5 de junho de 2026

Grande mídia assume papel da ‘oposição fragilizada’ na eleição

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Jornal GGN – Muitos se esqueceram, outros nem souberam, mas a realidade é que a ‘grande imprensa’ formulou com clareza um projeto de intervenção na vida política nacional. Não é teoria conspiratória. Quem disse que os ‘meios de comunicação estão fazendo de fato a posição oposicionista deste País, já que a oposição está profundamente fragilizada’, foi a Associação Nacional de Jornais, por meio de sua presidenta, uma das principais executivas do Grupo Folha.”

A sentença, lembrada por Marcos Coimbra em artigo publicado na CartaCapital, nunca fez tanto sentido. Aliás,na visão do articulista, o faz desde 2012, quando começou a movimentação para impedir que a presidente Dilma Rousseff (PT) seja reeleita. 

Nesse cenário, a grande mídia tem trabalhado mais e melhor do que muitos partidos de oposição. Basta ver os resultados do Machetômetro citados por Coimbra, apontando 93% de noticiário negativo para Dilma no Jornal Nacional, da Rede Globo, onde a presidente estará na noite desta segunda (18).  

As eleições e a mídia

Por Marcos Coimbra

Na CartaCapital

Na próxima terça 19, com o início da propaganda eleitoral na televisão e no rádio, entraremos na etapa final da mais longa eleição de nossa história. Começou em 2011 e nossa vida política gira em torno dela desde então.

A batalha da sucessão de Dilma Rousseff foi iniciada quando cessou o curto período de lua de mel com as oposições, no primeiro ano de governo. Talvez em razão do vexame protagonizado por José Serra na campanha, o antipetismo andava em baixa.

Durou pouco. Na entrada de 2012, o clima político deteriorou-se. As oposições perceberam que, se não fizessem nada, marchariam para nova derrota na eleição deste ano. Ao analisar as pesquisas de avaliação do governo e notar que Dilma batia recordes de popularidade a cada mês, notaram ser elevadas as possibilidades de o PT chegar aos 16 anos no poder. E particularmente odiosa. Serem derrotadas outra vez por Dilma doía mais do que perder para Lula.

Ela era “apenas” uma gestora petista, sem a aura mitológica do ex-presidente. Sua primeira eleição podia ser creditada, quase integralmente, à força do mito. Mas a segunda, se viesse, seria a vitória de uma candidatura “normal”. Quantas outras poderiam se seguir?

A perspectiva era inaceitável para os adversários do PT. Na sociedade, no sistema político e no empresariado, seus expoentes arregaçaram as mangas para evitá-la. A ponta de lança da reação foi a mídia hegemônica, em especial a Rede Globo.

Recordar é viver. Muitos se esqueceram, outros nem souberam, mas a realidade é que a “grande imprensa” formulou com clareza um projeto de intervenção na vida política nacional.

Não é teoria conspiratória. Quem disse que os “meios de comunicação estão fazendo de fato a posição oposicionista deste País, já que a oposição está profundamente fragilizada”, foi a Associação Nacional de Jornais, por meio de sua presidenta, uma das principais executivas do Grupo Folha. Enunciada em 2010, a frase nunca foi tão verdadeira quanto de 2012 para cá.

Como resultado da atuação da vanguarda midiática oposicionista, estamos há três anos imersos na eleição de 2014. A derrota de Dilma é buscada de todas as formas. O “mensalão”? Joaquim Barbosa? A “festa cívica” do “povo nas ruas”? O “vexame” da Copa do Mundo? A “compra da refinaria”? O “fim do Plano Real”? A “volta da inflação”? O “apagão” na energia? A “crise na economia”? A “desindustrialização”? O “desemprego”?

Nada disso nunca teve verdadeira importância. Tudo foi e continua a ser parte do esforço para diminuir a chance de reeleição da presidenta.

Ou alguém acha que os analistas e comentaristas dessa mídia acreditam, de fato, na cantilena que apregoam quando se vestem de verde-amarelo e se dizem preocupados com a moral pública, os empregos dos trabalhadores ou a renda dos pobres? Ou que queiram fazer “bom jornalismo”?

Temos agora uma ferramenta para elucidar o papel da mídia na eleição. Por iniciativa do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, está no ar o manchetômetro (http://www.manchetometro.com.br), um site que acompanha a cobertura diária da eleição na “grande imprensa”: os jornais Folha de S.Paulo, O Globo e O Estado de S. Paulo, além do Jornal Nacional da Globo (como se percebe, os organizadores do projeto julgaram desnecessário analisar o “jornalismo” do Grupo Abril).

