
Artigo do Brasil Debate
Por Antonio José Alves Jr*. e Lucas Teixeira**
No período 2003-2014, a economia brasileira gerou mais de 18 milhões de empregos formais, a desigualdade da distribuição de renda foi reduzida, o consumo das famílias aumentou, o investimento também cresceu e as reservas internacionais aumentaram na ordem de dez vezes.
A despeito desse desempenho, críticos aos governos Lula e Dilma os acusam de não terem dado continuidade às reformas liberalizantes e de terem abandonado as políticas ditas responsáveis.
Para eles, o baixo crescimento dos últimos três anos é sinal de que o atual modelo, baseado no “consumismo” e no “dirigismo”, estaria se esgotando.
E, o que seria pior, arriscando as bases econômicas sólidas, construídas por meio da introdução de reformas da década anterior. O Brasil estaria dando um passo para trás no desenvolvimento.
Curiosamente, muitas análises descartam a Grande Recessão Mundial em que vivemos.
Não é difícil pinçar artigos que, para testar relações entre variáveis, utilizam metodologias sofisticadas lado a lado a crenças de que “a crise de 2008 não afetou as economias emergentes” ou que “foi rapidamente superada”. E, com base nessa miopia analítica, afirmam que as estatísticas de crescimento brasileiras são decepcionantes.
O fato é que, quando examinados em perspectiva, os mesmos dados demonstram que o Brasil foi muito bem-sucedido diante da economia mundial e das economias avançadas desde 2003, período em que foram colocadas em prática as políticas distributivistas e o papel do Estado foi fortalecido.
Os gráficos abaixo comparam a evolução do PIB mundial, das economias avançadas e do Brasil, no período das reformas liberais (1990-2002) e no atual (2003 em diante). Tornando o PIB real dessas economias, no início de cada período igual a 100, fica evidente que o Brasil perdeu espaço na economia mundial no “período liberal”.
Precisamente o oposto do que se desejava e previa. Esperava-se que o engate do Brasil na economia global pela adesão ao consenso de Washington seria o caminho mais óbvio para o desenvolvimento. Não obstante, testemunhou-se o contrário.
Observa-se que, no “período liberal”, a economia brasileira conseguiu acompanhar a economia mundial apenas entre 1992 e 1997, período de crescente liquidez na economia internacional.
Quando ocorreu a crise da Ásia, ficou evidente que a tentativa de se enganchar na economia mundial pela via da liberalização e do enfraquecimento do Estado resultou em fragilidade financeira externa. A economia nacional ficou à deriva, frustrando aqueles que acreditavam ser esse o caminho para desenvolvimento.
A utopia liberal se revelou uma miragem. A estratégia adotada de se acoplar na economia mundial resultou em perdas de graus de liberdade para a política econômica.
As crises internacionais, ao longo desse período, afetaram pesadamente a economia brasileira. Não por causa das crises propriamente, com potencial destrutivo muito menor do que a quebra do Lehmann, em 2008, mas porque as repercussões locais foram exacerbadas.
De um lado, a fragilidade financeira externa do País não nos dava proteção quanto a choques. De outro, as políticas de austeridade adotadas no País provocaram desemprego e atrasaram o crescimento.
Para piorar, o racionamento de energia elétrica de 2000/2001, fruto do abandono do planejamento do setor elétrico que nos deixou fragilizados diante da escassez de chuvas, mais uma vez atrasou o crescimento.
De 2003 em diante, a lógica da política mudou. Sem provocar ruptura institucional ou econômica, o governo aproveitou a fase ascendente do ciclo internacional para aumentar os graus de autonomia de política econômica.
Essa estratégia foi articulada em três frentes. A primeira foi baseada na intensa acumulação de reservas internacionais para mitigar a fragilidade externa que, com frequência, assombrava o País, interrompendo ciclos de crescimento.
