Ana Gabriela Sales
Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.
Camila Bezerra
Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...
Carla Castanho
Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN
anarquista sério
23 de agosto de 2014 10:51 am(Sem título)
anarquista sério
23 de agosto de 2014 10:53 am(Sem título)
Free Walker
23 de agosto de 2014 10:58 amViva a Liberdade!
Esse link do operamundi (hora vejan) vai para os saudosistas de todos os muros…tal qual água, o homem precisa de liberdade.
http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/37509/conheca+seis+fatos+sobre+o+piquenique+que+25+anos+atras+ajudou+a+derrubar+o+muro+de+berlim.shtml
Amaro Doce
23 de agosto de 2014 11:08 amO deu no JN, mas aconteceu ou está acontecendo
Você sabia que a Dilma fez/está fazendo tudo isso pelo Brasil? Se está curioso para saber do que se trata, dê uma olhada no vídeo que foi exibido no segundo programa eleitoral do PT e partidos coligados. E vem por aí muito mais.
E no final do programa Lula diz umas verdades sobre o papel político, não informativo, do PIG (ele não usa esta sigla, mas fica claro a quem ele se dirige).
http://youtu.be/mi-DSZBKEdo
IV AVATAR
23 de agosto de 2014 11:11 amO Brasil Corre o Risco de Eleger a Morte
Sob o signo da morte nasceu a candidatura da “sem partido” Marina Silva.
A morte garantiu-lhe um partido
O Brasil não pode eleger essa mulher
O Brasil não pode ser governado pelo signo da morte, como querem as forças ocultas mas não tão ocultas assim: A Neca Setúbal está ai, já falando como se fosse presidenta, mais do que alguém que é responsável por traçar e determinar o programa de governo de Marina Silva, ela já disse a que veio: Quer a autonomia do Banco Central para que, assim, os juros sejam determinados pelo Itaú e banqueiros, 5% de juros, como fez Dilma, o que provocou a ira geral, se depender de Neca, nunca mais.
Segue link para o texto na íntegra
http://josecarloslima.blogspot.com.br/2014/08/a-morte-de-eduardo-campos.html
alfredo machado
23 de agosto de 2014 11:21 amCNVerdade contra Enzo Peri
Nassif,
A partir do 247,
DILEMA URGENTE DE DILMA: OU DEMITE O GENERAL OU EXTINGUE A CNV
A presidente Dilma Rousseff acordou estarrecida nesta sexta-feira, 22, como qualquer brasileiro que se respeita. E diante de um dilema inadiável, indelegável, inquestionável:
Ou Dilma demite o Comandante do Exército ou Dilma extingue a Comissão Nacional da Verdade (CNV).
Não há mais clima de convivência possível entre o general Enzo Peri, chefe do Exército, e os seis comissários da CNV, diante da espantosa manchete de hoje do jornal O Globo: “Anos de chumbo: comandante impõe silêncio ao Exército.”
O repórter Chico Otávio recebeu do procurador Sérgio Suiama, da Procuradoria da República do Rio de Janeiro, um inacreditável ofício enviado em 25 de fevereiro passado aos quartéis de todo o País pelo comandante do Exército, general Enzo Peri, proibindo qualquer colaboração para apurar crimes da ditadura que derrubou o presidente João Goulart. O general Peri chega ao requinte de mandar um modelo de ofício, em branco, instruindo cada quartel a rebater pedidos do Procurador-Geral da República para o seu gabinete em Brasília, no quarto andar do Bloco A do QG do Exército (veja cópia abaixo].
O cala-boca nacional do general Peri abrange qualquer pedido ou requisição de documentos feitos pelo “Poder Executivo (federal, estadual e municipal), Poder Legislativo (federal, estadual e municipal), Ministério Público, Defensoria Pública e missivistas que tenham relação ao período de 1964 a 1985”). Só quem pode responder a tudo isso, esclarece o ofício, é o Gabinete do Comandante do Exército, ou seja, o próprio general Peri, erigido agora com uma autoridade que transborda todas as esferas de poder.
É útil lembrar que os desmandos e abusos cometidos entre 1964 e 1985 constituem o foco principal da investigação da CNV, que apresentará ao País em dezembro próximo o seu relatório final.
A solução do impasse agora revelado cabe exclusivamente à Suprema-Comandante das Forças Armadas (FFAA), a quem o general se subordina nos termos da Constituição, e à Presidente da República, que criou a CNV em 2011 e a instalou no ano seguinte justamente para apurar graves violações dos direitos humanos no País. Dilma acumula as duas funções e a dupla responsabilidade.