Lá, vê-se que os três principais candidatos a presidente foram objeto, nesses veículos, de 275 reportagens de capa desde o início de 2014. Aécio Neves, de 38, com 19 favoráveis e 19 desfavoráveis. Tamanha neutralidade equidistante cessa com Dilma: ela foi tratada em 210 textos de capa. Do total, 15 são favoráveis e 195 desfavoráveis. Em outras palavras: 93% de abordagens negativas.

É assim que a população brasileira tem sido servida de informações desde quando começou o ano eleitoral. É isso que faz a mídia para exercer o papel autoassumido de ser a “oposição de fato”.

O pior é que a influência dessas empresas ultrapassa o noticiário. Elas contratam as pesquisas eleitorais que desejam e as divulgam quando e como querem. E organizam os debates entre candidatos.

Está mais que na hora de discutir a interferência dessa mídia no processo eleitoral e, por extensão, na democracia brasileira.

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

42 Comentários
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  1. Fernando J.

    18 de agosto de 2014 6:39 pm

    Assim meu TCC fica muito fácil

    Apesar da idade “quase provecta”, tenho um TCC para entregar no final de 2016, e o tema é exatamente este. Daqui a pouco, terei de começar a salvar as matérias num HD externo, tamanha a quantidade. E a maioria esmagadora, coletada aqui neste espaço. 

  2. morallis

    18 de agosto de 2014 6:48 pm

    Quantas armadilhas prontas

    Quantas armadilhas prontas para  hoje.

    Dilma cai se quiser ou se fingir de morta.

  3. Maria Luisa

    18 de agosto de 2014 7:14 pm

    Democratização dos meios

    Perfeita analise de Marcos Coimbra. Os fatos (e dados) estão ai, quem não vê ? Pensando nas mudanças desses nossos tempos, nos meios de informação e interação que mudaram completamente a forma de acesso à informação, a nossa imprensa perdeu o bonde e esta correndo desesperadamente atras. Ela também esta agindo no limite da irresponsabilidade. Foi assim com Getulio, foi assim com Jango, foi assim com Brizola, com Lula, com o julgamento do alucinado mensalão, e tem sido assim com Dilma Rousseff. 

    Quem produzia a noticia no Brasil era apenas a grande imprensa. Então, quem detinha valor, poder, era ela. A democratização do conteudo foi a democratização do poder. E é com isso que a imprensa não esta conseguindo lidar. Resulta ai esse suicidio de se tornar oposição a tempo integral.  

     

     

  4. juarez.j.j.

    18 de agosto de 2014 7:16 pm

    Fala logo duma vez que a

    Fala logo duma vez que a grande imprensa é da casa grande e pronto!

  5. Ivan de Union

    18 de agosto de 2014 7:23 pm

    Ouvi dizer que a mirdia

    Ouvi dizer que a mirdia brasileira foi atropelada por uma morte, nao sei de quem…

  6. dete

    18 de agosto de 2014 7:29 pm

     O sorriso de Marina e os

     

    O sorriso de Marina e os fiscais da dor alheia: na internet, o ódio venceu o luto

     

     Por  | Matheus Pichonelli – 4 horas atrásCompartilhar3401Imprimir 

    Marina Silva no velório de Eduardo Campos (Foto: Alex Silva/ Estadão Conteúdo)Marina Silva no velório de Eduardo Campos (Foto: Alex Silva/ Estadão Conteúdo)Circula na internet uma foto da ex-senadora Marina Silva olhando com um meio-sorriso em direção a um dos filhos de Eduardo Campos enquanto o corpo do ex-governador era velado no Palácio do Campo das Princesas, sede do governo de Pernambuco, no domingo, 19 de agosto. O registro, captado em uma fração de segundo em uma cerimônia que durou o dia inteiro, dizia exatamente o que parecia dizer. Nada. Mas, como se não houvesse tristeza suficiente no drama de amigos e familiares, quem acompanhou o evento pelas redes sociais tratou de usar a imagem para expandir a crônica de uma velha tragédia, tão destrutiva quanto lamentável. Vestidos de fiscais de sentimento humano, esses internautas passaram a medir com uma métrica confusa o caráter das figuras públicas presentes à cerimônia.