A segunda consistiu no fortalecimento do mercado interno. Os programas de transferência de renda, dentre eles, o Bolsa Família, a política de recuperação do salário mínimo e a ampliação do crédito pessoal fortaleceram o consumo na economia.
Por último, a política de fortalecimento dos investimentos, com programas como o PAC, o Minha Casa Minha Vida, e o Programa de Sustentação do Investimento do BNDES, tornou o investimento mais robusto, contribuindo para reforçar a demanda e ampliar a capacidade produtiva.
O Brasil aproveitou a onda das commodities para aumentar seu raio de manobra em relação à economia mundial.
Graças a essa estratégia, atravessamos a maior crise internacional desde os anos 1930 empregando políticas anticíclicas que nos garantiram a continuidade da distribuição de renda, a criação de empregos e a manutenção dos investimentos, além de um desempenho superior ao das economias avançadas e alinhado à economia mundial.
O sucesso dos últimos anos não foi um golpe de sorte nem a perseguição de uma miragem. Também não foi a solução de todos os problemas. Mas aumentou a capacidade do País de enfrentar os grandes desafios da modernização do sistema produtivo, do fortalecimento da infraestrutura econômica e social e do avanço na inclusão social. De continuar caminhando.
*Antonio José Alves Jr. é Professor do Departamento de Economia da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)
** Lucas Teixeira é aluno de doutorado no Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
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Alberto Faria
18 de agosto de 2014 5:53 pmA crise de 1998 afetou
A crise de 1998 afetou majoritariamente os países emergentes, como o Brasil e a Rússia. A crise atual afeta especialmente a Europa e os Estados Unidos. O gráfico seria mais justo se comparasse o Brasil ao resto da América do Sul, ou aos BRICS.
Jorge Luis
18 de agosto de 2014 7:02 pmO Brasil tem 200 milhões de
O Brasil tem 200 milhões de habitantes e uma dimensão continental. Que outro país da América do Sul se compara ao Brasil nessas características.
No caso dos BRICS, temos problemas semelhantes. A China, por exemplo, vem crescendo a taxas absurdas, mas ela tem características únicas que permitem isso. A índia também. Alias, China e Índia são mais semelhantes entre si do que em relação aos demais BRICS.
Comparações entre países são muito complicadas e, dependendo da amostragem utilizada, vai favorecer ou desfavorecer o Brasil, conforme o gosto do cliente. Então, apesar dos problemas, ainda acho que a comparação com o resto do mundo a mais justa (lembrando que a China ajuda a “levantar” a média mundial).
Afetado
18 de agosto de 2014 8:00 pmSim afetou … Porque será?
“A crise de 1998 afetou majoritariamente os países emergentes, como o Brasil”…
O colega acha que as crises globais foram feitas para atingir “a ou b”?
Ou a diferença é que o Brasil, hoje numa crise muuuito pior (e já se vão seis anos, quase um mandato comprado de FHC), a enfrentou de forma diferente? Com uma economia tocada de forma diferente (sem ser “heterodoxa”, respeitando contratos), com medidas não impostas pelo neoliberalismo, como na Grécia, Espanha, etc. e tal?
Sim, estamos falando de diferenças, evidentemente.
O Brasil de hoje vs o Brasil quebrado, sem emprego, recorrendo ao FMI, arrochos variados, vendendo patrimonio que gerava lucros, etc. etc. etc.
Qual vc prefere?
anarquista sério
18 de agosto de 2014 6:13 pm(Sem título)
DanielQuireza
18 de agosto de 2014 6:45 pm12 anos de PT ou 20 anos,
12 anos de PT ou 20 anos, sendo 8 de PSDB + 12 de PT ?
E o salário, não aumentou nesse período ?
Em algum País do mundo, os preços hoje não estão maiores que em 1994 ?
Será que BURRO não é quem compartilha esse tipo de bobagem ?
