Realmente o melhor é deixar que cada um pesquise este “gigante
rabelaisiano, influências que vão do medieval, étnico,Soul-music
jazz, música serial .. a música como arte no geral. Aqui executando
“on reflection ” do maravilhoso albúm “free hand” de 1975, tão
simples , lúdico e natural….para eles e para quem ouve .
Obs. Ao vivo mais complexo que no estúdio..sempre!
Ivanisa Teitelroit Martins
24 de agosto de 2014 10:19 pmUm gigante realmente gentil
Um dos meus preferidos. Obrigada, Morallis!
Rodinei Layus
24 de agosto de 2014 11:23 pmSonoridade única e sensacional
Gentle Giant me apresentou novos horizontes na música, desde que comprei o disco The Power and The Glory, há 3 décadas. Banda sensacional!
Jair Fonseca
24 de agosto de 2014 11:35 pmValeu, Morallis.
O Gentle Giant veio da banda pop-psicodélica Simon Dupree and The Big Sound, que só teve um sucesso: a bela “Kites”, de 1967. Seguem a versão de estúdio e uma raridade, ao vivo.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=4dPLGFzM9T4%5D
[video:https://www.youtube.com/watch?v=D0svzLY-u7E%5D
morallis
25 de agosto de 2014 2:40 amHoje em dia com a infinidade
Hoje em dia com a infinidade de sites , blogs homepage etc.. em relação
a quase tudo, fica muito mais simples ter informações, coisa que para
minha geração era tarefa ardua. Li ( revista circus ou algo assim) lá nos
anos 70 que a ideia do Simon Dupree era alavancar a carreira solo do
rapaz Derek Schulman que faria o tipo galã com “boa voz”. Acontece que
a turminha já tinha uma formação músico-literária tão desenvolvida que
preferiram largar tudo em nome do “artistico”, evidentemente após uma
viajenzinha” de ácido onde o Sr.Pantagruel” surgiu exigindo uma canção.
Ela esta lá no primeiro disco ! Ouçam o caminhar do “giant”, já o ácido
está sobre a língua na capa de Acquiring the taste”. E pantagruel vai se
assustando com o humano dali prá frente , álbum a álbum..e se despede
em “Missing piece..onde a parte que falta ou faltava ou faltou sempre fora
a simplicidade.
Gargantua!
Rabelais.
Tina
24 de agosto de 2014 11:38 pmAmei
Minha alma se alegrou como quando eu tinha 17 anos. Linda lembrança.
Valeu, Morallis!
alfeu
25 de agosto de 2014 12:49 am3 FRIENDS foi o álbum do
3 FRIENDS foi o álbum do primeiro contato. Não larguei mais. Gosto dessa mistura em “Peel the Paint”
[video:https://www.youtube.com/watch?v=EzDXxPbTv1Y%5D
alfeu
25 de agosto de 2014 12:57 amEnsaiando.
Ensaiando.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=lZB9ENbOQYw%5D
Jorge Leite Pinto
25 de agosto de 2014 1:22 amDisparado o melhor grupo de
Disparado o melhor grupo de progressivo “ever”…
Em 1974 ganhei uma fita k7 de uma namorada com 3 sons da banda. Elouqueci.
Só sosseguei quando, vinte anos depois, comprei todos os CDs deles na Tower da Picadilly.
Post-bálsamo, para compensar aquele que fala em votar na marina. Cruzes!
Gerson Pompeu
25 de agosto de 2014 8:59 amRefinadíssimos.
Eram capazes de, ao vivo, ter a mesma sonoridade do disco por serem todos multi-instrumentistas e trocarem de instrumentos durante a execução das músicas.
Junto com King Crimson e Yes, minhas bandas de “progressivo” preferidas.