    Ao longo do dia, as redes sociais se transformaram em um festival de atrocidades praticadas a céu aberto, movida em parte pelo pior tipo de jornalismo – o jornalismo marrom. Alguns chegaram ao ápice de sugerir uma distância, moral e humana, entre a ex-senadora e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao cravar no título: ele chorou, ela sorriu. O que isso quer dizer é um desafio para estudiosos da semiótica. Não é o meu caso, mas faço coro a alguns amigos que, de prontidão, trataram de remar contra a maré em um dia naturalmente triste, tornado ainda mais triste em meio à propagada desonestidade intelectual – aquela capaz de colocar um drama humano a serviço das próprias convicções.

    Um professor de ciência política com quem mantenho contato foi o primeiro a manifestar que alguma coisa estava pobre no reino de Zuckerberg: “O debate será o fato de a Marina ter dado uma risada e o Lula chorado? É isso?”

    Outro amigo, o jornalista Mauricio Savarese, reagiu em alto e bom som: “Sobre a foto da Marina sorrindo de soslaio em um momento aleatório de um velório no qual passou umas 10 horas: se você acha que ela está feliz pela morte do seu colega de chapa, você é um idiota”.

    E foi o Fernando Vives, meu vizinho de coluna aqui no Yahoo, quem sentenciou: “O funeral do Eduardo Campos mostrou uma nova classe na nossa sociedade: o sommelier de dor alheia. ‘Mas a Marina Silva sorriu’, ‘mas os filhos dele fizeram tal coisa’. Cada vez mais acredito que o Brasil, por ser um país adolescente, tem, na média, cidadãos que se comportam como tal. Lançar regra na dor alheia configura falta de caráter. E as redes sociais estão aí pra lembrar que aquela tia tosca que passa a ceia de Natal falando bobagens está por toda parte, o tempo inteiro, vomitando na nossa cara o legado da nossa miséria, pra usar a expressão do Machado de Assis. Já não sei como lidar com isso.”

    Não sabemos, Fernando. E nada, no horizonte próximo, aponta qualquer esperança de mudança no discurso fratricida que tomou conta do cenário político e atingiu em cheio corações e mentes de parte de seus eleitores, cada dia mais afundados no próprio ódio e incapazes de sinalizar bom senso quando a vida pede apenas respeito e solidariedade.

    Siga-me no Twitter (M_Pichonelli)

    https://br.noticias.yahoo.com/blogs/matheus-pichonelli/o-sorriso-de-marina-e-os-fiscais-da-dor-alheia–na-internet–o-%C3%B3dio-venceu-o-luto-145734213.html

  7. emerson57

    18 de agosto de 2014 7:46 pm

    PIG (proba imprensa gloriosa)

    li por ai:
    (*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

  8. BRAGA-BH

    18 de agosto de 2014 8:02 pm

    Veremos no JN de hoje a noite

    Veremos no JN de hoje a noite se nossas previsões se concretizaram. Todos aqui no Blog acreditam que as entrevistas com Aécio e em seguida com ECampos foram apenas um aperitivo. O prato principal a ser servido era a Dilma. Vamos ver a tendência das peguntas e a maneira com que ela se sai deste labirinto de (des)informações. Passadena, acidente com avião, reajustes tarifários e até as passagens de genoíno e Dirceu para o semi-aberto serão temadesta ‘entrevista’.

  9. Vladimir

    18 de agosto de 2014 8:09 pm

    Há muito discutimos o papel

    Há muito discutimos o papel da mídia na política brasileira e,mais recentemente,como oposição ao governo. O texto de Marcos Coimbra é irrepreensível a qualquer um que minimamente acompanhe o trabalho da mídia com visão crítica.

    Contudo,acredito que isto é só a ponta do iceberg ,muito mais a de se mostrar.O Instituto Millenium e algumas consultorias  financeiras também atuam de forma  direta e indireta neste processo de tentativa constante de desestabilização.

    Assim,apesar de termos os representantes do capital aparentemente organizados contra a democracia e contra o país,falta alguma peça,que não podemos simplesmente resumir ao desejo da casagrande em voltar ao poder,a organizar estas ações.

    Antes do golpe de 1964 estes atores também fizeram-se presentes.Soube-se depois que o golpe vinha sendo armado desde a fundação da Escola Superior de Guerra e que tinha como grande mentora a política externa americana.