Marcelo Castro
18 de agosto de 2014 6:52 pmAnarquista, apenas
Caro Anarquista, por honestidade intelectual retire o sério de sua alcunha. Representar as complexidades economicas e sociais pelo seu pictograma é bestial.
Gilson S Raslan
18 de agosto de 2014 7:01 pmAnarquista serio (ou é
Anarquista serio (ou é anarquista enganador?), realmente, está desenhado para quem é burro, mas para quem é minimamente informado você se fez de esquecido de que o poder de compra hoje é muito superior ao do triste governo FHC, com aumento real do salário mínimo de 75% .
Assim, senhor enganador, o real de ontem não pode ser comparado ao real de hoje. Entendeu ou quer que eu desenhe?
Edsonmarcon
18 de agosto de 2014 7:06 pmSério?
Vc pode fazer um desenho parecido para TODOS os países do mundo.
Inflação sempre haverá.
O que realmente importa é o poder de compra da população, o salário.
Se a salário também aumenta na mesma medida, ou mais, não tem problema.
aliancaliberal
19 de agosto de 2014 1:11 amO salário médio do
O salário médio do trabalhador se mantêm estável, sendo que somente em 2012 ele chegou no mesmo nivel de 2002.
Flávio Login Bugando
19 de agosto de 2014 6:01 amhttp://achadoseconomicos.blog
http://achadoseconomicos.blogosfera.uol.com.br/2014/01/30/com-dilma-renda-da-populacao-ainda-cresce-mais-do-que-com-lula/
Fiquei surpreso em saber que era verdade esse dado, mas comparado com o período “neoliberal” isso é fantástico, não? (sem contar que provavelmente boa parte dos -10% do primeiro ano do PT pode ser creditado à lambança do 2º mandato do PSDB)
A disparidade em relação ao crescimento do PIB per capita me deixou curioso…
aliancaliberal
19 de agosto de 2014 4:14 pmSalário representa a
Salário representa a produtividade marginal do trabalho, nada muda esta lei natural.
O que existe é pouco ou nenhum ganho de produtividade da mão de obra , pela baixa qualificação.
A produtividade do trabalhador brasileiro e 10 vezes menor que o do trabalhador americano , e 7-6 vezes menor que o europeu.
Pode ser um dado negativo mas veja este país tem um potencial ENORME de desenvolvimento( e de aumento de salário)..
Jorge Luis
18 de agosto de 2014 7:10 pm2014 – 1994 = 12
[video:https://www.youtube.com/watch?v=5rd2yCg-Okc%5D
Paulo Spannenberg
18 de agosto de 2014 7:10 pmPara mim que sou burro, faça
Para mim que sou burro, faça a conversão para o salário mínimo
Gui Oliveira
18 de agosto de 2014 7:14 pmSem desenho
É a inflação ao longo de 20 anos, estúpido!
Francy Lisboa
18 de agosto de 2014 7:39 pmkkkk. Esse cara, o
kkkk. Esse cara, o Anarquista, definitivamente não é Sério kkkkkkkkkkk
Yacov
18 de agosto de 2014 8:09 pmVc só esqueceu de comparar os
Vc só esqueceu de comparar os valores do salário mínimo e as taxas de desemprego.
Agora dá para entender porque SÃO PAULO é o curral eleitoral dos TUCANOS…
Só tem QUADRÚPEDES !!!
“O BRASIL PARA TODOS não passa na REDE GLOBO DE SONEGAÇÃO – O que passa na REDE GLOBO DE SONEGAÇÃO é um braZil-Zil-ZIl para TOLOS”
Deficiente Intelequitual
18 de agosto de 2014 8:16 pmO colega pega o dólar do Itamar e esquece o do FHC…
Que era 4 vezes maior (ou seja, a moedinha do Anarquista (fala sério) era só um pedaço de pizza…
Lamentável…
Luis Fraga
18 de agosto de 2014 9:42 pmAnarquista Hilário
Ora ora..você queria mesmo a paridade dólar = real ainda hoje ?
