Jornal GGN – Os analistas do mercado financeiro realizaram poucos ajustes em seus prognósticos para a taxa oficial de inflação em 2014, segundo dados divulgados pelo relatório Focus, elaborado semanalmente pelo Banco Central.
A variação para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) ao fim deste ano subiu de 6,25% para 6,27% – mantendo-se próxima do teto da meta estabelecido pelas autoridades, cujo centro é de 4,50% com dois pontos percentuais para mais (6,50%) ou para menos (2,50%).
Na avaliação mensal, os dados para agosto perderam força pela sexta semana consecutiva, de 0,24% para 0,23%, e o indicativo para setembro ficou estável em 0,40% pela segunda semana seguida.
A variação para os próximos 12 meses (suavizada) avançou pela quarta semana consecutiva, de 6,21% para 6,24%, enquanto os números para 2015 subiram de 6,25% para 6,28%.
Os agentes também alteraram os números para outros indicadores. No caso do IGP-DI (Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna), a variação para 2014 manteve-se em queda pela décima sexta semana consecutiva, de 3,89% para 3,63%. Em termos mensais, a variação para agosto desacelerou pela terceira semana, de 0,01% para -0,15%, assim como aconteceu com a variação para setembro, que caiu de 0,45% para 0,36%.
A variação para os próximos 12 meses (suavizada) perdeu força, e passou de 5,41% para 5,26%. Os dados para 2015 foram mantidos em 5,50%.
Quanto ao IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), o prognóstico dos analistas para o fechamento de 2014 também foi reduzido pela décima sexta semana consecutiva, de 3,98% para 3,87%. Em termos mensais, os dados para agosto ampliaram seu ritmo de queda pela terceira semana, caindo de -0,18% para -0,24%, e o total para setembro caiu de 0,40% para 0,34%.
O prognóstico para os próximos 12 meses (suavizado) subiu pela segunda semana consecutiva, de 5,37% para 5,42%. A variação para 2015 perdeu força pela terceira semana, de 5,59% para 5,54%.
O IPC-Fipe (Índice de Preços ao Consumidor, medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), por outro lado, viu sua estimativa para o fechamento em 2014 subir de 5,38% para 5,41%. Quanto a variação mensal, o total para agosto caiu pela segunda semana, de 0,30% para 0,25%, enquanto o total para setembro subiu de 0,36% para 0,37%.
Os números suavizados para os próximos 12 meses perderam força pela segunda semana consecutiva, de 4,93% para 4,92%. Os dados para 2015 foram mantidos em 4,91%.
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