Cabe a ela, e a mais ninguém, repor a autoridade de seu comando e o prestígio de seu cargo. Se nada fizer, Dilma perderá ambos — a autoridade e o prestígio. Tudo isso em meio a uma brava campanha eleitoral, que não permite hesitações ou fraquezas. À esquerda ou à direita.
É útil lembrar que o ofício do general Peri foi remetido a todas OM (organizações militares) e com difusão para todos os Comandantes de OM e Estado-Maior, ou seja, todos os 108 generais da tropa – os 14 generais de Exército, os 32 generais de Divisão e os 62 generais de Brigada que integram a maior e mais poderosa força militar terrestre da América Latina, com 220 mil homens e a maior concentração de blindados do continente, com 2.000 tanques, 500 deles pesados.
Existe aqui uma clara confrontação da estrela máxima da República, a da presidente Dilma, com o firmamento das 276 estrelas que comandam a tropa — 14 generais de exército (quatro estrelas), 32 de divisão (três estrelas) e 62 de brigada (duas estrelas). A estrela maior deve brilhar sobre todas as outras, nos termos da Constituição e da hierarquia militar, ou então se apaga irremediavelmente.
O grave tom de insubordinação do general Peri se constata pela data em que enviou o ofício cala-boca a seus subordinados de todo o País: 25 de fevereiro de 2014, exatamente uma semana após a entrega pela CNV de seu relatório ao ministro Celso Amorim pedindo informações às Forças Armadas. Quatro meses depois a CNV recebeu um insolente, imprestável conjunto de 455 páginas de relatórios das FFAA que não investigam, não relatam e não respondem às perguntas objetivas e documentadas da Comissão da Verdade. Uma nota oficial assinada pelos seis comissários da CNV definiu, em junho passado, a qualidade da maçaroca de papel sem serventia recolhida pelos oficiais-generais: “Deplorável, lamentável”, acusou a CNV.
O relatório minucioso da Comissão da Verdade relacionava, com nomes e datas, graves violações aos direitos humanos nos sete endereços mais notórios da repressão coordenada pelos militares, situados no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Pernambuco. São cinco quartéis do Exército — incluindo os DO-CODI do Rio e São Paulo, os endereços mais letais da repressão, onde morreram pelo menos 81 pessoas, segundo levantamento da CNV —, uma base da Marinha e outra da Aeronáutica, com os nomes, sobrenomes, datas, depoimentos e horrores sobre nove casos de mortes sob tortura e de outros 17 presos políticos torturados. O relatório do Exército de Peri tinha 42 páginas e, como constatou o procurador Suiama, cobria uma encenação.
O Exército, descobriu o procurador, fingiu que trabalhou durante quatro meses para atender ao pedido da CNV, mas uma semana após a solicitação já cumpria uma determinação exatamente oposta de seu comandante em chefe, o general Enzo Peri.
O dúplice comportamento do comandante da corporação, de um lado chefiando uma investigação e de outro lado impondo o silêncio aos quartéis, lança um manto de dúvida sobre o objetivo real do Exército. Na prática, o ofício cala-boca de Peri submete a CNV à zombaria pública de militares insubmissos e de generais refratários ao interesse nacional, à hierarquia e à verdade, escancarando um deboche corporativo que tripudia sobre a inteligência dos cidadãos e a própria democracia.
O documento da Procuradoria da República revelado pelo O Globo lança uma suspeita terrível sobre o Exército: a CNV foi vítima inocente de uma fraude, de uma farsa? Como o Exército poderia produzir um relatório consistente e crível diante de uma ordem de silêncio imposta por seu comandante?
O Brasil não pode mais conviver com esta grave contradição.
Ou o Exército leva a sério a missão institucional da Comissão da Verdade, ou não.
A presidente da República, num gesto altivo e corajoso, instituiu a CNV em 2012 com a missão expressa de apurar tudo. Agora, o comandante do Exército ordena o contrário: ninguém subordinado a ele pode ajudar nas apurações.
O general Peri não está zombando apenas da CNV.
Está achincalhando a autoridade da comandante-suprema, a presidente da República.
O Brasil deve agora se perguntar: o que fará a CNV?
O que fará o Ministro Celso Amorim?
O que fará a presidente Dilma Rousseff?
Se ninguém fizer nada, já, agora, de forma clara, decisiva, contundente, todos se desmoralizam perante o País e os brasileiros.
Os comissários da CNV precisam dar ao país uma resposta urgente, clara, digna, altiva.
O ministro Amorim precisa explicar ao país que confusão é esta. A quem ele presta contas: à presidente Dilma, que criou uma CNV para apurar, ou ao seu subordinado, o general Peri, que impôs o silêncio sobre a tropa?