    Hoje,depois de sucessivas tentativas de desestabilização dos governos populares na América Latina,algumas,pequenas é verdade,bem sucedidas;fica a impressão de que a geopolítica é quem acaba tentando definir o encaminhamento a ser dado ao país e que nossa mídia porca e seus institutos são somente instrumentos pra esta desestabilização. 

    Se o Brasil vier a ser enfraquecido,todas as tentativas até aqui frustradas de desestabilizar os demais governos populares do continete terão maior chance de sucesso,isto sem falar da automática destruição dos BRICS.

    Devemos,asssim,lutar diuturnamente a favor dos interesses de nosso povo e de nosso país e impedir que estes instrumentos de luta contra a democracia,utilizando-se de concessões públicas venham tentar impedir o consolidação do processo democrático.

    1. Joao Pereira

      18 de agosto de 2014 10:10 pm

      Otimo comentario !

      Totalmente de acordo, Vladimir,  processo estrategico de desestabilizacao e desnorteamento de todo um pais, pela manipulacao da oligarquia anti-nacional e anti-povo. Dividir para reinar.

    2. saulogeo

      19 de agosto de 2014 6:20 pm

      Influência externa

      Concordo plenamente, Vladimir!

      A sincronicidade desta campanha, diuturna, demonstra que há muito mais que desejo tupiniquim de derrubar os “vemelhos” do poder.

      Creio que a reação desporprocional no porta voz israelense é reveladora de intenções e propósitos inconfessados, orquestrados pelo poder hegemônico e, como já e está sendo revelado, atuou de forma relevante neste, recém saído, período anterior de obscuridade.

  10. Ronin

    18 de agosto de 2014 8:15 pm

    A grande mídia já não é tão

    A grande mídia já não é tão grande assim, e está velha e ultrapassada como a oposição, bem que eles gostariam influir

    muito mais(como em 86).

    Com seu fracasso ideológico, seu fim virá naturalmente.

  11. RACS

    18 de agosto de 2014 8:23 pm

    Estou perdendo as esperanças,

    Estou perdendo as esperanças, nossa “mexicanização”, infelizmente está mais próxima do que eu pensava…

  12. morallis

    18 de agosto de 2014 8:27 pm

    Acredito que é  ( e esta)

    Acredito que é  ( e esta) mais dificil de “bater” na Dilma atualmente,

    ela aprendeu ,criou um estilo.Se os entrevistadores vacilarem hoje

    ela os engole de boa,  isso certamente o espertinho Ali Kamel

    sabe muito bem e deve ter alertado.

  13. stanilaw Calandreli II

    18 de agosto de 2014 8:27 pm

    Lá vem

    Lá vem bomba. A Época achou alguma coisa no Sesi de SBcampo.

  14. altamiro souza

    18 de agosto de 2014 8:51 pm

    a interferencia dessa grande

    a interferencia dessa grande mídia oposicionista vai contra os interesses do país.

    é preciso ir mais fundo nesta questão…

    1. aliancaliberal

      18 de agosto de 2014 10:36 pm

      “a interferencia dessa grande

      “a interferencia dessa grande mídia oposicionista vai contra os interesses do país.”

      traduzindo: vai contra o projeto de poder do PT e de emprego (parasitismo) da militância.

  15. Caetano.

    18 de agosto de 2014 8:57 pm

    Nada há de estranho: governo

    Nada há de estranho: governo ruim implica em mais notícias ruins. Conspiração existe na cabeça dos petistas.

    1. MarFig

      18 de agosto de 2014 10:05 pm

      Não foi assim nos tempos de

      Não foi assim nos tempos de FHC. Com FMI, privataria, compra de votos, apagão, inflação de 2 dígitos e tudo mais. 

      1. Jorge Rebolla

        18 de agosto de 2014 10:25 pm

        Memória fraca Sr. MarFig?

         

        1. aliancaliberal

          18 de agosto de 2014 10:40 pm

          “O que é esquerda, afinal?

          “O que é esquerda, afinal? Basicamente, é a ação política com o objetivo de implementar um estado totalitário que obtenha o máximo de controle sobre a vida de seus cidadãos, de forma que tudo beneficie os burocratas que tomam conta deste estado. Esquerdismo é a crença nessa ação política, e, por consequência, no estado inchado e interventor.”

          Por isso que querem a censura da imprensa, a liberdade de imprensa gera dificuldades para eles atingirem seus objetivos.