Ausência de inflação em 20 anos?
De sério você não tem nada, nem de honesto. Quem será o burro?
Heart
18 de agosto de 2014 10:27 pmAi que buro, da ziero para eli!!
“Apesar da alta, cotação não deve voltar ao nível de 2002
Foi no dia 22 de outubro de 2002, uma terça-feira, que o dólar atingiu a cotação máxima na história do Plano Real, em vigor desde a metade de 1994. Naquela data, a moeda norte-americana chegou a custar R$ 3,95, de acordo com números do Banco Central. ”
Ou seja, R$1,00 = $0,25
Fernando Lopes
19 de agosto de 2014 1:55 amPrá quem é burro e esqueceu da inflação…
Oh Anarquista o blog é de economista como você uma comparação dessas e deixa de fora a inflação do período (no Brasil e no mundo). Quem fez papel de burro agora foi você sinto muito…
DanielQuireza
18 de agosto de 2014 6:48 pmNão adianta fugirmos da
Não adianta fugirmos da realidade, o gráfico mostra que em 2012 há o cruzamento e o Brasil passa a crescer menos que o mundo. Sendo um País emergente isso não deveria ocorrer. Portanto Dilma tem que alterar alguma coisa em sua política e melhorar muito.
Fabio.
18 de agosto de 2014 7:45 pmMas o Mantega foi preservado,
Mas o Mantega foi preservado, aqui no blog a 2 anos atrás , devenderam o Ministro porque a Economist pedia sua cabeça, não analisaram as consequencias . No começo do governo Dilma foi feito varios programas para continuar com a econmia crescendo, abaixou os juros, diminui o valor da conta de luz, o salario de quem esta empregado não diminui e a maxi desvalorização do real não houve, enfim o que aconteceu para diminuir tanto o PIB.
Edsonmarcon
18 de agosto de 2014 6:57 pmPrograma tucano
E o programa de governo tucano paraa economia é basicaemnte “colar” (ou subordinar-se) à economia dos EUA.
Economia essa que está em declínio.
E os “economistas” do PIG acham uma maravilha.
E esses caras ainda são levados a sério.
Porque?
armandolo
19 de agosto de 2014 1:41 pmMas então ser levado a sério
Mas então ser levado a sério seria subordinar-se às economias da Venezuela, Bolívia e Argentina ?
Sta Catarina
18 de agosto de 2014 7:10 pmEconomia
Cansamos de ver matérias nas quais vê-se público e notoriamente as vantagens e resultados da política petista para o país. Trabalho em uma multinacional do ramo automobilístico e podemos constatar o crescimento deste mercado não só na quantidade de carros nas ruas e estradas como na chegada de montadoras ao país.
Fico indignado com uma categoria de pessoas que por burrice, ranço ou má intenção espera o retorno aos black years do governo FHC quando éramos o parque de diversões dos países ricos, fazendo do Brasil o que bem entendessem.
Serão os primeiros a culpar os “outros” por terem votado contra o governo atual.
Gunter Zibell - SP
18 de agosto de 2014 7:17 pmUso seletivo de informações
Um período foi desfavorável para economias dependentes de capitais externos e de exportação de commodities. O outro período foi favorável.
Compare-se o desempenho do Brasil com economias de renda média (de 6 a 18 mil dólares de renda per capita), especialmente às da América Latina.
JBS
18 de agosto de 2014 8:47 pmPor que comparar com Países
Por que comparar com Países com renda média igual? Por que não comparar com Países com PIB aproximado? Ou mesmo com o México, o queridinho dos mercados nos dois períodos.
Calvin
18 de agosto de 2014 7:30 pmFalta comparar banana com banana!
2010 com 2014!
http://blogs.estadao.com.br/celso-ming/2014/08/05/prostracao-na-industria/
Ricati
18 de agosto de 2014 8:05 pmSeria honesto também comparar
Seria honesto também comparar nível de endividamento e as despesas correntes com pessoal, nos mesmos períodos.