A presidente Dilma precisa esclarecer ao país quem manda no Governo Federal.
É Dilma, chefe suprema do Executivo, ou é o comandante do Exército?
O Exército, que sonegou em seu relatório a constatação de que a guerrilheira Dilma é uma das torturadas no DOI-CODI da rua Tutoia onde o Exército jura não ter havido tortura, precisa explicar agora que confusão essa.
Quem manda, afinal: Dilma ou Peri? A presidente ou o general?
Os atuais comandantes, se não a compostura, perderam o prazo de validade.
Os três comandantes das FFAA — o general Peri, o brigadeiro Saito e o almirante Moura Neto — são gente do bem, fichas limpas em relação à repressão e aos abusos da ditadura. Nada têm a ver com elas, como o esmagador conjunto de seus 330 mil companheiros de farda no Exército, na Aeronáutica e na Marinha. Todos os três chegaram ao generalato, por nomeação do presidente Fernando Henrique Cardoso, apenas em 1995, quando a ditadura já era defunta há uma década.
São boa gente, mas atuam e agem como comandantes fracos e acomodados.
Estão em seus cargos desde 2007, como herança gelatinosa de Lula para a Dilma. Estão, portanto, há sete anos no cargo, mais do que o mandato de um presidente, quase o mandato de dois presidentes…
O DIÁRIO DO PODER contou que, na terça-feira, logo após ler o estarrecedor relato da jornalista Miriam Leitão sobre as torturas sofridas durante três num quartel do Exército em Vila Velha, ES, a partir de dezembro de 1972, o senador Cristovam Buarque mandou por fax um bilhete ao ministro Celso Amorim, fortalecendo o pedido de desculpas das FFAA à jornalista torturada. “Nenhum soldado de hoje pode ser acusado de responsabilidade por fatos do passado, mas serão responsabilizados por esconderem os fatos, o que também macula a História, ferida por escondida. O silêncio é uma conivência e cumplicidade”, ensinou Buarque.
Amorim ligou de volta, na manhã de quarta-feira, 20, dizendo-se também ‘impactado’ pelo depoimento de Míriam Leitão. E completou com uma frase enigmática: “Eu sei das coisas que precisam ser ditas, mas tenho algumas limitações…”.
As únicas duas limitações que Amorim tem para cima são o vice-presidente Michel Temer e a presidente Dilma Rousseff. Se um ou outro estão limitando o Ministro da Defesa são passíveis de crime de prevaricação.
As limitações que Amorim tem para baixo só podem ser os 108 oficiais que compõem sua tropa de generais. Se algum deles está limitando o Ministro da Defesa são passíveis do crime de insubordinação.
Amorim está obrigado a esclarecer quem limita suas ações na pasta da Defesa.
A presidente da República, chefe de Amorim e comandante do general Peri, está obrigada a procurar esta resposta.
Nenhuma eleição, nenhuma conveniência eleitoral justifica agora o silêncio, a omissão, a covardia, a inércia da Dilma.
Não se investiga o passado em cima do silêncio.
Não se constrói um país em cima do medo.
Não se consolida a democracia em cima da mentira.
A presidente Dilma precisa escolher entre o general Peri e a Comissão da Verdade.
Os dois não podem mais conviver no Estado Democrático de Direito.
MiriamL
23 de agosto de 2014 11:22 amHoje na História: 1791 –
Hoje na História: 1791 – Eclode a insurreição de escravos de São Domingos, atual Haiti
Max Altman | São Paulo – 22/08/2014 – 08h00
Guerra levou à independência da ilha dos domínios coloniais franceses; negros, até então escravizados, passaram a receber salários
Wikimedia Commons
Na noite de 22 para 23 de agosto de 1791, eclode uma violenta insurreição em São Domingos, colônia francesa das Antilhas. Escravos negros e alforriados exigem liberdade e igualdade de direitos com os cidadãos brancos.
Era o começo de uma longa e sangrenta guerra que levaria à independência da ilha: a maior das revoltas de escravos da história e a única que foi vitoriosa.
[Retrato de François Toussaint, o “libertador de São Domingos”]
Com o nome oficial de “costas e ilhas de São Domingos na América sob o vento”, a colônia era, antes da Revolução Francesa, a mais próspera das possessões francesas de ultramar graças as suas plantações de café e de cana de açúcar, além de seus numerosos escravos.
A colônia contava com cerca de 600 mil habitantes, dos quais 40 mil alforriados e 500 mil escravos negros regidos pelo Código Negro.