        2. JB Costa

          18 de agosto de 2014 10:44 pm

          Tudo bem. O papel da imprensa

          Tudo bem. O papel da imprensa é esse mesmo. Só que tem um porém: não se discute o direito e o dever dela exercer o seu mister. E todas essas capas acima demonstram essa efetiva obrigação ética de se denunciar mal-feitos, em especial na seara pública. 

          A crítica é quando ela se utiliza dessa prerrogativa para PERSEGUIR um esquema de Poder que circunstancialmente vai de encontro aos delas. Aí não é mais imprensa livre, e principalmente ética, é imprensa bandida, marginal. 

          Nem todas as capas e respectivas matérias contra o PT e a esquerda foram erradas, inventadas, manipuladas ou incorreram em injúrias, calúnias e difamações. Mas muitas foram! Isso é fato inconteste. 

          Não reconhecer isso é incidir em desonestidade intelectual.

           

          1. Jorge Rebolla

            18 de agosto de 2014 10:47 pm

            Pelo visto o senso petista de justiça começa a prevalecer…

            http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2014-08/ministro-do-stf-anula-decisao-de-barbosa-sobre-bens-de-marcos-valerio

        3. Marcos Antônio

          18 de agosto de 2014 11:11 pm

          Só UMA PEQUENA DIFERENÇA QUE

          Só UMA PEQUENA DIFERENÇA QUE FAZ toda diferença…
          Qual destas reportagens PRODUZIRAM ação do MP, polícia Federal, CPI e acabou na justiça?
          Para eles isso não vale e não pega!
          E assim sumiram bilhões…

        4. alessandroduarte

          18 de agosto de 2014 11:18 pm

          Interessante, fhc não aparece

          Interessante, fhc não aparece em nenhuma capa com título: “Ele sabia?”

           

          O conteúdo dessas reportagens é sempre o mesmo: o príncipe foi traído por seus colaboradores. De fato, mídia imparcial

        5. MarFig

          19 de agosto de 2014 6:30 am

          Uai, só confirma o que eu

          Uai, só confirma o que eu disse. Nenhuma foto do fhc sendo chutado, com cara de bandido, pedindo impeachment, etc. Cadê a capa da compra de votos pra reeleição com o FHC (ele sabia?). Fhc foi santificado pela mídia. Mesmo hoje qualquer um vê a diferença de tratamento que o pig dá a ele, Lula e Dilma. 

  16. wendel

    18 de agosto de 2014 9:03 pm

    E então…………

    Bom, não se pode dizer que a anáslise feita pelo Marcos Coimbra, seja uma “teoria da conspiração”, pelo contrário.

    É conspiração mesmo!!!!!!

    Contudo, sempre lebro do que foi dito pela Dilma, e isto me incomoda sobremaneira – ” prefiro o barulho da mídia ao silêncio da ditadura”!

    Assim, se a mídia, tal como a conhecemos, age destga forma, e não é de hoje, e o governo Lula e Dilm a, sempre a premiaram com as vultuosas verbas publicitárias da União, o que dizer!

    Quero e espero que tenhamos cacife suficiente para, mais uma vez vencê-los nestas eleições, pois conforme comentaram aquí, ” …. todo o projeto dos governos progressitas eleitos na America Latina estará comprometido, e não só, o mais importante,- Os Brincs podem dar adeus a suas pretenções!!!

    Infelizmente!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  17. JB Costa

    18 de agosto de 2014 10:08 pm

    É incontroverso que a parte

    É incontroverso que a parte mais substancial da imprensa brasileira cavou trincheiras contra o esquema de Poder que assumiu o Planalto em 2003. Nenhuma novidade: ela sempre fez oposição ao longo da história a quem foi de encontro aos seus anseios empresariais-políticos-ideológicos. 

    O espectro vai desde um enfrentamento moderado, ás vezes parecendo até racional e razoável, até um extremo radical, incivilizado e mórbido, a exemplo da VEJA(Grupo Abril). 

    O que há de novo na presente safra é a concorrência da mídia que efetivamente chegou para ser “a” referência, no caso a internet, sobre a qual é impossível o estabelecimento de hegemonias como ocorre nas mídias tradicionais. 

