmo…”

  2. Rui

    15 de maio de 2023 8:16 am

    O Lula diz que aprendeu com sua Mãe a ter caráter. Os Jateiros aprenderam com suas respectivas mães, ou não, a ter caráter? O Marcelo Bretas, por exemplo, o menos desonesto dos Jateiros, já se envolveu em polêmicas, no Twitter, como a questão do auxílio-moradia. Uma resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de 2014 proíbe o pagamento do benefício para os dois membros de um casal, mas em 2018 a Folha de S. Paulo revelou que Bretas e sua esposa, também juíza, recebiam o auxílio, após requerimento feito pelo magistrado à Justiça…. Respondendo às críticas quando o assunto veio à tona, Bretas provocou na rede social: “Pois é, tenho esse ‘estranho’ hábito. Sempre que penso ter direito a algo, eu VOU À JUSTIÇA e peço. Talvez devesse ficar chorando num canto ou pegar escondido ou à força. Mas, COMO TENHO MEDO DE MERECER CASTIGO, PEÇO NA JUSTIÇA MEU DIREITO”, escreveu Marcelo Bretas à época. Bem antes do Marcelo Bretas confessar que não não assalta nem rouba por medo de ser castigado, o Einstein escreveu: “Se as pessoas são boas só por temerem o castigo e almejarem uma recompensa, então realmente somos uma espécie desprezível”.

  3. AMBAR

    17 de maio de 2023 8:43 pm

    Nem pelo respeito às leis, nem por amor ao próximo e convivência pacífica se portaria bem o povo alemão, mas pelo medo da punição, assim julgava seu povo Rudolf Von Ihering, em contraposição aos seus contemporâneos, Savigny e Putcha, que acreditavam que as pessoas traziam o bem em si e portanto, podiam agir em favor das outras e em respeito espontâneo às leis. Moro, Dalanhol, Bretas e sua trempe são pessoas boas ou são pessoas desprezíveis? À exceção de moro, que além de desprezível também é cínico, os demais são tementes. Gente que tem tanto medo que a sua capacidade de discernimento é embotada.
    .

  4. Alice

    21 de maio de 2023 6:35 pm

    Não esqueça que ele também posou de atirador de fuzil…

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