Os alforriados não tinham o mesmo direito dos colonos brancos. O título de ‘Monsieur’ lhes era interditado, o mesmo com certas profissões. Mas se beneficiavam de certa facilidade, eram muito dinâmicas e possuíam de um quarto a um terço dos escravos.
Devido à escassez periódica, diversas revoltas sacudiram a ilha no curso do século 18, porém foram uma a uma reprimidas. Na altura, os escravos representavam cerca de nove décimos da população, de longe mais que qualquer outra colônia.
Em 15 de maio de 1791, em Paris, a Assembleia Nacional aprova o direito de voto a certos “livres de cor”. Essa medida inquieta os fazendeiros brancos de São Domingos que passam a proclamar sua independência para preservar a ilha de ‘ideias sediciosas’ vindas da metrópole.
A decisão não satisfaz os interessados que reclamam uma verdadeira igualdade de direitos com os colonos, embora permanecendo fieis ao rei. Os negociantes brancos, que se beneficiavam da proteção aduaneira exclusiva, também se diziam fieis à monarquia, mas se opunham aos fazendeiros.
Alforriados mulatos, negociantes e fazendeiros começam a se confrontar, não hesitando a associar seus escravos à disputa e mesmo a lhes confiar armas.
Os ‘negros marrons’ – escravos que fugiram das plantações e se refugiaram na floresta – exigiam a abolição da escravatura no curso de uma cerimônia vudu no Bosque Caiman, sob a liderança do religioso Bukman, em 14 de agosto de 1791. Esta exigência desemboca numa insurreição na noite de 22 de agosto, com Bukman cercado de seus lugares-tenentes Romaine, o profeta, Hyacinthe, Georges Biassou e Jean-François.
Centenas de canaviais e cafezais são destruídos. Os brancos são massacrados. Os insurgentes negros logo recebem o apoio dos alforriados irritados com a execução de vários deles, entre os quais o célebre Vincent Ogé.
Os primeiros combates revelam o talento militar de um cocheiro de 48 anos, François Toussaint, filho de um africano de Benin e que recebeu uma educação sumária. Alforriado 15 anos antes, em 1776, pôde adquirir uma propriedade de 13 hectares e 20 escravos. Quando irrompe a insurreição, Toussaint não tarda em fazer prova de sua coragem e talentos de estrategista.
Em 28 de março de 1792, Paris estabelece uma igualdade de direitos entre todos os homens livres – salvo os escravos – mas esta nova medida chega tarde demais para conter a revolta.
Em 1793, a Espanha entra em guerra contra a França. Madri, que ocupava a parte oriental da ilha, propõe a Toussaint combater os franceses a seu lado em troca da promessa de liberdade geral. Os revoltosos aceitam e Toussaint recebe o posto de lugar-tenente geral das tropas espanholas. Para fazer frente a ele, a república francesa designa como seus comissários Sonthonax e Polverel, com um corpo expedicionário de 6 mil homens.
Os comissários decidem em junho de 1793 libertar os escravos fieis a Paris. Mais tarde, Sonthonax se resigna a uma liberdade geral, o que ocorre em 29 de agosto de 1793: “Todos os negros e sangue-mestiços, atualmente na escravidão, são declarados livres para gozar de todos os direitos ligados à qualidade de cidadão francês…”.
Três deputados de São Domingos ganham Paris e convencem a Convenção de generalizar a abolição da escravatura ao conjunto das colônias francesas pelo decreto de 6 pluviôse Ano II (4 de fevereiro de 1794).
Diante disso, fazendeiros não hesitam em apelar aos ingleses por socorro. Três meses depois, em maio de 1794, 7.500 soldados ingleses, vindos da vizinha Jamaica, desembarcam no Haiti e tomam a capital Porto Príncipe.
Em 18 de maio de 1794, o herói negro Toussaint muda de lado e faz frente comum com os revolucionários franceses, agradecido de ter libertado os escravos. A Convenção o nomeia general de divisão em 17 de agosto de 1794.
Os ingleses em São Domingos são finalmente derrotados e dizimados por uma epidemia de febre amarela à qual os negros passam quase incólumes. Toussaint retoma o sul da ilha de seu rival Ribot, e, em outubro de 1798, recebe a rendição definitiva dos ingleses.
Toma em suas mãos, desde então, o governo da ilha e se aplica em garantir os plantadores. Com a prosperidade aflorando, obriga seus irmãos de cor a trabalhar agora como assalariados nas plantações onde outrora eram escravos.
O libertador de São Domingos proclama, em 8 de julho de 1801, a autonomia da ilha e se autonomeia governador-geral vitalício.