  18. Otaviani

    18 de agosto de 2014 11:13 pm

    No manchetômetro da Uerj: JN

    No manchetômetro da Uerj: JN da Globo surra Dilma por 82 a 3

    Parcialidade, partidarismo e desequilíbrio editorial; tudo somado, o Jornal Nacional, principal veículo informativo da Rede Globo, exibiu de 1º de janeiro a 9 de agosto deste ano nada menos que 1 hora e 22 minutos de reportagens contrárias ao governo da presidenta Dilma

    1. aliancaliberal

      19 de agosto de 2014 1:27 am

      “1 hora e 22 minutos de

      “1 hora e 22 minutos de reportagens contrárias ao governo”

      Em contrapartida os anuncios do governo somaram  N mil vezes mais de propaganda positiva.

  19. Otaviani

    18 de agosto de 2014 11:19 pm

    [video:

    [video:http://youtu.be/52fQv9Y1shg%5D%5Bvideo:

  20. +almeida

    19 de agosto de 2014 12:38 am

    Quem diria…

    A mídia diz, que grande parte da grande mídia apoiou e prevaricou com ditadura; a mídia diz, que tem mídia que além de se envolver em escândalo de Fraude Eleitoral, envolveu-se também em escândalo de Fraude de Documento em suposta compra de imóvel e (quem diria?) a mídia diz, que essa mesma mídia tornou-se Ficha Suja Internacional, quando foram divulgadas as provas para todo o mundo do criminoso planejamento executado que culminou com a sonegação em mais de Um Bilhão em valores atualizados. Diz a mídia, que essa mídia é a Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo, Tv Globo,…

  21. alexis

    19 de agosto de 2014 12:58 am

    Dois interrogatórios e duas medidas

    O interrogatório da Dilma foi violento (hoje 18 de agosto 2014). Dois soldados de exército poderoso do PIG interrogando um prisioneiro. Com prepotência, deselegância (tratando-se de uma dama e ainda Presidenta do Brasil) e muito desrespeito. A Rede Globo se acha por cima de tudo e de todos. Mas, Dilma se saiu bem.

    Em compensação, quando o Bonner interrogou ao Serra, quatro anos atrás, no momento em que o Serra sentiu-se desconfortado o Bonner falou: Me perdoe Governador, me perdoe! E o Serra, em forma majestosa responde “eu compreendo, eu compreendo”. 

    1. Sinceramente

      19 de agosto de 2014 2:51 am

      Perdoe-me, mas pare com o
      Perdoe-me, mas pare com o drama, Alexis.
      1. Os jornalistas foram virulentos com os outros candidatos também.
      2. Elegante seria tratar a presidente como se uma dama fora? Então, que fique em um castelo, aguardando o príncipe encantado… Ela está na arena política, DEVE explicações e responder a perguntas que lhe são feitas por jornalistas — que, a propósito, também são cidadãos e pagam seus impostos.
      3. A presidente, aliás, fugiu de responder a maioria delas.

  22. josé adailton

    19 de agosto de 2014 1:23 am

    Democracia supõe oposição

    Numa democracia supõe a existência de oposição , que é um direito da sociedade como um todo.Se a mídia fizer uma oposição apontando entre outros , os desvios, a ineficiência administrativa  dos governantes, ponto para a imprensa. Que o faça usando suas prerrogativas da liberdade de expressão. O datafolha apontou as principais reclamações da população e a mídia (principalmente o JN)  as divulgou através de reportagens nas quais são mostradas a realidade de nossas carências sociais. Ponto para a imprensa. As trocas de farpas dos oponentes, governo versus imprensa, faz parte do jogo e não prima pela crerdibilidade em ambos os lados.

    1. Paulo Paiva

      19 de agosto de 2014 10:42 am

      Reclamações da população?

      Que “população” reclamou de Pasadena?  Que “população” reclamou da Wikipedia? Ora, meu caro, que eu me lembre a população foi as ruas reclamar do aumento de ônibus do Alckmin mas isso a “imprensa” não reverberou, pelo contrário, manipulou e criou o mito do “querem calra o minstério público” – produzindo em distribuindo cartazes, ela mesma.  A população,que eu conheço, reclama da falta de água em S.Paulo, mas isso a imprensa coloca na cota de São Pedro.  Falsa denunica criada no aquário da redação agora é reclamação da população?. Talvez o melhor seja você explicitiar melhor ou mesmo conceituar “população” para dar alguma credibilidade ao seu comentário

  23. Jair Fonseca

    19 de agosto de 2014 1:57 am

    Apesar da grosseria do Bonnes,

    Apesar da grosseria do Bonnes, Dilma jantou a sabatina desta segunda.