Aí é que mora o pecado .
Sérgio T.
19 de agosto de 2014 5:43 amColega, aqui está uma parte…
Despesa com Pessoal e Encargos da União x PIB e RCL
Período 1995-2011
Em milhões de Reais
Ano Despesa Pessoal União (PIB) % do PIB ReceitaCorrenteLíquida (RCL) % DA RCL
1995 37.895,00 646.191,50 5,86% 67.298,10 56,31%
1996 40.900,90 778.886,70 5,25% 89.352,70 45,77%
1997 44.529,70 870.743,00 5,11% 97.040,60 45,89%
1998 47.976,60 914.187,90 5,25% 104.491,40 45,91%
1999 51.571,00 973.846,00 5,30% 129.854,40 39,71%
2000 58.240,00 1.101.255,10 5,29% 145.110,60 40,13%
2001 65.449,40 1.198.736,00 5,46% 167.739,00 39,02%
2002 75.029,00 1.346.027,60 5,57% 201.927,30 37,16%
2003 78.974,70 1.699.648,00 4,65% 224.920,20 35,11%
2004 89.431,60 1.941.498,00 4,61% 265.798,00 33,65%
2005 94.022,20 2.147.239,00 4,38% 303.015,80 31,03%
2006 115.011,90 2.369.484,00 4,85% 344.731,40 33,36%
2007 126.877,80 2.661.344,00 4,77% 386.763,00 32,81%
2008 144.483,70 3.032.203,00 4,76% 428.563,30 33,71%
2009 167.066,30 3.239.404,00 5,16% 437.199,40 38,21%
2010 183.278,20 3.674.964,00 4,99% 499.867,00 36,67%
2011 197.481,50 4.143.000,00 4,77% 558.706,40 35,35%
Fonte: SIAFI/PRODASEN/STN
altamiro souza
18 de agosto de 2014 9:07 pmesse post resume bem as boas
esse post resume bem as boas políticas realizadas dede 2003.
pensar o contrário, como diria nietzsche, é demasiadamente desumano – ou estúpido, diz indignado o filósofo tupiniquim.
anarquista sério
18 de agosto de 2014 9:31 pmCaracas,não esperava
Caracas,não esperava tamanha repercussão.
Vou respondere pra um só. O cara que pediu pra comparar com o salário mínimo.
O ano é 2003. Começa o aumento do salário mínimo.Um parênteses: Lula disse que nunca os banqueiros ganharam tanto como no seu governo.E ao mesmo tempo começa o bolsa família e o aumento do salário mínimo.
E é tudo verdade.Ora, se ricos e miseráveis ganharam,quem perdeu? A classe média,porque o dinheiro não brota e nem Lula é mágico.
E arremato rapidamente: Nos últimos 12 anos,o aposentado que ganha va 3 salários mínimos, hoje ganha a metade( mais ou menos) Tá explicado daonde saiu o dinheiro?
Ou vc acha que o aumento da aposentadoria é igual pra quemn ganha um salário e outro que ganha dois?
Isso é justo? O cara paga durante 35 anos por 3 e agora ganha a metade.
Tá certo isso?
Ulisses s
19 de agosto de 2014 12:47 amTomou legal mané
Anarquista hihonhihonhihonhihonhihonhihonhihonhihonhihonhihonhihonhihonhihon,………………………………………………
https://www.youtube.com/watch?v=9XMp7G9DYLs
aliancaliberal
19 de agosto de 2014 1:22 amBrasil debate ?
Houve debate
Brasil debate ?
Houve debate ou monólogo governista.
Comparar periodos históricos sem contextualizar é desonestidade intelectual.
A utopia liberal, piadinha escrota, em que periodo o estado brasieliro reduziu seu gasto,impostos ,interferência na economia e na vida do cidadão, nunca.