Napoleão, irritado, envia a São Domingos uma expedição comandada por seu cunhado, general Leclerc a fim de se livrar dos “negros dourados”. Segue-se uma guerra impiedosa ao cabo da qual São Domingos – atual Haiti – se torna totalmente independente.
http://operamundi.uol.com.br/conteudo/historia/37549/hoje+na+historia+1791+-+eclode+a+insurreicao+de+escravos+de+sao+domingos+atual+haiti.shtml
Filipe Rodrigues
23 de agosto de 2014 11:35 amResposta ao post: “A
Resposta ao post: “A instabilidade do presidencialismo brasileiro”
Se a mídia brasileira fosse patriota e não criminaliza-se a política lançaria a campanha: “Votem para deputado e senador em alguém do mesmo partido que está votando para presidente”. Uma boa idéia enquanto não se faz uma reforma política.
Está enganado Igor Cornelsen, Sarney e Itamar foram quem melhor conseguiram governar:
– Sarney se beneficiou da mega-vitória do PMDB em 1986, há pouco tempo era vice do Tancredo e aliado da ditadura? Sim, mas o PMDB era um partido dividido (ficou muito pior com a entrada da direita pós-Diretas Já). Para enfrentar o PMDB de Ulisses e a esquerda (PT, PDT, PC do B, etc) tinha partidos auxiliares (PFL, ARENA). Apesar das dificuldades foi um período de muitos avanços pela solução via-política ou institucional.
– Itamar foi o único que conseguiu formar um governo de coalizão a serviço do país e não dos aliados, pena que FHC foi o seu sucessor.
FHC detonou seu partido para se unir ao PFL em vez de se aproximar de Brizola, Arraes e o PT. Certamente Covas em seu lugar faria como JK (que se aliou aos Trabalhistas). E o PT?
Lula cedeu de mais aos aliados enfraquecendo o PT quando podia pisar no acelerador, percebo que há no momento uma mudança de rota, Lula fez autocrítica, as manifestações influenciaram e o PMDB em seu instinto de sobrevivência chiou…
Quando Lula chegou ao Planalto era sabido que seu sucessor seria um dos três:
– José Dirceu;
– José Genoíno;
– Aloizio Mercadante;
Dirceu e Genoíno foram tragados pelo Mensalão, Mercadante encolheu (se fosse ministro da Fazenda seria o sucessor natal).
O PT precisava ser menos paulista, com isso Dilma se beneficiou depois de superar Palocci, além é claro da opinião econômica.
Porém sem a escolha pessoal de Lula os sucessores naturais no PT seriam Patrus Ananias e Tarso Genro, dois dos ministros lulistas de maior destaque e que reforçavam a tese da despaulistização.
MiriamL
23 de agosto de 2014 11:46 amCompra de livros representa
Compra de livros representa 82% das operações com Vale-Cultura
Publicado por EFE [via UOL]
A ministra da Cultura, Marta Suplicy, divulgou nesta sexta-feira (22), durante a abertura da 23ª Bienal do Livro de São Paulo, os dados atualizados sobre o uso do vale-cultura, criado para fomentar o acesso à cultura entre trabalhadores com renda de até cinco salários mínimos.
De acordo com Marta, o vale-compras no valor de R$ 50 tem sido usado majoritariamente na compra de livros, jornais e revistas, que concentram 82% das operações realizadas com o cartão.
“Eu lembro que, quando fazia campanha com (o ex-presidente) Lula, ele dizia que o sonho dele era dar comida três vezes ao dia para todos os brasileiros. Acho que isso está praticamente encaminhado, agora o brasileiro quer alimento para a alma”, comentou a ministra.
De acordo com dados do Ministério da Cultura, em seis meses já foram emitidos mais de 223 mil cartões com potencial de movimentação no setor de R$ 25 bilhões por ano.
Marta insistiu ainda na defesa de uma nova imagem cultural do Brasil, baseada na produção cultural em áreas ainda pouco divulgadas, como a literatura, a partir de uma série de políticas de incentivo à leitura.
Entre os projetos, está a implementação de um Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), cujo decreto foi assinado durante a cerimônia de abertura da Bienal e que prevê investimentos para a ampliação e reforma de bibliotecas e ações de incentivo à leitura.
Tido pela ministra como “o mais importante” projeto para o incentivo à leitura, o decreto está sendo transformado em projeto de lei e deve ir ao Congresso em setembro.