    1. Rossi

      19 de agosto de 2014 6:34 am

      Bonner e Dilma

      Faltou a Fátima Bernardes. Teria mandado o Bonner calar a boca, dando voz  à entrevistada.

  24. maria rodrigues

    19 de agosto de 2014 2:52 am

    Bonner entrevistou Dilma hoje

    Bonner entrevistou Dilma hoje como se estivesse na casa dele falando para as empregadas de cozinha de antigamente, sem nenhum respeito, e cheio de autoridade. O pior da entrevista diz relação ao tem,po cronometrado, no qual uma única pergunta tem que ter duração muitas vezes superior à resposta. Nesse sentido, Bonner e sua companheira usaram as interrupções como estratégia para que os telespectadores pensassem que Dilma fugiu aos questionamentos. No entanto, mesmo os que detestam a Presidente, devem ter observado o óbvio. 

    Àquela pergunta longa, em que Bonner se refere ao PT como o mais corrupto da História, citando os mensaleiros já julgados e presos, Dilma pecou em não reponder que não entendia assim a questão. Poderia ter usado o tempo pra explorar o que estamos carecas de saber: que o problema é que os outros mensalões não são comentados pela Globo e demais veículos, por isso nenhum corrupto foi ou irá para a cadeia.

    Perdei meu sono com aquela inquirição. Fiquei tão chocada que só vi parte dela. 

  25. Luciano Prado

    19 de agosto de 2014 2:55 am

    Mais tempo para Bonner e Poeta

    Acho que o TSE deveria dar mais tempo aos entrevistadores, principalmente Bonner e Poeta. 

    Eles tem tão pouco tempo para expor o programa da Globo.

    E  o TSE também deveria permitir que os entrevistadores cuspam e batam no entrevisrado.

    Esse negócio de botar o dedo na cara do entrevistado é coisa  ultrapassada.

  26. aliancaliberal

    19 de agosto de 2014 4:27 am

    Tarso pressiona Band para não

    Tarso pressiona Band para não divulgar pesquisa com vitória acachapante de Ana Amélia. Rede repeliu retaliações e denunciou tudo com provas.

    O governador Tarso Genro mandou todo o seu pessoal de imprensa e propaganda pressionar a Band TV, as rádios da Band e o jornal Metro, ameaçando a rede paulista com retaliações caso fosse divulgada a pesquisa realizada pelo Instituto Methodus e disponibilizada hoje de manhã, 10p0min em ponto, pela revista VOTO no seu próprio site.  . A pressão, iniciada na parte da manhã pelo Palácio Piratini, intensificou-se durante o dia. À tarde, o assessor de imprensa de Tarso, Guilherme Gomes, não se conteve e passou extensa mensagem com ameaças, por WhatsApp. . A pesquisa, as ameaças e o fac símile do WhatsApp foram apresentados no Band Cidade, Band TV, as 19h, e tudo será publicado na edição nacional de amanhã do jornal Metro. . No trecho mais intimidatório da mensagem do governo estadual, fica implícita a ameaça de corte de verbas e de informações. Em tom pessoal, dizendo falar em nome do governador Tarso Genro, escreveu Guilherme Gomes: – Me espanta que a Band não avalie com mais critério a publicação da pesquisa da revista Voto e nem examine suas consequências. O governador Tarso Genro avisa que nova relação entre nós e a Band será reavaliada a partir da possível divulgação da pesquisa pela TV. . A mensagem é muito mais extensa e escabrosa. . Tarso Genro e o PT espantaram-se com os números da pesquisa do Instituto Methodus, que mostram a senadora Ana Amélia com 42% e o governador com apenas 30%. . Existem informações de que os números podem ser ainda piores para o PT. . Há apenas um mês, a Rede Record contratou o próprio Instituto Methodus, pagou R$ 52 mil por uma pesquisa e acabou engavetando tudo. Na época, correu a informação de que o Piratini tinha interferido para que a censura ocorresse. 

    Veja a reportagem da Band abaixo: [video:https://www.youtube.com/watch?v=h_pV0xWD0RQ%5D http://polibiobraga.blogspot.com.br/2014/08/tarso-pressiona-band-para-nao-publicar.html

  27. José Carlos Damaceno

    21 de agosto de 2014 6:30 pm

    regulamentação

    ESSA PERSEGUIÇÃO TODA É PORQUE O PT QUER A REGULAMENTAÇÃO DA MIDIA E É POR ESTE MOTIVO QUE ZÉ DIRCEU FOI PRESO.

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