“O Brasil vai ter um política de Estado para o desenvolvimento da leitura. Quando você carimba como política de Estado, as coisas ganham outro nível”, ressaltou a ministra.
http://www.livrosepessoas.com/2014/08/22/compra-de-livros-representa-82-das-operacoes-com-vale-cultura/
Free Walker
23 de agosto de 2014 12:14 pmGet Back, os The Beatles com
Get Back, os The Beatles com Billy Preston, o 5o. beatle….
https://www.youtube.com/watch?v=Ijx17Wv-1-Y
Motta Araujo
23 de agosto de 2014 12:44 pmhttp://2.bp.blogspot.com/-FNH
http://2.bp.blogspot.com/-FNHs75buW9I/URe5h73w7NI/AAAAAAAAAIA/bTUE5D016dc/s640/Stalin_Ribbentrop_Molotov.jpg
75 ANOS DO PACTO GERMANO SOVIEITCO – Hoje faz 75 anos que foi assinado um dos tratados mais importantes do Seculo XX, o Pacto Germano Sovietico de Cooperação e Não Agressão, que permitiu ao Terceiro Reich ter a garantia de não ser atacadao a leste enquanto invadia a França, a Holanda, a Belgica, o Luxemburgo, a Dinamarca e a Noruega.
Alem disso, a URSS passou a exportar à Alemanha grandes quantidades de madeira, minerios, petroleo, trigo.
O Pacto foi assinado pelos chanceleres Joachim Ribbentrop e Vyachslav Molotov sob os olhares de Stalin.
A URSS cumpriu rigorosamente sua parte, dois enormes trens de mercadorias cruzaram a fronteira até duas horas antes do ataque alemão à URSS em 21 de julho de 194, por dois anos a URSS foi grande fornecedora de materias primas para o esforço de guerra alemão, que seria logo depois lançado contra a propria URSS.
O Pacto tinha um protocolo secreto que previa a partição da Polonia entre a URSS e o Terceiro Reich, extinguindo o Estado polonês, o que foi brutalmente ralizado pelas partes contratantes sem nenhuma cerimonia.
Um tratado torpe de malfeitores para rachar o roubo, foi o caminho seguro para criar as condições de lançamento da Segunda Guerra.
Os Aliados ocidentais tiveram grande parte da culpa pela realização desse tratado, ao recusar proposta de Stalin para uma aliança entre Inglaterra, França e URSS visando conter a Alemanha, não deixando a Stalin outra opção a não ser
um pacto para se garantir contra a Alemanha, que depois se revelou inutil.
O Pacto Germano Sovietico de 23 de agosto de 1939 foi um espanto mundial, uma surprsa completa, deixando completamente desorientados os partidos comunistas do ocidente, especialmente o PCF Partico Comunista Francês,
que foi o principal organizador da resistencia comunista em apoio à Republica na guerra civil de Espanha, que tinha acabado meses antes. No mundo inteiro, inclusive no Brasil, os partidfos comunistas estavam na frente da lutas anti-fascistas por anos e o Pacto deixou esses partifdos sem discurso, a imprensa do PCF, especialmente o jornal L´Humanité, o mais importante do movimento comunista fora da URSS passou de um dia para o outro a elogiar o Terceiro Reich, o que chocou a intelectualidade comunista, muitos abandonaram o partido.
Pedro Penido dos Anjos
23 de agosto de 2014 1:41 pmSugestão de André Paulo Reis,
Sugestão de André Paulo Reis, aqui no blog:
Antes de votar em Marina, você precisa conhecer Neca – e fazer a pergunta de R$ 18 bilhões
por André Forastieri, no R7
Você precisa conhecer Neca. Ela é a coordenadora do programa de governo de Marina Silva, pela Rede Sustentabilidade, ao lado de Mauricio Rands, do PSB. O documento será divulgado na semana que vem, 250 páginas consensadas por Marina e Eduardo Campos. Educadora, com longo histórico de obras sociais, Neca conheceu Marina em 2007. É uma das idealizadoras e principais captadoras de recursos da Rede Sustentabilidade.
Sua importância na campanha e no partido de Marina Silva já seria boa razão para o eleitor conhecê-la melhor. Ainda mais após a morte de Eduardo Campos. Mas há uma razão bem maior. Neca é o apelido que Maria Alice Setúbal carrega da infância. Ela é acionista da holding Itausa. Você pode conferir a participação dela neste documento do Bovespa. Ela tem 1,29% do capital total. Parece pouco, mas o valor de mercado da Itausa no dia de ontem era R$ 61,4 bilhões. A participação de Maria Alice vale algo perto de R$ 792 milhões.
A Itausa controla o banco Itaú Unibanco, o banco de investimentos Itaú BBA, e as empresas Duratex (de painéis de madeira e também metais sanitários, da marca Deca), a Itautec (hardware e software) e a Elekeiroz (gás). Neca herdou sua participação do pai, Olavo Setúbal, empresário e político. Foi prefeito de São Paulo, indicado por Paulo Maluf, e ministro das relações exteriores do governo Sarney. Olavo morreu em 2008. O Itaú doou um milhão de reais para a campanha de Marina Silva em 2010.
Em agosto de 2013 — portanto, no governo Dilma Rousseff — a Receita Federal autuou o Itaú Unibanco. Segundo a Receita, o Itaú deve uma fortuna em impostos. Seriam R$ 18,7 bilhões, relativos à fusão do Itaú com o Unibanco, em 2008. O Itaú deveria ter recolhido R$ 11,8 bilhões em Imposto de Renda e R$ 6,8 bilhões em Contribuição Social sobre o Lucro Líquido. A Receita somou multa e juros.
R$ 18 bilhões é muito dinheiro. É difícil imaginar que a Receita tirou um valor desse tamanho do nada. É difícil imaginar uma empresa pagando uma multa que seja um terço disso. Mas embora o economista-chefe do Itaú esteja hoje no jornal dizendo que o Brasil viveu um primeiro semestre de “estagnação”, o Itaú Unibanco lucrou R$ 4,9 bilhões no segundo trimestre de 2014, uma alta de 36,7%. No primeiro semestre, o lucro líquido atingiu R$ 9,318 bilhões, um aumento de 32,1% em relação ao primeiro semestre de 2013. O Unibanco vai muitíssimo bem. E gera, sim, lucro para pagar os impostos e multa devidos – ainda que em prestações.
A autuação da Receita foi confirmada em 30 de janeiro de 2014 pela Delegacia da Receita Federal do Brasil de Julgamento. O Itaú informou que iria recorrer desta decisão junto ao Conselho Administrativo de Recursos fiscais. Na época da autuação, e novamente em janeiro, o Itaú informou que considerava “remota” a hipótese de ter de pagar os impostos devidos e a multa. Mandei um email hoje para a área de comunicação do Itaú Unibanco perguntando se o banco está questionando legalmente a autuação, e pedindo detalhes da situação. A resposta foi: “Não vamos comentar.”
O programa de governo de Marina Silva, que leva a assinatura de Maria Alice Setúbal, merece uma leitura muito atenta, à luz de sua participação acionária no Itaú. Um ano atrás, em entrevista ao Valor, Neca Setúbal foi perguntada se participaria de um eventual governo de Marina. Sua resposta: “Supondo que Marina ganhe, eu estarei junto, mas não sei como. Talvez eu preferisse não estar em um cargo formal, mas em algo que eu tivesse um pouco mais de flexibilidade.”
Formal ou informal, é muito forte a relação entre Neca e Marina. Uma presidenta não tem poder para simplesmente anular uma autuação da Receita. Mas tem influência. E quem tem influência sobre a presidenta, tem muito poder também. Neca Setúbal já nasceu com muito poder econômico, que continua exercendo. Agora, pode ter muito poder político. É um caso de conflito de interesses? Essa é a pergunta que vale R$ 18,7 bilhões de reais.
Pedro Penido dos Anjos
23 de agosto de 2014 1:46 pmQuem coordena é Erundina, do
Quem coordena é Erundina, do PSB, mas quem manda é a Setúbal, do Itaú
22 de agosto de 2014 | 10:57 Autor: Fernando Brito
Impressionante a entrevista da sócia do Itaú, Maria Alice Setúbal, na Folha.
Sai-se como a Armínio Fraga de Marina Silva e dá palpite sobre tudo, em especial a economia, com a segurança de quem sabe que a candidata está presa ao que ela disser.
Tanto que o jornalista Fernando Rodrigues, apesar de entrevistar Setúbal, coloca sem meias-palavras, no título: Marina acena ao mercado e promete autonomia para o BC”
A herdeira-banqueira chega ao ponto de alinhar como será a “equipe econômica” marinista.
“O mercado visualizando as pessoas que estão ao lado dela vai ter muito mais segurança. Ela já tem vários economistas. Terá outras, mais operadoras. Tem [Eduardo] Giannetti, André Lara Rezende, Eliana Cardoso, José Eli da Veiga. São economistas que têm um olhar mais acadêmico. Eles já dão um certo aval para o mercado -embora eu entenda que não seja suficiente porque eles são mais teóricos. Acredito que ao longo da campanha nós vamos ter outras pessoas que estarão se aproximando, que são mais, vamos dizer, operadores.”
Em nenhum momento ela sequer ressalva que essa ou aquela questão deva ser formulada à própria candidata. Responde com foros de porta-voz.
Precisa mais para deixar claro quem vai mandar?
Luiza Erundina, que nunca foi propriamente uma pessoa com grande poder dentro do PSB – basta ver como foi derrotada na aliança paulista com Alckmin – vai emprestar sua seriedade ao trabalho de aparar os conflitos internos do partido.
Nisso, Marina não vai criar problemas para ela, porque não importa quem esteja no comando das quinquilharias partidárias, nada apetitosas para a ex-senadora.
No que importa, a sua coordenadora já se apresentou ao público.
Maria Alice Setúbal.
lucascosta
23 de agosto de 2014 10:16 pmOs lanches por votos
Por voto, candidatos em campanha engolem de coxinha a mosca no café
Já é tradição durante a campanha eleitoral. Candidatos saem para a rua fazer o famoso “corpo a corpo”, visitam comércios, beijam criancinhas, abraçam velhinhas e, entre uma atividade e outra, param em algum ponto para comer uma coxinha, lotar o prato no bandejão, encarar uma exótica buchada de bode e, para fechar o menu, um café frio com mosca. Sim, isso aconteceu em uma das campanhas do vereador paranaense Célio Guergoletto (PP-PR).
E como nestes casos o objetivo é mostrar para o povo que seu candidato não tem frescura e é gente como a gente, é importante não se abater com estes percalços e aceitar tudo que o eleitor lhe oferecer.
“Estávamos em um bairro bem pobre de Londrina e ele foi convidado por uma mulher para tomar um café em sua casa. Aceitou. Só que o café estava frio e, para piorar, tinha uma mosca na caneca. O pior é que não dava para cuspir. Ia parecer desfeita. Então ele ficou ali por vários minutos com a mosca na boca, a mulher falando e ele apenas concordando com a cabeça e fazendo ‘hum-humm, hum-humm’. Só pôde cuspir quando saiu. Foi engraçado”, conta o coordenador de campanha Claudio Osti, que trabalha com marketing político desde 1996.
Mas esse tipo de ação tem efeito na hora da eleição? Osti diz que funciona mais para “gerar mídia” e “fazer cena” para o horário eleitoral do que para gerar voto. “Nesses eventos não têm nem como passar qualquer mensagem política. Geralmente isso acontece em pontos tradicionais onde há muita concentração de pessoas. Então, em Curitiba, por exemplo, o candidato tem que ir tomar um café na Boca Maldita. Em Londrina, tomar uma vitamina em frente à Catedral e em qualquer outra cidade comer um pastel na feira.”
Para Carlos Rayel, que coordena a imagem do candidato a governador Lúdio Cabral (PT-MT) e que já foi secretário de comunicação do ex-governador de São Paulo Orestes Quércia, o marketing alimentício só funciona quando é natural. Segundo ele, a ocasião em que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso comeu buchada de bode e andou de jumento ficou parecendo “forçação de barra”.
“Todo mundo sabe que ele tem hábitos bem mais requintados que aquele. Então funciona para o pessoal daquela região, mas fora dali não. O candidato daqui, por exemplo, é médico sanitarista de um região específica e sempre trata pessoas com hipertensão. Para ver se as pessoas tinham mudado seus hábitos alimentares, ele sempre fazia uma visita surpresa nas casas delas na hora do almoço. Aí resolvemos usar isso no programa eleitoral.”
Rayel faz uma ressalva, no entanto. Segundo ele, é preciso considerar que, assim como o vereador paranaense, o ex-presidente provavelmente não teve como escapar do prato que lhe fora oferecido.
A consultora de comportamento Cláudia Matarazzo diz que, nestes casos, o candidato não deve recusar logo de cara qualquer comida que lhe seja oferecida, por mais indigesta que ela possa parecer. “Tem que ser delicadamente. Coma só um pouquinho, diz que acabou de almoçar ou enrola um pouco e diz que está atrasado.”
No entanto, esta regra pode e deve ser quebrada quando o político tiver alguma restrição alimentar. “O Serra, por exemplo, tem problemas com lactose, a Marina Silva também tem várias restrições. A saúde em primeiro lugar”, diz a consultora.
Há apenas um grande inimigo a ser evitado durantes as campanhas, segundo os entrevistados: a maionese. “As campanhas têm sempre um problema: o almoço. O candidato está andando a manhã toda, para para almoçar e o primeiro prato que aparece é a maionese, que foi feita horas antes. Tem muita chance de dar errado. Então, maionese jamais.”
Do UOL